História The Life And Death Go Together - Capítulo 32


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Ray Toro
Tags Frerard
Exibições 13
Palavras 1.132
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi pessoal 0/
Bom, o que dizer sobre esse cap? Se for meio que enojada a "sexo" (igual eu) eu não recomendo muito, isso deveras não e uma cena legal de ser ver, eu meio que senti nojo de escrever e de ler, pq eu me senti na pele no Gerard e não foi legal, pq isso nunca vai ser legal, e mais do que obvio, vou falar mais um pouco nas notas finais.
Bora lê

Capítulo 32 - A Bad Memory


FlashBack On

Estava deitado na minha cama, mal sabia quem eu era, estava dopado em mais um tarde sem noção de tempo e espaço, só estava esperando ele chegar mais um dia, era assim há minha semana; esperava ele chegar e eu cumprir com a minha “obrigação”.

Eu olhei para a janela e o sol da tarde ainda se fazia presente, não era com mesma intensidade de antes, mas ainda estava ali. Eu tentei me levantar, mas o meu corpo já não correspondia como deveria, as drogas e a bebida fazia isso com ele.

Levantei-me apoiando nas coisas ao meu redor, fui me esgueirando na parede do corredor indo diretamente ao banheiro, levantei a tapa do vaso sanitário e lá vomitei, eu não tinha mais controle do meu corpo. Voltei para o meu quarto me sentido um pouco melhor, me joguei na cama de bruços e lá fiquei, não tinha mais forças para me ajeitar melhor.

Ouvi a porta da sala sendo aberta, aquele barulho ecoava pela a minha mente, por mais que eu soubesse o que aconteceria comigo, meu coração acelerava e me deva vontade de chorar, mas eu me segurava, não queria demostrar que ele tinha me destruído.

Era como se eu imaginasse sua trajetória, como se eu o visse subindo cada degrau daquela escada em câmera lenta e logo ele estaria ali, na frente da porta do meu quarto, eu a olhava tão atentamente. Ele entrou na porta que já estava aberta e me olhou, era sempre assim, ele parava um instante para me olhar, acredito que era para saber o quanto sã eu estava.

Ele se aproximou da minha cama e se sentou próximo de mim, eu apenas o olhava, eu não sabia realmente o que pensar, aquela sensação de medo era tão horrível, meus olhos demostrava isso e era isso o que mais o divertia, mesmo que eu tentasse expressa o contrario. Ele colocou a sua mão por dentro da minha blusa, alisando as minhas costas.

— Por que chega dopando em casa? Sabe que eu não gosto, faz você não sentir as coisas como deveria — Ele disse com um sorriso no rosto.

— Porque você e um monstro — Sibilei as palavras as dizendo com ódio.

— Eu poderia contar para a sua mãe o quanto chega drogado aqui — Ele tirou a sua mão de mim e começou a mexer no meu cabelo.

— Eu poderia contar pra policia, mas nenhum de nos dois quer isso, não e mesmo? — Disse deitando a minha cabeça sobre a cama.

— Você parece ser uma menina — Ele passou sua mão em meu rosto — Por isso gosto tanto de você — Ele falou mais próximo da minha orelha, eu meio que tentei me desvencilhar de seu contato, mas ele não deixou, puxando o meu cabelo comprido com um pouco de força — Não fuja.

— Eu não estou fugindo, seria impossível de qualquer jeito — Eu disse entre dentes, a raiva em mim me consumia, mas eu não podia fazer nada, apenas me acalmar e pensar que tudo acabaria logo.

— Não fale como se isso fosse ruim, aposto que no fundo ate gosta.

— De ser estuprado? Claro, seria o sonho de qualquer um — Disse com um sorriso de ironia, acho que era isso que significava essa frase: esta no inferno?!Abrace o capeta, talvez seja a mesma coisa que dizer; não tem escapatória?! Pelo menos tire saro da situação.

