História The Killer - Capítulo 16


Escrita por: ~

Exibições 25
Palavras 3.166
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Genteeeennn meu spirit ta bugadão. Espero conseguir postar esse cap, amém! To desde ontem tentando.
Bom n vou enrolar muito pq ne, tenho medo de n conseguir. Mas só tem uma coisinha: BTS GANHOU, CAROLHOOO!
Bom, só isso. Boa leitura!

Capítulo 16 - Sequestro


Fanfic / Fanfiction The Killer - Capítulo 16 - Sequestro

 ||TaeHyung||

Abro meus olhos lentamente, enxergando a escuridão de meu quarto. Me sento e fico encarando o nada enquanto tremia de medo, até que vejo a porta sendo aberta lentamente e uma pequena luz invadir. Me encolho todo e mergulho entre minhas cobertas, me escondendo.

– Sai!

– TaeHyung... – escuto aquela voz, talvez tão grossa quanto a minha, falar.

– Não quero ver ninguém!

– Tae, precisamos conversar. Você precisa de tratamento, e...

– Eu não sou maluco! – grito.

– Não é isso! Eu sei que você não é maluco, mas é evidente que você tem algum problema psicológico. Precisamos cuidar disso antes que piore. Antes que você se mate!

– NamJoon, eu não quero me tratar. Talvez seja melhor que eu morra!

– Não diga uma coisa dessas, Tae.

– Tae... – agora era Jin – escuta o Mon, ele tem razão. Olha, não queremos vê-lo mal. Queremos seu bem.

– Ninguém me ama, ninguém se importa comigo! Então não irá fazer diferença alguma. Os únicos que me amavam, tive que deixar para trás. Os únicos que me amavam em primeiro lugar; que me botavam a cima de tudo!

– Eu te amo, porra! – HoSeok surge em meu quarto com uma expressão preocupada – todos nós te amamos. Infelizmente não podemos colocar você em primeiro lugar porque somos sete, então tecnicamente todos estão em primeiro lugar no meu coração, não só você. Assim como nós todos estamos em primeiro lugar no coração do Jin, e assim sucessivamente – ele sorri enquanto citava tais palavras – Somos uma família, Tae. Jin é a mãe, Suga e Mon são os pais — Rio fraco. – Kook o mais novo com cara de anjinho, que engana qualquer um, menos a gente, e que é o mais mimado por nós, e tem você, Jimin e eu, que somos os pestinhas da família, esqueceu? Cadê aquele seu sorriso quadrado? Cadê aquelas suas brincadeiras estupidas que irritavam a todos? Para de palhaçada e levanta logo dessa cama! Todos nós te amamos e nos preocupamos com você.

– HoSeok...

– Não quero que você morra, hyung. – Kookie diz com uma cara triste e olhos marejados ao entrar, e isso foi o suficiente para me fazer desabar ali mesmo e ceder a eles.

– Eu... – engulo em seco e solto um longo suspiro – Mianhae – abaixo a cabeça.

– Se você fizer uma merda desse tipo, eu juro que irei me matar também só para ir atrás de você e te perturbar. Não pense que irá se livrar de mim tão cedo, Tae. – Jimin fala rindo, mas dava para ver claramente que no fundo, estava mal. Logo ele fica sério, e me encara com lágrimas nos olhos – Somos irmãos, Tae, eu morreria por você...

Sinto meus olhos marejarem e logo não consigo mais segurar. Já era tarde. Abaixo minha cabeça e me entrego a cena dramática. Sinto todos se aproximarem em um abraço e logo as lágrimas descem sucessivamente sem que eu pudesse evitar.

–Mianhae... Eu sou um péssimo filho, um pessimo irmão pra vocês, e um péssimo exemplo pra você, Kookie. Mianhae...

***

||Sophie||

– Onde estou? Cadê minha mãe? – pergunto após acordar e dar de cara com aquele imbecil me encarando. Ele me encara com desprezo, e deposita um tapa em minha cara, antes de cuspir em mim.

– Menina petulante!

Começo a chorar desesperada após vê-lo sair pela porta e só agora percebi que estava amarrada em um lugar vazio de pouca iluminação. Tudo parecia estar bem planejado, menos uma coisa...

– O que? – pergunto pra mim mesma em espanto, após sentir meu celular vibrar em meu bolso – Ele não pegou meu celular. Como pode ser tão burro? Ele deve achar que não tenho, já que nunca me deu um – suspiro aliviada e sinto novamente meu celular vibrar. 

