História The life and your choices - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Alexandra Daddario, Bangtan Boys (BTS)
Personagens Alexandra Daddario, Jimin, Personagens Originais
Tags Aventura, Bangtan Boys(bts), Drama, Romance
Exibições 26
Palavras 3.785
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me desculpem pela demora, como smp a faculdade tava ocupando muito o meu tempo.
Mas enfim, espero que gostem deste capítulo!😉

Capítulo 21 - O encontro com o passado


Fanfic / Fanfiction The life and your choices - Capítulo 21 - O encontro com o passado

Naquele momento não conseguia parar de chorar, enquanto o Jimin me abraçava, eu só conseguia ver a minha vida se destruindo aos poucos, pois eu sabia que este encontro não iria terminar bem. E eu não sei se irei ser forte o suficiente para enfrentá-lo de cabeça erguida e também não sei por quanto tempo conseguirei esconder isso do dele.
Depois de alguns minutos, ele começou a me encarar e:

- Alicia, o que houve? Me dá este celular agora, para eu ver esta mensagem que você recebeu, para que eu possa saber o motivo de está chorando tanto desta forma.- Disse todo preocupado comigo.

- Não posso, me desculpe! Quando tudo estiver resolvido, eu juro que te conto tudo, ok?- Disse enquanto escondia o celular dentro da blusa.

Logo em seguida, eu o empurrei para trás, me levantei e sai correndo em direção ao quarto o mais rápido possível. Tranquei a porta, pois o Jimin tinha corrido atrás de mim na hora, ele ficou batendo e pedindo para que eu abrisse. Eu não queria ter feito isso com ele, mas era o jeito que arrumei de não contá-lo nada, para poder protegê-lo. E se caso, eu tivesse contado e o meu pai descobrisse isso, com certeza ele iria arrumar um jeito de machucar o Jimin e eu não quero que isso aconteça de jeito nenhum.
Enfim, enquanto ele ainda estava batendo na minha porta, criei coragem para falar algo agora pra ele e:

- ME DEIXA EM PAZ, POR FAVOR! EU DISSE QUE NÃO POSSO TE CONTAR NADA E EU QUERO QUE VOCÊ ENTENDA ISSO, OK?-  Disse enquanto gritava e chorava para ele.

- Por favor...por favor, abre esta porta e me deixa te ajudar! É só isso que estou te pedindo, aliás, sabe o que vou fazer agora? Irei pegar a chave reserva deste quarto e abrir esta porta, aí quero ver se não consigo te fazer contar tudo para mim.- Disse enquanto dava alguns passos para trás.

Assim que ele me disse isso, me levantei correndo e peguei o celular, abri a janela e logo em seguida pulei. Com isso, parei no quintal da casa e então corri em direção às cercadinhas que tinha em volta por lá, pulei e sai correndo pela rua em direção em ponto de ônibus na intenção de ir neste restaurante. Ainda estava chorando muito, mas fiquei limpando as lágrimas e tentando juntar todas as forças do mundo para que eu possa parecer forte diante dos olhos daquele monstro.
Assim que cheguei no ponto que ficava no final da rua, por sorte tinha um ônibus chegando e quando parou, entrei na mesma hora. Fiquei torcendo de que o Jimin, não tivesse conseguido achar a chave reserva do meu quarto e principalmente não ter percebido de que pulei da janela. Quer dizer, se ele tiver mesmo conseguido abrir, então com certeza percebeu de que eu não estava mais por lá.
Então assim que sentei no banco do ônibus, encostei a minha cabeça na janela e olhei para o celular, vi que ainda faltavam cerca de três horas e pouco para me encontrar com o meu pai. Então teria que arrumar alguma coisa para fazer na intenção de fazer o tempo passar mais rápido possível, mesmo ainda estando apavorada com toda esta situação, eu teria que aparentar que nada daquilo conseguiu me afetar psicologicamente. Só não sei em como faria isso, uma coisa é certa, se eu não conseguir resolver isso sozinha e então teria que procurar ajuda com a polícia ou contar tudo por Jimin para ver se ele vai conseguir pensar em algo para nos livrarmos dele.
Enfim, enquanto não chegava a hora do encontro, resolvi ir na praça e ficar olhando naquele mesmo lago, que Jimin e eu passamos à tarde toda olhando até chegando o pôr-do-sol. E assim que chegou ao restaurante, que seria o local que o meu pai combinou de me ver e então pedi para que o ônibus parasse, sai e andei em direção à praça.
Quando já estava por lá, andei até chegar no lago e sentei na grama mesmo, então foi quando comecei a chorar tudo novamente. Ainda não caiu a minha ficha de que aquele crápula conseguiu me achar, eu já sabia que um dia ele iria fazer isso, mas nunca pensei que seria tão rápido assim. Tipo estou aqui à alguns meses, pensei que iria demorar mais tempo e pelo visto como sempre, estava enganada.
Meia hora depois, resolvi parar de chorar e prometer a mim mesma de que não derramaria nenhuma lágrima por causa dele, pois ele não merecia isso. Então limpei o meu rosto, logo em seguida fiquei tentando pensar nos momentos lindos que eu tive com o Jimin e que espero muito de que tenha mais disso ao lado dele. Enquanto estava lembrando das coisas que eu tive com ele, acabei levando um susto quando uma garota sentou ao meu lado e eu só conseguia encara-lá. Ela aparentava ter a mesma idade do que eu, tinha cabelos longos e ruivos, estava usando um short marrom e uma regata branca, com um colar.
Eu até pensei em começar a conversar com ela, para poder me distrair um pouco, pois estava começando a ficar paranoia por conta do meu pai. Mas confesso que não sou muito em fazer amizades, já que quase não tive amigos quando era mais nova e era assim até um pouco antes de conhecer o Jimin. Pois pra mim, ele além de ser meu namorado é o meu melhor amigo nestes últimos tempos. Enfim, preferi deixar pra falar, até que ela começar a me olhar fixamente e:

