História The little Jimin - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags 3some, Bagtanboys, Bts, Jhope, Jihope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjin, Namyoonjin, Rap Monster, Suga, Sugamon, Tresome, Vkook, Vmin, Yoonjin
Exibições 295
Palavras 2.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heloo everybody<3

Mto obrigada pelos favs mds :')

Eu não pretendia voltar tão rápido, mas olha eu aqui :D

Fiz um capitulo maorzinho pra vcs~~

até as notas finais<3 Boa leitura e desculpem qualquer erro ><'

Capítulo 3 - Senhor Jung?


                                                                             PUTA QUE PARIU

 

Puta que pariu.

— O que aconteceu Minnie? – Tae pergunta já se levantando do banco que o mesmo estava sentado à minha frente dando a volta na mesa e se sentando ao meu lado.

— ISSO É TUDO CULPA SUA. SUA VARETA GIGANTE FILHA DA PUTA. EU DEVERIA PEGAR A PORRA DAQUELA LOUSA E ENFIAR NA TUA BOCA TAEHYUNG. QUE VONTADE DE TE MATAR!!! – Digo desferindo vários golpes nele com a minha lindíssima mochila rosa.

 

Ah Taehyung, não foi uma boa hora pra ficar perto de mim.

 

 

“E tem boa hora pra ficar perto de você? ”

Quirida' me erra, se não a próxima pessoa que vai ter uma lousa entalada na garganta será você.

 

“Desculpa ai senhor Jimin.”

Assim é melhor.

 

 

— A-AI, AI JIMIN! – ele dá um pulo do banco se atrapalhando em seus pés e quase caindo no chão da pracinha. Bem feito!

 

Me levanto do banquinho pronto pra acerta-lo com a minha bolsa até ter sangue de Taehyung pelo chão, mas ele é mais rápido e sai correndo em direção à rua, só parando quando finalmente está no meio dela.

 

Mas ninguém foge da irá de Park Jimin!

 

— S-SEU FILHO DA PUTA, PORQUE VOCÊ SEMPRE FODE COMIGO?

— QUE DROGA JIMIN, DO QUE VOCÊ TA FALANDO? – Taehyung gritava do meio da rua enquanto eu ainda estava ajoelhado na grama da pracinha...

Chorando

 

“Puta que pariu, tu é dramático pra caralho. ”

 

Coloque-se na minha situação. Eu sou um garoto com a alta estima baixa por ser muito pequeno e gordinho, todas as garotas que eu gostei um dia na minha vida me trocaram por outros caras, tenho um amigo idiota, sou zuado na escola e agora estou sendo perseguido por um taradão da minha sala.
 

Por que eu não choraria em um momento desses?   

 

“Continua dramático. ”

 

Olha tu cala os teus dedos, porque eu to' em uma situação complicada agora.

Humpf

 

 

 

 

 

Gente, eu esqueci do Taehyung, ele ainda ta no meio da rua!

 

 

 

 

 

— TAEHYUNG SUA ANTA ALEJADA QUE USA VARETAS COMO PERNAS. SAI DO MEIO DA RUA DESGRAÇA! – grito ainda na calçada com as mãos sobre a boca fazendo um formato de concha na esperança de o som sair mais auto para vulgo Antaehyung escutar.

 

— É O QUE? – adiantou merda nenhuma. – NÃO TO' OUVINDO JIMIN. – ah vá.

 

— EU DISSE: SAI DA RUA SUA AN-

 

—TAEHYUNG A BICICLETA!!!

— BICICLETA?

 

 — ATRAS DE VOCÊ SEU IDOTA!

 

— QUE BICICLETA JIMIN?

 

Tarde demais...

 

 

 

 

 

 

 

 

~(>//w//<)~

 

 

 

 

 

 

O sol já estava se pondo, então eu e Taehyung decidimos que seria melhor voltarmos pra casa antes que nossos pais ficassem pistolas e nos colocassem de castigo.

