História The Killer at School - Capítulo 19


Escrita por: ~ e ~SnoopyFool

Postado
Categorias Originais
Exibições 33
Palavras 3.198
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OLÁAAA!!!
Mais um capítulo! Espero que gostem!


~Boa leitura! :3

Capítulo 19 - Lado a Lado


 

Amanda gritava por socorro sem parar. Estava trancada em um quarto escuro e fedido.

- Alguém me ajuda, por favor!!! – Ela gritava se mexendo no chão.

O quarto era apertado e estreito, não tinha nenhum móvel e fedia a mofo.

- Amanda?! – Jéssica gritou no quarto ao lado após tirar a mordaça – É você?!

- Quem está aí?! – Amanda perguntou olhando para o lado. Tudo que ela via era escuridão total. – Jéssica?!

- Sim! – Jéssica respondeu. – Você está bem?!

- Você não se importa comigo. – Amanda responde.

- Eu mereço... – Ela sussurra. – Eu quero sair daqui! Ou você quer morrer? ...

- Mas é claro que não.

- Temos que dar um jeito de sair daqui. – Jéssica olha em volta.

Jéssica avista um pedaço de ferro no final da sala e se aproxima. Pega com dificuldade e começa a cortar as cordas até que elas se soltam. Ela desamarra seus pés e tira a mordaça que estava envolvendo seu pescoço.

Ela caminha até a porta e tenta abrir, mas percebe que está fechada. Põe o olho pelo buraco da fechadura e vê o lugar do outro lado.

- Eu não estou vendo ninguém... – Ela sussurra para Amanda. – A porta está trancada, droga. Se eu tivesse um grampo.

- Eu tenho! – Amanda disse do outro lado. – Eu só preciso me soltar. – Amanda fica de pé tenta soltar as mãos das cordas. Se revira até que consegue e em seguida começa a desatar os nós dos pés. – Consegui!

- Joga por cima! – Jéssica diz a ela.

Amanda pega um grampo do cabelo e joga para o quarto ao lado. Jéssica pega no chão e começa a tentar abrir a porta.

- Eu vou tirar a gente daqui. – Diz ela com firmeza.

 

 

- Você acha que é ela?! – Sky pergunta a Gabriel enquanto eles saem do hospital.

- Eu não sei. Eu vou ligar para ela. – Gabriel pega o celular no bolso e procura o número dela, ligando em seguida. - ...está só chamando.

- E agora? O que vamos fazer? Eu estou ficando preocupada. – Sky falava.

- Calma. Não podemos pensar negativo, e... – Antes que ele terminasse de falar, uma mensagem chega no celular dele.

Era uma foto de Jéssica amordaçada, jogada em um quarto. Logo então chega outra de Amanda do mesmo jeito. E então por fim, uma mensagem que diz:

“Agora já sabem quem são minhas vítimas? Não se esqueçam: sem polícia, ou eu mato as duas. Isso vai ser muito divertido...”

Sky e Gabriel não disseram nada. Apenas olharam um para o outro com expressões de pânico.

 

 

Jéssica abre a porta, mas não empurra. Fica esperando ouvir algum barulho de alguém, como não ouve nada, empurra a porta lentamente e sai. O local parecia um galpão abandonado. Ela olhava para todos os lados a procura de uma saída, mas não via nada além de caixas, papéis espalhados, e muitos outros lixos espalhados por todo canto.

Caminhou silenciosamente até a porta ao lado e encaixou o grampo na fechadura da porta, girando para um lado e para o outro até que a porta se abriu.

- Shhh... – Jéssica pôs o dedo entre os lábios enquanto emitia aquele som.

- Obrigada. – Amanda sussurrou para ela enquanto saia um pouco assustada.

- Não me agradeça ainda. – Jessica disse jogando o grampo e olhando em volta. – Temos que achar uma saída. Vamos!

As duas começaram a andar com passos lentos pelo local. O lugar fedia, e Amanda estava morrendo de nojo.

- Esse lugar fede muito. – Ela dizia.

- Cala a boca! – Jéssica sussurrou. – Não é hora para reclamar agora. – Amanda fez careta enquanto ela não olhava e seguiu andando assustada.

