História The Last One || Jung Hoseok Fanfiction - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Personagens Originais
Visualizações 13
Palavras 2.186
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, xuxus. Tudo bom?

Como dito antes, eu vou postar essa fic quando rolar aquela bomba de criatividade e aqui está.

Sei que demorei, mas foi escrito com muito carinho e atenção. Espero que gostem.

Capítulo 4 - Chapter Three - Body Party


HOSEOK
A Heather estava mexendo comigo, não só com meu amiguinho, mas também com meu orgulho. Uma hora era a garotinha que precisava de ajuda, na outra a safada que me fazia ir atrás dela a cada rejeição. Eu sei, eu precisava ganhar a aposta, mas me rastejar por uma garota não estava nem perto do que eu faria pela garota mais gostosa do mundo. Ainda mais sendo a Heather.

Eu estava totalmente hipnotizado pela ideia de um threesome com Heather e Natalie. Ok, ok. Só a Natalie e aquela bunda deliciosamente grande eram o que eu queria na cama. Eu até poderia estar louco para calar a boquinha da Heather e meter nela, mas a Natalie é a Natalie, né.

Eu já havia tomado banho na escola onde dou aula de dança para crianças. Se tem um lugar que me sinto a melhor pessoa no mundo, esse lugar é nessa escola com aquelas crianças. Eu valorizo muito o sonho de cada uma delas. Estava preparado para o ritual dos calouros.

O ritual é um evento muito importante para quem está acabando de entrar na faculdade. Os faz provar que são capazes de estar em uma fraternidade ou determinado grupo. Eu particularmente, não estava interessado por esse ano em específico, já havia participado de outros cinco rituais e é sempre a mesma coisa. Preferia ficar com os caras assistindo enquanto Todd falava com todos.

Minha parte preferida era o pós ritual, onde a balada preferida dos estudantes ficava lotada e rolava muita dança.

[...]

Uma garota estava praticamente ficando pelada na minha frente, ela se esfregava em mim e gemia para eu pegar nos seios dela. Ela parecia uma gatinha miando. Fomos para o banheiro e a fiz gozar apenas com um dedo, rápido e fácil - ela já estava totalmente pronta pra mim.

Quando cheguei na roda dos caras dei de cara com minha gatinha, Heather. Eu precisava me redimir, mas ela me ignorou por um bom tempo, mesmo quando ficamos só nós dois ela nem olhou para mim.

A vejo descendo para a pista de dança e calmamente sigo seus passos. Ela começa a dançar e eu nunca havia parado para reparar em como também dança bem esse tipo de música, hip-hop e afins. Fui totalmente empurrado quando tentei puxa-la, Heather brincava comigo e eu estava começando a entrar na brincadeira.

- Tá querendo se redimir por merdas passadas, queridinho. - Heather gritou no meu ouvido tentando vencer a música alta.

- Já viu eu me redimindo com alguma garota? - usei toda minha arrogância deixando-a boquiaberta

- Quer o que, então? - ela cruza os braços.

- Você.

Então ela fez eu dispensar a garota mais gostosa da faculdade, na frente dela. A Heather realmente não sabia com quem estava brincando. Natalie se afastou de mim um pouco triste, diria. E Heather com toda sua falsidade a puxou para uma abraço.

- Calma, Natalie. - Heather falou uma última vez.

As duas começaram a se beijar, foi o momento mais estranho da minha vida. A Heather pegou quem eu queria e não consegui, fiquei puto por isso, mas negar que não gostei de ver as duas se beijando seria uma baita mentira. Eu não fazia nada além de sorrir para Heather enquanto a mesma voltava a dançar com um sorrisinho sacana no lábios. Fiz um aceno com a mão para o DJ, Swizz, ele me dava umas músicas remixadas para eu ensaiar algumas coreografias que crio no tempo livre. 

Aquele aceno disse tudo, eu ia fazer a Heather sentir o mesmo que senti vendo ela beijar a garota que queria. Entretanto, eu peguei mais sério, eu fui na ferida, usei nossa arte. A dança. E não estou dizendo que duvido de qualquer habilidade dela - eu posso ser tudo que você imaginar, mas não sou cego e tão cretino assim. Eu tinha uma coreografia, era minha música favorita e a perfeita para deixar minha gatinha sem jeito.

Swizz mandou aquela zoação básica em relação a quem eu desafiaria naquela noite. Eu estava preparado, eu sempre estou preparado. Levei o indicador até os lábios indicando o segredo na minha escolha. Privacy do Chris Brown começou a tocar alto nas caixas de som, quem estava no meio da pista de dança ia se afastando deixando um espaçoso círculo vazio. Meu olhos estavam fixos em Heather e eu via seu olhar desafiador sobre mim, eu gostava daquilo, eu amava o jeito abusado que ela tinha quando estava perto de mim. 