 

Nós somos vizinhos desde que eu me entendo por gente. E sempre voltamos juntos pra casa depois das aulas, a única diferencia de antigamente para hoje é que quando éramos crianças costumávamos voltar de mãos dadas.

Era engraçado por que as pessoas costumavam dizer que eu parecia a namoradinha do Tae.

Mal sabia elas que sempre fui hetero, risos.

Nós também tivemos a “época” de brincar de casinha, eu sempre era a mamãe e o Taehyung o papai. E também tínhamos um filho lindo “gerado” pela nossa genética, o nome dele era Clayton, meu falecido cachorro. Ele era um filho rebelde eu sei, mas nunca vou ter filho tão lindo quanto Clayton.

Que descanse em paz.

 

Eu aproveitei para contar sobre o JungTaradão para o Tae no caminho de casa.

Esperava que ele fosse rir de mim, ou então se arrepender e implorar pelas minhas desculpas.

Mas não.

Taehyung fechou totalmente a cara em uma expressão nada boa, poderia dizer que era raiva?

 

Oque aconteceu Tae?

 

 

Eu deveria perguntar a ele o porquê dessa cara, mas ele parecia tão nervoso que me deu um pouco de medo dizer algo e receber gritos em resposta. Pode não parecer, mas eu fico muito sensível quando começam a gritar comigo. E se essa pessoa for Kim Taehyung é pior ainda; eu começo a chorar e não paro mais.

 E não pense que é um choro bonito. É feio, muito feio, vocês têm sorte de não me ver chorando, credo.

 

Por isso fomos o caminho todo sem trocar nenhuma palavra.
Um silencio totalmente incomodo se instalou no ambiente, seguido de um clima pesado.

 Mais pesado que o próprio Faustão.

Taehyung continuava preso em seus pensamentos com as sobrancelhas franzidas, praguejando baixinho vez ou outra.

 

E eu sem entender caralho nenhum.

 

“ Não existe ninguém mais burro que Park Jimin. ”


Porque? Eu não entendi...

 

“Deixa pra lá Minnie-Shi. ”

 

 

 

Nós chegamos em nossas residências. A minha casa era em frente a do Tae, o que facilitava quando queríamos assistir um filme juntos ou então jogar Counter Strike. Mas parece que Taehyung esqueceu disso já que o mesmo passou direto ainda caminhando, perdido em seus pensamentos.

— Tae? – Nada.

— Taehyung?. – silencio – KIM TAEHYUNG! -  agora aquela desgraça me escuta.

 

 

Taehyung encerra seus passos ficando na mesma posição de costas para mim por alguns segundos, em silencio. Então se vira lentamente.

 

— A-ah, desculpa Jimin-Shi, eu estava um pouco distraído. – ele diz coçando sua nuca de forma desajeitada enquanto esboça seu típico sorriso retangular, mostrando suas pressinhas.

 

 — O-kay. – eu acho.

 

— Bom, eu vou entrar Minniezinho. – Tae diz andando em minha direção.- Até amanhã. – Okay, confesso que agora ele já estava perto demais de mim.

 

Taehyung se abaixa minimamente enquanto posiciona sua mão esquerda em minha nuca explorando meus fios de cabelo em um leve carinho. E em seguida pude ser capaz de sentir seus lábios...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em minha testa

 

 

 

 

Esse tipo de contato era comum estre nós, mas estava diferente.

 

Oque estava diferente?

 

— A-até amanhã Tae.

 

Ele se afasta do meu rosto dando um pequeno sorriso sem graça, e em seguida ruma seus passos até sua casa.

 

E eu apenas o observo sem dizer nada; até reparar que o mesmo estava mancando.
 

Como eu não percebi?

Mesmo que ele tenha me dito que o impacto com a bicicleta foi mínimo...

ele mentiu! Taehyung fingiu não estar machucado.

 

Por que?

 

Por que Taehyung?

