História The Legend Of The New Vampires - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Emily Rudd, Justin Bieber, Tom Hiddleston
Personagens Cara Delevingne, Cate Blanchett, Victória Justice
Tags Mistério, Romance, Vampiro, Vingança
Exibições 7
Palavras 1.804
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - The Only


Fanfic / Fanfiction The Legend Of The New Vampires - Capítulo 4 - The Only

New York- 2017

 

É setembro e começa mais um ano letivo na escola, eu estava feliz por ser meu último ano e depois disso eu iria seguir minha vida e quem sabe me tornar médica e poder cuidar da minha vó. Mamãe preparava o café na cozinha, Zoe estava no celular jogando algum de seus jogos estúpidos. Eu me sentei e comecei a mordiscar as unhas dos meus dedos mindinhos como eu sempre fazia. Estava nervosa e ansiosa para começar logo esse ano e tentar ser a melhor aluna que eu poderia ser e deixar minha orgulhosa.

—Faça o favor e pare com isso —minha detestava me ver roendo as unhas, com a frigideira na mão ela esperava que eu parasse

—Desculpe eu estou nervosa e não paro de pensar na escola

—Vai dar tudo certo, sabe que pode contar comigo para qualquer coisa, sei do que você é capaz—ela se aproximou colocando a mão em meu ombro direito

—Sei sim, não se preocupe comigo.

Tomei meu café, peguei minhas coisas e esperei o ônibus rumo à escola. A entrada estava cheia de carros dos riquinhos, os alunos felizes e cumprimentando seus colegas, eu como sempre só e sem ninguém para me dar boas-vindas. Devo esse desprezo a Senhorita Mellissa Vanessa Gordon a “dona” do colégio, a mesma pessoa que me odeia e faz todos a sua volta me odiarem também, sem ao menos me conhecerem. Subi as escadas do Hall, dando de cara com quem eu queria evitar:

—Ora! Ora! Se não é a bastarda pobretona—Melissa estava com suas amigas detestáveis Magie e Fernie

—Eu não quero confusão, só quero estudar em paz, será que dá para temos uma trégua esse ano?

—Não pedi sua opinião—ela me deu um tapa na cara—É claro que não vamos ter uma trégua, é nosso último ano, e quando isso acabar eu não vou-te de ver mais, para minha sorte e alegria, então, tenho que acabar com você agora

—Você ainda vai engolir esse veneno, goela abaixo—ela me olhou surpresa e irônica

—Uruuu! Que medinho! Vamos Ladies, temos que fazer os novos alunos conhecerem e odiarem ela também

Fui na secretária pegar o número do meu novo armário e saber onde seria minha nova sala

—Oi Carie, tudo bem?

—Oi Kristen, estou ótima, vou ter um bebê!!!

—Fico muito feliz, realizou seu sonho

—Obrigada...está tudo bem seu rosto, está vermelho

—Estou bem, é só... —fugi do assunto—Que sala eu vou ficar?

—Ah...—ela pensou um pouco

—3° ano certo C? Uh...sala 10, terceiro andar!

—Minhas chaves do armário?

—Claro eu ia me esquecendo, arrumei um armário perfeito para você, perto de um bebedouro e com visão para a piscina...vai poder ver os garotos só de sunguinha

—Carie? Sabe que eu não ligo para isso

—Bom—ela deu de ombros —Brincadeiras à parte...armário 18, corredor 15,1° andar!

—Obrigado e parabéns!

Carie era a pessoa mais legal daquele colégio, loira, magra, estatura baixa, olhos grandes, boca grande, lábios pequenos e um belo senso de humor a amava.

Entrei na sala depois de deixar minhas coisas no meu novo armário. Havia um novo professor bonito...até demais, não consegui para de olhá-lo.

—Oi, tudo bem? Entra e sinta-se à vontade—ele disse a mim com um enorme sorriso

—Claro, obrigada

—Qual seu nome?

—Kristen!

