História The Kingdom: Os Sete Pecados Capitais - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Gaaino, Naruhina, Nejiten, Sasusaku, Shikatema
Exibições 50
Palavras 2.507
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá, tudo bom com vocês?

Espero que curtam esse capítulo. Tenham uma boa leitura!

Capítulo 25 - Capítulo 24 - A reunião pelo futuro


— Sequestrado? Como assim? Você só pode está de brincadeira  — o rei Gula foi o primeiro a se expressar.

— Ninguém dos sete reinos seria capaz de vencê-lo, mesmo ferido ele conseguiria derrotar qualquer um  — Hashirama continuou  — É só lembrar o que ele fez durante a guerra.

— Eu recebi o braço dele dentro de uma caixa. Se elle teve seu membro retirado, isso significa que ele foi sequestrado, não tem outra explicação  — Naruto voltou a se pronunciar  — O motivo para chamar todos vocês é para nós irmos juntos do meu pai, sabemos que... — o jovem acabou sendo interrompido pela gargalhada dada.

— Você tem algum problema mental? — Gaara indagou, entre risos  — Nenhum dos reis fora do eixo do Tridente de Konoha irá se sacrificar para ir atrás de Minato, sequer sabemos se ele permanece vivo, isso é tosco  — o Sabaku levantou da cadeira que estava acomodado  — Não sei se meu irmão será tolo de aceitar ajudá-lo, mas minha ajuda você não terá. Espero que ele esteja morto e a sua busca seja um enorme fracasso.

O ruivo caminhou em passos lentos até a saída do local, todos observavam a audácia que o rapaz havia tido contra o herdeiro do reino que estava a visitar. Naruto permanecia com seu olhar fixo para a enorme mesa de madeira.

— Gaara  — o jovem Uzumaki chamou o rapaz, que virou-se para ele  — Você veio até aqui e ainda ousa falar essas asneiras... Acho que não entendeu que eu sou o rei momentâneo dessa porra  — Naruto permanecia no mesmo lugar, não havia movido qualquer passo  — E um rei pode fazer o que quiser com quem ousa desrespeitar suas normas dentro de seu reino, independente de sua classe na sociedade  — o loiro começou a caminhar em direção a Gaara  — Então, isso significa que posso puni-lo pelas bobagens que disse minutos atrás. E você sabe quais são as punições do meu reino?

— Não tente me ameaçar com essas... — Gaara foi surpreendido com um soco dado em seu rosto.

— Eu não estou apenas ameaçando  — o jovem aproveitou que Gaara havia ficado sem defesa e martelou um soco em sua cabeça, fazendo-o cair de joelhos  — Essa porra de reino não há nenhuma punição  — o garoto acertou um chute no estômago do Sabaku  — Mas agora haverá, e quem mexer com esse rei terá que passar por elas, entendeu? — o Uzumaki montou em Gaara, acertando mais uma sequência de socos  — E não ouse tentar revidar o que eu fiz em você em qualquer outra pessoa daqui ou em mim mesmo. Não queira ser morto, seu filho da puta  — Naruto deu mais um golpe no outro, dessa vez nocauteando-o  — Guardas, levei-lo até uma cela e só o liberte quando os membros de seu reino forem embora  — os soldados, de imediato, cumpriram a ordem dada.

Todos os visitantes estavam estáticos, ninguém esperava que Naruto, um jovem tão apaziguador, fosse ter uma atitude como aquela. Nem mesmo as pessoas próximas a Gaara foram capazes de esboçar qualquer reação para ajuda-lo.

— Alguém mais tem alguma besteira para falar sobre meu pai? — Naruto questionou, recebendo como resposta apenas os olhares de susto que as pessoas estavam  — Então acho melhor continuarmos nossa reunião.

LOCAL NÃO IDENTIFICADO.

— Essa missão vai colocar nossas vidas em risco. É extremamente perigosa  — Kakuzu comentou, enquanto ajeitava seu material para viagem  — Pela primeira vez estou temendo por minha vida.

— Deixe de ser cagão, Kakuzu  — Hidan debochou do medo de seu companheiro  — Não temos que ter medo de caralho nenhum, nós somos a Akatsuki, fomos preparados para     destruir qualquer um. Não iremos morrer em uma missão lixo como essa.