Tento imaginar como eu pegaria ele do meu bolso...

Meu braço está amarrado numa quina, mas meu corpo estava solto, sendo assim, poderia me mover, logo ficando de pé. Desse jeito, meu corpo fica mais próximo de minhas mãos, e com muito esforço e dor, tento pegar o celular em meu bolso. Não foi tão difícil, muito menos demorado, porém não pude evitar gemer com a dor que sentia, pois tive que apertar bem meu rosto contra a quina e forçar bastante meus braços amarrados fazendo a corda roçar nos mesmos deixando feridas em meu punho.

Após ter meu celular em minha mão, era evidente que não conseguiria levá-lo até meus ouvidos, então me arrastei para o chão e tentei deitar no mesmo encostando minha cabeça na quina com os braços flexionados ao máximo que eu conseguia, ficando próximo ao celular. Ele já não tocava mais, e também não teria tempo de atender qualquer que seja a ligação se não fosse do senhor Harden. Era de número desconhecido. Vi após desbloqueá-lo com muito sufoco. Procuro pelo seu número, mas nada achava, até que meu celular vibra de novo. Resolvo atender mesmo sem saber quem era, talvez esse seja meu salvador.

– A-alô? – atendo a ligação gaguejando e ofegante.

– Sophie! Sophie, meu Deus, Sophie!

– T-Tae? – começo a tremer desesperadamente – Tae... – começo a chorar silenciosamente.

– Finalmente consegui um jeito de te ligar. Eu preciso de você, Sophie... Preciso muito!

– Tae, eu não posso falar e... – escuto passos. Imediatamente deixo meu celular cair no chão e me arrasto para sentar em cima do mesmo. A porta se abre.

– Falando sozinha?

– Sim, estou falando com essa quina da qual estou presa! – digo irônica.

– Olha só, garota, fale direito comigo. Eu sou seu pai! – diz ele gritando.

Começo a tentar pensar no que fazer. Era apenas eu e ele ali. Não havia mais ninguém. Meu pai não era daqueles bandidos que tinha seus capangas. Ele era apenas o "pai de família" que espancava sua mulher e filha, sem ajuda de ninguém. Talvez isso pudesse me ajudar no momento.

– Ai, ai, ai... – acordo de meus devaneios ao senti-lo puxar meus cabelos.

– Olhe para mim quando eu estiver falando com você, sua desgraçada – bate minha cabeça na quina me fazendo gritar alto – e me responda quando te perguntar algo!

– M-mianhae!

– O que? Ta de deboche com a minha cara, garota?

– Não! Eu só estava me desculpando, pardon...

– Fale em inglês, garota mesquinha! – sinto mais um tapa em meu rosto.

– Desculpe...

– Melhor! – ele se levanta e caminha até a porta – ficará de castigo por mais um pouco!

– Onde eu estou? – grito, pois ele já estava distante.

– Num lugar distante, não terá como fugir! – Abaixo a cabeça – se você tentar, irá se perder. Ninguém vem aqui já há anos, além de mim mesmo. Boa sorte! – e ele se retira.

– Ninguém vem aqui já há anos, além de mim mesmo... Ninguém vem aqui já há anos, além de mim mesmo! – levanto a cabeça imediatamente ao lembrar de algo – Claro! A casa assombrada!

– Sophie... Sophie! – sinto uma voz debaixo da minha bunda – Você está aí? Sophie! – me arrasto novamente deitando e tento empurra meu celular para minha mão, o pegando em seguida – So...

– Tae! – o chamo ofegante.

– Graças a Deus, pensei que você tivesse... Esquece! O que foi isso?

– Eu fui sequestrada, Tae. Ele me pegou, estou com tanto medo...

– Sophie, você precisa sair daí. Você...

– Eu sei, mas não tem jeito, você não tem como me ajudar, Tae. Eu quero que você saiba que eu...

 

– Não diga isso! Não faça soar como despedida, ok?

– Eu preciso desligar, só o senhor Harden pode me ajudar e...

||TaeHyung||

.......

A ligação havia caído, mas antes pude ouvir seu grito. Seguro o telefone com força e jogo o mesmo contra a parede.

– Mon, Suga, Jin... O Tae está surtando de novo! – Kookie grita preocupado – Gente, socorro!

