História The Legend Of April - Book 1 - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Origem dos Guardiões
Exibições 9
Palavras 3.100
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Mistério, Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Espero q gostem do primeiro capítulo. Ele já estava postado a uns dias no Nyah, mas vou o colocar aqui pq assim deixo as duas TLoA na mesma altura da história.

XOXO

Capítulo 2 - Chapter 1


Assim que acabaram de ser transportados, dessa vez para a toca do coelho, Jack tirou a fita da boca da garota e ela deu um cuspe em seu rosto. Ele a soltou no chão, limpando o rosto.

— Isso foi por ter me congelado e ter deixado o coelho idiota colocar uma fita na minha boca! — disse April mexendo os braços unidos por duas mãos congeladas com um cubo de gelo.

Ela olhou o Coelhão e bateu na cabeça dele com o cubo de gelo, o rachando. O mais alto deu um breve grito e depois puxou levemente o cabelo dela, saindo correndo, mas logo tropeçou em um de seus ovos ambulantes, como April chamava, e caiu no chão.

Ela olhou Jack após limpar o rosto, que foi até a mesma e disse para ficar parada. Então, com um ato rápido, o mesmo quebrou o gelo com o cajado e a mesma sacudiu suas mãos, abrindo e fechando—as. April o olhou brevemente.

— Eu acabei de cuspir em você, mas você não fez nada comigo… — disse a garota. — Não vai se vingar? Achou—me muito bonita para isso?

Jack riu ironicamente e revirou os olhos, voltando a olha—la.

— Eu vou me vingar depois. — ele disse com um sorriso travesso no rosto. — Aproveita que na toca está sol e as esquente um pouco.

April sorriu e ajeitou o chapéu de mágico em sua cabeça. Logo olhou o coelho caído no chão ainda devido ao golpe e olhou Jack.

— Então… Podem me explicar melhor? Vocês me raptaram para isso. — disse a mesma, começando a andar pelo o local.

Um enorme gramado verde, céu azul e um sol agradável, com alguns ovos coloridos e com pernas se mexendo. Ela respirou fundo e continuou a andar, até sentir a dobra do cajado de Jack segurar seu braço e a puxar para trás, colocando—a ao lado do mesmo.

— O Sandman foi até o Polo depois de receber uma carta do Norte dizendo que ele queria tratar de um assunto sério. — começou Jack, andando ao lado da de olhos azuis. — E quando chegou lá, encontrou o escritório dele todo destruído, com os yetis desmaiados e feridos… Mas nenhum sinal dos duendes ou do Norte.

April o olhou seriamente.

— E para que precisam da minha ajuda? Vocês são os guardiões. — disse April andando ao lado dele e seguia cada passo que o mesmo fazia, analisando tudo ao seu redor como se nunca tivesse visto o lugar.  

— Sim, mas o Homem da Lua disse que precisamos de você para o adversário que está por vir. — Jack mexeu em seu casaco e colocou seu cajado atrás de seu pescoço. — Na realidade, ele a apontou como uma guardiã para ser mais específico.

Foi então que April caiu na gargalhada escandalosa como se Jack Frost tivesse contado a melhor piada de todos os tempos. Na realidade, ela estava rindo daquilo mesmo como se fosse uma piada, mas a risada dela era tão escandalosa que parecia ser forçada. O albino piscou os olhos azuis e riu de leve da risada da mesma, mas logo ficando sério.

A garota parou e o olhou nos olhos.

— Eu? Uma guardiã? — perguntou. — Todos os guardiões me odeiam menos você o Sandy. Você não me odeia porque eu ainda não preguei nenhuma peça com você, e o Sandman... Eu apenas o admiro e o adoro. Sendo honesta, o primeiro nome que o Norte coloca sempre na lista dos malcriados é o meu.

Jack teve que rir do que a mesma disse, mas assim que parou, ele explicou.

— Mas não são os guardiões que escolhem, e sim o Homem da Lua. — April arqueou a sobrancelha com a fala dele. — Ok, parecia mais poético quando falaram isso para mim. Mas como vê, não pode recusar. É o seu destino.

— Desculpe, mas eu não acredito em destinos. — disse April passando a mão no ombro de Jack como se quisesse limpar algo. — Não gosto de acreditar que alguma coisa consegue me controlar. — ela abriu os braços e começou a andar na frente e de costas. — Eu quero fazer a minha própria história.

Jack a olhou brevemente e a mesma sorriu, fechando os braços e fazendo um “V” de vitória para ele com os dedos, e então o garoto foi até ela e a virou, fazendo—a ver que a Fada do Dente vinha ao lado de Sandman em sua direção.