O lugar parecia não ter mais fim conforme elas andavam. Mas enfim acharam uma escada logo a frente.

- Ali! – Amanda apontou seguindo em frente quando então ouviram passos de alguém se aproximando.

- Vem! Rápido! – Jéssica puxou ela em silêncio e então as duas se esconderam atrás de uma parede enquanto observavam quem descia. A pessoa usava a capa preta longa, a bota preta, as luvas e a máscara.

- ...eu estou com medo... – Sussurrou Amanda ao lado de Jéssica.

- Vai ficar tudo bem. – Jéssica falava tentando esconder o medo. – Nós vamos sair daqui...

 

 

Gabriel correu para abrir a porta quando ouviu a campainha tocar.

- Eu vim o mais rápido que pude. – Falou Dandara entrando.

- Você foi na delegacia? – Sky pergunta se levantando do sofá.

- Sim. Eu e o Ítalo conversamos com um xerife que disse que ia investigar o caso. Disseram que nos ligariam. – Eles três param na sala. – O Ítalo foi lá novamente falar com eles. Dessa vez ele levou as fotos e a lista com os nomes.

- Ótimo. – Gabriel disse. – Precisamos descobrir agora para onde o killer levou a Jéssica e a Amanda.

- Podemos tentar rastrear o celular delas! – Sky sugere.

- Os celulares delas estão desligados. Eu só posso rastrear se estiverem ligados. – Ele explica.

- E agora? – Dandara diz nervosa. – O que vamos fazer?

- Gente, olha lá. – Sky aponta para a TV. Um homem alto fala com um microfone:

“ – Na manhã desse domingo, a repórter Vanessa Bloom foi presa depois de uma denúncia feita por alunos, afirmando que ela estaria envolvida com os assassinatos na escola Paul. R. Williams. A polícia encontrou na casa da repórter uma mochila com as coisas que o possível assassino estaria usando e uma lista com os nomes das próximas vítimas. ”

- Nós conseguimos! – Dandara comemorou.

- Mas espera. – Sky interrompeu. – Se ela foi presa, quem está nos mandando as mensagens?

- O cúmplice dela. Ela não seria capaz de fazer isso tudo sozinha. – Gabriel diz. – Eu tenho que falar com ela.

- O quê? – Sky exclama. – Está maluco?!

- Eu preciso! Preciso que ela me diga porque está fazendo isso. – Ele caminha até a mesinha da casa e pega a chave do carro. – Vamos!
 

Na delegacia, os três entram rápido. Lá, eles olham os pais de Amanda conversando com um policial.

- Ela ainda não apareceu! – A mãe de Amanda dizia nervosa. – Preciso que comecem as buscas pela nossa filha. Tem um assassino a solta matando os alunos, e ela pode estar correndo perigo!

- Minha senhora, se acalma... – O policial dizia. – Ainda não se passaram 24 horas. Ela vai aparecer e... – Eles não ouviram toda a conversa.

- Devíamos contar para eles o que sabemos? – Sky sugere sussurrando.

- Lembra o que o killer falou? Nada de polícia. – Gabriel disse. – Não podemos colocar a vida delas em perigo.

O xerife que falou com Dandara aparece diante deles.

- Parece que a denúncia de vocês era verdadeira. – Disse ele meio relutante. – Prendemos a repórter hoje mesmo e ela será julgada por todos os assassinatos.

- Nós podemos falar com ela? – Gabriel diz.

- Infelizmente não. Ela está em uma cela agora descansando. Não pode receber visitas. – Ele falou autoritário enquanto negava com a cabeça.

- Por favor! – O garoto implorava. – Nós ajudamos vocês a prendê-la. É só o que pedimos. Por favor! É muito sério.

O homem os encarou por um instante e então disse:

- Tudo bem. Mas bem rápido. Me acompanhem.

Então eles seguiram o homem pela delegacia lotada.

 

 

Jéssica e Amanda olhavam para a pessoa que mexia em um celular no canto.

- Os nossos celulares estão ali. – Amanda sussurrou. – Se conseguíssemos pegá-los, pediríamos ajuda.

- Não dá para pegar agora. – Jéssica disse. – Espera um pouco...

