História The Lawrence Institute. - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~MaryAckerman

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Originais
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 3
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Harem, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - A chegada.


Após fazer uma curva, uma placa indicava o local o ser percorrido.

" Instituto Lawrence próxima esquerda."

Colégio interno. O fato de colocarem colégio na frente da palavra interno não quer dizer que eu vá aprender algo. Na verdade isso é apenas para que mães e pais, como os meus, possam usar como uma desculpa para te jogar lá dentro. Dizendo coisas como " vai ser melhor pra você minha querida." ou " Lá você vai ter uma educação melhor."

Eu sabia exatamente o motivo deles estarem fazendo isso, meu avô era um homem muito bem sucedido, porém ele faleceu recentemente, e deixou toda sua fortuna para mim.

Óbvio que meus pais odiaram isso, e antes que eu pudesse revindicar algo, eles me mandaram para cá.

Não ligo mesmo. Nunca quis ser milionária ou algo do tipo, tudo que quero é um lugar calmo e um piano para que possa relaxar.

- Você vai ver filha. Dizem que esse colégio é o melhor. - Mamãe diz segurando minha mão.

- Mal vejo a hora de conhecer minha nova cela. - digo debochado depois de um riso falso.

- Filha! Você está indo pra um Colégio. Não pra uma prisão. - Papai diz sem tirar os olhos do seu tablet.

Olho-o desinteressada e recoloco meus fones. Só porque estou realmente indo, não quer dizer que tenho que ouvir mais um dos sermões infinitos de minha mãe.

Desvio o olhar e começo a observar a paisagem, esse lugar ficava muito afastado da cidade, e não havia moradias próximas, apenas árvores e mais árvores.

Que lugar confortável para se passar os próximos dez anos da minha vida.

A estrada vai se tornado mais sinuosa a medida que nos aproximamos do instituto. A sensação que estava sentindo era indecifrável, uma mistura de sentimentos que estava me dando dor de cabeça, e o silêncio e indiferença dos meus pais só estava piorando.

Estava prestes a dizer algo quando o carro parou, e o motorista abriu a porta anunciando que já havíamos chegado.

" Adeus liberdade, adeus vida. "

- Que lugar lindo.

Mamãe exclama assim que desce do carro, realmente mentir não era um dos seus dotes.

- É satisfatório.

Papai diz enquanto segura na mão de mamãe e caminham em direção a enorme construção.

Aquele lugar parecia ter saído de um filme de terror, era um prédio enorme, com várias janelas que por incrível que pareça brilhavam, uma pequena escada levava a porta de mármore, e ao seu redor, um pequeno jardim com algumas árvores muito bem podadas.

Um calafrio percorreu meu corpo, e fiquei tentada a mandar o motorista me tirar dali o mais rápido possível.

- Senhorita? Sua mãe está a sua espera.

James diz suavemente, me fazendo despertar dos meus devaneios.

- James, se eu morrer você vai sentir minha falta?

- Desculpe, não entendi a sua pergunta.

- Se eu morresse, nem que fosse um pouquinho, você sentiria minha falta?

Minha pergunta pareceu intriga-lo, mas eu preciso saber se pelo menos alguém se preocupa comigo a ponto de sentir minha falta.

- Claro que sim senhorita. Você é muito especial para mim.

Sorrio, verdadeiramente grata pela sinceridade - ou talvez falsidade - de James.

Desço do carro e observo novamente aquele cenário de filme, realmente me assusta muito.

Ouço um pequeno psiu vindo de trás de um arbusto. Ignoro o som e vou em direção a porta, porém uma pequena pedra é atirada contra a minha cabeça.

- Mas o quê?

Observo o arbusto por alguns segundos, esperando que tudo aquilo não fosse meu cérebro dizendo que estava ficando biruta.

Como não houve nenhuma movimentação, continuei meu percurso e adrentei aquele casarão que parecia ser mal assombrado.

Me assusto ao ver uma mulher usando um vestido social e um coque bem feito a minha frente, com um claro sorriso falso nos lábios.

- Bem vinda ao instituto Lawrence. Espero que se sinta muito bem acolhida por nós.

Ah mas é claro. Vou me sentir em casa aqui!

