História The Journey, Not The Destination - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias My Chemical Romance
Personagens Bob Bryar, Frank Iero, Gerard Way, Matt Pelissier, Mikey Way, Personagens Originais, Ray Toro
Tags A Journey, Frank Iero, Frerard, Gerard Way, MCR, Mikey Way, My Chemical Romance, Ray Toro
Visualizações 26
Palavras 1.020
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Just read.

Capítulo 1 - September 11th, 2001


Fanfic / Fanfiction The Journey, Not The Destination - Capítulo 1 - September 11th, 2001

 September 11th, 2001

O primeiro avião atinge uma das torres  do World Trade Center,um dos mais altos complexos  de Nova York,todos os olhares se voltam para as chamas se formando no alto da torre,papeis voando para todos os lados e a certeza de que haviam pessoas lá dentro queimando em agonia.

 

 

As pessoas cujos parentes trabalhavam no WTC desesperadas, chorando por seus entes queridos, rezando para que estivessem todos bem, mesmo sendo claro que nem todos estavam bem. Crianças chorando no colo de suas mães enquanto as mesmas tentavam as confortar, cachorros latindo e obras paradas apenas para olhar para o céu e ver a fumaça cinza se formando no alto da torre.

 

 

Todos conversavam entre si, comerciantes e empresários, jovens e idosos, todos em um único burburinho sobre o que poderia ter acontecido. Era um acidente? Ou era proposital? Todos os corações acelerados discutiam sobre o que poderia ter acontecido.

 

 

E então uma segunda explosão e todos se agitam no solo, correm para todos os lados e gritam:

 

 

– E um ataque terrorista!

 

Suas pernas tremeram e o rapaz com os dedos queimando de tanto apertar a alça da maleta emprestada pelo pai arriscou olhar mais uma vez para os edifícios, emanando calor para toda a cidade. Tinham pessoas lá,escoradas nas janelas prontas para pular,elas não tinham opção. Era isso ou respirar fumaça até morrer. De repente tinham cadeiras caindo e corpos espatifados no chão, suas partes espalhadas para todos os lados, ele sabia que não devia ser uma paisagem bonita e segurou a bile que  subiu pela sua garganta.

 

 

Os olhos catatônicos de um jovem Gerard de vinte e quatro anos se perdem na multidão. Tudo o que ele pensava era no por que disso acontecer exatamente no dia em que ele estava em busca de emprego. Quais eram as chances disso acontecer com outra pessoa?

 

 

Mas a questão ali era essa, não estava acontecendo só com ele, todos estavam em pânico total e alguns não se moviam, apenas olhavam para as chamas no céu e choravam sob chuvas de papeis caindo das torres. Sirenes ecoavam por toda a cidade e policias tentavam a todo custo acalmar as pessoas. Jornais estavam fazendo a cobertura do incidente como se fosse apenas mais um dia normal.

 

 

Mas Gerard sabia que não era, aquele dia mudaria sua vida para sempre e ele ainda não tinha a dimensão do que sua vida se tornaria depois desse dia. Ele não tinha a menor idéia do que estava prestes a acontecer bem diante dos seus olhos.

 

 

O rapaz desengonçado não sabia para onde ir, ele apenas seguia as pessoas e corria o máximo que podia, ainda esperando por uma terceira explosão que nunca aconteceu. Esperando por uma bomba nuclear á explodir bem em cima de sua cabeça, mas nunca aconteceu. Esperava levar um tiro, como quase levou de um ladrão aos quinze anos, mas nunca aconteceu.

 

 

E depois de minutos de medo e aflição Gerard encontrou um refugio na estação de metro, onde homens ligavam para suas namoradas e as pediam em casamento, pessoas choravam e outras falavam sobre repensar os planos e mudar o rumo de suas vidas dali para frente.

 

 

E então um som alto o bastante para ser ouvido a metros de distancia ecoou e um silencio brutal se formou no lugar para dar espaço a mais choro. Todos sabiam o que havia acontecido, as torres estavam no chão e as pessoas lá fora provavelmente estavam lidando com o cheiro da morte, da dor e fumaça dos escombros.

 

 

A vida e má, pensou Gerard em seu átimo de tristeza. Tinham crianças lá fora, adultos, idosos e  até animais que não mereciam nada disso.

 

 

Gerard não era nacionalista e não achava que seu ‘’orgulho americano’’ estava ferido. Ele não dava uma foda para o super patriotismo. Mas ele se importava com aquelas pessoas lá fora e com seu país. Não queria sucumbir naquela cidade junto com os mortos e se assustou com o pensamento. Todos indo embora e o deixando ali com aquelas pessoas para morrer de fome e de frio.

 

 

Mas era muito dramático e clichê pensar assim, pois no fundo, sabia que ia sair dali e dar de cara com um mundo novo.

 

 

Pensou em seu irmão, Mikey , que agora nesse exato momento devia estar assistindo pela televisão junto com sua mãe e seu pai a cidade de Nova York afundar em cinzas. Sabia que Donna estaria falando sem parar e Donald apenas estaria encarando a tela da TV sem dizer uma palavra sequer. Mikey provavelmente se trancaria em seu quarto e pensaria que seu irmão mais velho estava morto entre os escombros dos prédios.

 

 

E pensar que sua família podia estar de luto agora, também o assustou, eles podiam estar até planejando o seu enterro, um caixão sem corpo, existe algo mais triste e aterrorizador do que isso? Você nunca saberá onde esta o corpo daquela pobre alma condenada a morte. Pode ser que esteja apodrecendo entre as pedras de um rio ou debaixo da cama do seu filho problemático.

 

 

A vida precisa ser renovada.  A morte é uma mudança que estabelece uma renovação.  Ela é irremediável. O inconformismo, uma lamentação, uma evocação reiterada de quem se foi, uma tristeza e uma solução para quem é partidária e difícil, mas aceitável.

 

 

Morre lentamente, vira escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo  trajeto,sem arriscar um novo caminho, sempre o mesmo supermercado . Não arrisca vestir uma cor nova e não conhece coisas novas. Morre tão rápido quanto todas as pessoas naqueles prédios. A lamentação e mais longa e o arrependimento mais crescente.

 

Gerard não queria morrer lentamente e angustiado como aquelas pessoas, queria um futuro.

 

 

Queria conseguir coisas melhores, não um escritório com pessoas rudes e um chefe para bajular, queria uma vida.

 

 

E naquele momento ele percebeu que tinha que fazer algo, senão ninguém mais faria por ele.

 

 

Precisava de um caminho, de uma nova lei para seguir, conhecer o mundo e não se deparar com o habitual.

 

 

E naquele segundo, olhando para uma mulher em uma ligação desesperada para sua amada, Gerard Way teve uma odeia.

 

 

 


Notas Finais


Oi se leu até aqui :)

Então,essa fanfic vai rolar Frerard na maior parte do tempo ;D

E sim,vão ser capítulos pequenos assim mesmo.


Deixe um coment,se tiver alguma coia errada,eu concerto blz

Não sei quando vou atualizar. Mas provavelmente no meio da semana já que eu to com 2 fics e essa e mais blz pra escrever.

Ah,e talvez eu faça um playlist pra isso,eu não sei...eu adoro fazer playlists pra histórias bancando a escritora xD

Uh,então...bjs?


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