- Você não é daqui, certo?- Disse esperando pela minha resposta.

- Sou não, na verdade nem sei aonde que nasci, pois eu viajava pra lá e pra cá com o meu pai desde os meus cinco anos de idade. E eu sei que não era isso que você queria saber, né?- Disse olhando para os lados.

- Não, eu gosto de saber sobre à vida das pessoas e de onde vieram, sabe? Qual é o seu nome?- Disse enquanto sorria para mim.

- Entendi! Meu nome é Alicia e o seu?- Disse toda envergonhada para ela.

- Meu nome é Esther! Bom, vou ter que ir embora agora para resolver algumas coisas pendentes da escola e antes que eu me esqueça, quer anotar o meu número no seu celular?- Disse enquanto se levantava do chão.

- Ah! Quero sim, assim poderemos conversar e se conhecer melhor através por mensagens ou ligações mesmo.- Disse enquanto desbloqueava a tela do celular.

Depois de ela ter falado o número do celular para mim, ela se despediu e foi embora logo em seguida. Confesso que fiquei feliz de que finalmente conheci uma pessoa nova por aqui, alguém diferente e que talvez tenha os meus gostos que eu. Porquê com o Jimin, não tem como falar coisas de meninas como roupas ou algo do tipo, enfim, olhei para o celular e vi que ainda faltava uma duas horas para o encontro.
Não sei se estou realmente preparada para vê-lo novamente, mas eu teria que enfrentá-lo de algum jeito mesmo que eu não estava querendo fazer isso tão cedo assim. Enfim, me levantei do chão e comecei a andar pela praça, fiquei olhando as pessoas passarem pra lá e para cá com os seus familiares ou amigos. E quando cheguei perto de um parquinho, vi um casal com a sua filha pequena e de repente comecei a chorar muito, pois eu vi que eu não tive sorte que nem esta garotinha está tendo. 
Porque a minha família foi destruída apartir do momento que a minha mãe me abandonou para fugir com um cara e de eu ter sido tratada que nem um lixo pelo meu pai, a única pessoa que conseguiu me fazer sentir bem era a Rosely. Que meio que virou uma figura materna para mim, mas mesmo assim sentia um vazio dentro de mim, pois eu sabia de que não era a mesma coisa que ter a minha mãe de volta. E eu ainda não aprendi a lidar com este vazio no meu coração até hoje, mas um dia terei que aprender cedo ou mais tarde.
Enfim, resolvi limpar o meu rosto que aposto de que estava todo inchado de tanto que chorei ontem e hoje, após fazer isso, então andei em direção ao um banco e sentei logo em seguida. Então decidi ficar sentada, até ficar faltando meia hora por encontro, eu estava ansiosa para ficar livre disso e morrendo de medo no que pode acontecer apartir disso.
Eu espero muito de que depois deste encontro, ele não me procure mais ou melhor, que esqueça de que eu existo e que me deixe em paz de uma vez por todas. Enfim, enquanto o tempo não passava, fiquei olhando as pessoas andarem pra lá e pra cá, todos felizes e pareciam não terem nenhum problema da sua vida ou eles apenas estavam fingindo de que não tinham, só para poderem curtirem este dia ensolarado em paz.
Uma hora e meia se passaram, então me levantei do banco e andei até a calçada da rua para poder atravessa-lá, pois o tal restaurante que ele disse que era pra mim ir, ficava do outro lado da rua da praça. E hoje parecia que estava impossível de atravessar, pois passavam carros em alta velocidade, ou seja, teria que prestar atenção dobrada para não correr nenhum risco de ser atropelada por estes loucos.