— Você não tem noção do que diz  — o outro disse, entre risos  — Você não conheceu pessoas como essas, na sua única tentativa de destruir alguém poderoso você falhou.

— Não me lembro de ter falhado contra Kakashi, ou você esqueceu que quase matei ele enquanto você gemia de dor? — Hidan relembrou a última visita deles ao reino Avareza.

— Kakashi não é nada comparado a essa pessoa, não seja tolo  — Kakuzu tentou abaixar a auto estima que seu colega sentia naquele momento  — Ele só foi o salvador da guerra porque aproveitou a fraqueza do oponente, nunca foi grande coisa, não se iluda.

— Acho melhor vocês não ousarem mexer com Kakashi de novo  — alguém se intrometeu na conversa entre os dois  — Vocês devem saber que Obito quer se vingar com as próprias mãos do homem que matou seu pai.

— Prometemos que dessa vez não cruzaremos o caminho dele, Vossa Majestade  — Hidan ironizou o rapaz, que apenas sorriu com a brincadeira feita  — Agora peço que saia da nossa frente por que iremos partir  — ele disse, após receber um aceno positivo de Kakuzu.

Kakuzu e Hidan atravessaram a porta sem problema, quando o Fushi deu seu primeiro passo fora do ambiente, sentiu seu braço sendo agarrado.

— Não ouse matá-lo, ele é meu  — Itachi falou, enquanto segurava o braço do Hidan.

— Isso é algo que não posso prometer  — Hidan puxou seu braço contra o Uchiha, se soltando dele e partindo em seguida.

O Uchiha vidrou seu olhar na caminhada dos homens, sabia que a missão deles poderia colocar muita coisa em risco, principalmente algo que ele almejava há tempos.

[...]

Os gemidos quase sem força de Minato davam o som para a casa, Nagato observava o sofrimento do homem de perto, estava sentando em sua frente.

— Se lembra quando éramos pequenos? — Nagato indagou, enquanto olhava o loiro  — Nós tínhamos felicidade em nossos corações, éramos parceiros, mas olha onde acabamos, acho que ninguém da nossa família imaginaria isso.

— Você que quis terminar assim, Nagato  — Minato falou, fazendo caretas de dor.

— Acontece com as melhores famílias  — o ruivo ironizou  — E tenho que te dizer que nosso fim está apenas no início — ele retirou uma faca de sua cintura e caminhou em direção a Minato.

FLASHBACK ON

— Crianças, está na hora do almoço  — gritou a rainha Luxúria.

— Não somos mais crianças, mãe  — reclamou Minato, enquanto levantava-se do chão.

— Já temos dez anos — continuou Nagato, estufando o peito para falar — Já temos capacidade para sermos bons guerreiros.

— Tudo bem, pequenos guerreiros — a mulher aceitou o que os garotos estavam a propor — Sabiam que para ser exímios cavaleiros vocês tem que comer bastante? É só perguntar para o mestre Jiraiya. Não é mesmo, Jiraiya?!  — o homem apenas fez um gesto concordando — Então, corram para tomar banho, o último que chegar fica sem sobremesa.

Nagato empurrou Minato antes de iniciar a correr, e em seguida acelerou rumo ao seu quarto para se banhar, o loiro ficou caído no chão por alguns segundos, mas logo levantou-se e seguiu seu companheiro.

— Esses garotos estão me surpreendendo bastante — Jiraiya comentou, enquanto via os dois.

— Isso não é algo que me deixa pasma, é de se imaginar — ela virou-se para o homem — Eles são treinados por ti, isso é algo que nós esperávamos.

— Fico grato em cumprir as expectativas, minha rainha — ele curvou-se timidamente para a rainha Luxúria, que advertiu-o sobre ter feito isso.

— Jiraiya, se levante, já disse para não se curvar perante a mim — o homem levantou-se ligeiramente — O que você fez por nós foi um ato maravilhoso, não curve-se jamais perante a mim, tudo bem? — Jiraiya balançou a cabeça concordando — Agora vamos para a sala, em breve os garotos aparecerão.

Ao chegarem ao local, a rainha Luxúria e Jiraiya avistaram todos já na mesa, apenas a espera deles.

— Chegamos primeiro do que vocês, não será a gente que ficará sem sobremesa — brincou Nagato, sentado na mesa, recebendo concordância de Minato.

