História The Last Letter - JiKook [Hiatus] - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bts, Jikook, Namjin, Vhope, Yoonmin
Visualizações 7
Palavras 3.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sofram comigo!
Amém

Capítulo 5 - Lalisa? Yoongi?


Fanfic / Fanfiction The Last Letter - JiKook [Hiatus] - Capítulo 5 - Lalisa? Yoongi?

Nós dois saímos da banheira, fomos aos nossos guarda-roupas e vestimos. Roupas simples para o dia a dia, e, por ser sábado, fomos ao shopping. Ao chegar lá, fomos ao cinema. Sentei ao lado de Jimin, que sorria sem parar. Assistíamos ‘A Múmia’, certos momentos Jimin contava o filme, comentava sobre o mesmo. Às vezes ficava tedioso o filme, mas ao lado de Jimin, isto passava num piscar de olhos. Tinha vezes que, eu olhava para a sua beleza alegre e contagiante, toda vez que sorria, que olhava para mim, que se aproximou de mim enquanto o filme rolava.

Quando o filme acabou, Jimin e eu, entregamos os óculos 3D, jogamos o saco de pipoca e a lata de refrigerante no lixo e fomos passear pelo local que, antes estava vazio, agora está cheio.

– Jungkook? Jimin? – Alguém, em meio à multidão, nos chama.

– Yoongi? – Falamos juntos ao nos virar para a pessoa palia, igual um açúcar.

– Vocês estão... juntos? – Ele pergunta, triste e negamos. – Então... – Ele direcionou o dedo indicador para as nossas mãos dadas. O que nos fez rir.

– Não, Yoongi. Acabamos de retorna a amizade. – Sorri para Jimin, que sorria forçadamente.

Eu sei que ele não suporta isso, mas é por causa do Yoongi. Sei lá, não quero que ele sofra mais, justo por mim e Jimin estarmos juntos – ou é o que eu penso –. Eu considero Yoongi um amigão, e Jimin também, mas é diferente o que sinto por Jimin.

– Então, não estão juntos, mesmo? – Ele perguntou, outra vez.

– Não. – Jimin respondeu.

– Jungkook, você se importa de eu pegar Jimin emprestado por 5 minutos.

– Sim. Quer dizer, não. – Sorrio, forçadamente.

– O.K. Jimin, você pode vir comigo? – Perguntou estendendo a mão para Jimin que, com uma certa facilidade e rapidez, pegou em sua mão.

 

Os dois sumiram de minha vista em segundos, resolvi ir à praça de alimentação. Vou ao Mr. Mix, peço um Sundae e procuro uma mesa próxima à vista da cidade. Assim que eu encontro a minha visão perfeita, Yoongi e Jimin estavam sentados próximos demais. Eu percebi que se beijavam, mas Jimin se afastou e logo virou sua face revelando seu espanto por me ver ali, observando-os.

Minha vontade de correr, praticamente, me fez refém. Jimin não veio atrás de mim, o que fez minha dor ser maior. Yoongi está tentando machucar-me por tudo o que fiz, tudo o que causei. E, eu já pedi desculpas, ele não me perdoou.

Dói.                                                                                     

Não consigo suportar isto.

 

Chego a universidade, vou para o dormitório, meu e de Jimin, e ele estava lá. Parecia me esperar. Olhando aquele chão cor azul-cristal, com os olhos lagrimando, levantou sua face para mim. Nesse momento, quando nossos olhos se encontraram, não havia mais nada ao nosso redor, nem chão ou ar, só Jimin e eu.

Ele me olhava de um jeito tão singelo e frágil que, eu já não sentia minhas pernas. Em um movimento único, seus lábios rechonchudos e rosados disseram.

– Jungkook...

 

* * *

 

No mesmo dia.

 

– Então, Yoongi. O que quer?

– Jimin, eu sei que você ama ele, mas você sabe o que ele fez a você, você sabe o que ele fez a mim, a nos. – começou – Jimin, tem uma pessoa que te ama tanto quando você ama a ele, tem um alguém que está bem na sua frente que te ama. Eu, Jimin, eu amo você, eu te dei tudo o que ele não deu, fiz tudo o que ele não fez. – Ele começou a chorar, isso me doía. Estávamos tão próximos que, eu podia sentir suas lágrimas em minha face. – Dei, fiz, por que não tentou me amar? Cara, eu amo você. Diferente dele, eu não demorei nove anos para descobrir isto. Eu me declarei, por não aguentar mais esconder isto.

