História The Legendary Dragons. - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Beyblade
Personagens Gingka Hagane, Kyoya Tategami, Madoka Amano, Personagens Originais
Exibições 12
Palavras 2.441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oii! Então pessoas, me desculpem caso não tenha ficado muito bom e por ter ficado muito curto. É que, hoje eu fiquei sem computador porque meu pai levou para arrumar, então, tive que escrever pelo celular mesmo. Além disso, hoje é Ação de Graças e minha familia comemora esse feriado tanto quanto o Natal, por isso, não tive muito tempo de escrever e revisar. O importante, é que, pelo menos, eu trouxe para vocÊs, certo? Só não se preocupem, semana que vem eu escrevo e ficará bem maior. Esse capitulo foi mais para um ponto de vista vindo de Lennox, então, perceberão que recapitulei algumas partes. Bem, é isso. Obrigada por ler! Bjss de morango! BOA LEITURA.

Capítulo 14 - Uma pequena visita acaba mal.


Fic cap 14.

13. Uma pequena visita acaba mal.

  Como sempre, eu estava certa. E, como sempre, ninguém me deu ouvidos.

  Infelizmente, Kyoya ficou sabendo de um de meus pontos fracos e aquilo era ruim, muito ruim. Nem mesmo Sam sabia muitas coisas sobre isso e, agora, o garoto que eu tanto irrito, sabe.

 

  Depois que chegamos na cidade e coloquei um rastreador na garota, fomos para o hotel, onde tudo começou a dar errado.

 

  Assim que eu e Kyoya chegamos, fomos cada um para seu quarto. O meu era quase igual ao outro em que estive da última vez, as cortinas continuava a se projetar como fantasmas, as paredes também eram brancas como antes e o mesmo quadro pendurado. A diferença era o chão que, ao invés de preto como antes, era azul marinho e também, haviam duas camas de casal, ao invés de uma.

 

  Quando me joguei na cama, comecei a pensar em tudo o que estava acontecendo, mas, antes que pudesse criar um pensamento concreto, os bladers chegaram e lá fomos nós discutirmos em que quarto cada um ficaria. Mas, enfim, essa parte não é tão importante.

 

  No segundo dia, as coisas começaram a dar errado. Para começar, eles inventaram de me acordar cedo e, acordar cedo é igual a muito mau humor, então já podem imaginar como meu dia começou bem. Um pouco mais tarde, Kyoya apareceu no meu quarto, me enchendo o saco para saber qual era o plano. E, mais tarde, ainda tive que obriga-lo a ir mais rápido no banho, já que o ser consegue enrolar mais do que eu.

  - Qual o plano, mesmo? – Perguntou no meu quarto, deitado em minha cama.

  - Não temos um plano, apenas vamos segui-la. – Expliquei calmamente, encarando-o em pé.

  - E se ela nos pegar? – Perguntou.

  - Kyoya, não ficaremos muito perto dela, por isso temos o rastreador. Faremos uma emboscada encontrando o local onde mora ou está hospedada, assim, ela não poderá escapar.

  - Tem certeza disso? Não vai acontecer nada? – Ele estava um pouco ansioso.

  - Confia em mim ou não? – Cruzei os braços.

  - Preciso mesmo responder? – Arqueou as sobrancelhas.

  - Conversamos sobre isso depois. – Me encarou.

   Sam, Madoka e Yu não estavam no quarto. Aqueles três desgraçados haviam me acordado e ainda haviam me abandonado lá.

  - Onde estão eles? – Perguntou.

  - Eles? –Fiquei um pouco confusa. – Ah, tá. Provavelmente saíram para tomar um café da manhã reforçado. Hoje vamos andar o dia inteiro praticamente e não sei se iremos parar para comer.

  - Por que, simplesmente não esperamos ela parar em um lugar e pronto?

  - Ela pode achar o rastreador e nos despistar, nos levando a uma armadilha. Se ficarmos na “cola” dela, teremos menos chances de cair nela.

  - Nenhum deles está aqui, certo? – Assenti. – Então, Lennox, como anda seu medo?

  - Como anda sua reputação? Agora não é hora de provocar, Yoyo. Mais tarde brigamos, mas agora não. Já tomou banho?

  - Banho? Eu acordei faz menos de meia hora, Lennox. – Reclamou.