A pessoa começou a caminhar em direção dos quartos onde elas estavam. E enquanto isso, as duas saíram de onde estavam e foram em direção a mesa grande e cheia de coisas velhas onde os celulares estavam.

Jéssica pegou o dela e logo foi ligando enquanto Amanda pegou o seu.

- O meu está descarregado. – Amanda disse.

- O meu ainda tem bateria. – Elas sussurravam. – Espera. – Ela digitava “190” e então chamou.

- Você ligou para a polícia, qual a sua emergência? – Disse a voz de uma mulher no celular bastante alta. Alta o suficiente para a pessoa que estava no fundo do salão ouvir e se virar para elas.

- Parece que as meninas querem brincar. – A pessoa falou pegando a faca.

- VAMOS!!! – Jessica gritou para ela e as duas saíram correndo pelas escadas desesperadas.

 

 

Gabriel entrou em uma sala pequena e fechada onde havia apenas uma mesa e duas cadeiras. Ele olhou e viu que em uma das cadeiras estava Vanessa. Seus pulsos estavam presos com algemas.

- Oi. – Ele falou sentando de frente para ela.

- Oi?! É isso que você me diz depois de me denunciar para a polícia?! – Vanessa exclama.

- Não negue mais, Vanessa. – Ele falou. – É ridículo. Todos nós sabemos que foi você. A mídia inteira já sabe.

- Vocês armaram para mim! – Disse ela. – Não foi?

- Nós não armamos nada.

- Então alguém armou. Alguém colocou aquela mochila na minha casa para que isso acontecesse. – Vanessa estava horrível. Olhos fundos e expressão cansada.

- Deve ter sido o seu cúmplice, não acha? – Gabriel sugeriu sorrindo.

- O quê? – Ela franziu o cenho. – Do que você está falando?

- Do seu cúmplice. Você não teria feito tudo sozinha. Tem alguém te ajudando e essa pessoa está agora com duas amigas minha. – Ele ia ficando cada vez mais sério e com um tom mais severo. – E se você não me contar quem é e onde elas estão... as coisas podem ficar bem piores para você.

- Eu não sei de nada, garoto! – Ela aumentou o tom. – Você está ficando louco!

- Você ainda não viu nada.

 

 

Jéssica e Amanda subiram as escadas e pararam, procurando a saída.

- Que droga de lugar é esse?! – Jéssica exclamou ainda com o celular nas mãos. Levou até a boca e gritou. – TEM UM PSICOPATA TENTANDO NOS MATAR! PRECISAMOS DE AJUDAAA!!!

- Eu não estou conseguindo te entender, senhora. – A mulher do outro lado da linha falava.

- Não vai adiantar! – Amanda gritou.

- Já sei! – Jéssica desligou a chamada e procurou um contato, intitulado “Biel” e então ligou.

As duas seguiam correndo enquanto a ligação chamava. Mas ninguém atendeu, então ela deixou na caixa de mensagem:

- BIEL! O KILLER NOS PEGOU! EU ESTOU COM A AMANDA AQUI! PRECISAMOS DE AJUDA RÁPIDO! NÃO SABEMOS ONDE ESTAMOS! POR FAVOR NOS AJUDA!

Então finalizou.

- Ninguém pode ajuda-las. – A pessoa com a voz robótica falou logo atrás delas. Jéssica ao correr, deixou o celular cair no chão. Amanda foi atrás dela em direção a um portão que levantava para cima, mas estava fechado.

- Droga! Não tem saída! – Jéssica gritou.

- Ali tem uma escada! Rápido! – Amanda e Jéssica correram para as escadas desesperadas. Lá em cima, Amanda virou para um lado e Jéssica para o outro.

- Para onde você está indo, garota?! – Jéssica perguntou a ela.

- Temos que nos separar para achar uma saída. Se achar, grita. – Então ela correu para o outro lado enquanto a pessoa ia subindo as escadas e arrastando a faca pelo corrimão, fazendo um barulho assustador.

 

 

- Se minhas teorias estiverem certas, eu até já sei quem está por trás daquela máscara. – Vanessa falou sorrindo com o canto dos lábios.

- Quem?! – Ele perguntou curioso.