– Yoongi, eu... – Naquele momento abaixei a cabeça, lágrimas ameaçavam cair, limpo os olhos rapidamente, retorno o olhar para ele. Continuo. –, você sabe que isto acabou, meus sentimentos por você de simples amigos, não tem nada demais. Por favor, admiro muito o seu amor por mim e acho muito fofa a forma como se importa comigo, mas eu... – Ele aproximou seu rosto do meu e beijou-me.

Me afastando, surpreso, viro-me para outro lado e vejo aquela criatura branca, com olhos castanhos, boca rosada e seu sundae. Jungkook estava ali, parado olhando para nós dois, quando Yoongi pegou minha mão e, sem mais nem menos, eu disse. – Yoongi, não.

– Jimin, por favor! Deixa eu te fazer feliz.

– Yoongi, não. – Quando retorno meu olhar para onde Jungkook estava, ele já havia partido, havia um sundae no chão. – Eu... eu tenho que ir.

Saio daquele shopping correndo, batendo, escorando e tropeçando em tudo que passava por mim. Peço um táxi, implorando para o motorista acelerar, choro. Eu sei que Yoongi me ama, mas tentar fazer-me ama-lo a força, já é demais. Eu não o amo, isto ficou no passado e, por mais que ele não queira, ele tem que entender. Eu amo Jungkook e estou pouco me fudendo se ele descobriu tarde ou não.

Eu quero ele, bem ou mal. Eu quero ele, ao menos para me fazer feliz. Eu preciso dele, ao menos para ser feliz.

Chego a universidade, pago o senhor do táxi e corro para o dormitório, tropeçando a maior parte das vezes que procurava por ele ali. Jungkook não estava lá; espero um pouco, nada. Sento em minha cama pensando em tudo o que ele deve ter visto, tudo o que ele de ter pensado ou até escutado.

 

Chorando, começo a cantar... Mesmo minha voz sendo uma bosta.

 

Caught in a Lie…

Sungyeolhaetdeon nal chajajwo..

Lie…

I jiogeseo nal kkeonaejwo…

 

Olhando para o nada, vejo uma sombra no chão azul-cristal. Levanto minha face para olhar melhor, era Jungkook. Chorando, e com sua face rosada e molhada de suor. Meus olhos rapidamente se encharcaram de lagrimas, encontrando seus olhos de forma desesperada e culpada. Não conseguia dizer nada, nem ao menos notei o que havia ao nosso redor, não havia nada. Só nós dois, Jungkook e Jimin.

Quando noto suas lágrimas novamente, digo.

– Jungkook... – Tento não cair, mas é quase impossível. – O que você viu? Quer dizer ouviu?

– Nada. Só vi o que tinha para ver. – Disse ele. – Não se preocupe, eu não vou esfregar na sua cara.

– Jungkook, por favor. Ele me beijou... eu, eu não quis.

– Isto é normal... – Começou. – Estamos vivendo tudo de novo... Só que desta vez, nos amamos. – E completou. – Mas acontece, não é?

– Jungkook, por favor. – Eu estava com meu rosto próximo ao dele, sua respiração estava quente e sua pele gélida pela chuva. O abracei, firme e suave.

– Está tudo bem, Jimin. Não precisa dizer nada. Estou bem, eu só... só me deixe sozinho. – Ele pôs as mãos em meus ombros e se afastou, saindo pela porta.

Ponho-me a chorar, se Yoongi não tivesse me beijado. Nada disto teria acontecido.

Olho para os lados e vejo aquela carta na gaveta de meu criado mudo, a vontade de ler ela é imensa, capaz de me afundar num chão. Uma carta enorme, com a simples assinatura no verso.

J.J.

Olho para todos os lados e então percebo, é tudo culpa minha.

