História The Last Hope - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Lily Collins, One Direction
Personagens Harry Styles, Lily Collins, Zayn Malik
Tags Criminal, Harry Styles, Lily Collins
Visualizações 31
Palavras 1.223
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Accidentally met you


Quando pensar que seu dia foi ruim, nunca imagine que não poderia ficar pior, porque fica. Afinal, a vida gosta de pregar peças. Meu dia começou bem ruim, pois já não bastava uma dor de cabeça, que talvez pudesse ser o pior dos meus problemas, eu ainda me queimei com o leite quente, minha pele ardia e estava bem irritada por conta da queimadura e como se já não bastasse, recebi uma mensagem no meu celular que me atormentou mais do que eu poderia imaginar.

 

Mensagem

Jack Foster:

E ai Madley, tudo bem com você? Espero que esteja. Bem, tenho assuntos a tratar com você, por favor, cheque o seu e-mail.

 

E-mail

De: Jack Foster

Para: Madley Laurens

Madley, eu nunca sei como começar um e-mail e acho que você percebeu isso há algum tempo, talvez na época que fazíamos relatórios no laboratório de informática da faculdade, tinha aquelas listas de documentos que nos fazia ficar loucos com tantas informações. Porém, eu não estou aqui para falar do passado com você, apesar de ser muito agradável para mim. Aconteceu um acidente comigo ontem à noite, torci meu pé e está totalmente comprometido e antes que me pergunte, sim, eu fui ao médico e o meu diagnostico não foi dos melhores, vou operar na próxima semana, ficarei um tempo fora e me desculpe por deixá-la na mão.

 

    Jack Foster é ou era o meu par, que me deixou na mão por um descuido, agora quero saber como eu vou fazer para conseguir alguém tão capaz de reproduzir minha coreografia no dia da apresentação, que está mais próxima a cada minuto.

    Pessoas importantes da dança estarão presentes e o que eu vou fazer se não encontrar um par? Fazer uma coreografia solo? Seria o apropriado, mas não daria tempo de montar. Não sei o que vou fazer, preciso pensar a respeito.

 

E-mail

De: Madley Laurens

Para: Jack Foster

Oi Jack, espero que sua recuperação seja rápida e bem sucedida, estou aqui na torcida pela sua recuperação. Não se preocupe em relação à dança, eu vou dar um jeito. Claro que não vai ser alguém tão capaz quanto você, mas darei um jeito. Toda sorte para você e melhoras, quero ver você nos palcos o mais rápido possível. Adoro você.

 

     Tem dias que você acorda e a nuvem da má sorte se deposita em cima da sua cabeça, porque com certeza isso é culpa do cosmo. Eu não acredito que toda essa sorte contrária seja coisa do acaso, porque se for coisa do acaso, seria coisa do acaso ruim, do acaso do tinhoso. Nunca acreditei em macumba, feitiço, magia negra ou coisa do gênero, mas se tivesse um dia para eu acreditar nisso tudo, esse dia seria hoje, porque tudo está com uma energia ruim. Recebi aquela noticia maravilhosa que perdi meu dançarino, e a caminho da academia onde trabalho, enfrentei um trânsito que não era obra do altíssimo e com certeza tinha um dedo do demônio.

 

       Estava uma confusão e todos os carros resolveram tocar uma irritante buzina, que não só estava me dando agonia como também aumentando a minha dor de cabeça. Meus olhos pesavam e minhas costas latejavam como se fosse explodir, minhas pernas desejavam ser esticada, eu não estava mais aguentando ficar dentro daquele carro, já tinha ficado por duas horas, acho que mais uns minutos e eu enlouqueceria. Por fim, o trânsito resolveu se movimentar e finalmente aquele caos daquela manhã tinha acabado.

 

     Quando cheguei ao meu local de trabalho, estacionei meu carro nos fundos da academia, porque é tranquilo e não tem grandes movimentos por ali. Eu achava isso até sair do carro com a minha caixa e a mesma cair longe por causa de um grupo de seis garotos que esbarram em mim como malucos correndo e rindo alto, me virei para todos eles, porém já estavam longe, comecei a xingá-los como nunca xinguei alguém na minha vida. Apenas cinco esbarram em mim, o sexto estava correndo e olhando para trás, quando me virei e fui dar conta do ocorrido ele já estava sobre mim, segurando minha nuca e minha cintura para não bater ao chão, sua respiração era ofegante e seus olhos eram como lanternas que não paravam de brilhar, seus longos cabelos tampavam um pouco do seu rosto e suas bochechas estavam rosadas, sua boca era perfeitamente traçada e seus lábios envolviam um sorriso encantador. Mas era apenas um maluco qualquer correndo pela rua. Soltei-me de seus braços com força e o empurrei, suas mãos fizeram uma leve pressão sobre minha cintura me colocando de pé, e ao me levantar, vi que foi pegar minha caixa que tinha caído não tão longe dali.
 

 

— Deveria tomar mais cuidado por onde anda moça! —Seu sorriso era tão encantador que por alguns minutos, me perdi em suas palavras.

—  Eu deveria tomar cuidado por onde eu ando? Você que devia tomar cuidado por onde corre. Isso aqui não é lugar para ficar correndo assim. Será que pode devolver minha caixa ou além de maluco é ladrão?  —  Meu tom não era dos mais amigáveis, porém não era dos mais ameaçadores.

— Que audácia da senhorita, além de bonitinha é bem mal educada. Aqui está a sua caixa, eu não vou roubá-la. Deveria ser mais grata às pessoas que te ajudam, se não fosse por mim você bateria com a cabeça no chão e poderia morrer. Seja educada e agradeça — Minha caixa foi colocada em cima do capô do carro, junto com a sua implicância.

   —  Não vou agradecer nada, você está errado de esbarrar assim nas pessoas sem ao menos notar o perigo e a tragédia que isso pode causar— Seu ar de superioridade junto com a minha raiva pareciam goiabada e queijo, arroz e feijão, uma combinação perfeita pra matar alguém.

— Além de ser bonitinha, mal educada, é dramática. Bem, já que a sua educação não te deixa ser legal, eu vou ser: prazer, meu nome é Harry. Harry Schlemmer e o seu? — Sua mão se estendeu em minha direção com o sentido de um cumprimento amigável.

— Eu não sou mal educada e muito menos dramática, apenas estou dizendo o que realmente aconteceu e para provar que não sou isso que você está dizendo, vou me apresentar. Sou Madley — Minha mão tocou a dele e por segundos senti um leve nervosismo.

—    Nome todo, Madley, não seja inconveniente. — Pude sentir o calor de sua mão sobre a minha e um leve arrepio sobre a espinha, que coisa esquisita!

   — Madley Laurens Grace, muito prazer, Harry Schlemmer. Agora me deixe levar essas coisas para a academia porque preciso trabalhar e você precisa ir embora, agora vá. — Minha mão foi soltando aos poucos a de Harry e meus olhos desviaram dos seus. Caminhei até o carro e ao pegar minha caixa, cometi a burrice de olhar para trás e não o vi, então ouvi um assovio e quando olhei para frente ele estava parado com as mãos nos bolsos, com um sorriso tolo nos lábios.

   — Hey Madley Laurens, a gente se esbarra por ai. — E com aquele jeito sarcástico, foi caminhando e sumindo no meio dos prédios da cidade, o que me fez sorrir sozinha ao caminhar em direção do meu trabalho.

 

      Certas coisas acontecem e por mais que você se esforce para entender, você não consegue. Talvez, algumas circunstâncias não são para entender, apenas para sentir! 



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