- Eu jamais te direi. – Ela retrucou. – Penso até em escrever um livro com essa história. Porque o motivo de todas essas mortes... é sem dúvida a melhor parte. Desde que as mortes começaram, eu comecei a investigar a vida dos principais suspeitos para poder criar minhas teorias. Tenho muito material em casa. – Ele encarava ela. – Como eu chamaria meu livro... deixa eu ver... estava pensando em “O Assassino na Escola”. O que acha?

- Para de gracinha e me diz logo... – Gabriel ia falando quando seu celular vibrou. Ele pegou no bolso e viu que tinha uma nova mensagem na caixa de voz. Então ele reproduziu:

“- BIEL! O KILLER NOS PEGOU! EU ESTOU COM A AMANDA AQUI! PRECISAMOS DE AJUDA RÁPIDO! NÃO SABEMOS ONDE ESTAMOS! POR FAVOR NOS AJUDA! ”

- ... merda. – Ele levantou rapidamente da cadeira e saiu da sala, passando pelo policial na porta. Então Sky apareceu.

- Onde está a Dandara?

- Ela teve que ir. Falou com ela? – Sky perguntou.

- Eu acabei de receber uma mensagem da Jéssica! – Ele reproduz para ela.

- Mas o que vamos fazer com isso? – Sky questiona.

- Lembra o que eu falei? – Ele pergunta. – Só dá para rastrear um celular que está ligado. Antes não estava, mas agora está. Temos que ir para casa agora! Vamos!

Então eles começaram a correr em direção a saída.

 

 

Amanda empurrava as portas do local procurando uma janela ou coisa do tipo, mas não achava nada. Seu coração estava acelerado. Entrou em um quarto e viu que havia uma janela coberta por uma cortina velha.

- EI, GAROTA! EU ACHEI! VEM RÁPIDO! – Ela gritou para Jéssica caminhava até a janela. Abriu-as e olhou para fora. Havia um matagal enorme e ao longe ela podia ver a pista que levava para a cidade. – Ai meu Deus...

Quando se virou, deu de cara com a pessoa mascarada em sua frente.

- Olá! – Disse ela.

- AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHH!!! – Amanda gritou assustada. Sem pensar duas vezes, ela correu por ele tentando sair, mas logo sentiu duas mãos segurarem sua cintura e a puxarem de volta, jogando-a contra uma mesa velha. Ao cair sob a mesa, ela derrubou várias coisas e se machucou. Sentiu sua cabeça doer e depois sentiu o sangue descer por um lado de sua testa.

- Não... – Ela continuava deitada na mesa. Foi se levantando lentamente até se virar e vê-lo parado diante dela. – Não faz isso... – Sua voz era trêmula.

A pessoa pendeu a cabeça para o lado e então exibiu a faca em sua mão. Ergueu para o alto e avançou nela, ouvindo seu grito novamente. Bem na hora que ia machucá-la, Jéssica entrou na sala e acertou sua cabeça com um pedaço de madeira. A pessoa se desequilibrou e caiu no chão, levando a mão até o local onde havia acertado.

- Vamos embora! – Jéssica gritou para Amanda que a seguiu. Antes de sair da sala, Jéssica parou na porta e olhou para a pessoa caída no chão. Amanda corria na frente enquanto ela olhava a pessoa. – Vai na frente. Eu já vou.

- O que você vai fazer?! – Amanda gritou.

Então Jéssica entrou de volta no quarto e se ajoelhou diante da pessoa, levando as mãos até as extremidades da máscara. Segurou com força e puxou, mas não saiu. Então a pessoa rapidamente ergueu a faca e cortou seu braço.

Jéssica caiu para trás sentada pressionando o local no corte.

- Droga! – Ela gritou ficando de pé. – CORRE, AMANDA! – Ela saiu da sala e acompanhou Amanda que corria sem parar.

A pessoa se levantou, ajeitou a máscara e saiu seguindo o rastro de sangue que Jéssica deixava.

 

 

Gabriel digitava algo em seu computador enquanto e Sky olhava.

- Só mais um pouco... – Ele dizia. – Pronto! Achei! Eles estão na antiga fábrica de sapatos saindo da cidade.

- Vamos rápido! – Disse Sky saindo primeiro sendo seguida por ele.

Entraram no carro e saíram em alta velocidade pelas ruas.

 

 

Jéssica e Amanda entraram em outra sala, fechando a porta.