A rainha encarou os dois meninos por alguns minutos, fitava-os pelo olhar, os olhos deles demonstravam pavor. Não sabia o que esperar.

— Quem chegou primeiro? — ela perguntou, encarando-os pelo olhar.

— Chegamos juntos — Nagato respondeu, engolindo seco. Minato apenas concordou, a primeira gota de suor gelado acabara de descer de sua testa.

— Kushina? — a mulher indagou o nome da garota, que olhou assustada para ela.

— Foi o Minato que chegou primeiro — a menina respondeu sem delongas.

— Para de mentir, Kushina! — bradou Nagato, levantando-se da cadeira e batendo as mãos sobre a mesa.

— Olha os gritos, Nagato, devemos ter modos quando estamos na mesa do rei — Fuso, a mãe do garoto, lhe advertiu — Sem contar que jamais pode elevar o tom de voz para falar com sua irmã, não esqueça isso.

— Sua mãe está certa, Nagato — a rainha prosseguiu — Kushina, devido contar a verdade você ganhará o triplo da sobremesa — a garota apenas sorriu meigamente — Já vocês dois... Ambos ganharão apenas metade dela, e isso só acontecerá porque mentiram, entenderam?! Que fique de aviso — o ruivo curvou seus braços, indignado com a decisão tomada pela rainha. Já Minato nada fez, já estava acostumado com as punições de sua jovem mãe.

FLASHBACK OFF

OUTRO CONTINENTE.

O homem andava exausto com uma caixa de madeira de suprimentos em suas costas. O suor descia quente de sua testa, ele marcava o trajeto percorrido pelo homem.

Ao chegar em sua casa abriu a porta violentamente, jogou os mantimentos no chão e sentou-se na cadeira mais próxima, acomodando-se da maneira mais confortável.

— Jamais imaginei que você moraria em um lugar tão mequetrefe como esse — alguém falou, não causando nenhuma reação no homem.

— Pelo menos eu tenho uma cadeira de palha, isso é super confortável — o homem brincou com a situação, causando um riso forçado do outro — Mas qual o motivo para vir até a mim? Pelo o que me lembro poucas pessoas daquele lugar imundo sabe que permaneço vivo.

— Então acho que você deve saber quem sou eu — o invasor comentou entre risos.

— É claro que sei — o homem levantou do objeto — Você é Obito Uchiha, filho de Madara Uchiha e se não me engano, criador da Akatsuki, uma organização que prega vingança as pessoas que fizeram mal a seus membros.

— Acho que não será necessário me apresentar — o Uchiha debochou — Mas o motivo da minha visita é simples... Apenas vim oferecer ajudar a conquistar o que lhe pertence.

O homem gargalhou fortemente ao escutar tais palavras, parecia uma piada incrível, mas não passava de uma loucura proposta por Obito.

— Não venha até a mim, e diga tais asneiras! — o homem exclamou ferozmente — Sua família também ajudou nisso, não queira ser meu amigo agora porque estás na beira do abismo. Você não me levará junto ao fundo da terra.

— Se eu estou na beira do abismo, você já está com um pé nele — o Uchiha retrucou rapidamente — Mais um passo e irá a encontro de seus familiares.

O homem fechou suas mãos e dirigiu um soco até Obito, o Uchiha parou o ataque apenas com uma mão, pressionando a mão do oponente, enquanto a segurava.

— Acho melhor você não tocar em mim. Não quero lhe executar antes de terminar tudo bem para nós dois — o Uchiha largou a mão do homem, enquanto ele rosnava de raiva — Temos que ter uma conversa séria, Kimimaro.

REINO LUXÚRIA.

— Deixa eu ver se entendi — disse Hashirama, após escutar calmamente o que o jovem Naruto tinha para dizer — Você deseja juntar os melhores cavaleiros dos sete reinos, ter sobre seu domínio alguns soldados comuns e ir em busca de seu pai numa jornada que não temos como prever o resultado? — o Senju recapitulou a proposta do Uzumaki — Me desculpe a sinceridade, mas isso é loucura! Mesmo Minato sendo alguém de extrema importância para nós, não podemos deixar nossos reinos vulneráveis, se essa organização que você citou realmente for real, todos os reis correm riscos, isso não está previsto apenas para seu pai ou membros deste belíssimo lugar. Também temos que nos cuidar. Desculpe-me, mas estou fora dessa missão — o rei Avareza estendeu as mãos, cedendo-se ao que tinha sido proposto.