  - Então vá logo. Assim que eles voltarem, iremos embora. Não quero mais ninguém, além da Madoka, enrolando. Vai logo que preciso pintar seu cabelo ainda para só então podermos sair.

  - Está bem, mamãe.

  - Mamãe? Só se você for adotado. Cadê meus olhos, minha boca, meu nariz... Se fosse meu filho seria muito mais bonito. – Analisei seu rosto.

  - Exibida.

  - Pare de enrolar, Kyoya. – Fingi estar brava e coloquei as mãos na cintura.

  Depois de tanta insistência, ele finalmente foi. Mas é aquela coisa, não quer ir, no entanto, quando vai, não quer sair.

  Enquanto o ser não aparecia, fiquei mexendo nas coisas do quarto, pegando minhas roupas e guardando em malas, arrumava algumas coisas, pegava minha mochila e batia o pé no chão, impaciente. Por que aquele idiota precisava demorar tanto? Nunca fui uma pessoa muito paciente e ele não estava me ajudando.

  Cansada de esperar, fui até seu quarto e sentei em sua cama enquanto mexia em algumas coisas.

  - Kyoya, você morreu aí dentro? –Gritei por fim.

  - O que está fazendo no meu quarto? – Gritou de volta.

 - Te apressando. Pensei que estivesse ansioso para conseguir suas respostas...

  - E estou, mas não posso nem tomar mais um banho mais?

  - Claro que pode, desde que não demore um ano. Agora, saia daí antes que eu entre e te puxe pelos cabelos.

  - Você não vai me deixar em paz, não é? Já estou saindo.

  Percebi que já não havia mais sons das gotas de água que caiam do chuveiro, ele havia sido desligado. Finalmente Kyoya sairia e poderíamos ir atrás com a garota e acabaríamos logo com tudo aquilo. Assim que saiu do banheiro já vestido, com exceção da camisa, me olhou com cara de “Pronto. Satisfeita?”

  - Finalmente. – Olhei seu corpo de baixo para cima, parando em sua cicatriz.

  - O que foi? – Perguntou ao percebe que eu estava olhando-o.

  - Essa cicatriz está muito feia. – Comentei. – Não parece ser de uma adaga normal pela forma, a cicatriz está meio arredondada...

  - Precisa mesmo ficar encarando? – Tampou a cicatriz. – Prefiro não me lembrar do que aconteceu.

  - Então tá. – Desviei o olhar enquanto ele colocava a camisa. – Pronto para pintar seu cabelo?

  - Vou precisar mesmo? É hoje que iremos encontrá-la, não precisamos nos disfarçar mais.

  - Só pinta e não reclama. Eu não ocupei tanto espaço na minha mochila com aqueles sprays pra você não usar. Agora vem, senta na cadeira. Quer que eu chame alguém ou eu mesmo faço? Do jeito que é enjoadinho...

  - Você serve. E não, não sou enjoadinho. Eu só não gosto que outras pessoas mexam nas minhas coisas, incluindo meu cabelo.

  Peguei uma lata de spray preta e comecei a passar em seu cabelo ainda um pouco úmido e passava a mão para que a tinta se espalhasse por todo o cabelo. No fim, minha mão estava completamente preta.

  - Pronto, Kyoya. Agora você pode fazer o que quiser por, aproximadamente, dez minutos. Se divirta. – Sai do quarto, deixando-o sozinho.

  Algum tempo depois, todos estavam prontos, incluindo Madoka. (N.A: Aleluia...) Peguei minha mochila e saímos do hotel, andando pela cidade atrás da garota que parecia não cansar de andar. Ao pôr do sol, todos começaram a sentir fome e eles pareciam cansados. Coitados... não aguentariam um dia no treinamento intensivo que eu fazia.

  - Vamos parar um pouco! – Yu pediu, quase implorando.

  Olhei para trás e percebi que Madoka estava quase fazendo parte do chão.

  - Está bem. – Concordei. – Vamos para Toyama. É um restaurante japonês e é a 5 minutos daqui.

  Andamos mais um pouco e finalmente chegamos a esse restaurante japonês. Todos fizeram seu pedido e, rapidamente, o pedido chegou. Antes que eu pudesse terminar meu bolinho de arroz, meu celular apitou, fazendo um barulhinho irritante. Olhei para tela e percebi qual fora o motivo.

  - Ela parou. – Falei séria.

  - Está longe ou perto? – Kyoya perguntou.