- A janela! – Disse Jéssica apontando para a janela enquanto se encostava na porta. Ainda pressionava seu braço que sangrava muito.

Amanda correu até a janela e começou a abri-la, voltando para Jéssica.

- Você está bem?! – Perguntou a ela.

- Eu vou ficar bem. – Respondeu ela ofegante. – É o seguinte, - Jéssica tomou fôlego. Sentia uma dor enorme no braço – pula a janela e pede ajuda. OK?

- Mas... e você? – Elas se olharam. – Eu não posso deixar você aqui sozinha.

- Eu já disse que vou ficar bem. Ele não vai me achar. – Ela soltou o braço para ver o corte fundo em seu braço. Estava horrível. – Agora vai. Rápido.

Amanda olhou para ela e meio relutante, correu até o outro lado da sala e começou a sair. Não era muito alto. Pôs uma perna para fora e quando ia pôr a outra, viu a faca atravessar a porta de madeira, bem próximo do rosto de Jéssica que soltou um grito.

- VAAAAAI!!! VAI LOGOO!!! – Jéssica gritava.

Amanda, chorando, pôs a outra perna e pulou, caindo no chão e se sujando.

- SOCORROOOOO!!! – Amanda gritava ficando de pé. Mas não havia nada nem ninguém por ali.

Jéssica não se afastava da porta. Permanecia ali com o coração acelerado quando viu a lâmina passar raspando do outro lado de seu rosto. Ela fechou os olhos e sentiu uma lágrima descer pela sua bochecha. Foi então que ouviu a buzina de um carro e então percebeu que era o carro da mãe de Gabriel.

Ela respirou fundo, olhou para a janela e para uma mesinha que estava um pouco mais a frente e então correu. Pegou a mesinha e empurrou-a contra a porta na mesma hora que a pessoa pôs metade do corpo para dentro da sala.

Jéssica cambaleou indo em direção a janela, mas enfim conseguiu. Olhou para fora e viu o carro parado. Viu Amanda entrando e Sky no banco do carona. Um sorriso surgiu em seu rosto. Pôs uma perna, depois outra e então sentiu os braços da pessoa envolver seu pescoço.

- Te peguei, amiguinha. – Disse com a voz robótica em seu ouvido.

- NÃÃO!!! – Sky gritou ao ver a cena.

Jéssica segurou o braço da pessoa afim de tentar se soltar. Ela olhou para um pedaço de vidro que ainda estava preso na janela e então agarrou-o, cortando a mão. Puxou e sem pensar duas vezes, cravou próximo ao ombro da pessoa que a soltou. Jessica despencou de lá de cima, caindo no chão de cara.

Gabriel, Sky e Amanda correram e a ajudaram a se levantar e a coloca-la dentro do carro.

- Vamos dar o fora daqui! – Disse Gabriel voltando para o banco do motorista e acelerando o carro para longe.

Amanda estava no banco de trás ao lado de Jéssica.

- Obrigada. – Disse Amanda que estava suja de terra e um pouco de sangue na testa. – Eu achei que você fosse uma vadia idiota e patricinha, que nem eu. – Jéssica buscou forças para sorrir de leve. – Mas você não é. Você é uma heroína. Você nos salvou. Muito obrigada. – Então Amanda deu um abraço nela.

- Chega né. – Disse Jéssica. – Eu estou completamente dolorida, garota. Mas vou permitir porque eu mereço mesmo. – Então elas sorriram.

- Convencida. – Amanda disse por fim.

 

 

 

Elvis estava na casa de um amigo que não parava de digitar algo no computador.

- Achei. – Disse o garoto estranho. – A placa do carro que te atropelou veio desse lugar aqui. – Ele apontou para uma foto de uma concessionária um pouco velha com vários carros para alugar.

- Então... – Elvis falava sem tirar os olhos da tela – o carro foi alugado?

- Exato.

- Será que eles têm o registro do aluguel de todos os carros? – Ele pergunta.

- Mas é claro. Basta você ir lá e perguntar. Moleza. – O garoto virou para ele e viu que ele sorria.

- Acho que estou perto de descobrir quem é esse killer de uma vez por todas...

 


Notas Finais


Até o próximo! :*


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