 

* * *

 

I Know

Every life`s a movies

We got different stars and stories

We got different nights and mornings

Our scenarios ain`t just boring

[…]

I wish I could love myself

I wish I could love myself

I wish I could love myself

I wish I could love myself…

 

Estava cantando pelos corredores, com lágrimas caindo sobre aquele chão, agora de cor negra, quando sou agarrado a força, encostado na parede com uma brutalidade. Ouço uma voz familiar:

Então, Jungkook.... Sentiu saudades? – Sorriu.

Ainda assustado, sem poder crer em como tal pessoa teria me encontrado num lugar, totalmente, diferente de onde somos acostumados estar. A pessoa só pode ser quem todos pensavam que havia sumido por bastante tempo, tempo o suficiente para que ela retornasse e recuperasse lembranças horríveis do passado. A pessoa que mais odeio por fazer Jimin ter me odiado, se não fosse a filha da... aí, tudo estaria bem muito antes.

Só existe uma pessoa para dizer isto e me agarrar a força. Abro os olhos e vejo, quem eu não queria ver nem pintada de ouro.

Lalisa. – Surgi uma dor forte na minha cabeça, com o sorriso de Lalisa gravado assim que meus olhos se fecham e eu apago.

 

* * *

 

Não posso mais esperar que ele chegue, tenho que ir atrás dele. Já esta tarde e nada de Jungkook aparecer no dormitório, estou preocupado demais para ficar parado aqui.

Mudo de roupa, coloco um moletom de mangas longas e uma calça moletom, e saio.

Os corredores escuros e frios da universidade dão certo medo. Ouço passos ao longe, sinto meu coração palpitar em meu peito. Quero gritar: Por favor, alguém liga a luz!?, mas ouço uma voz próxima a mim.

– Andando sozinho, Jiminie? – Alguém diz.

– Jungkook? – Sussurro e viro-me para a pessoa escondida no escuro.

– O Jungkook, bom... está com quem ele ama. – O mesmo articulou as palavras de forma simples e num tom provocante, parecia afirmar que este alguém não era eu.

– O que quer dizer com isso?

– Ah, Jimin. Pobre, Jimin. – Ele começa a vir em minha direção, mas logo para, estava prestes a aparecer na luz da lua e vi seu sorriso cintilante e psicótico aparecer. – Oh... Ele está com Lalisa, ele sempre a amou, você não pode fazer nada.

Lágrimas ameaçavam descer, ele não pode ter me iludido desta forma, não deste jeito. Cai de joelhos naquele chão escuro e frio, pus as mãos nos olhos, mas as lagrimas não caiam.

– Jimin, pode chorar. Você já sofreu demais por ele. Eu sei, tenho como provar a verdade. – Respirou fundo, estendeu a mão para mim e disse – Vem, deixa eu te mostrar.

Não quis pegar na mão dele, então fiquei de pé e o segui. Prefiro ver para crer. Passamos por um corredor escuro, até mais que o anterior, e sou prensado na parede.

– Que? Quem é você? – Pergunto com respiração fraca.

– Alguém que te conhece muito bem.

Meu coração parou, não pode ser quem estou pensando. Já me feri demais com ele, tanto fisicamente como mentalmente.

– Estou surpreso de não ter me reconhecido... Jiminie. – Ele continuou. – Estou magoado com você, está merecendo uma punição a altura de suas malcriações.

– Yoongi, me larga. – Lágrimas quentes desciam rapidamente sobre minhas bochechas vermelhas. – Por favor.

– Me chame de Daddy, baby. Só então eu solto você e mostro o seu namoradinho e aquela puta que tanto odiamos.

– Daddy, por.... favor. – Soou um gemido doloroso, e mais lágrimas ameaçaram descer. Eu sabia o que me aconteceria se gemesse.

– Oh, baby. Seu gemido é excitante, ainda mais quando é doloroso. – Ele me apertou contra seu corpo, e eu senti sua ereção se colidir com a minha. Gemi outra vez, só que, dessa vez, prazer. – Baby, nossa. Acho que o seu namoradinho pode espera.

 

Depois de tudo, ele ousa aparecer outra vez e fazer isto. Dentro, Dentro, Dentro. Meus gemidos altos e dolorosos soavam às escuras naquele corredor escuro e frio da universidade, eu estava sendo machucado outra vez. Você é um psicopata, Min Yoongi. Eu não sabia se chorava ou sentia prazer. Sangue, Sangue, Sangue. Um calor imensurável de nossos corpos se debatendo um no outro, a dor das feridas daquela primeira vez. Ninguém pode saber, Jimin! Sua voz, soava em meus ouvidos. Aquele aviso, aquele aviso.