E eu sabia que ela não era assim, sabia que alguma coisa passava naquela cabecinha esperta. Desde o primeiro dia que começamos com essa historinha - ela de graça pro meu lado e eu tentando ganhar uma aposta - não vou negar, ela me prendeu um pouco. Eu gosto de um bom desafio, é engraçado como me empenho ainda mais para conseguir o que quero quando alguém duvida.

Olhei para Heather mais uma vez, ela me encarava confiante enquanto mantinha a postura presa nos braços cruzados. Iniciei minha coreografia, que tinha um ritmo mais sensual que o meu gosto de dança. Eu sabia que ela ficaria constrangida e talvez sem reação, era esse meu objetivo, fazer ela passar vergonha. E nem venha falar que é maldade, já que ela fez eu quebrar a cara na frente de todo mundo, eu faria o mesmo com ela.

Chamei Heather com o dedo e ela se pôs na frente daquela multidão e de mim na mesma hora. Ainda com aquele olhar confiante em mim, ela me assistiu dançar cada vez mais próximo e mais provocativo. Eu estava arrebentando, a cada grito em comemoração eu ficava mais animado. Meu nome sendo exalado através de gritos me deixava eufórico e pronto para acabar com a gatinha. O refrão havia finalmente chegado e era o meu momento. 

Quer dizer, era para ser.

Heather surpreendeu a todos dançando, e pela primeira vez eu realmente quis tirar ela da atenção de todos e leva-la para um lugar onde só nós dois poderíamos dançar. Sua dança era totalmente envolvente, assim como a minha e diferente de mim, ela ultrapassou qualquer limite e dançou em mim. Fiquei puto e tentei voltar a dançar, mas ela colou a mão em meu peito me empurrando para fora do círculo. 

Ela foi demais.

Ela me deixou totalmente hipnotizado.

Pelo fato daquela Heather não ser a que eu conhecia aquilo me prendia ainda mais, eu queria mais daquela garota. Ela não era a Senhorita Baker quando estava perto de mim, ela virava uma pessoa totalmente diferente, e eu precisava de mais. Eu me vi sorrindo verdadeiramente duas vezes naquela noite, duas vezes por ela, duas vezes porque fiz papel de trouxa. Eu me senti bem, devo confessar. A aposta estava me fazendo bem.

[...]

Me sentei com Todd e Jensen, aquele café era conhecido como o melhor da região fora da filiação com a faculdade. Eu nunca havia ido, mas os caras insistiram tanto que acabei indo para eles calarem a boca. A diferença daquele café para os outros eram as cores que eles insistiam em usar como decoração. Os funcionários usavam as cores que tinham a ver com sua personalidade e curiosamente não usavam crachás com seus nomes, mas com seus adjetivos.

Sentamos numa mesa vermelha aleatoriamente. Um folheto, que me interessou magicamente, fala sobre a cor e seu significado.

Vermelho é a cor da paixão e do sentimento. Simboliza o amor, o desejo, mas também simboliza o orgulho, a violência, a agressividade ou o poder.

vermelho é a cor mais quente, ativa e estimulante. Fortalece o corpo e dá mais energia física, impulso sexual (vermelho cereja), força de vontade, conquista, liderança e senso de auto-estima. Deve ser usado, antes das refeições, por quem tem problemas digestivos e circulatórios. Se usado em excesso, o vermelho torna a pessoa agressiva e briguenta; Simboliza: perigo, fogo, sangue, paixão, destruição, raiva, guerra, combate e conquista; cor de aproximação e encontro.

A cor vermelha ativa e estimula, significa elegância, paixão, conquista, requinte e liderança.

- Boa noite! O que vão pedir? - Ouço uma voz doce ecoar atrás de mim. Me viro e a garçonete vestida com uma saia e blusa solta ambos num vermelho forte. Olhei cada ponto de seu corpo, iniciando nos pés vestidos em um salto vermelho baixo, então coxas, barriga e seios. Seu crachá levava a palavra "paixão".

Os olhos cansados e quase fechados em sono travavam em meu rosto. Sorri quando vi que a Paixão era na verdade Heather, a minha gatinha. Pedi apenas um suco e voltei a encara-la.

Heather fingiu não nos conhecer e trouxe nossos pedidos, Todd tentou conversar com ele, mas a garota não ligou a mínima e respondeu formalmente como foi instruída pelo chefe.

