História The Joker - Capítulo 8


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Categorias Esquadrão Suicida, Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber
Tags Arkham Asylum, Coringa, Esquadrão Suicida, Harleen Quinzel, Joker, Suicide Squad
Exibições 247
Palavras 2.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá Olá! Esse é um dos meus capitubos favoritos 💙💙 não vou enrolar muito, pois vocês vão querer me matar no final dele! Então, sem enrolações... enjoy it :)

Capítulo 8 - The Cat Ate?


O barulho dos meus saltos ecoavam a cada pisada forte que eu dava em direção a minha sala. Por mais que por fora eu parecesse brava e frustrada, por dentro eu explodia em felicidade. Entrei na minha sala me jogando sobre a cadeira giratória e me permitindo fechar os olhos por alguns instantes. A cena de minutos atrás rolava novamente em minha mente. Suas mãos apertando-me enquanto seus lábios atacavam os meus selvagens. Seu membro pré-ereto pressionado contra a minha intimidade. 

Permiti-me tirar o jaleco. Peguei o controle do ar condicionado, deixando a temperatura perto dos 15°. Aquele ambiente estava começando a ficar muito quente.

Fitei a papelada sobre  a minha mesa com desgosto. 

O gosto do seu beijo ainda estava na minha boca. Peguei meu celular colocando-o na câmera frontal, observei a marca no meu pescoço. Não estava roxo, só um pouco avermelhada, tecnicamente imperceptível de longe. 

Bieber só havia notado por estava perto. Bem perto. 

Duas batidas na porta de madeira me tiraram daqueles pensamentos

-Entre! -Disse alto e ajeitei minha postura na cadeira.

-Doutora Harleen Quinzel! -O tom severo de Kaleah deixou apreensiva. Ergui-me da cadeira.

-Diretora! -Disse firme.- Em que posso te ajudar? -Apertei sua mão e me sentei novamente, indicando a cadeira à minha frente. 

-Prefiro ficar em pé! Vou ser breve! -Assento receosa. -Doutora, acredito que a Senhorita Lindsay informou-lhe sobre a papelada que precisa ser preenchida. 

-Ah claro! Lindsay é uma ótima funcionaria. -A encarei debochada. -A senhora se refere a essa papelada? -Peguei as folhas encarando-a. Ela assentiu. -Sinto muito diretora, mas me recuso a assina-los. -Ela riu fraco.

-A questão aqui não é o que você quer ou não! E sim a busca da melhoria do paciente. Ele teve uma recaída, levamos para a intensiva como forma de punição. É assim que funciona no Arkham, Harleen! -Ela disse séria. 

-Com todo respeito diretora, mas a Sra. Realmente acha que alguém com o histórico do Sr. Bieber vai se “curar” com alguns choques? Senhora o Arkham é apenas mais um na lista de internações dele! – Disse tudo de uma vez, eu estava extasiada.

-Eu concordo! Mas esses são os nossos termos! É assim que funciona aqui no Arkham! -Me controlei para não revirar os olhos. -A propósito...-Ele me fitou. -Doutor Freud marcou uma nova intensiva para amanhã, e ela vai acontecer! -Arregalei os olhos incrédula. 

-A senhora não pode fazer isso! -Disse histérica. – Você vai mata-lo! -Ergui-me da minha cadeira.

-Eu posso e vou! -Disse alto. -E se ele morrer...-Fechei os olhos me recusando a ouvir aqui.- Vai ser um lixo a menos na nossa unidade! Ele é só mais um doente mental! Não se deixe envolver! -Ela apontou o dedo para mim! -Não me faça tira-la desse caso. -Ela disse e saiu batendo a porta. 

-NÃO! -Gritei e coloquei as mãos  beirada da mesa virando-a para o chão. Eu estava irada. Aquele velho podre não iria tocar em Justin novamente. Não mesmo. Chutei as coisas que tinha derrubado cima da mesa. -Eu não vou deixar ele tocar em você novamente. -Sussurrei para mim mesmo enquanto jogava a cadeira no chão.

Minutos depois, um pouco mais calma peguei minha bolsa e pertences jogados no chão e sai da sala que estava um caos, com um belo sorriso. Peguei o elevador descendo até o primeiro andar e comecei a caminhar para  fora do Arkham.

-Harleen! -A voz de Lindsay me chamou assim que passei pela recepção. Parei de andar controlando minha raiva e me virei sorrindo falsa.

-Sim!? -Tentei soar simpática.

-Esta tudo certo? -Ela perguntou e eu sorri concordando.- A diretora já te contou sobre a nova intensiva? -Cerrei meus punhos sentindo uma leve tontura.

-Já! -Sorrir estava me acabando. Eu queria matar todo mundo.

-E você esta tranquila desse jeito? -Me olhou desconfiada. Mas que saco.

-Estou, Lindsay! Ele é só mais um doente mental não é mesmo? -Disse debochada. -Agora eu preciso ir, até amanhã. -Me virei e continuei caminhando até o estacionamento do Arkham.