— Concordo completamente com Hashirama — Chouza continuou, não dando tempo para Naruto responder o rei Avareza — Se nos arriscarmos, todos dos nossos reinos estarão em perigo, e isso inclui meu filho. Estou ainda preparando-o para que possa ser um excelente rei. Sua proposta é interessante, curti a ideologia. Mas não irei me arriscar — o Akimichi negou ajudar o Naruto.

— Mais alguém? — Naruto perguntou para os demais, parecia está ficando desanimado com as respostas.

— Acabei de começar meu reinado, estou casado, quero ter filhos e continuar a tradição Nara. Acho que já sabe minha resposta... Desculpe-me — o Uzumaki acenou positivamente para Shikamaru, entendendo o recado.

— Eu aceito ir com você — respondeu Kankuro, surpreendendo a todos — Mas com uma condição — o Uzumaki mandou o Sabaku prosseguir — Você introduzirá meu reino ao Tridente de Konoha, transformando-o agora em um quarteto. 50% dos bens ganhos nesse resgate será revertido para nossa economia, e iremos querer uma parcela alta de dinheiro caso a operação seja bem sucedida — o rei Inveja propôs, chocando a todos — E claro, enviaremos o nosso melhor espadachim, Gaara Sabaku.

— Fico feliz pela tentativa de ajudar — o loiro agradeceu — Mas não posso confirmar nada, irei estudar se isso será possível, não depende unicamente de mim algumas coisas que tu disse — Kankuro concordou timidamente, sabia que havia tido uma brilhante ideia.

— Acredito que diferente de todos não irei querer nada em troca — falou Hiashi, com certo tom de soberania — Irei ajudá-lo a ir ao encontro de seu pai, porém apenas por ser grande amigo dele. Não posso garantir quem enviarei contigo a essa jornada, mas lhe dou minha palavra que estarei lhe ajudando. Somos parte do Tridente de Konoha — o Hyuuga sorriu para o Uzumaki, que apenas sorriu em troca.

— E você, Orochimaru? — Jiraiya questionou o homem — Você irá nos ajudar a ir em busca de Minato? Honrarás o chamado de seu rei Hiashi caso ele lhe mande?

— Orochimaru não representará mais o reino Orgulho, mesmo que este seja o de seu nascimento — Sasuke pronunciou-se — Ele agora faz parte do reino Ira, é o meu conselheiro primário, não abdicarei dele por nada. Agora Orochimaru trabalha para mim — o Uchiha revelou a sua parceria com o cavaleiro serpente.

— Sinto muito lhe informar isso, Sasuke — Orochimaru disse suas primeiras palavras em tempos — Mas eu não tenho partidos, nesses últimos dias andei ajudando o reino Avareza...

Hashirama olhou com seu olhar mortal para o Orochimaru, o Shirohebi apenas devolveu com um sorriso amarelado, provocando-o. Algumas pessoas no local perceberam a troca de olhares entre os dois, mas evitaram questionar sobre.

— Bom, eu sou o único que ainda não disse nada — o Uchiha disse, enquanto era encarado pelos olhos preocupados de Naruto — Minha resposta é óbvia... É claro que irei ajudá-lo. Não posso negar qualquer ajuda a um rei que some ao núcleo real. Acredito que essa é a forma mais ética a se agir perante a situação.

— Sasuke... — Sakura sussurrou abismada com a decisão que seu esposo havia tomado.

— E Naruto, eu tenho mais uma coisa para lhe dizer — o Uchiha levantou-se de sua cadeira dirigindo-se ao Uzumaki — Eu irei pessoalmente ajudá-lo a trazer de volta seu pai. Nós dois iremos partir juntos nessa aventura, e prometo que só descansarei assim que você for confortado pelo braços quentes de Minato — Sasuke estendeu sua mão para o rapaz, recebendo um aperto de Naruto em seguida.

Todos presentes se entreolhavam confusos com a atitude de Sasuke, ninguém jamais imaginária que um membro do reino Ira iria ter compaixão ao próximo.


Notas Finais


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Até mais!


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