– O que houve? – Suga surge de repente após ouvir o chamado.

– O Tae. Ele tacou o celular na parede igual um maluco. Ele está surtando!

– Não, não estou surtando! – olho para eles – eu preciso ir.

– Ir para onde? – Suga agarra meu braço – Você não está autorizado a sair, lembra?

– Suga, por favor... – minha voz sai trêmula. Meu peito descia e subia freneticamente, respiração descompassada. E meus olhos... Meus olhos estavam a ponto de explodir em lágrimas. Eu estava desesperado – A Sophie... Ela...ela está em perigo e...

– O que? Como...

– Eu peguei o número dela com a JiWoo, não sei se lembra. Finalmente consegui grana pra poder ligar para ela e... Depois de um mês eu pude ouvir sua voz, mas não foi como eu imaginei. Ela está em perigo, Yoongi, e eu preciso salvá-la de algum modo. É horrível eu estar aqui do outro lado e não poder ajudá-la. Eu preciso fazer algo mesmo estando longe.

– E como podemos fazer isso?

***

– Bora, JiWoo! – grito já nervoso.

– Calma! Eu não faço a mínima ideia de onde está o número dele! – ela grita de volta.

– Vocês dois! – Suga grita – Chega! Não vai ser assim que vamos conseguir salvar a Sophie! – ele solta um suspiro, e JiWoo e eu abaixamos a cabeça – JiWoo, seus pais ainda não atenderam?

– Não. Chama, chama, e ninguém atende – suspiro derrotado.

– Pessoas velhas sempre têm uma agenda telefônica, certo? – diz ele pensativo.

– Isso, Suga! – grito animado e dou um beijo em seu rosto.

– Aniyo, aniyo. Sai! – grita com uma expressão de nojo.

– Gente, gente! – JiWoo grita nos chamando atenção – Eu nunca vi eles com uma agenda telefônica!

– há quanto tempo seus pais conhecem o tal do senhor Harden?

– Não sei, Yoongi! Quer dizer... – ela parece pensativa – Acho que... – morde o lábio e fica em silencio encarando o nada.

– Mas que caralho, fala logo, porra! – JiWoo e eu arregalamos os olhos o encarando.

– Suga... – ouvimos uma vozinha tão fina quanto à da JiWoo e logo olhamos para trás – e V...

– DaHye... – Suga diz com a voz mansa. Olho pra ele com cara de nojo e volto para meu foco.

– Ok, acho que perdemos a alma inteligente daqui para a azulzinha ali, então... Acho que o que ele quer dizer é que talvez eles não usem agenda agora por terem se adaptado ao mundo moderno, mas antigamente talvez tivessem. Essa agenda pode estar em algum lugar.

– Mas duvido muito que ele esteja com o mesmo número de anos atrás – ela responde – eu mesma já troquei o meu três vezes esse ano e estamos em março ainda!

– Esse, é o mundo moderno, mas antigamente, as pessoas não trocavam tanto assim de número. Ele é velho, deve ter o mesmo número de antes. Pessoas velhas não trocam tanto assim de número, telefone, essas coisas. Sei lá! Ah, não custa nada tentar... – atropelo as palavras sem ter certeza do que eu falava. Eu estava em um beco sem saída, e estava desesperado.

– Ok, meus pais tem o mesmo número de telefone desde a faculdade! – olho pra ela e sorrio – Vamos no quarto deles revirar aquilo tudo!

***

– Achei! Minha mãe... sempre organizada. – grita JiWoo empolgada com uma agenda nas mãos – senta aqui, Tae Tae, vamos procurar.

– Acharam? – Suga surge na porta ao lado de DaHye e logo sorri ao olhar para agenda – Meu Deus, deixa eu ajudar!

Começamos a procurar na letra H de Harden, que era como nós o conhecíamos. Páginas e páginas foram reviradas, mas nada. Suspiramos e sentimos a derrota no ar. Era triste aceitar tal perda, visto que a vida de Sophie está em jogo.

– Não, eu não posso aceitar! Deve haver alguma maneira! – grito revoltado enquanto me levantava e começava a andar de um lado para outro.