  - Um pouco longe. A uns 15 minutos daqui. Estranho... Não me lembro de ter um hotel por aqui. – Comentou.

  - Talvez seja a casa dela. – Sam se intrometeu.

  Não importava qual era o lugar, o importante é que teríamos ela na palma de nossas mãos e minha missão estaria completa.

  Apressadamente, me levantei e paguei tudo, mais tarde Gingka me passaria o valor das coisas, mas eu estava com pressa demais naquele momento. Fomos para um lugar de taxis e pegamos os mais próximos. Em cada um foram três ou quatros. Dessa vez, quem pagou a corrida de, aproximadamente, 15 dólares cada taxi, foi Gingka.

  O lugar era um teatro... O que a garota fazia em um teatro que parecia... Abandonado? (N.A: Não vou descrever porque fiz isso no cap. Anterior.)

  - Tem certeza de que ela está aqui? – Madoka engoliu em seco.

  - Yoyo... – Yu segurou na camisa de Kyoya, se escondendo atrás dele. – Isso é assustador.

  - Não se preocupe, Yu. – Sorri para ele e segurei sua mão.

  - Não precisa ficar com medo. Estamos aqui com você. – Kyoya Consolou-o.

  Mas ele não era o único preocupado. O lugar era sombrio e escuro, com apenas alguns pontos de luz. Madoka, Sam, Kenta e até mesmo Benkei pareciam em choque. Já Gingka estava um pouco desconfiado e confuso.

  - O seu rastreador parou de funcionar. O sinal não deve funcionar aqui. – Encarei meu celular com raiva.

  - O que devemos fazer, então? – O esverdeado perguntou.

  - Dar o fora daqui. – Madoka falou.

  Kyoya me encarou, parecendo torcer para que entendesse o que estava tentando dizer. Assenti e comecei a andar em direção ao palco. Logo todos me seguiram. Mas, ao subirmos as escadas, percebi algo que não havia percebido. Precisávamos sair de lá o mais rápido possível.

  - Pensando bem, acho melhor já irmos embora. Deixe para lá, ela não está aqui.

  - Qual o problema? Está com medo? – Kyoya arqueou as sobrancelhas.

  - Não é isso. É só... –Abaixei a cabeça. – Acho melhor irmos embora.

  Achei que ele iria concordar, mas ele acabou olhando para o teto e isso era um mau sinal. Cruzei os dedos para que não encontrasse a entrada secreta, mas, para meu azar, ele encontrou. Após puxar um tijolo, a entrada se abriu, dando lugar a uma escada que levava a um corredor escuro.

  - Vamos? – Ele perguntou.

  - De jeito nenhum, Kyoya. – Neguei com a cabeça. – Não vamos mexer com coisas tão perigosas. Vamos embora.

  - Se quiser ficar, pode ficar, não irei impedi-la. Mas vamos precisar de algum celular para iluminar o caminho... – Comentou.

  - Já estou avisando, isso não vai dar certo. Depois não se arrependam. Mas eu vou...

  - Então vamos.

  Descemos as escadas usando o meu celular como lanterna. Andamos por longos corredores escuros, até que, em uma determinada hora, tochas se acenderam e nos guiaram.

  - Onde estamos? – Madoka perguntou agarrada ao braço de Gingka.

  - Não faço ideia. – Ele respondeu.

  Continuei apreensiva por todo o caminho. Eu sabia o que estava por vir e era incapaz de fazer algo. A escolha tinha sido deles. A culpa não era minha ou... será que era?

  Antes que percebesse, chegamos em uma sala e foi aí que as coisas começaram a dar errado.

  Garotos e garotas com armas em suas mãos apareceram e nos cercaram. O primeiro a ser atacado foi Kyoya, que foi acertado com o cabo frio da arma em sua nuca. No mesmo instante ele desmaiou, mas, antes que caísse no chão, alguém o segurou.

  Madoka soltou um grito e os outros ficaram sobressaltados.

  - O que está acontecendo? – Nile perguntou.

  - Uma armadilha. – Respondi.

  - Calados. – Uma mulher com cabelos loiros ondulados apontou sua arma para nós.

  - Calma. – Levantei as mãos para cima em sinal de redenção.

  - Precisamos leva-los para a diretora. – Outro falou.

  O grupo consistia em umas 30 pessoas de tamanhos e cores diferentes, a única diferença é que todos tinham de 19 anos a 24, com exceção de um que tinha, aproximadamente, 17 anos.