- bom. Já posso ir pro meu dormitório agora? - digo e reviro os olhos ao ver a mulher respirar fundo e abrir mais o seu sorriso falso.

- Claro, sigam-me. 

Comecei a segui-lá pelo enorme corredor, não havia sinal de algum de "estudantes" naquele lugar. Nas paredes, fotos e mais fotos de jovens e crianças pendiam da mesma. Sinto um calafrio percorrer meu corpo novamente e respiro sofregamente.

Desvio o olhar para o segundo andar, logo acima de uma enorme escadaria, e vejo o que julgo ser um garoto, me encarando enquanto pende suavemente a cabeça para o lado. Olho curiosa para o mesmo, porém assim que a mulher a minha frente pigarreia, ele desaparece.

- Nós temos um padrão de vestuário, que deve ser seguido a risca. Caso descumprimento dessa regra, acarretará em punição.

A mesma começa a ditar várias e várias regras. Minha mãe parece realmente muito satisfeita com o lugar, enquanto meu pai não tira os olhos de seu tablet.

- Nós temos uma dieta, que deve ser igualmente seguida a risca, caso descumprimento dessa regra, novamente acarretará em punição.Nossos alunos só podem sair do instituto caso seus progenitores venham buscá-lo ou emitam um pedido para liberação. Caso descumprimento dessa regra acarretará...

- Em uma punição, eu já sei. Será que tudo que fizemos de errado aqui terá uma punição? - pergunto em tom de extrema ignorância e sorrio debochado.

- Aqui no instituto Lawrence não aceitamos nada que não seja perfeito. Qualquer transgressão deve ser subjugada.

A mulher diz calmamente com um sorriso falso nos lábios.

Continuo seguindo a mesma enquanto respiro pesadamente, logo atrás de mim meus pais conversam tranquilamente sobre os planos de suas férias, o qual eu não seria convidada, já que estaria em confinamento nesse maldito instituto.

- Antes de entrar no seu dormitório, tenho um aviso a lhe dar. - a mulher se aproxima de mim e diz próximo ao meu ouvido. - fique longe dos sete.

- Longe de quem? - questiono enquanto entro distraída no quarto.

- Você não precisa ter conhecimento sobre isso. Agora desfrute de seu dormitório enquanto arrumo a papelada com seus pais.

A porta se fecha em um estrondo, e o sorriso no rosto de meus pais é a última imagem que guardei deles.

- Ótimo! Agora eles tem o que querem!

Chuto a porta com uma ignorância é uma dor se faz presente no local.

- Nossa que desastrada!

Viro-me espantada para o lugar de onde vinha aquela voz e encontro o mesmo garoto de antes, agora sentando no parapeito da janela e me olhando curioso.

- Como é? - pergunto olhando o garoto descer do parapeito e vir em minha direção, e em resposta a sua aproximação repentina dou alguns passos para trás.

- Sabe, você se fez de durona. Mas agora com essa sua reação, fiquei na dúvida. 

- Escuta aqui, cara de coelho! Sai do meu dormitório agora ou eu chamo aquela moça psicopata aqui! 

Digo com ripidez e isso pareceu assusta-lo, mas não o suficiente para sair.

- Nossa. A aluna nova é bravinha! Que fofa que você fica quando está brava.

O mesmo sorri, que se não fosse pela sua fofura, eu juraria que ele havia sorrido com segundas intenções.

O barulho da porta sendo aberta me fez virar na direção da porta, e em um piscar de olhos, o garoto com cara de coelho desapareceu.

- Filha minha querida, já estamos indo.

Mamãe beija docemente o topo de minha cabeça e arruma levemente meus cabelos.

- Se comporte querida.

Papai diz seco, nem mesmo quando ele está me abandonado, consegue demonstrar amor.

- Tchau. Até daqui a uns dez anos. 

Digo e saio esbarrando na minha mãe, que me olha confusa.

Caminho escada abaixo e me sento em uma poltrona. 

Eu só queria viver uma vida normal. Por que estou em um instituto para crianças problemáticas?





Notas Finais


Falaê galera.
Espero que tenham gostado desse capítulo, logo tem mais. Não vou prometer uma data exata porque eu nunca consigo cumprir então, até o próximo capítulo.
Beijos de unicórnio


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