Destravei o alarme do carro jogando minha bolsa no banco do carona. Eu precisava agir. Liguei o carro olhando no relógio do painel, 19:57 PM. 

Dirigi em alta velocidade, em alguns minutos eu estava no centro da cidade, estacionando em frente a loja de armas.

-Boa noite! -Sorri cumprimentando o senhor do balcão.

-Boa noite senhorita! Sei o que veio buscar. E está bem aqui! -Puxou o silenciador desenrolando-o do saco plástico. 

-Muito obrigado! -Peguei a peça comprida e de metal maciço.- Quanto fica? -Abri minha carteira pegando algumas notas.

-É por conta da casa menina! -Ele sorriu simpático e eu neguei envergonhada. -Senhor, muito obrigado mas não posso aceitar! Quanto custou? Um silenciador comum deve ser uns $250, mais a mão de obra...-Disse pensando, ele ria.- Uns $400 dólares? -Perguntei sugestiva e ele negou.

-Menina, olhe, a única coisa que te peço em troca é que tenha juízo com essa arma. -Ele disse cauteloso. 

-É para o meu pai! -Menti. -Ele é ex militar. -Sorri. -Estamos montando uma coleção. -Disse soando convincente.

-E por que o silenciador? -Perguntou desconfiado. 

-É uma piada interna da família. -Fechei a carteira sabendo que ele não aceitaria o dinheiro. Eu estava começando a ficar nervosa.

-Se a senhorita diz...-Ele disse simples, parecia ter acreditado. -De qualquer forma, é por conta da casa. -Sorriu meigo e embrulhou a peça novamente me entregando. 

-Muito obrigado senhor! Estou a disposição caso precise. -Disse e sai da loja. 

Coloquei rapidamente a peça dentro da bolsa e entrei no carro arrancando de lá o mais rápido possível. 

...

Deixei o carro na garagem no sobrado e adentrei o imóvel. 

Assim que passei na frente da casa de Jake notei a porta entre aberta. Sua voz adentrou meus ouvidos.

-Não, ela não sabe...Sim, eu tenho certeza... Ela esta bem... -Ele parecia falar ao telefone. Como não sou bisbilhoteira nem nada, resolvi parar de ouvir à conversa. Discretamente voltei a caminhar para meu andar. 

-Harleen? -Ouvi o barulho da porta se abrindo.

-Droga...-Sussurrei baixo e me virei sorrindo. -Olá Jake. -Disse forçada.

-Tudo bem? -Ele me fitou da cabeça aos pés. 

-Tudo sim! -Sorri convincente. -Se não se importa, estou cansada! -Disse simples e ele assentiu. 

-Se precisar... Estou aqui! -Ele disse e eu assenti voltando a subir as escadas.

Adentrei o apartamento jogando  chaves no balcão e o jaleco sobre o sofá.

Caminhei apressadamente até o quarto abrindo a bolsa e jogando o silenciador sobre a cama. Eu precisava ser rápida. 

Caminhei até o guarda roupas retirando do fundo dele uma caixa grande de sapatos. E peguei o notebook.

Deixei a caixa do sobre a cama e liguei o computador. Acessei o site do Arkham com o login que havia hackeado de Lindsay. Enquanto o site carregava eu abria a caixa. 

Retirei de lá a calça e o moletom preto que havia comprado dois dias atrás na cidade vizinha.

O site abriu me revelando a grade de horário dos funcionários.

Tirei a roupa que usava vestindo as outras peças escuras e folgadas. 

Conferi as informações que precisava e sai do site, apagando o histórico de pesquisas. 

Terminei de me vestir prendendo os cabelos em um coque alto. Coloquei a touca do moletom. Fui para a caixa novamente retirando de lá um par de botas 41/42 e coloquei nos pés. Me sentindo um palhaço por usar sapatos exageradamente grandes. Mas era tudo por um propósito.

Observei o horário no meu relógio de pulso. Eu tinha aproximadamente 1h45 minutos para agir.

Peguei a arma no fundo falso da gaveta ao lado da cama,  e instalei o silenciador no bico da mesma. Travei o revolver colocando-o na parte de trás da calça. Peguei as luvas e fui até a cozinha onde peguei as chaves (somente as do carro) e uma garrafa nova de Jack Daniels.

Voltei para o quarto abrindo a janela. Olhei para baixo observando o beco deserto que se passava ao lado do sobrado. Era uma boa altura, cerca de 12 metros até o chão. Mirei a garrafa de vidro no latão de lixo que havia no beco, jogando a mesma lá  dentro, já que seria impossível pular com aquilo nos braços. 

Fechei a janela por fora, me equilibrando com facilidade no parapeito.  Era só pular. 

-Concentre-se Babylon!  -Sussurrei para mim mesma me passando coragem.

Contei até três mentalmente e pulei. As botas de couro fizeram um barulho alto assim que atingiram o solo. Minhas canelas doeram. Eu estava ficando enferrujada.  

Ergui o troco correndo até  a garrafa no lixo e peguei a mesma indo para a garagem do sobrado. Abri o pequeno portão  lateral sem fazer barulho e fui até  meu carro. Tirando o mesmo de lá  rapidamente.  

