História The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 3


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Categorias The Last of Us
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, The Last Of Us
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Palavras 1.784
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente, hoje estou trazendo mais um capítulo para vocês, como havia dito no capítulo anterior, hoje estaremos acompanhando a jornada de Kyle, espero que gostem e Boa Leitura.

Obrigado pelo ótimo personagem, KyleXY.

Capítulo 3 - Kyle Denvers


Fanfic / Fanfiction The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 3 - Kyle Denvers

Kyle Denvers
Pov Kyle

Eae, meu nome é Kyle Denvers, tenho 19 anos, moro em uma Zona de Quarentena na cidade de Nova York, fui separado de meus pais e trazido para cá à força, fiquei aqui desde meus 13 anos de idade, em uma escola militar, aquele lugar era horrível, os banheiros eram imundos, haviam ratos, baratas e vários outros tipos de insetos lá. Aquele lugar estava praticamente se despedaçando, as paredes cheias de sangue, por conta de infectados que um dia invadiram a escola militar, despedaçadas e sem nenhum tipo de reforma. Sério, quem construiu aquilo só podia ser um assassino psicopata. Entediado com aquela escola idiota para militares, comecei à praticar algum esporte que me chamasse a atenção para eu me distrair um pouco, foi ai que eu pensei ''Parkour'', gostava muito daquele esporte, era divertido, então comecei à treinar. Com o passar dos anos, acabei ficando mais rápido e ágil, por conta de meus treinamentos de Parkour e os treinamentos militares, acabei tendo uma ideia, escalar os muros da escola durante a noite! eu sei que parece loucura, mas eu gosto de um bom desafio e foi isso que eu fiz, durante a noite, às 00:00, levantei-me de minha cama, caminhei silenciosamente para não acordar meus colegas de escola, do lado de fora, eu comecei à escalar os muros, ao chegar no topo, vi milhares de guardas patrulhando pela cidade, pulei do muro em que estava e vi o da cidade. Eu só podia estar ficando louco! escalar aqueles muros gigantes era praticamente suicídio, mas resolvi arriscar, comecei à escalar os muros da cidade, chegou um momento em que quase caí lá de cima, mas consegui me segurar e continuei o meu caminho, chegando no topo do enorme muro, vi a cidade de Nova York do lado de fora, tudo destruído, tomado pela vegetação. Ouvi sons estranhos vindo lá debaixo, olhei atentamente para aquilo, tentando identificar o que era, só então me toquei que era um Estalador, fazendo aqueles sons amedrontadores. Tenho trauma desse infectado, quando eu tinha 6 anos, ouvi um barulho parecido com esse, perto da janela de meu quarto, um vulto mexendo a cabeça freneticamente, aquilo se tornou o meu maior medo. Jamais havia visto um infectado, somente agora. Eu estava tão distraído com meus pensamentos, que nem notei que já estava amanhecendo (sim, eu sei, o tempo passa rápido), rapidamente eu desci escorregando pelos muros da cidade, eles não eram retos, até chegar no chão, pulei o muro da escola e fui para meu dormitório.
