História The Little Killers - Capítulo 52


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Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Bethany Young, Caleb Rivers, Dr. Rollins, Hanna Marin, Jessica DiLaurentis, Mona Vardewaal, Sara Harvey, Shana Fring, Wayne Fields, Wren Kingston
Tags Alison Dilaurentis, Assassino, Pretty Little Liars, Revelaçoes
Exibições 6
Palavras 2.108
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 52 - Songs Of Innocence


Fanfic / Fanfiction The Little Killers - Capítulo 52 - Songs Of Innocence

|NO DIA SEGUINTE|

  As meninas foram levadas para o hospital para fazerem alguns exames para certificarem-se de que tudo está bem, enquanto a polícia cercou todo o local de onde elas ficaram por semanas. Não encontraram mais ninguém lá, além de tudo o que o assassino deixou para trás que não foi consumido pelo fogo.

Já era a manhã do dia seguinte, e Spencer estava sendo tratada na ala de psiquiatria do hospital. Hanna, Alison, Emma e Mona estavam conversando no quarto do hospital.

Hanna – Onde a Spencer está?

Emma – Ela está na ala psiquiátrica, ela não se lembra de nada, nem dos próprios pais!

Alison – E o Andrew?

Mona – Ouvi falarem na ambulância. Ele desapareceu depois que nós fomos presas, e quando vasculharam seu quarto encontraram planos e diários.

Hanna – Andrew é o assassino, é o que estamos dizendo, não é?

Mona – Não estamos dizendo, é a realidade!

Emma – Se realmente é ele, por que ele tinha aquelas fotos aqueles vídeos no cofre? Qual é a ligação?

Alison – Emma está certa! Não faz sentido.

Hanna – Então quando contaremos para a policia o que vimos lá?

Emma – Não contaremos!

Hanna – Por que não?

Emma – Porque os polícias descobrirão se for verdade.

|UM TEMPO DEPOIS|

Vivian estava em casa arrumando tudo para a volta de Emma. Ela ainda estava sem conseguir dormir, e com muitas olheiras, e enquanto fazia isso, Fred continuava dizendo que o que ela tinha feito para salvar as meninas não foi a melhor tática.

Fred – Vivian, você sabe que você podia ter morrido lá.

Vivian – Fred, minha filha estava lá! Ela e as amigas dela valem mais que uma vida só.

Fred – Os policias iriam encontrá-las!

Vivian – Não Fred, eles não iam! Eles descobriram que Andrew Campbell estava fazendo isso com elas desde o baile de formatura da Emma. Ele é inteligente e matou mais de dez pessoas! Mais um tempo lá, e elas poderiam ter morrido.

Fred fez com que Vivian senta-se no sofá um pouco, e então começou a tranquilizá-la. Começou a fazer massagem em seus ombros, e disse que ela estava muito estressada e precisava de um descanso.

Fred – Acabou! Eles sabem que é ele, o país todo está procurando por ele. É só questão de tempo para que eles o achem.

Vivian – Talvez... (Disse Vivian olhando para Fred desconfiada).

Fred começou a ficar preocupado com o olhar de Vivian para ele, e então Vivian disse:

Vivian – Quem é o pai da Alison?

Fred – O quê?

Vivian – Não o quê. Quem?

Fred – Eu não estou entendendo... (Disse Fred confuso).

Vivian – Na época em que aconteceu aquilo... Entre você e eu, você namorava a Jessica, não é?

Fred – Sim.

Vivian – Você é o pai da Alison?

Fred – O quê? Não, é claro que não.

Vivian – Tem certeza?

Fred – Sim. Por que a pergunta? (Perguntou Fred confuso).

Vivian – Nada. Só que eu nunca o conheci... (Disse Vivian pensativa).

Enquanto isso, Mona foi até o quarto do hospital onde Spencer estava. Ela adentrou, e encontrou-a aparentemente dormindo. Mona ia embora, mas Spencer a chamou atenção.

Spencer – Não estou dormindo...

Mona – Oi. Você tá bem?

Spencer – Estou tentando dormir... Mas não consigo. (Disse Spencer respirando fundo).

Mona – Já falou com seus pais?

Spencer – Sim. Eles estavam aqui. Eles são mesmo meus pais?

Mona – Sim, por quê?

Spencer – Porque eu não consigo me lembrar deles... (Disse Spencer chorando).

Mona – Você não se lembra de nenhuma de nós?

Spencer – Não...

Mona – Nem do que você ia nos contar no dia de ação de graças? Quando você desapareceu?

Spencer – Me desculpa... Eu não me lembro. (Disse Spencer limpando suas lágrimas).

Mona – Vou deixar você tentar dormir um pouco... Vejo você depois. (Disse Mona saindo do quarto em seguida).

Enquanto isso, Emma estava no seu quarto de hospital arrumando suas coisas, enquanto Ian que acabara de sair da delegacia, e tinha ido vê-la, estava contando para ela sobre o caso e sobre o que encontraram naquele cativeiro.

Emma – Conseguiram alguma pista? De onde Andrew possa estar?