Então fiquei na calçada e esperando o semáforo fechar, mas quando isso acontecia, as motos nunca paravam ou algum carro ignorava e passava correndo do mesmo jeito. E fiquei tentando atravessar por pelo menos dez minutos, quando consegui, preferi correr na faixa de pedestre, pois nunca se sabem no que pode acontecer se eu fosse andar devagar por lá. E quando cheguei na calçada do restaurante, apareceu um louco que estava de moto e estava passando pela calçada em minha direção. A única coisa que eu pensei em fazer é entrar correndo para o restaurante, mas quando estava quase entrando, em questão de segundos o motoqueiro que estava sem capacete, estava usando uma touca preta e óculos escuros passou por mim. Ele olhou para mim fixamente e depois, saiu correndo de moto normalmente. Naquele exato momento, tive quase a certeza de que era o meu pai e com isso, o meu coração começou a acelerar e me segurei para não chorar novamente.
Assim que entrei no restaurante, procurei uma mesa e me sentei na mesma hora, obviamente escolhi uma que estava perto de uma mesa com dez pessoas que não paravam de falar. Pois eu sabia, que ele não teria coragem de me maltratar ou até mesmo de me bater na frente daquela gente, pelo menos eu espero que ele não tenha. Então fiquei juntando todas as forças do mundo e principalmente contornar a vontade de chorar ou sair correndo de lá. Enquanto estava esperando de ele chegar, pensei em gravar a conversa que terei com ele no meu celular, que se caso ele me ameaçar ou me agredir, já teria provas o suficiente para levá-lo direto para a prisão.
Ainda faltavam dez minutos para ele chegar, então deixei o celular sob a minha perna e empurrei a cadeira para mais perto da mesa, para que ele não desconfie de que eu estava tramando alguma coisa contra ele. A unica coisa que espero que realmente nao aconteça, é de que o Jimin ligue para mim enquanto estivesse gravando a conversa, pois isso poderia atrapalhar o meu plano de me livrar do meu pai.
Ou de ele aparecer por aqui de surpresa, pois aposto de que deve está me procurando que nem um louco neste exato momento. E o medo é que se caso ele conseguir me achar neste restaurante, de que o meu pai use ele para me ameaçar se caso eu não fizer o que ele quer ou até medo de machucá-lo na minha frente. Se isso acontecer, eu juro que nunca me perdoarei na minha vida, porquê a última coisa que eu quero é que o Jimin se machuque novamente por minha causa, já que ele levou um tiro na perna por minha causa.
Meus pensamentos foram interrompidos, quando percebi de que alguém sentou na minha frente e quando fui ver pra saber quem era. Imediatamente levei um maior susto da munha vida, para a minha tristeza, era o meu pai e ele estava exatamente igual àquele motoqueiro que quase me atropelou agora à pouco. E então cheguei a conclusão de que era ele mesmo da moto, eu não conseguia acreditar de que ele tinha aquela intenção de me atropelar na frente de todas as pessoas que estavam dentro deste restaurante.
Assim que eu olhei para ele, comecei a tremer sem parar e não conseguia falar nada para ele, mas depois de alguns segundos, finalmente consegui controlar e agora farei de tudo para aparentar ser forte para ele. O meu pai simplesmente olhou para mim com uma cara de deboche e:

- Oi filha, que saudades que eu estava de você! Como que está a sua vida com o seu tal namoradinho?- Disse com um tom de voz de  sarcasmo para mim.

- Para com esta palhaçada e vai logo ao ponto, senhor!- Disse com um tom de voz séria para ele.

