História The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 4


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Categorias The Last of Us
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, The Last Of Us
Exibições 37
Palavras 1.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente, hoje estou trazendo para vocês mais um capítulo, hoje acompanharemos a jornada de Alana Adams, espero que gostem e Boa Leitura.
Obrigado pela personagem, Micchla.

Capítulo 4 - Alana Adams


Fanfic / Fanfiction The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 4 - Alana Adams

Alana Adams...
Pov Alana
Olá, meu nome é Alana Adams, tenho 17 anos, eu vivo na cidade de Nova York, sozinha. Mas antes não era assim, antigamente, eu, meus pais e meu tio sempre estávamos indo e voltando de cidade em cidade, procurando recursos, alimento, suprimentos e remédios. Mas um dia, isso tudo mudou. Eu era recém-nascida na época, mas meu tio me contou tudo. Enquanto passávamos por uma cidade, fomos abordados na entrada por militares do governo, estávamos sendo seguidos por Estaladores, meu pai e minha mãe correram mais do que meu tio que me carregava nos braços. Os militares, ao ver meus pais correndo, com as roupas cheias de sangue de infectados, atiraram, pensando que eles dois estivessem infectados. Meu tio atirou nos militares e nós dois corremos para longe dali, a partir dai, eramos somente eu e ele.
Eu preferia não saber como eles morreram, pois me deixa muito triste.
Quando completei 12 anos, fiquei refugiada com meu tio, sempre indo por fazendas, cidades e florestas. Aos meus 15 anos, enquanto vaga-vamos por uma cidade ao ar livre, procurando suprimentos, um infectado nos atacou e mordeu meu tio, eu matei o infectado, mas era tarde demais. Me aproximei dele e ele começou à se lamentar por ter falhado em me proteger, como meu pai queria. No fim, ele me entregou suas armas e disse ''Você deve ser forte, deve seguir em frente... me perdoe por ter falhado... boa sorte...'', ele então pegou seu rifle e atirou em si mesmo, lágrimas escorriam pelo meu rosto sem controle, tinha perdido todos que eu mais amava nesse mundo...
Mesmo sendo difícil para mim, fiz o que meu tio disse... segui em frente. Durante dois anos, caminhando de um local para o outro sem ter onde me estabelecer, cheguei à cidade de Nova York, destruída e tomada pela vegetação. Meu tio havia me falado dela uma vez, disse que era muito bonita antes de tudo acontecer, agora está um desastre. Entrei na cidade, caminhei por algumas ruas, até que avistei um cervo pulando pelos carros parados no meio da rua, peguei meu rifle e o apontei para ele, mas quando ia atirar, alguém segurou por trás e colocou algo na minha boca, um pano, só então vi que se tratava de um ''Boa noite, Cinderela'', mas quando me toquei já era tarde demais, já havia desmaiado. Quando acordei, vi que estava em uma cela, me levantei do chão e chutei as grades, depois chequei a fechadura, estava trancada. Quando olhei para o lado, vi que nas outras celas haviam pessoas mutiladas e decapitadas. somente havia eu e uma mulher de cabelos pretos que estava na cela que ficava de frente para a minha.
-Você acordou- disse ela olhando para mim.
-Onde estou? o que aconteceu? quem é você?- perguntei rapidamente.
-Bem-vinda à delegacia da cidade, você foi sequestrada pelos caçadores e trazida para cá, nem eu sei meu nome mais...- disse ela de cabeça baixa.
-Por que me trouxeram para cá?- perguntei novamente.
-Não é obvio? você é a comida deles agora- disse ela simplesmente, eu então me desesperei.
-Como assim comida?! eu tenho que sair daqui!- eu disse chutando ainda mais as grades.
-Ei, garota, pare! eles estão vindo!- disse ela me alertando.
-Que se dane! eu não vou morrer!- eu disse sem dar a miníma para o que ela disse. De repente, um homem de capuz apareceu na frente da cela e disse.
-Pare já com isso, garota!- disse ele, eu então mostrei o dedo do meio para ele que disse- Sua vadia!- disse abrindo a cela, ele então entrou, me jogou contra a parede e colocou seu braço em meu pescoço, tentando me sufocar, eu então dei um chute no meio das pernas dele, fazendo-o me soltar, eu então dei uma joelhada no rosto dele, fazendo com que o mesmo caísse no chão com as mãos no rosto. Eu então pulei o mais alto que podia e pisei na cabeça do caçador, deixando-a em pedaços e deixando meus sapatos All Star cobertos de sangue.
-Filho da puta!- eu disse esmagando os restos da cabeça dele. Depois, eu peguei as chaves que ele tinha no bolso, fui até a cela da outra mulher, a abri e ela saiu dizendo.
-Muito obrigada!- disse ela sorrindo.
-Não fique feliz ainda, temos que sair daqui, vamos- eu disse séria, nós duas então corremos até uma sala onde estavam nossas chaves, abri a porta, entramos, peguei minhas armas e ela pegou as dela. Depois, saímos dali e fomos procurar a saída, mas então, demos de cara com vários caçadores.
-Ali estão elas!- gritou um deles para os outros apontando para nós que nos escondemos, eu atrás de um balcão e a mulher atrás de uma parede. Os caçadores começaram à atirar, assim como nós. Eu recarreguei meu rifle, mirei em um deles e atirei em sua cabeça, matando-o. Os outros ficavam dizendo ''Você vai pagar por isso!'' ou ''Eu vou te matar!'', mas só falavam mesmo. Um a um, os caçadores iam caindo mortos no chão, até que um acertou o braço esquerdo daquela outra mulher que caiu no chão sangrando, eu atirei no caçador que era o último de todos e o matei. Eu fui até ela e a ajudei à levantar.
-Vamos, temos que sair daqui- eu disse a levando abraçada à mim, até a saída.
-Não vou conseguir- ela disse fracamente, havia perdido muito sangue.
-Você vai sim!- eu disse séria, nós duas então passamos pela porta e saímos do prédio, mas então, a mulher caiu no chão tossindo sangue- Meu Deus! o que houve?!- perguntei assustada e me aproximando dela, mas a mesma me empurrou para longe dela e disse.
-Não se aproxime de mim! eu... estou infectada- ela disse séria, a mesma então olhou para o rifle que eu segurava e disse- Acabe logo com isso, atira...- ela disse olhando para mim.
-Mas...- eu disse, não queria matar alguém inocente.
-Atira!- ela disse novamente, dessa vez mais alterada. Eu então peguei meu rifle, apontei para ela e o recarreguei-ATIRA!!!- ela gritou, vindo na minha direção, já transformada. Eu então atirei em sua cabeça, matando-a. Fico sempre pensando o por que de todos que eu conheço morrerem, eu devo ser um imã de desgraça. Depois de alguns minutos, sai dali caminhando pelas ruas da cidade, pensando nas coisas horríveis que aconteceram comigo, meus familiares e meus amigos e amigas. Eu agora sabia que não devia confiar em ninguém, jamais! Eu então cheguei à um pequeno bairro onde haviam várias casas, fui até uma delas, abri a fechadura com minha faca e entrei. Olhei os dois andares e não achei nenhum infectado, eu então entrei em um dos quartos que ficava no andar de cima, deitei em uma cama que tinha ali, olhei para o teto e fiquei pensando em tudo que havia acontecido comigo, meus familiares e meus amigos. Virei-me na cama e dormi, sonhando com um mundo totalmente diferente deste, um mundo sem morte e sofrimento.
 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, esse capítulo ficou um pouquinho pesado né? o próximo será com a Emma, até o próximo capítulo e Tchau.


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