História The Key To Happiness - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Morrilla, Once Upon A Time, Swanqueen
Exibições 180
Palavras 1.876
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, FemmeSlash, Magia, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Sem enrolar mt:
Bjo pra todo mundo que leu/comentou/favoritou.
Pra me achar no twitter: @13moonfics

Playlist nas notas finais!

Bjo bjo

Capítulo 4 - Changing Hearts


Emma P.O.V.

- Bom dia. – falei sorridente observando-a despertar.

- Bom dia. - Ela sorriu com o canto da boca, sua voz estava muito rouca.

- Dormiu bem?

- Sim, e você?

- Também.

- Que horas são?

- Oito eu acho.

- Oito?!?! Eu tinha que sair antes do sol nascer! -Ela levantou assustada.

- Tocou o despertadoe quando ainda estava escuro. Eu desliguei...

- Droga! Eu tinha um compromisso, Emma! – ela se arrumou com magia e eu não entendi nada.

- Desculpa, Gina... eu não sabia.

- Tudo bem. – Ela se sentou ao meu lado na cama e me deu um beijo. – Podemos conversar hoje a noite? Eu realmente preciso ir agora.

- Vai me contar onde está indo? –  perguntei sorrindo.

- Se você jantar comigo, sim... – ela piscou e eu a puxei para mais um beijo que logo foi interrompido por seu celular - Oi... desculpa, eu sei que estou atrasada, perdi a hora... vou deixar o carro em casa, com magia é mais rápido para chegar aí... tá... Até já.

- Eu não sei quem era mas estou com ciúmes. – ela sorriu balançando a cabeça em negação e logo sumiu em sua nuvem costumeira.


Regina P.O.V.

 

Materializei-me na casa e Beatrice estava no sofá. Ela não reagiu a minha presença, nem levantou os olhos, nada. Nesses poucos dias em que estávamos convivendo eu já tinha me acostumado a receber um sorriso sempre que chegava e essa era a primeira vez que isso não acontecia. Me senti mal. Me sentei ao seu lado.

- Me desculpe. - murmurei finalmente.

Ela não respondeu e continuou apenas respirando calmamente. Minutos se passaram e nós duas ficamos imóveis. 

- Como você não vai falar comigo e muito menos me desculpar, pelo menos por agora, acho que vou trabalhar. Quando quiser falar comigo sabe como me achar. - falei me levantando, me dando por vencida. 

Estava pronta para me materializar na prefeitura quando ela levantou. Segurou minhas mãos sem pedir permissão e me transportou para uma visão. Uma criança, talvez uns ou 8 ou 10 anos de idade, não sei ao certo. Sentada com um vestido branco, um laço rosa claro  o enfeitava, uma mochila pequena ao lado. Um relógio no plano de fundo, marcava 8 da manhã. O tempo foi acelerado e o sorriso durou por algumas horas mas logo se foi, dando lugar as lágrimas que escorriam. 18 horas. A mesma posição mas já não era o mesmo coração, a alegria havia se quebrado. Alguém diz algo não muito claro, o que sobrara de esperança de desfaz num choro soluçado e contido. Voltamos ao presente.

- Foi a primeira e única vez que alguém se interessou em me adotar. Eram um casal simpático, eu tinha passado dois fins de semana com eles, fomos a família que eu desejava ter. No dia da minha mudança definitiva eles não apareceram, não ligaram, ninguém ligou, até aquela hora. Eles morreram em um acidente de carro. Eu fiquei orfã pela segunda vez na vida, se é que isso é possível. - sua voz estava seca enquanto secava as próprias lágrimas com raiva por terem rolado. - Eu achei que algo tinha acontecido com você, toda vez ue alguém se aproxima de mim algo ruim acontece.