Não pude deixar de observar cada movimento que Baker fazia, cada passo, cada olhar. Eu estava fodido, tinha plena consciência. Seus joguinhos me deixavam cada vez mais vulnerável e a seu mercê, ela me deixava louco, puto, enraivecido, mas também excitado, desejando fode-la em todas as posições imagináveis e inimagináveis. Heather é um poço de luxúria. Ela é um demônio trajado de dançarina e eu estava disposto a sentir sua maldade.

Todd e Jensen voltam para a faculdade enquanto espero Heather sair do trabalho. Eram quase onze da noite quando vejo a mesma tirando o avental, me levanto e vou para a calçada do café.

Por um momento a aposta passa por minha mente mais uma vez. Todas as condições e acordos impostos, era tão fora do normal. O que eu consegui em uma ou duas semanas com as outras garotas, eu não havia dado nem meio passo adiante com Heather. Muito pelo contrário, só regredi.

Heather era difícil, ela não aceitava minhas gentilezas e devolvia as brincadeiras maliciosas. Eu preciso dela apaixonada por mim, se rastejando por atenção, e não estou perto disso. Eu nunca tentei e nem quis que uma garota gostasse de mim a ponto de dizer que me ama, e também não entendo as intenções da Heather, ela me deixa confuso a maior parte do tempo.

- Hoseok? O que ainda faz aqui? - Heather toca meu ombro. Me viro encontrando alguém totalmente diferente da funcionária de minutos antes. Heather vestia um vestido de jeans colado ao corpo e um cardigã bege. Na faculdade ela sempre esta de shorts ou calça legging para poder participar das aulas práticas.

- Te esperando. - Heather me lança um olhar desconfiado. Pego a bolsa de seu ombro, mas ela segura antes que eu pudesse carrega-la sozinho. Era meu primeiro passo como o Hoseok legal que conquistaria Heather Baker. - Vou te levar até seu dormitório.

- Certo. Vou deixar porquê estou realmente cansada. - Heather me entrega a bolsa depois de guardar o celular na mesma.

Caminhamos lado a lado num silêncio quase ensurdecedor, talvez não sabemos como agir um com o outro quando sozinhos. Vez ou outra Heather massageia as têmporas, visivelmente cansada ela suspira e mantenho meu silêncio por respeito a ela.

- Você não deveria estar em alguma festa ou putaria pela faculdade? - Doeu. Heather fala baixo me surpreendendo a voltar a sua personalidade de sempre. Fiquei totalmente frustrado. Mais uma vez opto pelo silêncio. - Desculpa, não quis ser grossa. - Ela fala sem graça.

- Tudo bem, eu tenho meu histórico. - Sorrio pequeno enquanto Heather mantem a atenção no chão. - Então você é a Paixão, interessante...

Silêncio.

- Não vai pedir para eu transar com você ou te chupar? - Nego com a cabeça e ela estranha. - Normalmente todo mundo pede quando descobrem onde trabalho.

- É meio nojento, confesso. Entretanto, saber que você é tão desejada me faz te querer mais. - Heather me da um empurrão e ri me chamando de idiota. Mas era verdade, eu gostava da sensação de poder ter alguém que todos querem e no final do dia meu objetivo com aquela aproximação era de tê-la.

- Acho que se você pedisse eu aceitaria. - Puta que me pariu, eu vou morrer.

- Quê?! - Não consigo dizer muito.

- É, Hoseok. Eu transaria com você. Aqui e agora. - Heather me da um peteleco na cabeça. - To precisando relaxar mesmo...

- E-Eu...

- Mas como teu pau é de ouro, duvido que ele me selecionaria. - Mal sabia ela que meu pau queria ela desde o primeiro dia que a vi. E mesmo agora, já o sinto latejar ao pensar em como poderia enfiar nela até gritar meu nome.

Minha boca abria e fechava enquanto minha mente tentava raciocinar algo com sentido suficiente para ditar naquele momento. Heather riu da minha reação e pegou a bolsa quando chegamos em frente ao dormitório.

Martelando minha cabeça com todos os últimos acontecimentos, lembro de todas as vezes que Heather simplesmente acabou comigo. Eu não podia sair quieto dessa, não podia simplesmente deixar ela calar minha boca assim.

Puxo Heather pelo braço, ela me olha assustada.

- Não vou mais te pedir pra deixar eu te comer. - A encaro quase encostando nossos narizes.

- Por que não? - Heather me olha confiante.

- Por que vou fazer você implorar por isso. - Sua feição volta a ficar séria. - Dorme bem, gatinha. - Beijo sua testa e me afasto, mas ainda consigo sentir seu olhar minhas costas.

Heather me enlouqueceu, mas o mesmo farei com ela e ainda pior.



Notas Finais


Hoseok sendo ousado acaba comigo.

Beijinhos. Amo vocês ❤


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