História The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Last of Us
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, The Last Of Us
Exibições 42
Palavras 1.171
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi galera, hoje estou trazendo o primeiro capítulo da fanfic, mas vocês AINDA PODEM MANDAR SUAS FICHAS NOS COMENTÁRIOS, estamos quase completando 12 personagens, faltam 6 ainda. Cada capítulo contará a história de um personagem até que um deles encontre um ao outro. Espero que gostem e Boa Leitura.

Capítulo 2 - Alisson Kumerk


Fanfic / Fanfiction The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 2 - Alisson Kumerk

Alisson Kumerk...
Pov Alisson
Olá, meu nome é Alisson Kumerk, tenho 17 anos, estou presa dentro dessa cidade infernal chamada Nova York, aqui aprendi que não se pode confiar em ninguém, que se deve desconfiar de todos que você ver, que deve ter coragem, força e não ter piedade de ninguém. Fui criada assim, nesse mundo cheio de morte e sofrimento, com essas aberrações espalhadas pelas ruas da cidade, aqui a sua sanidade é testada, assim como sua humanidade que parece se distanciar de você à cada minuto que passa aqui dentro. Quem me ensinou isso foi meu pai, ele era policial, um homem corajoso e protetor, minha mãe não concordava muito com o que ele dizia para mim. Ela dizia que ainda haviam pessoas boas no mundo, mas nunca acreditei nisso, em um apocalipse, você não tem que ser bom com ninguém, a única coisa que você deve ser é um assassino(a) de infectados. Meu pai foi muito importante para mim, nos entendiamos muito bem, ele me fazia sorrir quando eu chorava, me aconselhava em tudo e sempre dizia que eu jamais deveria me dar por vencida, que deveria me levantar e continuar lutando, sempre. Ele morreu quando eu tinha 13 anos, foi infectado enquanto saia para caçar, enquanto eu e minha mãe ficamos em casa o esperando, depois de um tempo, saí de casa com minha mãe para procura-lo, mas quando o achamos, era tarde demais, já havia se infectado, estava deitado no chão sem suas pernas e braços, sua arma estava jogada perto de um arbusto, eu a peguei, recarreguei e apontei para ele. Jamais esquecerei o olhar dele, seus olhos vazios, sem sua alma e espirito, somente um ser morto e cheio de sofrimento, dor e desgraça. Minha mãe colocou a mão no meu ombro, em sinal de que eu deveria ser forte, eu desviei o olhar do meu pai agora infectado e atirei, após isso, um silêncio infernal tomou conta de tudo, abracei minha mãe e chorei, chorei muito! a pessoa que eu mais adorava e mais me importava havia morrido, eu o matei! jamais me perdoarei por isso.
Anos após esse terrível acontecimento que marcou a minha vida acontecer. Minha mãe e eu vivíamos caçando, pescando, matando infectados e lutando para sobreviver. Minha personalidade feliz e alegre mudou para infeliz e cruel. As vezes me pergunto se já sou um infectado e não me toquei ainda. Mas quando pensei que a situação iria melhorar, só piorou.
Um dia, quando eu e minha mãe estávamos em busca de recursos, fomos atacadas por um grupo de infectados, minha mãe e eu quase fomos mordidas por eles, mas por sorte, ou melhor dizendo azar, um cara apareceu com um rifle de assalto nas mãos e atirou nos infectados, matando todos eles e vindo em nossa direção. Estava pronta para pegar minha faca que tinha ganhado do meu pai, mas então, o tal cara disse.
-Vocês estão bem?- perguntou ele, por algum motivo eu não fui com a cara dele.
-Quem é você e o que quer?- perguntei não querendo ficar de papinho furado com um estranho.
-Alisson! desculpe pela minha filha- disse minha mãe me repreendendo, me surpreendi com a atitude dela, nem sabíamos quem era aquele cara.
