História The Life And Death Go Together - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Ray Toro
Tags Frerard
Exibições 17
Palavras 1.125
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoal 0/
Não e a hora que eu costumo posta, mas foi a hora que eu cheguei em casa ^-^
Vamos para o cap, pq e ele que interessa
Bora lê

Capítulo 30 - Tea


— Deu alteração no seu exame de sangue e urina — Ele riscou com a caneta preta que estava em sua mão alguns dados que estava no papel e depois passou para o outro papel embaixo, fazendo o mesmo que tinha feito com o primeiro.

— E o que isso significa? — Disse um pouco afobado.

— Pode ser nada — Ele pegou o outro envelope e tirou a chapa de raios-X a colocando contra a pequena luminosidade de sol que vinha da janela.

Eu não sei se eu deveria olhar ou procurar algo ali, eu não entendia dessas coisas, mas a única coisa que vinha na minha mente era que algo estava errado e eu queria achar o erro antes que dele, pois assim seria mais fácil de absorver o resultado se ele me dissesse que era algo ruim.

— Vou te encaminhar para um medico mais especializado — Ele guardou novamente aqueles papeis em seu devido envelope — Ele vai te chamar na recepção, é só esperar.

— Mas o que eu tenho? — Fiquei confuso naquele momento, era como se ele não quisesse me dizer.

— Eu não sei exatamente e melhor você esperar na recepção que logo vão te chamar.

Ele se levantou e eu fiz o mesmo, me acompanho ate o hall de entrada e foi direto falar alguma coisa com a moça do balcão, enquanto eu fui me senta novamente do lado do Ray, ainda um pouco atormentado com tudo aquilo, sabia que algo bom não era.

— A gente já pode ir? — Ele me perguntou, pois eu não demostrava nenhum sinal que estava nesse mundo.

— Ah, não... Vão me chamar novamente — As poucas palavras que saíram de mim eram em um tom baixo, como se algo me prendesse para falar.

— O que estava acontecendo? Você não me contou nada desde então — Ele olhava seriamente para mim, como se eu não pudesse fugir sem da uma resposta coerente.

— Nada, só estou com um mau pressentimento — Olhei para os lados avistando uma maquina de bebida — Já volto — Disse antes que ele me interrogasse mais.

Levantei-me e fui a passou lento em direção da maquina, tentava relaxar nesse meu “passei” — eu não queria que ele ficasse preocupado comigo, queria manter a calma antes de algo acontecer, mas eu estava desmoronando por dentro e ele sabia disso. Tudo que eu queria naquele momento era chorar, eu não sabia muito bem o porquê, mas eu só queria, mas eu não podia e por isso teria que manter as aparências que estava tudo bem e eu não sabia de nada.

Procurei dinheiro no bolso da calça jeans e encontrei algumas notas, o necessário para eu pedir o que eu queria. Inseria a cédula na maquina e fiz o meu pedido, em seguida peguei a lata na pequena portinha que ela com tinha. Peguei chá e abri a lata de imediato, tomando um gole daquele liquido na temperatura ambiente.

Caminhei de volta sem muita pressa, apreciando a minha bebida e olhando o relógio que tinha na parede atrás do balcão, eu não sentia como se tivesse passado tanto tempo, mas já era começo de tarde. Sentei-me novamente em meu lugar e tentava não tem mais nenhuma interação com o Ray.

— Frank?

— Hum... — Disse tomando mais um gole da minha bebida, mas mesmo assim tentando evitar conversa.

— Você esta bem? — Ele perguntou preocupado.

— Claro... — Dei um sorriso nervoso — Por que eu estaria preocupado? — Disse em tom baixo, não queria que ele ouvisse, redirecionando a pergunta apenas para mim.

— Porque você esta agindo estranho e eu que estou começando a ficar preocupado com você. Frank... — Ele chamou minha atenção, numa tentativa falha de fazer eu o olha-lo — Frank Iero — Ele disse um pouco mais alto de forma mais seria, o que me espantou um pouco, ele nunca era assim comigo — Pode me dizer o que esta acontecendo?

— Eu estou bem, relaxa — Disse tentado ser mais descontraído possível, mas no fundo eu estava nervoso e preocupado.

— Você não esta bem, esta estranho.

Eu tentava de todas as formas parar de pensar sobre aquela doença, mas era quase impossível, eu talvez ficaria bem quando soubesse a verdade — talvez não ficaria tão bem. Eu estava tentando de todas as maneiras esconder o meu pânico, mas estava falhando e eu mal sabia como agir.

— Frank Iero — Um medico com certa idade me chamou com uma folha em mãos.

O meu nome sendo chamado ali fez minha barriga gela, meu coração começou a bater mais rápido, minha respiração aumentou e eu num sabia o que pensar, como se meu corpo e minha mente tivesse parado de funcionar. Eu olhei para o Ray brevemente tentando conseguir alguma coragem e levantei do meu lugar, caminhei ate o medico e seguimos para o corredor ate chegarmos em sua sala.

A sala era igual do outro medico, era um padrão do hospital, só que tinha algumas coisas a mais. Eu me sentei na cadeira e deixei a lata de chá que estava em minhas mãos no canto da mesa. O medico se sentou do outro lado e os meus exames estava em cima da mesa.

— Você sabe o porquê de esta aqui? — Ele ajeitou os óculos e começou a abrir um dos envelopes.

— Não exatamente — Disse nervoso, mexendo as mãos de forma compulsiva.

— Você passou com o Jason e ele acha que você esta com suspeita de câncer, estou certo? Esta tendo dor de cabeça com frequência? — Ele falava comigo como se fosse apenas mais um dia normal de trabalho, acredito que eles já tenham visto tantos casos como esse que era “normal” conversar com os seus pacientes.

— Sim, ainda acontece com frequência — Abaixei meu rosto e olhei para o envelope bege ali na frente.

— Frank, às vezes uma pessoa ou outra entra aqui e se senta nessa cadeira preocupado com o que pode acontecer com ela, às vezes e muito complicado dar certas noticias, mas eu não tenho muitas alternativas, a não ser apenas falar, preciso ser bem ético.

— Eu entendo — Disse um pouco mais baixo.

— Quantos anos você tem?

— 20 anos — Disse um pouco relutante, sem saber o porquê de sua pergunta.

— Ainda e novo, ainda tem muito que viver. Se você realmente estiver doente, sabe o que vai fazer? — Ele se ajeitou melhor na cadeira e falava comigo de forma tranquila.

— Entrar e pânico?! — Dei uma pequena risada nervosa — Eu realmente não sei, eu pensei sobre isso, mas ainda me parece surreal, só saberei quando o momento chegar.

— Esta bem, eu vou abrir o envelope, tudo bem? — Ele pegou o envelope em cima da mesa que com tinha o meu raios-X.

— Tudo bem, pode abri — Tentei dizer de forma confiante, mas parecia ter um nó na minha garganta. Respirei fundo tentando deixar a tensão, meu coração estava apertado, mas eu teria que saber a verdade.

Continua...


Notas Finais


Cadê esse resultado Hay? ¬¬
Desculpa, mas vai ficar pra próxima :3
Ate o próximo cap
Bjs


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