História The Lost - Capítulo 2


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Palavras 484
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


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Boa leitura.

Capítulo 2 - 🌙 O Início


Já era dia quando acordei e o sedã HB20 preto parou em frente à uma casa comum ao estilo subúrbio. O jardim era coberto por um gramado verde que aparentemente fora cortado a pouco tempo, um balanço de dois bancos servia como decoração assim como os guinomos e joaninhas no gramado. Uma árvore grande fazia sombra sobre o balanço. O ar da cidade era mais puro e tinha um cheiro mais doce do que de Lofredscrin.

—Ah, vamos lá, Sebastian, olha essa casa. Teremos uma vida nova, legal não? — papai tentou alegrar Sebastian com suas palavras e uma cotovelada leve. Meu irmão apenas afundou mais o fone em seu ouvido e foi buscar as malas, sem dizer uma única palavra. — e então, Karen, gostou? — papai se virou para mim, sorridente.

— É uma linda casa. Eu gostei — sorri rápido e fui pegar as minhas malas.

— Mentiu pra ele, não é? — Sebastian perguntou enquanto tirava a mochila preta da famosa Kipling.

— Não — franzi o cenho — a única coisa que amei até agora foi o jardim — confessei soltando os ombros. Sebastian riu e após eu tirar minhas coisas ele fechou o porta-malas.

🌙🌙🌙

— Lucille? — ouvi as leves batidas de minha mãe na porta branca do quarto, mesmo que minha mãe não houvesse batido na porta e apenas dito meu nome, eu saberia que era ela, aliás, minha mãe era a única pessoa que me chamava de "Lucille" — querida? — ela abriu a porta enfiando sua cabeça para dentro do quarto, me virei deixando de lado a minha parte de arrumar as paredes e lhe dei atenção.

— Sim? — perguntei curiosa.

— Está na hora do jantar — ela falou, mas sem dar muito atenção para mim, ela admirou o quarto uma ultima vez e me lançou um sorriso antes de sair descendo as escadas para a sala de jantar. Rodei meu olhar por uma última parte pelo quarto e alisei as roupas com a mão enquanto me dirigia a porta aberta que minha mãe deixara. 

No final da escada vi Sebastian indo também até a sala de jantar. 

— O que vamos jantar hoje? — Sebastian perguntou apoiado no batente da parede. 

— Pizza — meu pai respondeu colocando os pratos com fatias grandes de pizzas na mesa nova. 

— YAY! — exclamei indo em direção à uma das cadeiras aparentemente confortáveis do conjunto de mesa. 

🌙🌙🌙


Estávamos de bobeira na sala, papai assistia o jornal, mamãe lavava o resto sujo da louça, Sebastian mechia no PSP e eu escrevia em meu celular, ali poderia expressar tudo o que quisesse, sem problema nenhum. Mas, o "dim dom" da campainha de casa me fez tirar a atenção do celular e ir atender. 

Não era nada mais que uma caixa pequena de papelão. Um cordão pequeno com o nome Karen estava dentro da pequena caixa dentro da caixa de papelão. 



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