 

Você fez isso para eu não me preocupar?

 

 

Mesmo preocupado eu não fui capaz de ir até ele. De algum modo algo me segurava; eu estava inseguro.

 

 

~(>//w//<)~

 

 

 

 

 

 

 

 

— Bom dia seus sedentários desgraçados! – Opa, sedentarismo é comigo mesmo.

 

Hoje era quarta-feira, aula de educação física com o Professor Min Yoongi.

Vocês conseguem ouvir meu suspiro de desanimo daí?

Nós estávamos arrumados em fileiras. Eram quatro fileiras com oito alunos em cada uma delas, eu era o penúltimo aluno da terceira fileira.

 

 

—Psiu! Ei, Jimin. – escuto alguém me chamar; fico procurando que nem um idiota.

Não era nada mais nada menos que a Antaehyung me chamando na quarta fileira, ele era o terceiro aluno dela.

— O que é? – Sussurro tentando fazer o mínimo de barulho.

Eu não queria ser punido pelo professor, ainda mais quando suas punições são consideradas pesadas para um gordinho que nem eu.

 

— Quer ir lá em casa hoje? Eu comprei um jogo novo. – O bom humor do Tae voltou. Ainda bem!
 

Cheguei a pensar que ele ficaria com cara de bosta pra sempre depois que eu contei sobre o JungTaradão. Falando na peste; ele nem veio hoje, graças ao nosso senhor G-Dragon.
Parece que o senhor lá de cima está olhando por mim.

 

— Nossa, essa é uma ótima hora pra perguntar isso Tae. – digo sarcástico. — Não podia esperar a aula acabar sua anta?

 

— É que-

 

— Vejo que o casalzinho ai está mais preocupado em namorar do que prestar atenção na minha aula. – Fodeu. – Kim Taehyung, Park Jimin. VENHAM AQUI AGORA!

 

Meu cu tranco'.

 

Eu e o Tae saímos de nossas fileiras já nos dirigindo ao professor que estava em nossa frente.
Taehyung ainda estava com o tornozelo machucado; ele não me disse nada, mas eu pude ver seu esforço para andar normalmente.

Não posso deixar ele receber a punição com o tornozelo daquele jeito!

 

— Professor, o Tae está com o tornozelo machucado. Ele precisa ir à enfermaria. – Taehyung arregala os olhos intercalando seu olhar entre o meu e o do Professor.

 

—Kim Taehyung, porque não me disse!? – O professor diz, Tae abaixa seu olhar para os seus pés. — Vá para enfermaria agora!

 

— M-mas profess-

 

— Como você quer continuar no time de basquete com o tornozelo arrebentado? Quer que eu o tire do time?

 

— Não. – Taehyung diz com a voz baixa

 

— Ótimo. Agora vá! – O professor diz apontando para aporta da quadra indicando que Taehyung saísse, e ele o faz.

 

Bom, agora que o Tae se livrou dessa graças a euzinho lindíssimo Park Jimin. Acho que posso voltar para o meu lugar já que o meu amigo não vai estar aqui para receber a punição, e eu não acho que o professor vá jogar tudo nas minhas costas, não é?


Não é?

 

— Aonde está indo Park Jimin?

 

“ Parece que se fodeo. “

 

— Estou indo para o meu lugar Senhor.

 

— Não pense que vai se safar da punição Park. Seu amigo não está aqui para te ajudar, mas eu tenho um aluno excelente que estava ajudando o primeiro ano. Com toda a certeza ele vai ser capaz de te ajudar. – Porra senhor Min! Facilita pra mim ai. — Ah, ele chegou.

 

— Desculpe a demora professor, mas os alunos do primeiro ano são um pouco burros...

 

Meu olhar vai para a mesma porta por onde o Tae saiu.

 

 

 

 

AI MEU SANTO G-DRAGON O QUE QUE EU TE FIZ!!!!???

 

 

 

 

— Tudo bem Hoseok.