Joguei a garrafa de Jack Daniels no banco do passageiro e segui meu caminho. 

A noite fria deixava Northampton mas assustadora do que o comum. Eu amava aquele clima assim. Mantive a concentração  na estrada deserta e passei a mão sobre o vidro do carro, que começava a ficar embaçado. 

Meu destino era Hadley a cidade vizinha. E cerca de 40 minutos depois eu já estava estacionando o carro na Marina Sportsman’s que havia ali. Deixei o carro em um local escondido  e sai do mesmo travando o veículo.  Com as luvas já vestidas comecei a caminhar rapidamente sentido a rua Bay Rd. 

Olhei no relógio. 21:45 PM.

Apressei o passo parando de e frente a casa 67. A típica casa Americana, com sótão e telhado triângulo, as paredes pintadas em um tom creme. A casa parecia antiga, e musgo aparecia de forma crescente do solo úmido até  o meio da casa. Caminhei pelo quintal sentindo as botas derrapagem na lama. A grama alta mostrava o quão  desleixado era o proprietário, os arbustos cresciam sem controle dando um ar “abandonado” ao local. Ignorei. 

Dei a volta na casa observando cada detalhe e rota de fuga caso tudo desse errado. 

21:55 PM

Retirei o grampo do cabelo e coloquei na fechadura  da porta de trás da casa. Alguns instantes depois um pequeno barulho anunciou a fechadura aberta.

Rodei a maçaneta entrando na casa. Encostei a porta sem fazer barulho e observei o cômodo.  A cozinha incrivelmente organizada, uma armário de madeira branca estava no canto esquerdo, um fogão pequeno, geladeira azul clara. Uma mesa de pedra do centro da cozinha... Continuei caminhando, em frente havia a sala e uma escada a para o segundo andar. Subi as escadas de madeira me deparando com três  portas. Depois de alguns minutos observando, a porta da esquerda era a Suíte principal, a porta da direita um quarto de hóspedes e ao lado um banheiro pequeno. Voltei para o primeiro andar. Caminhei pela sala ouvindo o piso de madeira ranger. Uma TV grande, daqueles modelos antigos estava posicionada sobre a estante vinho, uma mesinha de vidro no centro da sala, em seguida uma poltrona de couro preta, posicionada de frente para a TV. Uma poltrona um pouco menor estava ao lado e no lado direito um sofá também de couro preto. Alguns livros de medicina estavam distribuídos pelo cômodo. 

22:01 PM

O barulho dos pneus soaram. Corri até  a janela observando o Nissan Sedan preto estacionar ao lado da casa. Deixei a cortina no mesmo lugar e corri para me esconder atrás de uma estante. 

A porta da sala abriu e eu prendi a respiração.  Minhas mãos soavam. 

Observei ele entrar. Jogou a maleta e o casaco pesado sobre a mesa e afrouxou o nó da gravata. 

Ele abriu o armário e tirou de lá um copo. Pegou a garrafa de Red Label em cima do armário e encheu o copo. Deixou o mesmo sobre a pia. Pegou a maleta e o casaco e subiu para o quarto. Seus passos zuniam sobre a minha cabeça.  Sai de onde estava em passou rápidos mas cautelosos e fui até  o copo de whisky. Retirei a pequena cápsula do meu bolso abrindo a mesma e despejando o conteúdo no copo. Balancei o copo misturando a substância, e cuspi dentro do copo assim que terminei.

Voltei para o meu lugar assim que ouvi seus passos voltando. 

 

22:10 PM

A TV transmitia um jogo de basebol. Ele estava sentado na poltrona o copo de whisky  estava quase no fim. Sem camisa e apenas de bermuda eu tinha a visão  nojenta de sua barriga gorda exposta. Eu queria vomitar.  

22:15 PM

Era hora de agir. Respirei fundo tomando coragem e sai do lugar onde estava escondida me sentando na outra poltrona. 

Peguei um dos livros de medicina e comecei a lê-lo em voz alta.

-Córtex frontal, responsável pelo controle e...- Dei uma pausa na leitura fitando seus olhos arregalados na minha direção.  -Ah! Olá! -Abri um sorriso enorme e fechei o livro, coloquei o mesmo ao meu lado e me levantei. Ele ansiava tentando falar. Suas veias estavam vermelhas e saltadas. Demonstrando o esforço  que ele fazia ao tentar mover seus músculos sem sucesso. -O que foi? -Fingi um bico triste e me aproximei de seu rosto. -O gato comeu sua língua, Doutor Freud? 


Notas Finais


E SIM EU ACABEI NA MELHOR PARTEEEEEEEE!!!!! Não me matem! Comentem o que acharam por favoooor !
ESSE VELHO GORDO VAI PAGAR CARO! Não desistam da fanfic e perdoem os erros!
Leitoras fantasmas, apareçam 💙

Nos vemos no próximo capítulo!

E lembre-se
Desejo se torna rendição e rendição se torna poder.


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