Quando completei 19 anos, já sabia escalar os muros da cidade facilmente, os treinamentos continuavam chatos, eu então tomei uma decisão, iria sair dali de uma vez por todas! eu escalei os muros da cidade novamente, só que dessa vez de dia, escorreguei pelos muros até chegar ao lado de fora da cidade, ao chegar ao chão, olhei em volta, a natureza predominava ali, muitas árvores e plantas, olhei para o céu, azul e muito bonito. Corri para longe dali, até chegar em uma cidade grande e somente de vista eu reconheci a cidade, era Nova York. Caminhei um pouco pelas ruas desertas, via carros parados no meio das ruas, ônibus, lojas com vidros quebrados e várias outras coisas, mas havia algo de me deixou mais impressionado, eram 07:00, o sol já havia nascido, era uma visão maravilhosa, jamais havia tido esta visão do sol, era incrível! enquanto olhava a paisagem, ouço um barulho vindo de dentro de um carro, eu me assusto e pego meu canivete que guardava em meu bolso, foi em direção ao veículo, me aproximei e olhei pela janela para ver o que tinha dentro, mas... nada, não havia absolutamente nada ali... devo estar ficando paranoico. Nesse momento, ouço passos atrás de mim, me viro e vejo uma garota de cabelos azuis com uma faca na mão, ela tentou me acertar com o objeto, eu desviei, mas a parte de minha camisa que cobria meu abdômen ficou rasgada por conta do ataque,  ela tentou me atacar de novo, mas eu dei uma rasteira nela, fazendo-a cair, fiquei por cima dela e tentei enfincar o canivete em seu rosto, mas a mesma bloqueou o ataque com sua faca, a ponta de meu canivete estava à dois centímetros de seu rosto que continha uma expressão assustada, eu olhava nos olhos azuis dela, focados no canivete que eu segurava, ela devia estar com muito medo. Eu então me levantei, guardei meu canivete e estendi a mão para ela, a mesma me olhou desconfiada, com a faca na mão, mas mesmo assim, ela segurou minha mão e eu a ajudei à levantar. Quando ela já estava de pé, ficamos olhando um para o outro durante 10 segundos, depois disso ela me empurrou contra o carro, encostou a faca em meu pescoço e disse.
-Quem é você?!- perguntou ela.
-M-Meu nome é Kyle, Kyle Denvers, eu sou da Zona de Quarentena de Nova York!- eu disse olhando em seus olhos, a garota mudou sua expressão séria para surpresa.
-Você disse ''Zona de Quarentena''?- perguntou ela.
-S-Sim- eu disse nervoso, aquela garota certamente iria me matar.
-Como você conseguiu escapar?- perguntou curiosa.
-Escalando os muros- eu disse rapidamente.
-Está infectado?- perguntou ela séria.
-Não! eu juro!- eu disse.
-Que bom, os outros sobreviventes que achei estavam infectados- disse ela tirando sua faca de meu pescoço e guardando-a. Eu tinha certeza que ela iria me matar, agora ela conversa comigo normalmente?!- A propósito, meu nome é Alisson Kumerk- disse ela estendendo a mão para mim.
-Pera ai, você tenta me matar, me interroga com uma faca no meu pescoço, depois fala comigo normalmente?!- eu disse indignado.
-Eu sou assim mesmo- disse ela séria, eu demorei um pouco, mas apertei a mão dela e a mesma disse- Eu estava indo atrás de suprimentos, mas já que você está aqui, podemos ir juntos- disse ela olhando para mim.
-Como assim nós? quem disse que eu vou com você?- eu disse em protesto.
-A menos que não queira ficar aqui e morrer de fome, sede ou ser infectado, é melhor vir comigo- disse séria.
-Mas... é que...- eu não tinha mais nenhuma resposta para aquilo.
-Que bom que aceitou, agora que somos uma equipe, você precisa saber de algumas coisas- disse ela.
-Mas...
-Primeiro: Para nos darmos bem, você deve saber que eu não gosto de apelidos! tipo ''Ali''- disse contando nos dedos- Segundo: Sempre que precisarmos de recursos ou comida, nós dois deveremos sair e procurar, nem pense que vou fazer tudo sozinha! Terceiro: Para sobreviver aqui, você precisa matar infectados, sem piedade! entendeu?!- eu concordei com a cabeça- Quarto: Jamais me de ordens! não suporto isso! Quinto: Não tente dar uma de galanteador comigo, porque se não, eu corto a sua cabeça e jogo para os infectados!- eu engoli em seco ao ouvir isso- Sexto e mais importante: JAMAIS tente me enganar e fugir, ok? porque eu vou achar você e te matar! entendeu?!- disse séria e olhando nos meus olhos. Vai ser difícil ser amigo dessa garota.
