História The language of desire - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ariana Grande, Romance, Third Kamikaze
Visualizações 11
Palavras 1.387
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem e por favor comentem e favoritem se gostarem.

Capítulo 1 - Mudança


Fanfic / Fanfiction The language of desire - Capítulo 1 - Mudança

Nada do que eu disesse foi capaz de tirar a ideia absurda da cabeça do meu pai. Ele descidiu por conta própria que eu me mudaria para um lugar mais seguro, os riscos e ameaças aumentavam e pra que nada acontecesse comigo ele deduziu que essa era a melhor decisão a se tomar. Arrumar as malas para ir morar com alguém totalmente desconhecido não foi uma das coisas que eu tive prazer em fazer, mas quando se é obrigada você não tem escolha. Meu pai nunca se deixava ser vencido, e se eu não o obdecesse por bem o obdeceria por mau, resolvi não arriscar e sedi a tentativa dele de me proteger. Com as malas feitas eu acionei aos empregados para que eles me ajudassem a desce-lás até o salão central, logo Eshi e Keny apareceram.

Saindo do longo corredor no andar de cima eu avistei o meu pai sentado no sofá, provavelmente me esperando para se despedir. Desci as escadas o encarando, e assim que me aproximei ele se levantou ficando parado na minha frente. 

-- Então. - eu dei uma palsa para suspirar. -- Chegou a hora da despedida.

-- Por enquanto. - ele me abraça. -- Assim que as coisa se resolverem você volta pra casa. 

-- Espero que se resolvam logo. - eu falo saindo de seus braços. -- Não gosto de te deixar sozinho. 

De imediato um sorriso terno se forma em seu rosto.

-- Eu vou ficar bem. - ele segura minhas mãos. -- O que importa agora é que você fique a salvo. -- Ele as beija e da outro leve sorriso. -- Agora vá, o carro já está te esperando. 

Depósito um beijo em seu rosto e caminho até a porta da frente, ao lado de fora eu avistei três carros pretos parados com dois homens em cada. O que quer que esteja acontecendo em relação ao meu pai e seu adversário é bem sério para eu precisar de seis seguranças para ser escotada até o aeroporto, entrei no carro a frente dos outros dois por ordens de um dos homens e me sentei atrás. Acenei para o meu pai que se encontrava parado na porta observando enquanto o carro saia, e do mesmo modo ele retribuiu aos acenos. Olhei para trás vendo a grande mansão branca ficar distante, até a perder de vista. Virei para frente me endireitando no banco e fitei a janela me perdendo no mar de pensamentos. 

O quê será que está acontecendo dessa vez para eu precisar me mudar? E quem é essa pessoa com quem eu vou morar? Meu pai me disse que é com o filho de um amigo de confiança, mas eu nem se quer sei quem é esse  amigo, muito menos o filho dele. Eu não tive escolha, se eu me recusase ele mandaria que me levassem a força, foi mais inteligente aceitar o fato. Mas eu estou preocupada com o meu pai, desde que minha mãe morreu eu nunca o deixei sozinho e agora ele está lá naquela casa enorme é vazia sem ninguém para o fazer companhia. 

Quarenta minutos se passam e os três carros param frente ao aeroporto, eu desço e pego minha bagagem que foi tirada do porta malas por um dos seguranças. Acompanhada pelos seis eu sou levada até o jatinho particular do meu pai onde já tinha um piloto sentado na direção lendo o jornal, minhas malas são colocadas no bagageiro e eu subo. A viagem dura no máximo três horas até chegarmos ao meu destino, desço do jatinho ainda acompanhada pelos seguranças e caminho até a saída do aeroporto de Nova York, entro no carro que me esperava na entrada e sou levada até uma grande mansão que ficava afastada da cidade. Era um lugar lindo cercado por um alto muro de pedras, a entrada era um portão de ferro da mesma altura do muro com grades que revelam o jardim a frente da mansão. 

Como uma pessoa podia viver aqui sozinho? 