-Tudo bem, jovens são assim mesmo- disse ele olhando para mim com um sorriso, olhei para ele séria, aquele cara era muito estranho- Gostariam de ir para a minha casa?- perguntou ele simplesmente.
-Você ficou louco?! nem te conhecemos!- eu disse completamente alterada.
-Alisson!- gritou minha mãe.
-Mãe!- disse eu, indignada com o que estava acontecendo.
-Nós aceitamos- disse minha mãe ao homem que sorriu para mim.
-Vamos, então- disse ele guiando o caminho para a casa dele. Ao chegarmos no local, vi que era uma cabana de madeira com dois andares, no meio da floresta, sinceramente, aquilo me assustava, aquele lugar cheirava à morte. Depois de uns meses vivendo junto daquele cara, minha mãe e ele começaram um relacionamento, eu sentia nojo dos dois! por mais que fosse minha mãe, aquilo era uma traição com o meu pai, eu sei que ele morreu, mas aquilo era completamente errado! e você acha que eles estavam juntos por amor? claro que não! minha mãe só ficou com ele porque ele tinha comida, armas, recursos e uma casa! enquanto ele ficava com ela somente no objetivo de satisfazer suas necessidades sexuais. Dias depois, ele começou à ficar agressivo, bateu na minha mãe na minha frente! a partir daí, minha vida virou um inferno, aquele cara batia na minha mãe e em mim todos os dias, sem nenhum motivo, razão ou circunstância! Mas então, um dia ele passou de todos os limites! durante a noite, aproximadamente 23:56 pelo que lembro, ele invadiu o quarto onde eu e minha mãe dormimos, ele a puxou de cima da cama, acordando a mesma que estava apavorada e não entendendo o que estava acontecendo. Levantei-me de minha cama e corri para impedir que ele fizesse algo contra ela, porém, foi em vão, quando cheguei à sala de estar, ele estava a esfaqueando com uma faca de cozinha, eu peguei minha faca e enfinquei em suas costas, o mesmo caiu no chão sangrando e agonizando. Fui até minha mãe, ela ainda estava viva, porém muito fraca pela perda de sangue, a mesma colocou a mão ensanguentada em meu rosto e disse ''Me perdoe'', ao dizer isso, ela fechou os olhos lentamente e seu coração parou de bater, eu segurei sua mão e chorei muito, estava sozinha agora, todos que eu amava morreram...
Eu me levantei e olhei para aquele maldito desgraçado, caído no chão, com todo o ódio que sentia naquele momento! peguei minha faca e a levantei, no objetivo de enfinca-la na cabeça daquele desgraçado que me olhava sorrindo. Ele disse ''Você não tem coragem, você é fraca, uma garotinha idiota!'' disse ele rindo. Eu, em um momento de raiva, guardei a faca e pisei no crânio dele, deixando-o inconsciente. Eu peguei as chaves da cabana, abri a porta e saí correndo pela floresta, desesperada e sem saber aonde ir, acabei chegando à cidade de Nova York, entrei na cidade sem pensar e continuei correndo, até que vi um carro parado no meio da rua, com a chave do lado de fora, abri o carro, entrei e tranquei as portas. Deitei-me no banco de traz do veículo e me cobri com uma pequena coberta que havia ali. Já estava anoitecendo, sorte que achei aquele carro. Por incrível que pareça, não consigo parar de chorar! perdi tudo que tinha! meus pais, minha família e minha casa. A única coisa que eu tinha agora era a minha faca que ganhei de meu pai, aquele era o meu tesouro agora, era algo que jamais perderia. Passei a noite acordada, ouvindo Estaladores perto do carro.
Agora eu estava sozinha, depois do que aconteceu comigo e minha mãe na minha antiga cidade, agora sei que ninguém é confiável, e que não há pessoas boas neste mundo... somente pessoas que matam para sobreviver...


Notas Finais


Espero que tenham gostado, esse capítulo foi para vocês conhecerem a história da Alisson, muito obrigada pela maravilhosa personagem, ~touka-juilie. O próximo será o Kyle, Tchau.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...