-Ok, entendi- eu disse, jamais me esqueceria das regras, não podia esquecer. Eu não gosto de receber ordens, assim como ela, mas por algum motivo eu a obedeço, maldita hora que fui sair da Zona de Quarentena!
-Bom, agora podemos ir- disse Alisson- Vamos- eu então fui atrás dela, ficamos caminhando pelas ruas sem trocar uma palavra um com o outro. Até que ela disse- Não precisa ter medo de mim, deveria estar preocupado com os infectados- disse ela sorrindo, com certeza ela se divertia com aquela situação.
-Ok- eu disse dando um pequeno sorriso, é a primeira vez que converso com uma garota, na Zona de Quarentena, enquanto estava no recreio do colégio militar, via várias meninas conversando com outros rapazes, nunca tive coragem de falar com uma e nem mesmo oportunidade, mas assim do nada eu consigo? sério, as vezes me surpreendo com esse mundo.
Depois de algumas horas andando, ouvimos um barulho estranho.
-Abaixe-se- disse Alisson se escondendo atrás de um ônibus, assim como eu.
-O que houve?- perguntei sem entender.
-Um cervo- disse ela avistando o animal em cima de um carro-Fique ai, quando ele passar por aqui, você o pega, ok?- disse à mim.
-Ok, vai- eu disse, a mesma saiu dali e foi em direção do animal, ao chegar perto o bastante, pulou nas costas dele e enfincou sua faca no animal, Alisson então desceu das costas do cervo e ele correu em minha direção, eu então pulei no pescoço dele e rasguei sua garganta com meu canivete, matando o cervo que caiu no chão, assim como eu. Me levantei e fui até ele, Alisson veio até mim e disse.
-Mandou bem- disse ela dando um tapinha em meu ombro.
-Eu sei- disse sorrindo, ela deu outro tapinha, dessa vez em minha cabeça e disse.
-Palhaço- ela disse sorrindo também, sinto que estamos começando à nos entender. Pegamos o cervo e o carregamos até um prédio velho de 8 andares, com janelas de vidro, totalmente tomado pela vegetação. Subimos até o quarto andar enquanto carregávamos o cervo, Alisson abriu a porta, coloquei o cervo no chão e ela disse.
-Bom, acho que aqui é um ótimo lugar para ficarmos hoje- disse ela olhando em volta. Os móveis estavam intactos, mas haviam alguns copos de vidro quebrados no chão, eu recolhi os cacos de vidro e coloquei em uma lixeira que havia ali. Alisson então foi até a varanda e disse- Olha só isso- disse para que eu fosse até ela, a mesma então apontou para o céu e eu vi o pôr-do-sol, era fantástico, muito bonito, jamais havia visto aquilo antes, Alisson percebeu isso e disse- É bonito, não?-perguntou ela à mim.
-Muito- eu disse olhando para o horizonte.
-Não tinha visto isso antes?- perguntou Alisson.
-Não, nunca tinha visto- eu disse.
-Nossa, sua vida é bem chatinha- disse ela séria.
-Pois é, mas eu tento não me lembrar disso- eu disse lembrando de todos os acontecimentos trágicos de meu passado.
-Foi mal- ela disse, tentando se desculpar.
-Tudo bem- eu disse.
-Olha, eu sei que tentei te matar e etc, mas... se quiser... podemos ser amigos, o que acha?- disse Alisson.
-Hum... deixa eu pensar... claro que sim- eu disse e depois nós dois rimos.
-Ok, eu vou ir cortar e assar o cervo naquela churrasqueira que eu achei- ela disse, mas antes de sair dali eu fui até ela e disse.
-Eu te ajudo- ela olhou para mim, sorriu e disse.
-Certo, vamos- disse Alisson, entrando novamente no apartamento, eu então dei uma última olhada para o horizonte e pensei ''Dias difíceis estão por vir'' e entrei no apartamento.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, o próximo capítulo será com Alana Adams, até o próximo capítulo e Tchau.


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