Calor, Prazer, Dor. Dor....

“ – Jiminie, eu poderia amar você todo o dia. ,,

Ao menos, eu acho que ele disse ‘amar’. Eu não queria saber se ele iria me fuder ou me amar, poupe-me. Só queria que ele ferrasse comigo.

 

Prosseguimos calados, e eu mancando, até o quarto. Chegando ao nosso destino, a porta está entreaberta, a luz ofusca a nossa vista. E está comprovado que Jeon Jungkook não me ama realmente.

Ele estava abaixo de Lalisa que repousava sobre seu peito nu, os corpos seminus cobertos um tipo de edredom fino e escuro o suficiente para não mostrar nada além de o peito nu de Jungkook e dos ombros finos e largos de Lalisa. Ambos sorriam, como se tivesse ocorrido a melhor transa de suas vidas.

Apertei os olhos, desacreditado, e os abro vendo a face assustada de Jungkook diante a garota a sua frente, quando seus olhos se pregam, de forma como se dissesse “o que estou fazendo aqui?” “Não aconteceu nada”. Ele tenta dizer algo quando ponho minha mão na maçaneta, mas eu fecho a porta e, antes de qualquer coisa, começo a correr.

Yoongi corria atrás de mim, gritando para eu ter calma. Ah, se que soubesse que aquele garoto que a meses atrás disse que era “apaixonado” por mim, mesmo sendo fofo, carinho e tudo que seja ‘romantico’, era na verdade um psicopata viciado em meu corpo.

Como eu não consegui ver nada a minha frente, devida a minha visão está totalmente embargada, estava desorientado, iludido, chorando desacreditado no que acabou de ocorrer.

A faculdade fica aberta, pelo acaso de algum aluno tiver viajado no fim de semana para ver os pais, vou até a porta principal e saio dali o mais rápido que minhas pernas conseguem. Atravesso aquele campo, onde na maior parte do tempo em que eu e Jungkook ficamos juntos, nos ficávamos ali, achando que o despistei.

– Por que faz isto com si mesmo, Jiminie? Você é só mais um na lista de Jeon Jungkook. Acha que ele amaria você, um gayzinho que ele tanto despreza?

– Cala a boca! – Grito. Já não estava mais aguentando aquela situação.

– Ah, Jimin, ele não ama você, não ama você como eu amo... Porque se amasse você, teria dito antes: Perdão. – Viro-me para ele, sua cara sínica e medonha me dava nojo.

– Para.

– Por que? – Ele começa – Por que estou dizendo a verdade ou por que você não aquenta a verdade?

– Você não me ama! – Digo, olhando em seus olhos.

– Desse jeito você magoa o Yoonie... – Pôs a mão no peito com carinha triste, ele sabe que eu não resisto a isso. Desta vez não.

 – Magou? Quer que eu faça a lista de quantas vezes você me magoou? – Comecei – Você me estrupou, me abusou como se eu fosse um brinquedinho seu! Acha que eu magoei? Acha? Vá se fuder, seu psicopata! – E concluo – Isto que você tanto diz ser “amor”, na verdade é uma puta obsseção!

– Tudo o que eu fiz foi por você, Jimin. – Uma lagrima caiu de seus olhos. – Eu amo você!

Ele tentou se aproximar de mim, mas me afastei e voltei a correr no mesmo momento. Queria chorar, sumir, morrer, sei lá, desaparecer até esquecer que um dia conheci Min Yoongi e Jeon Jungkook.

Sem perceber, caminhando sem direção, com a visão embaçada, estava sozinho no que parecia ser uma avenida. Olho para os lados  em busca de forma de identificar onde estou, mas  não consegui nada. Eu estava perdido, estava escuro ali.

Uma luz, do que parecia ser um carro, aparece bem ao meu lado, então fecho os olhos e uma forte dor corre por toda a extensão do meu corpo.

“Jimin, por favor, acorde!” – Uma voz chorosa dizia varias vezes, parecia a voz do Jin. Só consegui identificar porque Namjoon disse para eles irem para a sala de espera.