No momento que a garota viu o brilhante e baixinho homem, ela retirou as mãos geladas de Jack de seu ombro e saiu correndo na direção do mesmo, com os braços abertos. Ela pode imaginar Jack com uma cara confusa e tentando entender, o que ele estava realmente fazendo.

Sandy sorriu e abriu os braços, deixando—a o abraçar. A Fada Do Dente torceu o nariz, mas logo sorriu assim que April bateu os olhos na mesma, ainda abraçada a Sandy e com ele nos braços como se fosse um bebê.

— Como vai? — perguntou April ao mesmo, que a mandou o soltar através de desenhos.

Ela sorriu e o soltou, que se sentou em uma nuvem amarela e flutuou, fazendo um rosto de quem estava bem, mas logo sua linguagem de sinal pela a areia começou a falar rapidamente que a fez ficar sem entender nada, mas no final a mesma apenas deu seu melhor sorriso e disse:

— Nossa... Que droga. — disse a Sandy, que afirmou. Ela revirou os olhos e olhou a Fada, estendendo a mão. A mulher apenas deu um breve aceno e talvez April tenha a feito ficar muito traumatizada para apertar a sua mão depois de tantos choques que a mesma levou.

Jack deu uma breve corrida até eles e parou ao lado de Sandman.

— Ela não quer ser guardiã. — disse Jack e April já começou a preparar os ouvidos para as palestras da fada que gosta de colecionar dentes.

— Vocês se completam. — disse a Fada sobre April e Jack, que se entreolharam e cruzaram os braços, negando. — Ambos não queriam ser guardiões. Olha, o nosso trabalho é proteger as...

Quando a mesma ia terminar de falar alguma coisa, elas escutam um grito do Coelhão. A Fada começou a voar na frente junto a Sandman, e então Jack foi atrás. April ficou parada por um tempo e começou a andar na direção que eles foram sem nenhuma preocupação e, ao chegar lá, ela arregalou levemente os olhos.

No local, havia vários ovos jogados no chão e quebrados, enquanto alguns estavam apenas no chão com uma cor laranja fluorescente. Coelhão a olhou, com seu rosto fechado e a veia da sua testa quase estourando.

— Você fez isso? — perguntou o Coelho, partindo para cima dela.

April deu alguns passos para trás e fez sinal de negação com a mão.

— Eu sempre assumo quando faço, sabe disso. — disse April. — Eu não minto, mesmo que o nome do meu dia é “Dia da Mentira”.

O Coelhão a pegou pega a gola da camisa, deixando o chapéu que tinha na cabeça dela cair com a parte fechada para baixo. Ele a levantou do chão, com os olhos cheios de raiva.

— Dessa vez você não só acabou com alguns ovos, mas destruiu quase todos! — exclamou o mesmo.

— Coelhão, a deixa! — disse Jack Frost indo até eles e os separando. April pegou o chapéu. — Ela estava comigo o tempo todo. Não tirei os olhos dela por um segundo sequer.

— Você não sabe como ela é Jack! Pode ter mandado algum bicho destruir tudo enquanto falava com você. — disse o mesmo. — Ela é uma mentirosa, traiçoeira e que gosta de pregar peças que faz todos arcarem consequências estrondosas.

Pior que não era totalmente mentira do coelho. Ela sempre gostava de fazer travessuras com os outros espíritos, mas algumas saiam do controle dela, como aconteceu com os ovos de páscoa. Ela apenas queria jogar pó de mico no mesmo, e pintar os ovos brancos de cores aleatórias, não destruir eles.

Foi um erro, e agora estava sempre pagando por ele.

— Eu não sou mentirosa! — exclamou April.

— É sim, se não você não seria símbolo do primeiro de abril. — disse a Fada do Dente indo consolar levemente o Coelhão.

— Eu já disse que não foi ela que fez isso. — disse Jack. — Como ela iria fazer algo com seus ovos se nem estava perto deles? April estava do meu lado.

— Na realidade… Quase ninguém acredita nela. Nem mesmo símbolo ela é. — disse o de grandes orelhas ignorando Jack.

April sentiu aquelas palavras doerem no fundo do seu coração, a fazendo se sentir um pouco triste. O que quase nunca fica. Ela viu Jack mandar o coelho calar a boca e começar a discutir com ele.

A mesma pegou o chapéu do chão e colocou sua mão ali dentro enquanto pensava, e logo depois o braço inteiro. Era um chapéu mágico, e isso fez todos se calarem e se surpreenderem.

— Como você… — começou Jack, mas foi interrompido.

E logo April virou a parte aberta para o coelho, e depois de um tempo vários ovos saíram na direção dele como se fosse um jato.

O Coelhão, no final, estava coberto por uma pilha de ovos. A mesma quantidade de ovos que tinham sido destruídos.