 

Era ele. Era o JungTaradão!

 

A peste veio em direção ao professor com toda aquela sua pose de gostosão andando todo descolado enquanto passava a mão nos cabelos, como se estivesse em um comercial de shampoo.
Só falta ele dizer: “— Eu uso Clear Man.” Puta que pariu.

O senhor Min colocou a mão no ombro do Hoseok o balançando, olhando para o Jung como se ele fosse o cara mais foda das galáxias. Eu não mereço

 

— Acho que não precisarei apresenta-los já que são da mesma sala. – Senhor Min comenta e o JungTaradão direciona seu olhar para o meu.
 

 E eu vi! Eu vi escrito em sua testa “eu vou te comer”, e o meu medo era que fosse literalmente pois seu olhar era intenso.

Mas eu não sou a porra de uma garotinha indefesa e envergonhada.
 Pela a minha pose de Birll e o meu olhar intimidador eu deixei bem claro que eu não tava para as gracinhas daquele arrombado não.

 

“Acho que outra pessoa vai ser a arrombada daqui ( ° ͜ʖ ͡ - )”

 

Eu vo arrombar é a tua cara!

 

 

O senhor Min nos explicou que eu deveria fazer trinta abdominais, eu quase chorei.
Hoseok teria que segurar as minhas pernas para que eu não me desiquilibrasse.

 Como eu queria que o Taehyung estivesse aqui!

Nos dirigimos para o canto da quadra, tivemos que esperar a aula de educação física acabar para não atrapalhar. Eu me deitei de costas no chão que estava gelado, resultando em um Park Jimin arrepiado.

 

 

— Nossa Baby, olha que eu nem te toquei ainda. – JungAbusado diz segurando a parte interna das minhas pernas arqueando meus joelhos para ficarem na posição certa. Hoseok estava na frente das minhas pernas, me encarando.

 

— Vai se foder Jung!

 

— Só se for com você. – Eu reviro os olhos.

 

— Vamos acabar essa merda logo, eu quero ir pra casa. – Digo já me estressando

 

Porra eu to com fome!

 

 

— Como quiser amorzinho. – Hoseok diz dando uma piscadela. Eu ignorei obviamente.

 

Início o primeiro movimento com as costas apoiadas no chão, as mãos atrás da cabeça. Me direciono para frente.
Perto demais! Para uma pessoa hetera macho que nem eu, eu estava perto demais do tarado.

 

1 — Você tem lábios tão lindos Jimin, posso chupa-los?

 

 

2 — Não me deixe tão excitado com esses gemidinhos de dor amor!

 

 

3 — Nossa minnie, você já está tão suado...

 

 

4 — Jimin, você é tão gostoso que eu até te deixaria ser o ativo na relação uma vez!

 

 

— Ta bom, já chega vamos parar por aqui! – Digo tirando suas mãos de mim com brutalidade e me levantando rápido. – Eu vou embora, apenas diga ao senhor Min que acabamos okay? – Jung ainda está sentado no chão me olhando com um sorriso de canto, ele passa a língua lentamente pelos lábios e depois morde o inferior.

 

“ Tu reparo né safado.”

 

Cala a boca! Eu só estou contando os fatos. Humpf

 

 

— Tudo bem gracinha, mas você fica me devendo essa.

 

— Que seja. – Me viro pegando minha mochila do chão, rumo meus passos para a porta.

 

 — Que raba ein Jimin!

 

— Vai se foder!

 

— Eu já disse, é só marcar a hora que a gente vai!

 

 

 

 

“ Eu aprovo Jimin! ”

 

 Vai se foder você também!

 

 

 

 

 

 

~(>//w//<)~

 

 

 

 

 

 

— OMMA, CHEGUEI!

Eu acabei de chegar em casa, Taehyung não pode vir comigo, ele havia indo embora mais cedo para poder ficar de repouso. Espero que ele fique melhor logo! 