—Só Kristen?

—Kristen Lace

—Lindo nome!

—Obrigado!

—Bons pessoais escolham seus lugares, e é melhor escolher direito, pois será de vocês até o fim do ano letivo—ele fez sinal para todos que estava na porta entrarem—Sou o professor Jean, seu mestre em história—brincou ele—Vou ensinar vocês de uma forma divertida, mas sem deixar claro a importância desse curso ok?

—OK! —Todos disseram em coro

—Você não gosta de história? —Ele se dirigiu a mim vendo que eu não mostrei muito interesse

—Na verdade não!

—Ok—ele se aproximou um pouco perto demais—Eu, vou mudar isso

Não respondi, aquilo era uma cantada ou ele era simpático demais para se importar? Melissa entrou na sala com suas amigas e sentou-se na primeira fileira perto do professor e eu por dentro dando graças a Deus por ter sentado no fundo da sala!

—Prazer sou Mellissa, essa é Magie e Fernie

—Muito prazer sou seu novo professor de História, Jean

—Pode ter certeza que foi a melhor coisa que fizeram

—Obrigado Mellissa! —Ele piscou

A aula seguiu sobre a história de nossa cidade e como surgiu cada edifício e eu realmente não consegui prestar atenção pelo fato de estra preocupada com minha segurança física e sanidade mental que Mellissa ia me roubar de novo me fazendo passar a férias dentro de um hospital para loucos como sempre. Sei que aquelas explicações iam contar nas avaliações, mas eu precisava de uma estratégia para sobreviver esse ano!

—Você perdeu a metade da explicação, mas pode entrar...sente-se aonde quiser—ele fez uma pausa —Qual é seu nome?

—Justin!

—Ah Justin, bom eu sou o professor de História Jean

—Legal!

Nem perdi meu tempo olhando, eu sabia que ele seria mais um a se render as vadias

—Oi, sou Melissa, essas são Magie e Fernie e somos...

—Não dou a mínima para quem vocês sejam—levantei a cabeça para olhá-lo...não era possível que alguém finalmente a enfrentou mesmo sendo um novado, ele provavelmente estaria morto até as férias de verão

—Como se atreve? —Ela falou indignada vendo a sala inteira vendo a cena

—Você deve ser tipo aquelas vadiazinhas mimadas que acham que essa merda de popularidade de colégio é tudo na vida de vocês, mas eu tenho uma novidade, isso daqui acaba um dia e sua turminha só vai ser algo para vocês se envergonharem de terem dado tanta importância

—...

Antes que ela pudesse dizer algo o sinal tocou para a troca de sala. Ele se levantou esbarrando nela quase a derrubando, eu não podia me conter, queria ir até ele e o avisar que bancar o corajoso só ia arrastá-lo para o buraco e também que eu mal o conhecia e já achava ele FODA.Na mudança e correria para achar a sala se querer ficamos lado a lado.

—Oi —falei no impulso

—Iai —ele era sério com seus óculos escuros

—Sou Kristen...

—Justin.

—Foi legal o que você fez com ela, ninguém é louco o suficiente...

—Eu não tenho medo de nada, nenhuma coisa é capaz de me assustar nessa terra

—Todo mundo tem medo de algo!

—Não eu!

 

Horas depois, na fila para o intervalo notei que ele nem sequer se interessou pelo cardápio de hoje: bife com purê de batata e anéis de cebola. Após pegar meu almoço me sentei ao seu lado, ele não esboçou reação então achei que não teria problema.

—Não vai comer—perguntei vendo-o mordiscar a manga de sua blusa preta surrada

—Não estou com fome

—Por isso está tão pálido, falta de alimentos causa... —percebi que havia falado demais —Não que seja da minha conta, não é da minha conta!

—Não mesmo!

—É que você, é uma pessoa estranhável gosto disso, mas, eu queria...

—Um amigo, uma proteção contra a vadia mimada, certo?