Eu estava ali tentando processar o que ela cabara de me mostrar, era como se eu tivesse ativado uma de suas memórias mais doloridas. Eu sabia o que havia me causado manter viva a memória do Daniel por tanto tempo, sabia que a dor podia mudar pessoas e nem sempre para melhor. Chorei. Não só pela história dela, mas por tudo. Por Daniel, por Robin, por não conseguir ser próxima da única pessoa viva que tinha o mesmo sangue que eu, por tudo que Beatrice sofrera sendo tão jovem, por tudo o que eu sofri, por todas as minhas inseguranças, pelo meu medo, pela vontade de fugir, pela confusão interna provocada por Emma. Foi uma avalanche e não fui capaz de contê-la. Doía tanto, rasgava minha alma de forma aguda. 

- Me desculpe por descontar uma memória assim em você. - Ela me abraçou e choramos juntas, absorvendo as dores uma da outra.

- Me desculpe por ter feito você lembrar disso, não vai mais acontecer. Eu prometo. - falei mais calma. Algo havia acontecido, eu estava mais leve, além do efeito do choro.
Poucos segundos depois estávamos rindo, gargalhando, sem ter ideia do motivo. O clima ficou leve outra vez, eu esquecera dos meus problemas e ela dos dela. Me permiti faltar o dia de trabalho e dedicar a conhecer mais de Beatrice.  Imagine só, eu, Regina Mills, faltando um dia de trabalho. Realmente, eu estava ficando diferente.
X

Eu estava na cozinha preparando o jantar enquanto Henry me ajudava, até que a campainha tocou. Ele estava literalmente com as mãos na massa, fazendo uma torta de maça, e eu fui atender. Abri a porta calmamente, uma taça de vinho tinto na mão. Era Emma. Sorriu e abri caminho para ela entrar. Fechei a porta e antes que ela pudesse se afastar, encostei-a na porta e roubei um beijo rápido. Usei magia para tirar os resíduos do meu batom vermelho de seus lábios. Rimos e fomos para a cozinha trocando olhares de cumplicidade.

Henry nos olhou assim que entramos , sorriu para Emma. Ele tirou os olhos da mesa por um segundo, o suficiente para eu pegar um pouco de farinha e jogar nos dois. Assim começamos uma guerra de farinha que sujou toda a cozinha e nos rendeu muitas risadas. Eu finalmente experimentava a felicidade em amplas doses várias vezes ao dia e sem dúvidas, poderia me acostumar com aquilo.
Depois de limpar a bagunça nos limpamos, jantamos os 3 de roupão. O clima estava ótimo e nem vimos o tempo passar, até que deu a hora de Henry ir dormir.  Eu e Emma ainda continuamos conversando por mais um tempo até que ela resolveu que era hora de ir. Fomos até meu quarto para que ela pudesse se trocar.

-Tem mesmo que ir? - Beijei seu pescoço - Nós nem conversamos ainda, Emma.

-Tenho...  - ela suspirou.

Ela ainda estava de roupão quando a virei para mim e beijei ardentemente. Passei o dia sentindo falta de seu corpo, seu beijo. Abri o roupão, passei as mãos em seus seios delicadamente, depois descendo até sua cintura.

-Se você não me parar agora, não vou conseguir te deixar ir... - sussurrei em seus lábios.

 -Então não pare, por favor. - Ela suplicou devolvendo o sussurro, me fazendo sorrir com o canto da boca.
Deslizei as mãos até derrubar seu roupão enquanto beijava seu pescoço. Logo depois, me livrei do meu roupão e de todo o resto. Sedenta, a conduzi até a cama. Dei um beijo breve enquanto tentava alcançar a abertura de seu sutiã. Feito isso, me aproveitei dos seios que cabiam perfeitamente em minha boca. Sugava com gosto, ora mordiscava, enquanto beliscava levemente e apalpava o outro seio. Alternei sem pressa aproveitando cada segundo. Quando seus gemidos estavam se intensificando fui cruel, resolvi explorar mais de seu corpo. Beijando e lambendo mais abaixo, encontrei um abdômen perfeito ao qual eu fiz questão de dar bastante atenção. Enquanto me deliciava com sua pele doce, corria os dedos no elástico de sua calcinha e vez ou outra escorregava meus dedos até seu clitóris, massageando de leve. Ela respirou fundo quando tirei sua calcinha. Me ajoelhei no tapete e me coloquei entre suas pernas. Sem rodeios abocanhei seu sexo explorando cada pedacinho com minha língua. Estoquei a língua em seu centro algumas vezes massageando seu clitóris com os dedos. Ela se contorcia tentando não gritar até que perdeu o controle me fazendo parar imediatamente.
Ela arfou em protesto mas antes que pudesse reclamar a puxei pro tapete comigo, ficando por cima.