  Ele era alto e tinha cabelos negros lisos e olhos castanhos. Sua boca exibia um grande sorriso malicioso e parecia se divertir com o pânico de todos. Algo me dizia para correr, mas eu continuava lá, encarando-o cada vez mais, enquanto todos os bladers eram presos e injetados com tranquilizantes que os faziam desmaiar no mesmo instante. O garoto, enfim, pareceu notar minha presença e impediu que os outros membros me amarrassem.

  - Ora, ora, se não é Lennox Blaze. – Deu um sorriso de divertimento ainda maior.

  - Por que estão sequestrando-os? – Perguntei com vontade de cuspir em sua cara.

  - Não faço ideia. É apenas meu trabalho. Agora, tudo que tenho a dizer para você, é obrigado. Se não tivesse encontrado eles e colocado o rastreador na nossa isca, eles nunca teriam chegado a nossa armadilha. Seu trabalho nos foi muito útil. Talvez, se for boazinha, ganhe uma medalha e não seja morta. O que acha de minha proposta?

  Tentei dar um soco nele, mas foi inútil, o garoto simplesmente segurou meus pulsos.

  - Não precisa ficar bravinha. Estou apenas falando a verdade. – Ele acenou para uma garota. – Leve-a com cuidado, eu cuidarei do resto depois.

  Uma garota, de cabelos castanhos e olhos cor de mel me pegou, mas, antes que pudesse colocar as algemas em mim, chutei-a e a fiz cair no chão com uma rasteira.

  Todos começaram a mirar suas armas em mim, mas eu não tinha medo, comecei a lutar com alguns que estavam em meu caminho. No entanto, após derrubar, dois “soldados”, senti uma dor intensa em meu ombro e caí de joelhos no chão.

  - Controle-se, Lennox. Não quero te matar, não antes da hora. – O sorriso dele me dava nojo.

  Antes que percebesse, fui perdendo meus sentidos e caí com tudo no chão, minha visão escureceu.

  Só acordei mais tarde, presa em paredes junto com outros bladers, com exceção de Kyoya, que não estava ali.

  Aos poucos, minha visão foi clareando e pude reconhecer aquela sala. Eu já estive lá. Aquilo não era bom. Um garoto, de aproximadamente 23 anos, entrou no lugar.

  - Que bom que acordou. Preciso avisar as autoridades, aguente mais um tempo que logo saberemos o que fazer com uma praga feito você.

  Assim que ele saiu, fui logo falando:

  - Vocês estão bem?

  - Claro, Lennox. Estamos presos com pessoas malucas nos ameaçando com armas, estamos super bem. – Ouvi Ryuga dizer.

  - Não se preocupem, eles não irão mata-los. Eles não podem fazer isso. – Tentei tranquiliza-los.

  - Como se você soubesse de alguma coisa.

  Yu estava aterrorizado. Era difícil vê-lo naquela situação. Se eu tivesse feito algo antes...  Nunca devia ter deixado eles entrarem naquela lugar.

  Todos os outros estavam quietos, até demais. Só podia ouvir suas respirações.

  - Lennox. – O mesmo garoto entrou na sala novamente. – Tem alguém que quer te ver.

  - Se for ele... Diga que prefiro morrer. – Meus olhos transbordavam ódio.

  - Para sua sorte, uma certa pessoa descobriu que está aqui e quer vê-la. Não é ele. – Ele me desamarrou e me empurrou até uma sala maior, que eu conhecia ainda mais.

  - É aqui? – Perguntei confusa.

  - Quem diria que uma traidora seria tratada tão bem quanto você. Devia morrer de uma vez, garota. Quem sabe assim, não estragasse tantas vidas?

  - Vocês que deviam morrer. Nada, além de sangue, cercam vocês. Não passam de um bando de assassinos. – Rebati.

  - Seria bom ter você como mais uma da coleção. Agora, ande. Entre. – Me empurrou.

  E, assim, eu entrei naquela sala, não esperando a morte, mas, ainda assim, esperando coisas ruins. O destino de meus amigos estavam em minhas mãos.


Notas Finais


Oii! Então, espero que tenham gostado. Me desculpem ter demorado tanto e ter escrito tão pouco, odeio escrever a fic pelo celular. Já vou indo que ainda tenho que terminar um trabalho. Bjss!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...