– Droga! – Suga soca a parede assustando a todos – não pode ser... A gente... A gente veio até aqui pra nada? Não! Tae, você conseguiu ligar para ela justo no momento em que ela foi sequestrada! Isso...isso é o destino, meu caro, porque se não fosse isso, ninguém saberia que ela está em perigo e isso seria ruim, muito ruim. Então...não acho que estamos aqui à toa! Não, nós vamos salvar a vida da Sophie. Vamos tentar até o fim porque se acontecer algo com ela e eu não tiver feito nada, eu juro que não aguentarei! A Sophie é nossa, ela é uma de nós, é a nossa família, temos que salvá-la!

Sorri.

– JiWoo – mordo o lábio voltando a encará-la – Você não sabe o nome dele? Acho que Harden é sobrenome, não?

– Deixa eu pensar...

– A SoSo nunca disse o nome desse cara, era sempre senhor Harden. Acha mesmo que Harden possa ser o sobrenome? – Suga pergunta.

– Harden não é um nome. Eu sei porque já vi. É sobrenome mesmo – DaHye diz e Suga sorri para ela – e é óbvio que eles não colocaram pelo sobrenome. Se eram tão íntimos, por que colocariam o número dele pelo sobrenome? Rezem para não terem colocado algum apelido da época de adolescência...

– Apelido... – Woo parecia lembrar de algo – Oh, meu santo GD! Claro! Lembro que uma vez estavam falando de um psicopata e eu fiquei com medo achando que tinha um psicopata a solta. Eu era pequena e sabe como é, né? Mas eu descobri que na verdade psycho era um dos amigos deles, SerjPsycho... Oh! – ela tampa a boca em espanto – Serj...

– Agora temos o nome e apelido – rio – espero que seja esse mesmo.

– E vai ser! – Suga diz tomando a agenda de nossas mãos e começando a procura – Está aqui!  — ele aponta para o local, após minutos virando página por página.

– Rápido, me dá! – começo a discar o número às pressas sem querer perder tempo. Ela precisa que eu seja ágil. – Alô? Senhor Harden?

– Ele mesmo. Quem está falando?

– Ai, meu Deus! Ai, meu Deus!– começo a gritar dando pulinhos – é ele gente!

– Fala logo, seu imbecil! – meu hyung, sempre carinhoso...

– Oi, meu nome é TaeHyung, sou amigo da Sophie e preciso muito falar com o senhor – minha respiração começa a ficar descompassada.

– Você quer falar com ela? Ou que eu mande recado? Ela não está aqui comigo agora, pra dizer a verdade, ela sumiu já faz um tempo. Deve ter ido comer algo, já que está ficando no hospital o tempo todo.

– Hospital?

– Sim, a mãe dela foi agredida, ficou em coma e enfim, está tudo bem agora, mas estamos mantendo ela aqui para que não corra perigo.

– Perigo... – sussurro e abaixo a cabeça sentindo uma lágrima escorrer. A Sophie estava passando por tantos problemas e eu aqui surtando numa clínica, e agora ela foi sequestrada!

– Você é o menino que ela falou, né? O que roubou o coração da minha menina...

– A Sophie está correndo perigo! – digo imediatamente.

– O que? Quem está falando? Por que está dizendo que minha filha está correndo perigo? – uma outra voz surge na linha. Era uma mulher.

– Ela foi sequestrada pelo pai. Eu não sei o que fazer, eu estou do outro lado do mundo e...– não conseguia mais segurar meu desespero. Já estava em prantos – Mianhae, eu estou desesperado! Vocês não têm noção do quanto eu lutei para encontrar o número de vocês! Eu liguei para ela justamente na hora que ela estava em perigo. Ouvi coisas horríveis! Acho que o pai dela está batendo nela. Ouvi ele dizer que estavam num lugar onde não havia ninguém, e quando ele saiu, ela disse que era a casa mal assombrada. Eu... Meu Deus, agora percebo que não adianta nada eu falar para vocês, não sei aonde é e...

– Eu sei, eu sei! Uma vez ele nos levou para um lugar deserto, e nos deixou de "castigo" lá. Foi horrível e a Sophie chamava aquele lugar de casa assombrada. – ela dizia rapidamente com a voz tão desesperada quanto a minha – Meu Deus, minhas filha... – de repente escuto um barulho alto, parecia que o celular havia caído e em seguida escuto o senhor Harden gritar " Alaina!". Depois, nada mais ouvi.

– Meu Deus...

– E aí? Conseguiu?