— Pronto. — assim que acabou ela colocou o chapéu. Jack a olhou surpreso e depois riu do coelho, mas a mesma ignorou a existência dele. — Não fui eu que destruí tudo, mas agora tem o suficiente para repor sem se preocupar com nada.

O coelho de levantou, analisando os ovos. April foi até ele.

— Não fui eu que fiz isso. Estou com a mão dormente por conta de esse imbecil ter a congelado, não consigo apertar nada ate quebrar. — disse a mesma se referindo a Jack Frost. — Estava sendo vigiada por ele a todo o momento, não pisamos em nenhum ovo e eu nunca iria invocar os meus bebês para fazerem o trabalho sujo. E honestamente, eu odeio laranja, então porque os colocaria dessa cor?

Ela se afastou de todos e tirou o chapéu, virando-se a eles.

— Boa sorte para encontrar o Norte, eu não irei ajudar quem nem acredita em mim. — disse April.

Seu chapéu começou a emitir uma luz azul clara é ela colocou em sua cabeça. Jack correu até ela é segurou sua perna com o cajado, assim ambos foram transportados para outro local.

***

Eles foram parar na esquina da rua onde Jack e o Coelhão tinha a pegado. O albino tropeçou e quase caiu no chão, enquanto April caiu em pé perfeitamente.

A garota o olhou de cara feia e colocou o chapéu em sua cabeça, vendo—o se ajeitar. Ele trocou a mão que segura o cajado e a olhou.

— Jack, é melhor voltar para lá. — ela ajeitou o cabelo. — A Fada, o Coelhão e o Sandy vão ficar preocupados ou irritados de você ter vindo comigo.

— Eu sei que você não fez aquilo. — disse Jack. — Estava comigo o tempo todo. E eu acredito que você não faria isso.

Ela chegou mais perto dele, e o mesmo se moveu apenas um pouco para trás para não ter problemas com a aproximação. April jogou a cabeça para o canto e provavelmente estava nas pontas do pé.

Não tinha reparado que ela era tão baixa.

— Porque acredita?

— Porque, no final, você admite o que fez. Por isso que o Coelhão te olha torto, pois sabe que quem pregou a brincadeira com ele há anos atrás foi você. — disse Jack à mesma, sorrindo levemente. — Se não, ele nem imaginaria que foi você, certo?

Ela cruzou os braços. Jack Frost era surpreendente, nem sabia o motivo de Cupid não gostar tanto dele.

— Certo. — respondeu. — Obrigada por acreditar em mim.

Jack piscou para a mesma e ia falar algo, mas ambos escutaram um barulho enorme vindo dali perto. Jack foi até o muro da casa da esquina e olhou com apenas um dos olhos, vendo o poste com a luz estourada. Sentiu April ao seu lado analisando a situação, mas logo se entreolharam e deram um pulo ao ver que tinham alguém atrás deles.

Era um ser alto, musculoso e vinho. Estava curvado e babando, com as presas a mostra, e tinha garras em suas patas. Ele balançou a cabeça e fez posição de quem ia atacar.

— O que é isso? — perguntou Jack assustado.

— Não sei, mas corre. — disse April pegando a mão dele e saindo correndo.

O garoto logo soltou a mão da mesma e começou a correr junto a ela, vendo que atrás dele aquele monstro continuava a segui-los. Olhou para frente e logo freou junto a April, vendo que tinha outro.

Nas sua esquerda e direita também tinham. Jack pensou um pouco e bateu seu cajado no chão, fazendo-o ficar em gelo e os monstros acabarem por escorregarem, mas logo eles pegaram equilíbrio. Ele mandou April chegar perto e fez quatro paredes de gelo para os cercarem.

Jack a olhou.

— Temos que sair daqui. Vamos se teletransportar. — disse Jack apontando para o chapéu dela.

April negou.

— Ele só vai aos teletransportar para algum lugar daqui a trinta minutos. — disse April e Jack fez cara de que não acreditava naquilo.

Olhou para o chão e depois escutou as pancadas fortes dos monstros. O gelo não duraria muito se as pancadas continuassem assim.

— Tive uma ideia. — ela pegou o chapéu e o girou rapidamente, logo olhando Jack. — Você consegue voar?

Jack afirmou.

— Ótimo, então… — April segurou no cajado do mesmo e começou a explicar o plano.

Assim que terminou, Jack a segurou pela a cintura delicadamente e fez impulso, começando a voar. Ao sair dos muros de gelo, foi na hora que os monstros os derrubaram.

April fechou os olhos e girou a cartola rapidamente duas vezes, logo a fazendo ficar vermelha e começar a sair uma luz verde dela, que aos poucos ficou branca. Ela abriu os olhos, que estavam brilhando com a mesma luz branca que saia do chapéu, e virou o chapéu para os monstros, e então um jato branco de luz atingiu o meio deles e explodiu.