—Isso! —Ele não mentiu, mas também não estava totalmente certo

—Está bom...vamos fazer o seguinte: você me apresenta todo mundo daqui e em troca eu te protejo

—Como assim?

—Eu procuro uma pessoa, especial e você parece confiável e nós dois ganhamos com isso, ok?

—Está, me parece bom. — Pensei um pouco—Onde você mora?

—Vai por mim, você não vai querer saber quem sou eu

—Por que?

—Sou um Serial Killer

—E eu a mulher gato, por isso todos me odeiam

—O que que tem haver uma coisa com a outra?

—Gatos são os animais mais dispersados pelos seres humanos

—Ah! Bom vou nessa, vou mijar

—Claro vai sim

Ele era totalmente egocêntrico e escroto, mas agora eu tinha um protetor que não temia a Mellissa, isso seria bom para variar. Espero que ele não queira favores sexuais mais tarde.

Nas últimas duas aulas eu estava radiante e feliz por ter alguém por mimarão só pela proteção, mas agora tenho com quem conversar, lanchar e passar o tempo...e quem sabe possamos passar as férias num lugar legal. Ele parece ser o tipo de pessoa que curte algo mais perigoso e emocionante e eu preciso de experiências para contar na faculdade, ou sempre vou parecer a garota caipira de Nova York, tudo mundo tem algo a esconder e se envergonhar, quero e preciso ter algum sentimento de angustia dentro de mim.

 

Na saída eu não o vi, Larry prometeu vir me buscar, ele era como um pai para mim já que o meu, desapareceu no mundo sem deixar literalmente nenhuma pista de seu paradeiro. Minha mãe não gosta dele, mas Larry me ajudou quando Mellissa quase me matou afogada, se não fosse por ele eu estaria morta agora, acho que o devo algo em troca, como carinho e admiração.

—Pensando na vida?

—Oi, aonde você estava? Eu não te vi na última aula!

—Eu estava na secretária resolvendo algo importante, quando pode me apresentar as pessoas?

—Hã...quando quiser, mas tem que ser em horário livre da escola

—Ok!

—Senta—o toquei e levamos um choque, ele colocou a mão na testa como se estivesse com tontura—Está tudo bem?

—É que...espera aí—ele me olhou nos olhos —É você, não é?

—Quem? Sou quem? Você me conhece de algum lugar? Te fiz algo grave?

—Não! Na verdade, eu, esperava alguém melhor

—Como assim?

—Você me decepcionou

—Você se droga? Porque....

Antes que ele pudesse responder Larry chegou dirigindo uma viatura, ele é delegado, Justin assim que o viu levantou-se e se apressou em sair dali

—Está tudo bem? — Larry saiu do carro e o olhou desconfiado

—Sim...você o conhece?

—É, esse garoto é um problema, vive se metendo em confusão, um caso perdido

—Ele é assassino?

—Donde você tirou isso?

—Ele disse que era...

—Olha ele é um mentiroso nato, é órfã, viveu com o tio por anos, mas como só se metia em confusão, quando fez 16 foi abandonado a mercê da sorte e conseguimos um abrigo para ele morar

—E porque ele parece que passa fome, é pálido e anda mal arrumado?

—Ele foi preso por porte ilegal de arma, mas foi inocentado por falta de provas, então o juiz determinou que para ele não voltar a cometer crimes deveria fazer serviços comunitários, entrar em grupos de apoio ao menor e voltar a estudar.

—É comovente a história dele

—E como, chega a dar dor de cabeça

—Eu posso ajudá-lo a...

—NÃO! Fique longe dele, ele pode ser perigoso, não anda com Campânia adequadas para você!

— Ok, entendi

Estava claro que eu não vou deixar de saber mais sobre a vida desse garoto, afinal agora estamos parceiros e eu preciso saber de quem ele se referia, quando falou aquilo.


Notas Finais


Espero que gostem! Deixe sua opinião é muito importante! Beijinhos ;*)


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...