Ian – Nada. Apenas diários sobre como ele odiava a Alison, e que achava que ela e vocês representavam a “Femilização da sociedade”.

Emma – Nada a mais?

Ian – Não. O resto foi consumido pelo fogo que vocês colocaram. Mas a Tanner está fazendo o possível para encontra-lo, e nós iremos.

Emma – Espero que ele confesse quando o encontrarem, essa cidade não precisa de outro julgamento...

Ian – Se ele for esperto, ele irá.

Ian então beijou Emma, e a abraçou. Depois recebeu uma mensagem de Tanner, dizendo que precisava dele na delegacia, e então ele foi embora.

|HORAS DEPOIS|

Já era de tarde, e todas as meninas, com exceção de Spencer, saíram do hospital e finalmente foram para casa. Aquilo parecia um sonho se tornando realidade. Todas elas ficaram cada segundo de cada minuto de cada hora desejando que todo aquele inferno acabasse. Os médicos recomendaram-nas remédios para elas conseguirem dormir.

Elas passaram por muitas coisas no cativeiro, e seria muito difícil esquecer tudo aquilo com o tempo. Hanna estava tão aliviada de estar em seu quarto rosa novamente. Mas quando entrou lá, sentiu como se ainda estivesse no cativeiro. E então sua mãe chegou por trás, assustando-a.

Ashley – Me desculpe, não queria te assustar.

Hanna – Tá tudo bem (Disse Hanna balançando a cabeça).

Ashley – Me diga o que irá querer para o jantar... Contanto que entreguem. (Disse Ashley rindo).

Hanna – Tudo bem, eu já vou descer.

Ashley então desceu para o andar debaixo, e Hanna começou a observar seu quarto, e pensou em mudá-lo por completo. Ela não queria sentir-se presa lá novamente. E não queria dormir em um lugar idêntico ao que ela passou suas últimas três semanas sendo torturada.

Enquanto isso, Alison estava em seu quarto, e seu tio, Wren, estava colocando seus remédios em ordem.

Wren – Para que são todos esses remédios? (Perguntou Wren assustado).

Alison – Para ansiedade, para eu conseguir dormir, para dor... Não sei para que eu preciso de tudo isso.

Wren – Sua tia está resolvendo um problema em Ravenswood, ela voltará em breve. Ela está feliz que você esteja bem. A polícia está nos dando vinte e quatro horas de proteção, não quero que saia até que tudo esteja mais calmo...

Alison – Posso te perguntar uma coisa?

Wren – Claro. O que foi?

Alison – Você conheceu o meu pai?

Wren – Seu pai? Não, por quê? (Perguntou Wren desconfiado).

Alison – Eu estive pensando... Depois que a mamãe morreu, não sobrou ninguém, apenas você. E ela nunca falou muito sobre o papai.

Wren – Talvez porque nem ela o conhecia muito bem...

Alison – Como assim?

Wren – Ali, sua mãe era nova, eu nunca fui chegado muito a ela desde quando nós brigamos pela última vez. Não participei muito da vida dela, gostaria de ter participado mais.

Alison – Estou com fome. Tem algo para comer? (Perguntou Alison tentando mudar de assunto).

Wren – Sim... Vou trazer para você. (Disse Wren indo até o andar debaixo).

Enquanto isso, Mona estava sentada junto de sua mãe em sua cozinha. Ela estava esperando sua mãe preparar a comida. Mona não tinha uma refeição decente há um tempo, e com certeza nunca foi muito fã da comida do hospital.

Veronica – Deve estar faminta, não é?

Mona – Sim... Não como nada desde ontem.

Veronica – Por que não comeu o hospital?

Mona – Eu odeio comida de hospital...

Veronica colocou a comida que havia preparado para Mona, e então sentou-se em frente à ela, para vê-la comer. Mona não estava muito confortável com aquilo, mas sua mãe estava tão feliz de que ela estava de volta, que não estava acreditando que aquilo era real.

Veronica – Eu conversei com a mãe das meninas, e todas concordaram em deixá-las prestar depoimento sobre o que aconteceu com vocês lá dentro quando estiverem preparadas...

Mona – O quê? Não, eu farei hoje.

Veronica – Querida, você acabou de sair do hospital, precisa descansar!

Mona – Não! Eu farei isso hoje, não quero deixar o Andrew machucar mais ninguém por aí...

Veronica – Tem certeza?

Mona – Sim! Quanto antes melhor.

Veronica – Já falou com a Spencer? Eu soube que ela foi diagnosticada com Amnésia Retrógada... Ela nem se lembrava nem dos próprios pais. Ela se lembrava de vocês?

Mona – Quando chegamos lá e a encontramos, parecia um sonho... Mas ela não se lembrava de nenhuma de nós e nem do que aconteceu com ela.

Veronica – Eu sinto muito filha... Eu nunca, nunca mais vou deixar que algo assim aconteça novamente com você. Nunca!

|HORAS DEPOIS|

Já era de noite, e Spencer ainda estava no hospital passando por uma série de exames neurológicos, e não via a hora de voltar para casa. Ela não aguentava mais tudo aquilo, e estava confusa. Sua mãe estava no seu quarto do hospital e seu pai estava do lado de fora do quarto. Ela sentia-se como estivesse ao redor de estranhos.

