História The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 5


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Categorias The Last of Us
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, The Last Of Us
Exibições 17
Palavras 898
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Survival, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente, hoje esto trazendo mais um capítulo para vocês, hoje acompanharemos a história de Emma Johnson, espero que gostem e Boa Leitura.

Obrigada pela linda personagem, PotterStudios.

Capítulo 5 - Emma Johnson


Fanfic / Fanfiction The Last Of Us 2 (Interativa) - Capítulo 5 - Emma Johnson

Emma Johnson...
Pov Emma

Olá, meu nome é Emma Johnson, tenho 16 anos e moro em uma fazenda perto da cidade de Nova York. Vim para cá depois que eu fugi da escola militar. Aquele lugar era horrível, cheirava à morte. Os treinamentos eram muito chatos e repetitivos! eu tinha 12 anos na época. Querem saber como fui levada para lá? então contarei. Minha mãe morreu no meu parto, dois anos após o surto, meu pai cuidou de mim até meus 9 anos, até que passamos por uma Zona de Quarentena e fui tirada à força de perto de meu pai, ele tentou impedir, mas acabou sendo baleado por um militar e depois foi deixado para morrer do lado de fora da Zona de Quarentena. Aquela imagem dele no chão, sangrando e implorando que me soltassem, jamais saiu da minha mente, desde então, eu tive ódio dos militares. O resto provavelmente vocês já sabem: Vaga-Lumes, Escola Militar, tédio e etc...
Fiz meus treinamentos durante 3 anos, depois de completar meus 15 anos, durante a noite, saí de meu dormitório silenciosamente, pulei os muros da escola e depois os da cidade, o que não foi fácil, mas consegui e finalmente saí daquele inferno.
Foi nesse dia que tive meu primeiro contato com os infectados, ao sair em direção da floresta, vi vários infectados vindo em minha direção, eu corri o máximo que pude, até chegar na cidade de Nova York. Continuei correndo, sem olhar para trás, até que cheguei em uma loja de armas, entrei, só havia um arco e flecha com algumas flechas junto. O peguei, saí da loja e atirei as flechas nos infectados (sério, eram milhares!), mas parecia que quando um morria, outro aparecia de um dos quatro lados das ruas. Foi um massacre, as ruas ficaram cheias de sangue de infectados, peguei algumas flechas que não haviam quebrado e saí dali para não ter que enfrentar mais deles. Saí da cidade e encontrei uma fazenda perto dali. Havia uma casa de madeira de dois andares, uma plantação, um milharal e um celeiro. Era exatamente aquilo que eu procurava, mas antes, abri a torneira que havia do lado de fora da casa e saiu água. ''Água corrente, muito bom'' eu pensei, eu então decidi que ficaria ali, era calmo e tranquilo, perfeito para relaxar. Mas sem esquecer o objetivo de sobreviver, afinal, estava no meio de um apocalipse.
Eu entrei na casa, chequei os dois andares, não havia nada, deitei-me em um sofá que tinha no andar de baixo e aproveitei para descansar um pouco, deixando minhas coisas em cima de uma mesinha que tinha ali.
Dias depois, eu agora saía para caçar, sempre trazia uma boa quantidade de coelhos comigo, mas também um cervo as vezes. Mas um dia, enquanto fazia mais flechas, ouvi um barulho de passos pela casa, peguei meu arco e tentei ouvir o que era, mas então escutei uma voz, ''Temos que achar essa vadia e leva-la de volta para a Zona de Quarentena!'' disse um homem para outro. Eram os militares, eles com certeza iriam me matar por ter fugido. Eu então ouvi um deles se aproximando de mim, peguei uma faca de cozinha e quando ele apareceu, enfinquei a faca em sua garganta e esfaqueei sua cabeça, depois esperei o outro vir, mas quando ele chegou, não estava sozinho. Eram 10 militares atrás de mim! sério, esses caras devem ter algo contra mim. ''Merda! ela matou um dos nossos!'' disse um deles, eu então apareci e atirei em dois com meu arco. Logo depois, outro veio em minha direção com uma faca na mão e tentou me atacar, mas eu bloqueei o ataque, peguei a mão dele e a torci, quebrando-a. Os outros começaram à atirar e eu usei o militar como escudo, outro veio por trás de mim e me segurou por trás, mas eu pisei no pé dele que me soltou e dei um chute muito forte em sua costela, quebrando-a e deixando-o no chão. Atirei nele com meu arco e depois atirei em mais quatro. Só restaram dois, um deles então pegou uma arma e começou à atirar em mim, eu desviei e pulei pela janela, depois saí correndo pelo milharal sendo seguida pelos dois. Ao chegar lá, me escondi no meio do milharal e fiquei esperando eles virem. Quando eles chegaram, pulei em cima de um e rasguei seu pescoço. Depois me escondi de novo no milharal, enquanto o último dos militares dizia ''Quando eu te achar, vou cortar você em pedacinhos!'', ele então pegou um facão que tinha nas costas e começou à me procurar. Eu então atirei uma flecha em suas costas, mas ele não morreu, se virou para mim e correu atrás de mim, enquanto eu corria, parava um pouco e atirava flechas nele. Depois de alguns minutos, ele caiu morto no chão, com o rosto desfigurado e cheio de flechas, eu as peguei de volta e voltei para casa.
Tirei os corpos de dentro da minha casa e os joguei longe dali, peguei as armas que eles tinham e as guardei, assim como a munição. Depois tive que limpar a poça de sangue que se alastrou pelo chão de casa. Depois que tinha arrumado tudo, a noite chegou e fiquei acordada, olhando pela janela de meu quarto os infectados passando reto pela minha casa. Agora o governo estava atrás de mim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, esse capítulo foi meio (muito) sangrento, o próximo será com Zack, até o próximo capítulo e Tchau.


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