- Ah mas eu queria saber em como que está a sua vida primeiro, para que eu possa pensar em um plano de destruí-la em questão de segundos!- Disse enquanto ria e olhava fixamente para mim.

- Como uma pessoa pode ser assim e ainda ser o meu pai? Me responde uma coisa, por quê me odeia tanto assim e por quê resolveu me encontrar só agora, sendo que já sabia aonde que eu estava faz tempo? E sim, me encontrei com o seu amigo que você mandou que me localiza-se, mas pena que agora ele esteja preso, né?- Disse com um tom de voz de sarcasmo para ele.

- Você teve é sorte de ter um pai como eu, porquê se fosse outro cara, teria te jogado em um orfanato assim que a sua mãe te abandonou comigo, ok? E eu tenho os meus motivos para te odiar tanto, eu só te procurei agora, porquê simplesmente fiquei com saudades e queria ver a minha linda filha.- Disse bufando para mim.

- Você é um monstro, sabia? Então me diga logo no que você quer de mim, para terminarmos logo esta conversa de pai e filha.- Disse enquanto segurava o choro para que ele não percebesse o quanto estas palavras me machucaram profundamente.

- Vou aceitar isso como um elogio vindo de você, filhinha! Sabe no que eu quero de você agora? Eu quero que você volte pra casa por vontade própria e se não querer ir comigo. Digamos que as coisas ficarão feias para você e principalmente para o seu namorado, nunca se sabe no que pode te acontecer enquanto está dormindo tranquilamente na sua cama, ne? Então vai embora comigo agora ou vai querer sofrer consequências?- Disse olhando fixamente para mim.

- E se eu for embora mesmo com você agora, o que irá acontecer com o Jimin?- Disse esperando pela resposta dele.

- Ah então é este o nome do seu namoradinho? Interessante esta tua pergunta, acho que não vou fazer nada com este garoto, só irei ter uma conversinha com ele de homem pra garoto e pode ter certeza de que ele nunca irá esquecer na vida. E principalmente irá se arrepender de ter te conhecido, pois você é a minha filha e ninguém pode te tocar além de mim! E antes que eu me esqueça, finge que vai amarrar o seu tênis e olhe para debaixo da mesa, em direção ao meu pé direito!- Disse com um tom de voz alterada para mim.

Confesso que quando fiz o que ele me pediu e assim que eu olhei para o pé dele, ele puxou um pouco a sua calça e tinha uma faca dentro de um suporte de couro presa em sua perna. Imediatamente fiquei muito apavorada e com vontade de sair correndo daquele lugar, "o que será que ele quis dizer com aquilo de só ele pode me tocar? Se for o que eu acho que é? Ele é um monstro mesmo, ele realmente teria coragem de me abusar sexualmente e de me machucar?", pensei comigo mesma. E eu ainda não consigo acreditar em como pode existir este tipo de ser humano e como ainda está solto, aposto que quando ele ficava alguns dias fora de casa com a desculpa de que estava na aeronáutica. Sendo que na verdade, ele deve ter feito várias barbaridades por aí, eu realmente sinto nojo dele, mas enfim e agora vou tentar convencê-lo de deixar o Jimin em paz. Respirei fundo e:

- E você acha certo em fazer isso? Sinto muito nojo de você e tenho vergonha de tê-lo como pai, enfim, eu só irei com o senhor agora, mas só com uma condição. Que é deixar em paz o meu namorado e não ouse machucá-lo, ok?- Disse com cara de nojo para ele.

- Só eu que posso achar o certo e o errado por aqui, entendeu? E você é a minha filha, então tenho todo direito de fazer o que eu quiser e ninguém vai me impedir isso, ok? E quanto ao seu namorado, vou pensar no seu caso durante o caminho para casa e então vamos embora daqui agora?- Disse já se levantando da cadeira.

Após ele dizer isso, me levantei logo em seguida e para a minha tristeza, teria que ir embora com ele só pra ver se ele não fará nenhum mal ao Jimin. Quando estávamos andando em direção à saída daquele restaurante, eu comecei a ouvi uns barulhos de sirenes de carros se policiais e alguns segundos depois, vi estes carros indo em direção pra cá. E depois disso pararam os carros em frente ao restaurante, os policias saíram com as armas na mão e apontando em nossa direção. Com isso, o meu pai abaixou rapidamente e pegou a faca que estava na sua perna, me segurou por trás, colocou a faca no meu pescoço na mesma hora e:

- Vocês não ousem se aproximarem de mim, senão sou capaz de cortar o pescoço da minha própria filha neste exato momento, entenderam? E quem chamaram vocês até aqui?- Disse com uma voz alterada para eles.