“Jimin, acorda. Eu te amo, me perdoa por tudo o que eu fiz!” – Esta voz, eu consegui identificar. Uma mistura de ódio e ressentimento passa pelo meu corpo. Yoongi.

“Jiminie, meu amor. Por favor, abra os olhos. Sou eu, Jungkook, por favor. O que você viu nunca aconteceu, foi um plano da bosta do Yoongi e da puta da Lalisa. Por favor... acorda, amor... Eu amo voc...” – Jungkook disse mais uma coisa, mas eu não consegui ouvir mais nada. Apaguei completamente.

Eu não conseguia abrir os olhos, alguém chorava ao meu lado. Outra resmungava “Desculpas” e eu soube, naquele momento, que era Yoongi. Eu só sentia os lábios de Jungkook em minha testa e suas simples palavra “eu te amo”. Não aguentava mais isso, eu estaria sonhando?

Jungkook, Yoongi, Jin, Hobi, Tae, Namjoon, até a put*#$% da Lalisa, etc. Imagens, momentos, tudo passou como um fio diante meus olhos, e depois, tudo ficou branco do nada.

 

Com dificuldade para acorda, devido a claridade. Fixo meus olhos nas pessoas ali, até ele vir em minha direção.

– Jimin? – Um garoto, muito bonito por sinal, vem me abraçar como se eu fosse a pessoa mais importante do mundo.

– Quem é você? Cadê minha família? E por que cargas d’água eu estou no hospital? – Pergunto sem saber o que havia acontecido para eu está ali. Eu deveria está em casa, com os meus pais, meu irmãozinho.

 – Jimin, sou eu, Jungkook!

– Ah, prazer. – Sorri para ele. – Onde estou? Onde estão os meus pais?

– Eh... – Começou a falar mas foi interrompido.

– Jungkook, deixa de iludir o Jim... – Ele olhou para mim, desacreditado. Então eu sorri. – Jimin, você... Ahh. Eu amo você, perdoe-me por tudo.

– Também te amo Yoonxi! – Comecei a ri , quando ele pulou em cima de mim, me abraçando.

Do nada, os dois se entreolharam, e Yoongi colocou suas mãos em minha testa e fez a seguinte pergunta:

– Você está bem, Jimin?? – Assenti, sorrindo timidamente. – Jungkook, o que houve?

– Ele não lembrou de mim, mas lembrou de você. Imbecil! – Jungkook disse empurrando Yoongi. Eles começaram a brigar ali, na minha frente, como se eu não existisse. – Seu psicopata. Isso é tudo culpa sua!

– Minha? Foi bem eu que não admiti antes que amava Jimin!

– Mas foi você que o abusou e fez aquilo na faculdade só para nós afastar! Você e a puta da Lalisa!

– Hey, ei. Quem é Lalisa?

 – Bom, isso é outra história. Você sofreu um acidente Jimin, causado por mim e por Yoongi...

 – E a tal puta. – Yoongi concluiu.

– Vocês e a tal puta da Lalisa? – Perguntei e eles confirmaram com um simples gesto com a cabeça, cabisbaixos. – E, onde estão meus pais, meu irmão?

– Jimin, eles... – Yoongi indagou e parou, olhando para Jungkook.

– O que? – Perguntei. Os dois vieram em minha direção, pegando em minhas mãos, um de cada lado. Olhando em meus olhos com tristeza nós seus, eu já sabia o que havia acontecido só de olhar nos olhos de ambos. – Não. Não pode ser, não!

Eu me pus a chorar desesperadamente. Aquilo não podia está acontecendo, meus pais, meu irmão, minha única família!

– Eu sinto muito – os dois disseram, juntos. – Muito mesmo, Jiminie.

– O-o q-que aconteceu?

– Acidente de avião. – Yoongi disse.

Uma enfermeira entra dizendo que eu tenho que tomar medicações e dormi, então os meninos somem de minha vista.

 


Notas Finais


Olá, tudo bom?
Ainda está vivo?
Como foi descobrir que Yoongi era um tarado psicopata?
Ruim, né?
Eu sei!
Mas, bem. Vai ter mais!


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