- Queria te fazer gozar na minha boca mas você vai gritar. – sussurrei em seu ouvido enquanto estocava meus dedos lentamente. 

Ela engoliu a saliva e respirava fundo enquanto eu aumentava o ritmo. Comecei a beijá-la para abafar os gemidos que teimavam em escapar e quando se tornavam quase intensos eu diminuía.

- Gina, por favor – murmurou sem voz implorando– me faz gozar pra você.

Deixei escapar um risinho e colei nossos sexos esfregando-os com sofreguidão enquanto tomava seus lábios. Quando o corpo dela deu sinais de estar próximo ao ápice do prazer me permiti tomar o mesmo caminho e assim arfamos juntas pela onda que nos invadiu simultaneamente.
Ficamos ali deitadas por alguns minutos nos recuperando até que o frio nos forçou a migrar pra cama. Emma se apoiou em uma pilha de travesseiros e eu me encaixei entre suas pernas.

- A gente precisa entender o que está acontecendo entre nós. – ela falou calmamente enquanto brincava com meu cabelo.

- Eu tenho medo de tentar fazer isso e perder você. – minha voz saiu mais triste do que eu pretendia expressar. Ela deixou escapar um risinho. – Para Emma, não tem graça!
Ela me colocou sentada de forma que pudéssemos nos olhar.

- Olha, eu não sou a melhor pessoa para ter certeza quanto a sentimentos, não sou estável ou segura quanto a eles, eu levo tempo para confiar... pra me permitir sentir as coisas e ficar bem comigo mesma – eu senti que ela ia me pedir um tempo ou algo do tipo e resolvi interromper pra diminuir a dor do que viria. Senti meu coração apertar.

- Você não precisa resolver nada ou me dizer nada agora, Emma. – eu soava desesperada naquele momento mesmo com todo o esforço para parecer calma. Ela riu novamente.

- Posso terminar? -perguntou sorrindo. Abaixei os olhos e assenti. Ela me puxou pra um beijo calmo e tomou uma de minhas mãos levando ao próprio peito. Sem que eu esperasse, usou minha mão para tirar seu coração do peito e retomou sua fala – Apesar de cada palavra dita antes, eu tenho certeza de algumas coisas. Meu coração não é o maior, melhor ou mais puro... mas é seu, sempre foi seu de alguma forma. Eu não sei como vai ser o futuro, como eu vou resolver minha vida sem machucar quem não tem mais lugar nela, mas você precisa acreditar quando digo que esse coração só bate acelerado por você. 

Eu estava chorando porque podia ver em seus olhos e literalmente em seu coração que suas palavras eram verdade. Repeti seu gesto, usei sua mão para tirar o meu coração. Já não era tão pequeno e escuro como me lembrava, mas estava longe de ser grande e vibrante como o dela. Não era o melhor, mas era o que eu tinha para oferecer. 

- Me desculpe por não ter o coração que você merece. – sussurrei entre lágrimas.

- Não é questão de merecer, é questão de querer – ela me beijou – e esse é o coração que eu quero. - Ela colocou seu coração em mim e o meu coração no próprio peito sem ao menos me olhar, para não me dar chance de protestar. 

Dormimos agarradas, tranquilas, sentindo as batidas de nossos corações se sincronizarem. Não existia mais dúvidas, era real. O amor todo era real. Eu me sentia um turbilhão e ao mesmo tempo um mar de calma mas nem ligava porque agora eu era inteiramente dela.


Notas Finais


E aí, está todo mundo vivo?! xD Até a próxima, gente! Bjo bjo

Link da nossa playlist: https://open.spotify.com/user/13moonfics/playlist/08ttOUm2fOg1QULJVt4NCw


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