- Senhor Johnson! Por favor, não tente fazer nenhum movimento brusco e jogue esta faca no chão em minha direção. Após fazer isso, solte a sua filha e fique parado aí mesmo, ok? Para o começo de conversa, ninguém te denunciou, na verdade um jovem rapaz que está aqui dentro do carro, que ligou para a delegacia pedindo para que os policiais procura-se uma garota que é a sua filha. E passamos cerca de duas horas investigando o paradeiro dela, mas um policial que estava passando aqui na rua, viu a sua filha entrar correndo para dentro do restaurante e imediatamente nos comunicou. E como descobrimos o seu nome? Foi porquê investigamos tudo que tinha a ver com a sua filha e como o senhor é o pai, obviamente acabamos descobrindo tudo o que o senhor fez de errado.E agora estamos aqui tendo esta conversa que quero que acabe logo, espero que o senhor coopere conosco!- Disse o delegado que estava usando um auto-falante para ele.

- Bom trabalho, se sinta orgulhoso por isso, seu lixo! Mas seria uma pena que eu não sou um tipo de pessoa que costuma obedecer ordens de ninguém, então senhor delegado, eu não vou fazer nada do que me pediu e agora vou demonstrar o quanto eu amo a minha filha. Vou subir esta faca em direção ao rosto dela e fazer algo que vocês já devem estarem até imaginando no que seja!- Disse enquanto subia a faca em direção ao meu rosto.

Após ele dizer isso, logo em seguida ele ficou passando a faca sob o meu rosto por alguns instantes e depois posicionou na minha bochecha esquerda. E abriu um pequeno corte que imediatamente começou a sair sangue, depois ele lambeu o meu rosto e com isso, engoliu o meu sangue. Colocou a faca até o meu antebraço e novamente abriu outro corte, mas desta vez mais profundo, com isso eu comecei a chorar desesperadamente.
Após ele fazer isso, o Jimin saiu do carro e correu em nossa direção, mas foi barrado pelos outros policiais e:

- SOLTE ELA AGORA! COMO OUSA FAZER ISSO COM A SUA PRÓPRIA FILHA?- Disse enquanto tentava fazer os policias que o soltasse.

- Você abaixa este tom para falar comigo, garoto! Nem você e nem estes policiais de merda, irei soltar a Alicia e se vocês não deixarem nós irmos embora agora, farei algo pior com ela. Então como que vai ser, hein rapazes?- Disse rindo para o Jimin.

- O senhor não teria coragem de fazer isso, então por favor solte-a agora e vamos resolver isso logo de uma vez por todas.- Disse todo desesperado para ele.

- Isso que vamos ver agora!- Disse e logo em seguida enfiou a faca na minha barriga e me jogou no chão.

Com isso, gritei de dor e comecei a sangrar muito, então Jimin socou a cara de um policial e correu em minha direção. Quando ele se aproximou de mim, se jogou no chão e me segurou pelos seus braços, depois olhou para o meu pai com um olhar de ódio para ele e:

- Você realmente é um monstro! Então policiais estão esperando pelo o quê para prendê-lo neste exato momento? Me perdoe Alicia, eu não devia ter te deixado fugir e ter demorado tanto para te encontrar!- Disse enquanto chorava e tentando estancar o meu sangue.

E logo em seguida, os policiais correram e mobilizaram o Joseph no chão, colocou as algemas nas mãos dele e depois o levantaram, levaram em direção ao carro e jogaram ele para dentro. E um policial ligou para uma ambulância para vir pra cá urgentemente, enquanto isso, um policial tirou a sua jaqueta e rasgou-a. E enrolou em volta da minha barriga, amarrou bem forte na intenção de estancar de vez o meu sangue, após ele fazer isso, o Jimin ficou falando comigo para tentar me acalmar.
Mas eu não estava conseguindo me acalmar e principalmente de manter os olhos abertos, pois estava me sentindo muito fraca, por motivos de que estava perdendo muito sangue. Com isso, acabei desmaiando e o Jimin começou a ficar mais desesperado ainda, me abraçou porquê achou que eu tivesse morrido e começou a chorar sem parar.


Notas Finais


Comentem sobre o que acharam deste capítulo e até a próxima!😘


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