Desci do carro que parou na entrada e subi os degraus da pequena escada que levava a porta da frente, antes que eu batesse a porta se abriu revelando o mordomo que fazia um gesto para eu entrar, assenti com a cabeça adentrando na casa. Tive uma perfeita visão da sala central que levava ao andar de cima, ela possuía duas grandes janelas uma de cada lado da porta que deixavam a luz do dia reinar ali. A decoração era inexplicável com seu tampe vermelho que cobria quase todo o chão de carvalho, a lareira de mármore que estava apagada, o grande retrado de um cara aparentemente da mesma que eu pendurado em cima dela...

Esse deve ser o filho do amigo do meu pai. Meu pensamento deduziu. 

-- Gostou do retrato? - uma voz ecoa e eu me viro para ver de quem se tratava.

Me deparo com o cara do retrato descendo as escadas. Ele tinha origem asiática ou coisa do tipo claramente visível em sua fisionomia. Meus olhos percorrem por cada traço do seu rosto o analisando enquanto ele descia as escadas, tracei um caminho dos seus olhos escuros até a pequena boca rosada onde eu me perdi por um curto período de tempo. Analisei também seu visual despojado que o deixava ainda mais atraente, vestido em uma calça jeans preta com um corte de cada lado dos joelhos, uma blusa branca com um lobo uivando pra lua estampado na frente e para finalizar, um tênis branco da Kolosh.

-- Lindo. - falo instintivamente sem pensar. -- O retrato ele... é lindo.

Aí que mico!

Um sorriso se forma em seu rosto me fazendo entender que minha tentativa de disfarçar o elogio impulsivo foi um fracasso.

-- Então você é a filha de Nicolas Sarkozy. - ele me analisa. -- Interessante. -- fala ele me olhando de cima a baixo com uma mão no queixo.

-- O quê é Interessante?

-- Você. - ele me faz arrepiar com a forma que pronunciou  o pronome. 

-- O quê eu tenho de interessante? -  fito seus olhos escuros que a essa altura já me intimidavam.

Seus lábios revelam um sorriso divertido com a minha pergunta. 

-- Qual é o seu nome? - ele muda de assusto.

-- Beatriz Sarkozy. 

-- Beatriz? - ele arqueia as sobrancelhas parecendo pensar. -- Posso te chamar de...

-- Por favor não fala Bia. - eu o interrompo.

-- Eu não ia.

-- Então o quê você ia falar? 

-- Truish.

-- Que nem no filme divergente. - dou sorriso. 

-- Isso. - ele fala simples. 

-- Ok.

-- Eu vou sair agora mas pode ficar a vontade. - ele caminha até a porta e sai antes que eu possa responder. 

Subo as escadas conduzida por uma empregada até um dos quartos no imenso corredor onde minhas malas já aviam sido desfeitas, ela sai fechando a porta e eu me vejo sozinha ali, dou um pulo de costas me atirando na cama que por sinal era muito macia e fito o teto.

Que absurdo o meu pai me colocar na mesma casa que esse pedaço de mau caminho, ele ta querendo que eu engravide?

Me levanto da cama afim de tomar um banho e vou até a porta  a frente que levava ao banheiro. Retiro a roupa e entro na espaçosa banheira branca que tinha ali, relaxo quando sinto a água morna tocar minha pele e afundo ainda mais o corpo pra dentro da banheira. Após o banho, saio vestinda num roupão de algodão com uma toalha enrolada na cabeça para tirar o exesso da água. Vesti um short jeans desfiado e uma regata branca, sequei meus cabelos com o secador e o prendi num coquei ao alto da cabeça. Desci para o andar de baixo indo direção a cozinha e uma das empregadas me serviu um prato de espaguete com almôndegas e um suco de uva que eu logo devorei acabando com tudo. Terminada a refeição eu voltei para o quarto determinada a descansar da viagem, me joguei naquela cama e sem demoras peguei no sono. 

(...)

Já eram onze horas da noite e eu estava sentada na cama lendo um livro, me perdia nos capítulos como se acompanhasse uma novela curiosa com o que viria depois. De repente a porta do quarto se abre despertando a minha atenção do livro para ela, fico entrigada com a repentina visita a essa altura da noite. 








Notas Finais


Achei que o capítulo ficou pequeno mas se Deus quiser eu compenso no próximo. Bjs♥


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