Spencer – Quando eu poderei ir embora?

Melissa – Os médicos ainda estão terminando os exames querida... Iremos hoje ainda, seja um pouco mais paciente.

Spencer – Pode me trazer um pouco de água?

Melissa – Claro. Eu volto já.

Melissa saiu do quarto para pegar a água, e esbarrou com seu marido, Jonas Drake, que estava parado do lado de fora do quarto.

Melissa – Via ficar parado aqui fora sem falar com a sua filha?

Jonas – Se eu soubesse que um dia isso aconteceria, eu não teria...

Melissa – Não Jonas! Não aconteceu por causa disso, e sim porque um assassino espancou, torturou e sequestrou a nossa filha por um mês.

Jonas – Eu não estou preparado para isso...

Melissa – Você é o pai dela, tem que estar! Agora entre e fique com ela lá dentro!

Melissa então seguiu seu caminho até o bebedouro para pegar água para Spencer, enquanto Jonas havia entrado no quarto de Spencer para ficar com ela.

Enquanto isso, Alison estava em seu quarto com Emma, conversando sobre o que seu tio, Wren, havia dito para ela sobre seu pai.

Alison – Wren me disse que não conheceu meu pai... Disse que minha mãe era problemática, e não o queria por perto.

Emma – Alison, eu vou dizer isso do jeito mais delicado que eu puder. Seu tio é um mentiroso!

Alison – Isso foi delicado?

Emma – Isso não pode ser verdade, o que sua mãe já te falou sobre seu pai?

Alison – Ela quase nunca falou. Apenas que o conheceu através de uma velha amiga, e que tudo aconteceu muito rápido. Quando eu nasci, ele havia sofrido um acidente e morreu.

Emma – Tem certeza que é tudo?

Alison - Sim! Onde estão as outras meninas?

Emma – Spencer ainda está no hospital, Mona foi prestar depoimento hoje, e Hanna não pôde vir.

De repente, o celular de Alison vibrou e era uma mensagem anônima. Ela olhou o celular assustada, e fez com que Emma ficasse preocupada.

Emma – O que aconteceu?

Alison mostrou o celular, e havia coordenadas, e uma mensagem:

“Sigam as coordenadas,

E encontrem as respostas”.

Enquanto isso, Mona estava sentada na sala de depoimentos da delegacia, enquanto sua mãe esperava do lado de fora da sala. A detetive Tanner estava se preparando para fazer as perguntas, e percebeu que Mona estava um pouco agitada.

Tanner – Então... Quando foi o momento que percebeu que tinha sido sequestrada?

Mona – Eu estava na minha cama... Eu acordei na minha cama, pensei que estava em casa, mas eu não estava, era tudo uma cilada.

Tanner – E como conseguiu sair?

Mona – Havia uma voz no autofalante e câmeras por toda parte. A voz pedia para que seguíssemos um caminho e nós seguíamos.

Tanner – Faziam tudo o que ele mandava?

Mona – Não tudo... Por isso havia as punições.

Tanner – Que tipo de punições?

Mona – Cadeira elétrica... Havia também um lugar em que ele te deixava por dias sem comida e água.

Tanner – E em algum momento enquanto estava lá, você o viu? Andrew?

Mona – Sim... Várias vezes.

Tanner – Mas viu seu rosto?

Mona sabia que não poderia mentir, mas tinha que fazer com que todo aquele pesadelo acabasse logo.

Mona – Sim! Houve um momento em que eu me perdi lá, e encontrei a sala em que ele controlava tudo. Ele estava sem máscara. Era ele, era o Andrew!

Enquanto isso, Emma e Alison haviam seguido as coordenadas que receberam, e chegaram a um estacionamento com várias garagens de aluguel. Estava escuro, e não havia ninguém por perto, e elas pararam em frete de uma.

Alison – Acho que é essa!

Emma – Mas como vamos abrir?

Alison – Melhor nós voltarmos, vamos!

Quando Emma e Alison viraram-se para irem embora, a porta da garagem se abriu sozinha, e elas pararam com o barulho. Ao se virarem, encontraram uma coisa aterrorizante. Andrew Campbell estava morto, enforcado em uma corda.

Alison – Ai meu deus...

Emma – Ah não...

[...]


Notas Finais


E então? Gostaram?? Comentem!! Aqui vai uma sinopse do próximo capítulo:
Songs of Experience (6x03):
A vida das meninas foram viradas de cabeça para baixo por causa de seu sequestro e cada uma delas está à procura de respostas para dar sentido a sua agonia. Após Alison e Emma descobrirem o corpo de Andrew, a cidade e as mães ficam despreocupados achando que tudo acabou. Enquanto isso, Alison está em uma missão para obter respostas sobre seu pai. Hanna quer reunir as quatro amigas novamente para que elas possam seguir em frente após o que aconteceu na casa de bonecas. Enquanto isso, Alison não é mais a menina má que era antes, e um amigo tenta ajudá-la a encontrar a coragem de começar de novo e encontrar a "nova" Alison.


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