 

Jogo minha mochila no sofá, começo a pensar que não tem ninguém em casa até escutar barulhos na cozinha. Me direciono para a mesma tendo a visão da minha mãe de costas preparando algo nas panelas, pelo cheiro parecia delicioso; ela estava tão distraída que nem me notou.

 

— Oi Omma. – Digo rodeando a sua cintura e depositando um beijo em sua bochecha.

 

—Olá, querido! – Ela se vira para poder me ver. – Está com fome?

—Sim, muita. – Digo fazendo bico.

 

 

“Quem vê pensa que é um anjo. ”

 

 

Eu sou sim um anjinho ta querida.

 

 

 

 

— Espere só um pouco

 

— Não sei se serei capaz Omma. – ela ri, mas de repente abaixa o seu olhar enquanto o sorriso vai se desfazendo. — Está tudo bem? Aconteceu alguma coisa?

 

— Precisamos conversar Jimin. – Fodeo.

 

A última vez que ela disse isso nós tivemos uma conversa séria sobre garotos que começam a se masturbar cedo demais. E eu não to afim de falar sobre algo constrangedor de novo.

 

 

— T-ta bom.

 

— Jimin, como você sabe já faz oito anos que seu pai morreu, e que isso não foi nada fácil para nós dois, ainda mais você que era uma criança e precisava de um pai presente. Mesmo que eu tenha te dado amor e carinho esses anos todos; por causa do meu trabalho para poder te dar uma boa vida teve muitos momentos que eu estava ausente, e isso é algo que eu nunca vou me perdoar. Você é a minha vida! E é por isso que eu preciso da sua permissão.

 

— M-mãe, o que você está querendo dizer?

 

— Estou dizendo que me apaixonei de novo Jimin! E eu preciso que você me dê a sua permissão. – Ela diz segurando o meu rosto levemente com as mãos fazendo um leve carinho.

 

— Mãe, você sabe que é a pessoa que eu mais amo nesse Mundo! Eu apenas quero que seja feliz, que possa amar novamente. – Minha vista fica embaçada por conta das lagrimas que ameaçavam descer.

 

 

— Então está tudo bem? – Ela me pergunta.

 

— Está tudo bem Omma.- Digo a abraçando. Por um momento ela retribui o abraço e então me solta.

 

— Que ótimo, porque ele virá com o seu filho hoje para um jantar em família!

 

— Oque!? Mas tão rápido assim?

 

— Você disse que estava tudo bem Jimin. – Minha Omma diz limpando suas mãos no avental que estava vestindo, e me direciona um olhar feio. Eu ia dizer algo, mas fui interrompido pela companhia tocando. — Ai meu Deus! Eles chegaram!

 

Minha Omma sai em disparada na direção da porta a abrindo com tudo.

 

— Como está bonita hoje senhora Park. – Mereço, meu futuro “pai” é um galanteador.

 

— Awn, pare de ser mentiroso. – Eu podia ouvir minha mãe conversando com o seu tal namorado, mas ainda não tinha o visto já que estavam na sala.

Escuto os passos vindo para cozinha.

 

— Jimin, esse é-

 

— Senhor Jung?

 

— Oho, menino Jimin! – O senhor Jung abre um largo sorriso vindo em minha direção me abraçando apertado em seguida.

 

— Parece que já se conhecem. – Minha mãe comenta.

— Claro. O pequeno Jimin sempre compra as minhas coxinhas junto de seu amigo bem alto. – Okay senhor Jung, não precisava comparar o tamanho. — Filho venha aqui! Olhe só.

 

Ah não

 

— Pequeno Jimin, esse é o meu filho. – Dez mil vezes NÃO.

Seu filho se aproxima de mim, e se inclina levemente até alcançar meu ouvido sussurrando em seguida.

— Parece que nos encontramos de novo Baby.

 


Notas Finais


Os dorameiros reconheceram a cena das abdominais :)

O que acharam anjos?

Até o prox cap<3

CHU~~


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