Jack fechou os olhos por um momento devido à claridade e logo os abriu, vendo os monstros se tornarem pó. Ele desceu, vendo-a colocar o chapéu sorrindo.

O gelo em volta de onde foi acertado pelo o jato de luzes tinha sido destruído com o golpe, o que o fez ficar surpreso.

— Quantas coisas você pode fazer com essa cartola? — perguntou a mesma. April a colocou na cabeça e sorriu.

— Você não faz ideia. — disse sorrindo a ele, olhando em volta. — Mas eu acho melhor saímos daqui.

— Você acha? — perguntou analisando o local, vendo que a poeira que os monstros se transformaram.

Ele viu April pegar um frasco branco com tampa prata do seu bolso e o abrir, pegando o máximo que pode da poeira e colocando dentro daquilo, assim fechando e colocando dentro da cartola, enfim a pondo na cabeça.

Começou a entender o porquê do Homem da Lua a ter indicado como uma guardiã. Assim que ela estava pronta, o de cabelos brancos a mandou segurar o cajado fortemente e logo pegou voo, puxando-a com ele para cima.

Depois de um tempo pegou a mão da mesma após erguer o cajado.

— Ei vento! — disse Jack e April segurou a mão dele firme, que fez o mesmo. — Leve-nos para casa.

***

Cupid andava por todos os lados calmamente, com uma flecha entre seus dedos. Ele escutou algo atrás dele, o que o fez olhar para trás e se deparar com o grandioso nada.

Voltou a andar, imaginando como estaria April naquele exato momento. Provavelmente o Coelhão e ela já teriam terminado de brigar, a Fada teria a tratado meio mal no início e agora deve estar analisando os dentes dela e é bem provável que, nesse exato momento, April estivesse agarrada ao Sandman ou dormindo ao lado dele.

E bem… Jack Frost e ela estariam um longe do outro, sendo indiferentes na vida de ambos. Ou assim ele esperava, porque não quer imaginar como seria tenso se a sua melhor amiga fosse, também, amiga de seu rival.

Logo sentiu alguém chegando por trás e, em um ato rápido, pegou seu arco e colocou a flecha nele, virando—se e quase soltando a flecha na cara de Sandman.

— Oh, Sandman… — disse Cupid abaixando a arma. — Você deveria fazer mais barulho.

Ele olhou em volta, vendo a Fada do Dente e três das suas milhares de fadinhas. Além disso, ao seu lado estava o Coelhão, parecendo mais um canguru.

Ele procurou algo em volta e cruzou os braços, estranhando não ter visto April.

— Cadê a April? — perguntou.

E então Coelhão abaixou as orelhas e a Fada fez uma cara triste, como se tivesse se arrependido de algo.

Foi então que eles contaram da briga que tiveram com a mesma, e agora que o Coelhão estava de cabeça mais fria e reparou o que ele fez, todos estavam à procura dela e de Jack, que foi com a mesma por acidente.

— Nossa… — disse o mesmo passando a mão no cabelo. — Ela deve estar por perto, acredito. April sempre volta para o nosso ponto de encontro, venha comigo.

Eles começaram a andar atrás de Cupid, que seria gentilmente ao nada. Ao chegar ao ponto de encontro deles, em uma esquina qualquer, ele se surpreendeu de não a encontrar ali.

No entanto, no meio da rua havia gelo, uma espécie de poeira negra e um grande buraco no meio do enorme gelo. Bem provável que Jack e April passaram por ali.

— Parece que ouve uma luta. — disse a Fada. As fadinhas em sua volta ficaram agitadas e ficaram voando em círculos em volta da maior.

— Agora sim estou me sentindo mal. Será que eles foram raptados também? — perguntou o Coelhão. Sandman fez imagens como se brigasse com o Coelhão através dela, dizendo que não deveria ser tão explosivo. — Sandy, você não ajuda em me fazer sentir melhor.

Cupid, então, sentiu uma energia saindo daquele local. Ele fez sinal para eles se calarem, e então o Coelhão cruzou os braços.

— Olha só, mesmo eu me sentindo mal, não vou obedecer a ordens de... — ele parou de falar rapidamente ao ver que estava acontecendo.

Foi então que a poeira negra começou a subir, fazendo um furacão enorme. Ele colocou as mãos na frente de seus olhos claros e segurou Sandman ao seu lado, que parecia que ia voar a qualquer momento.

E uma figura apareceu no meio daquele furacão. Um corpo todo preto, com uma cabeça de abóbora e um rosto bem conhecido, brilhando no meio daquilo tudo. Coelho o puxou para se esconder, assim apenas espiando um pouco pelo o canto da parede.

— Jack-o'-Lantern? — perguntou o Coelhão, baixinho.


Notas Finais


Até o próximo.

XOXO


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