– Não sei... Agora temos que esperar. Eu falei com ela, a mãe da Sophie... – fico paralisado – acho que ela desmaiou, não sei. E-ela disse que acha que sabe onde é. Meu Deus, tomara que salvem minha Sophie – desabo no choro e logo sinto braços a minha volta.

||Sophie||

– Você tem que aprender a ser uma boa garota, sua imbecil! Acha mesmo que alguém irá te salvar? Ninguém conhece esse lugar! – sinto mais e mais socos em meu estômago.

– Por favor, pare... – grito encolhida no chão.

– Eu parar? Pensasse antes de usar esse seu celularzinho!

– Me desculpe, isso não se repetirá!

– Claro que não, esse celular ficará comigo agora! Eu fui realmente burro por não me lembrar de um celular. Mas tudo bem, ninguém saberá chegar aqui mesmo, nem você sabe onde estamos! Sua pirralha intrometida! Você vai me pagar por ter me feito de otário. Fugiu me deixando com cara de otário na frente dos meus irmãos! Mas quer saber? Pelo menos assim, eu posso te matar agora sem ninguém desconfiar, todos acham que você está fugida mesmo.

– Não, por favor, não... – ele começa a soltar uma risada maligna enquanto me encara com aqueles olhos horripilantes.

– Bons sonhos, filhinha! – ele sorri enquanto pega uma garrafa de um líquido transparente e começa a jogar no chão. De repente começo a sentir um cheiro forte. Era álcool.

– O que está fazendo? – pergunto com medo.

– Você irá queimar no fogo do inferno, filhinha!

Arregalo os olhos. Não podia ser assim a maneira em que eu iria morrer. Sinto a primeira lágrima em meu rosto enquanto ele ascende o fogo que rapidamente se espalhava pela trilha de álcool que havia feito. Ele caminha até a porta, sorria pra mim, e logo fecha a mesma, me deixando ali, sozinha.

Começo a tossir. Toda aquela fumaça já estava me causado tontura. Infelizmente chegou minha hora, eu ia morrer. Vejo o fogo querer se aproximar cada vez mais, e meus olhos pesando, até que se fecham...

 

Primeira imagem: minha mãe. Era ela quem eu via primeiro, e logo a imagem tomava forma e lá estava ele, Tae. Dizem que quando morremos essas coisas acontecem. Vem flashs em nossa cabeça de momentos dos quais não queremos abandonar...

"–Mãããe, eu consegui, eu consegui! Olha, aprendi a andar de bicicleta. Obrigada, mãe. Te amo! – digo para ela após ver que ela tinha me soltado, e que eu andava sozinha. A mesma sorri e vai até mim me dando um beijo na testa."

"– Não me deixe Sophie...eu preciso de você – Tae me abraça, e me puxa em seguida para um beijo calmo"

"– Você é como um irmão mais velho para mim, Mon – sorrio o abraçando"

"– Não aguento mais vocês roubando meu lápis de olho! Quase todo dia é assim! – reclamo revoltada, mas logo sorrio ao ver Kookie com aquelas fofices que eles chamam de aegyo. Ele sempre me faz desistir de gritar com eles."

"–Jin, estou com fomeeee, omma! – HoSeok grita e logo lhe dou um tapa na cabeça, o chamando de esfomeado. O mesmo resolve revidar me fazendo cosquinhas. Em seguida todo o resto sobe em mim também, me esmagando. A cena perfeita, se eu pudesse respirar"

 

– Meninos... Minha família... Tae, Mianhae. Eu não consigo aguentar, não posso cumprir minhas promessas.... Omma...

– Ela está viva, mas está muito mal. Não irá aguentar por muito tempo e...– escuto alguém dizer. Escuto mais algumas coisas também, mas não conseguia entender o que era. Em seguida, nada mais escuto, pois havia apagado de vez.


Notas Finais


Carolhoooooo, q foi isso meu povo? Oshe.
Bom, n consigo falar muito hk pq além do meu Spirit estar doidão, eu tbm to 😂😂. Calma, n esse tipo de doidona. Eu estou é dopada por causa das minhas crises alérgicas. Socorro, parece q vou desmaiar a qualquer momento de sono 😂
Enfim, bjunda para todas. Desculpem se demoro a responder, mas quero q saibam q nunca deixarei de responder minhas leitoras. Só se o Spirit bugar de vez né 😂😂😂
Bye bye 😍😘


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