— Você e ate mesmo irônico — Ele baixou sua mão para dentro da minha calça, aquele contato me fazia arrepiar, minha barriga gelar e meu coração batia uma pouco mais forte, eu tentava ter controle do meu corpo, o controle do meu medo, mas era quase impossível.

Ele tocou meu membro o que já me fez contorcer naquela cama, era a pior sensação que eu tinha; ele tocando em mim, eu tinha nojo disso, naquele momento eu só queria fugir de suas mãos, mas eu me aguentava, porque eu sabia como seria pior se as coisas simplesmente não fossem assim.

— Sabe o que fazer — Ele tirou a sua mão de mim e se ajeitou melhor na cama.

Um pouco relutante eu me sentei na cama com um pouco de dificuldade, olhava para a pessoa na minha frente e tentava tirar coragem de onde não tinha, não aguentava mais aquilo, quase todos os dias a mesma coisa.

Engatinhei-me para mais próximo dele e então desci da cama, ele bateu na minha bunda e olhei para trás com raiva, vi-a sua cara de sarcasmo nojenta, como se meu medo fosse apenas uma grande piada para ele. Fui entre suas pernas e me agachei ali, abri o zíper da sua calça de uniforme como de costume, abaixei sua calça e em seguida sua cueca.

Seu pênis estava rígido e eu olhava para aquilo com nojo, mas era o que eu precisava fazer. Fechei os olhos por um momento, não estava tão dopando como eu queria esta, mas tentava reunir um pouco de coragem que eu tinha e para então envolver minha boca ali.

Eu sempre fechava os olhos para não ver o que eu estava fazendo, mas eu tinha que fazer direito, isso nem ao menos era a pior parte de tudo aquilo, o que vinha em seguida era muito pior pra mim. Se ele estivesse com raiva ele sempre me machucava, era a forma dele se vingar pelo meu mau “trabalho”.

Comecei a chupa seu membro tentando ser o mais convincente possível, mas isso era impossível para mim, meu estomago embrulhava e eu queria vomitar, por isso eu me desenvencilhei dele e apoiei minhas mãos no chão, meu corpo tentava expelir algo, mas eu me segurei para não vomitar ali, seria ridículo ele ver aquilo.

Meu cabelo cobria meu rosto parcialmente e algumas lagrimas desceram dos meu olhos, aquilo era insuportável, não aguentava mais aquilo, só queria morrer naquele momento para que nunca mais precisasse fazer isso, eu me sentia tão impotente naquela situação, ele me usava e eu não podia fazer nada, apenas fazer o ele mandava.

— Sua puta — Ele disse com raiva de me ver parado ali — O que esta fazendo ai? Continua o que estava fazendo — Disse com raiva e autoritário.

Eu segurei minhas lagrimas e ergui minha cabeça, voltei para onde estava e abocanhei seu pênis novamente, fazendo movimento com eles cada vez mais intenso, mas realmente queria sair daquilo, quando ele percebeu minha intenção, ele segurou meu cabelo com força para que eu não pudesse escapar daquilo, então eu tentei fazer o mais rápido possível, não queria demorar muito tempo ali.

Ele gozou na minha boca e então me soltou, eu cai um pouco mais pra trás me apoiando com as mãos, cuspi aquilo que estava na minha boca e inconsequentemente tentei vomitar, mas não consegui, aquele sentimento de nojo me tomava novamente, eu sentia nojo de mim mesmo.

Continua...


Notas Finais


Uma vez eu li por ai um relato de uma menina que tinha sofrido abuso e que ela não conseguia acredita como as pessoas podiam romantizar aquilo em uma fic e realmente eu pensei sobre isso, e romantizar isso e uma pouco absurdo, então eu realmente quis fazer esse cap, pois não dá para romantizar algo assim e realmente algo nojento ate de ser lê, então eu quis mostra um cap pro lado mais realista.
Ate o próximo cap
Bjs


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