História The Lost Queen - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexander Ludwig, Deuses, Drama, Freyr, Odin, Rainhas, Reis, Romance, Sexo, Vikings
Exibições 147
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Então!
Eu vim com mais uma fic, eu espero de todo amor que vocês gostem <3
Quero muito contar com o apoio de vocês, então vamos bombar nos comentários e coloque em seus favoritos.

Prometo-lhes uma coisa, esta fic SERÁ A MINHA MELHOR FIC!
EU darei alma e coração para que isto funcione.
Obrigada!

Capítulo 1 - Phoebe


Fanfic / Fanfiction The Lost Queen - Capítulo 1 - Phoebe

Capítulo 1- Phoebe

Paris, Frankia

Phoebe

Meu coração batia forte no peito, a sensação de desespero já havia tomado meu corpo á algum tempo e minhas mãos tremiam. Olhei para Elle sentada ao meu lado, o armário estava nós escondendo perfeitamente bem, mas era nítido o risco que corríamos. Rezei á Deus para me manter viva, comecei uma prece silenciosa, sendo acompanhada da criada. 

Ouvimos alguns sons de passos, olhei pela pequena fresta, eles estavam em meu quarto. Eram três homens com suas roupas de couro e seus machados nos cintos, falavam a mesma língua que minha mãe havia me ensinado quando pequena. Não entendi muito bem o que eles estavam cochichando, mas era algo sobre mim, ouvi a pronúncia errada de meu nome. 

Um deles olhou em nossa direção, apertou os olhos contornados de preto, pegou seu machado e veio em direção ao armário. Cobri a boca de Elle, e com a outra mão a minha. O nórdico soltou uma gargalhada e bateu com o machado na porta fina de madeira, tremi por dentro e me mantive em silêncio. 

- Ora Ora, o que temos aqui? Olaf? - o bárbaro olhou para o outro homem e puxou a porta devagar, ainda gargalhando - Uma princesa?

Fiquei estática, não sabia o que fazer, apertei a mão da criada e encarei os dois homens. O outro estava na porta vigiando, reparei que em seus rostos, vários respingos de sangue. Eu estava completamente aterrorizada, o tal bárbaro que abriu a porta, me puxou para fora do guarda-roupa com violência e eu caí em seus pés. As lágrimas escorriam pelo meu rosto, continuei minha prece silenciosa e logo os três começaram a rir juntos. Eu era a piada, me senti patética, mas não podia mudar aquela situação.

- Mate a criada, temos um bom acordo já aqui, vamos conosco minha princesa? - o tal Olaf estendeu a mão suja de sangue para mim, me fazendo virar o rosto para o outro lado de nojo. - Creio que a senhorita não tem escolha.

- Prefiro á morte, a aceito com todo prazer - minha voz saiu de meus lábios estagnada.

- Infelizmente quem manda aqui não é você mais, nem sua família, você virá conosco - ele falou enquanto lançava seu machado na direção de Elle.

A criada não teve tempo de se mover e desviar, apenas aceitou a morte evidente, seu crânio foi partido ao meio. A ânsia surgiu em meu corpo ao ver a cena, Elle tinha sido minha dama de companhia desde de meus dez anos, ver seus cabelos louros manchados de sangue e um machado bem no meio de sua testa, era tudo que eu menos queria.

Olaf Wontlehn era o famoso rei das terras nórdicas, já tinha escutado seus nomes diversas vezes e não era a primeira vez que ele atacava nossas terras, mas era a primeira que ele e seu exército conseguia de fato entrar em nosso castelo. Eu lembro de quando era menor, meu pai estar cada vez mais preocupado com esse os nórdicos, era nossa maior preocupação. O encarei, estava diante de um bárbaro, um famoso bárbaro. Ele parecia estar se divertindo com aquele banho de sangue, suas feições eram brutas e fazia jus á postura dura de seu corpo. 

Seus dois homens me arrastaram pelos corredores do castelo, passando por diversos guardas mortos no chão, estava tudo completamente destruído. As portas abertas dos quartos, eles estavam saqueando tudo, eram vários espalhados pelos corredores. Estava tudo tomado, pensei em meu pai, meus pensamentos estavam apenas nele e em Ayke. Contei mentalmente até cem, enquanto era arrastada até a enorme saída do castelo. Os inocentes corriam em direção á enorme catedral ao lado do palácio, mas os nórdicos abatiam a maior parte dos que tentavam fugir, o nosso exército estava também tentando fugir, visto que era impossível ganhar. 

- Estão levando a princesa! - gritou um homem, quando passamos por ele. 

Olaf foi em direção ao homem e torceu seu pescoço, com um simples gesto. Olhei incrédula para o bárbaro, queria poder faze-ló se arrepender de seus atos, era minha maior vontade naquele momento.  Decidi evitar olhar para meu povo sendo dizimado, encarei a barra branca de meu vestido sendo suja pela lama, queria prender minha atenção em alguma coisa. Fui jogada em um barco, acabei caindo em cima de um enorme tapete com pele de ovelha. 

- Helyn a amarre, não podemos perder essa mulher, vou buscar Alexander! - Olaf deu ordens á um homem que estava dentro do barco, logo ele saiu correndo novamente voltando para a cidade. 

O tal de Helyn pegou uma corda e envolveu meus pulsos, gemi de dor quando ele apertou forte o nó. Helyn tinha feições diferentes dos outros, era delicado fisicamente, apesar dos músculos aparentes em sua roupa de couro, dava para perceber que ele era novo naquela situação. Seus cabelos negros escorridos pelos ombros, estavam amarrados numa espécie de trança, os olhos eram como os de meu gato, verdes e enormes. 

- Fala nossa língua? - o homem resmungou enquanto pegava alguns escudos na areia e os colocava no barco, repetiu o processo algumas vezes. 

O ignorei, não queria ter nenhum tipo de contato opcional com aqueles homens. Me encostei no mastro central e encolhi as pernas,estava presa em um enorme barril. Meus dedos tocaram a pele de ovelha embaixo de mim, era incrivelmente macio. O chão tremeu quando diversos bárbaros começaram a subir no barco, alguns começaram a rir quando me viram, abaixei os olhos e permaneci por bastante tempo. Fui cercada por diversos homens e algum tempo depois todos se sentaram ao meu redor, fixei os olhos no tapete de ovelha e assim permaneci até sentir o balançar do mar. Senti meu estômago embrulhar e a ânsia reaparecer.

- Cuidado! Ela vai vomitar! - um dos nórdicos gritou e todos riram novamente.

- A deixe em paz Dokin, ela é apenas uma menina - ouvi uma voz feminina, meus olhos se direcionaram para a voz e vi uma mulher ruiva com algumas tranças em seu enorme cabelo, vestia a mesma roupa de couro gasto e carregava um pequeno machado em sua cintura. A figura veio até mim e ficou em pé me analisando, parecia alguém importante, porquê todos os homens se calaram diante da mulher. - Sou Eadlyn, rainha das terras nórdicas, você fala nossa língua?

- Sim...Majestade - sussurrei, ela falou tudo com uma voz gentil, mas firme.

- A levaremos para um lugar chamado Yilen, iremos fazer um acordo com o seu reino e você poderá voltar sã e salva. - Eadlyn garantiu com um meio sorriso. - Vou trazer algo para você se esquentar, pode tirar um cochilo, demoraremos algum tempo para chegar.

Eadlyn voltou alguns segundos depois, carregando um cobertor com pele de algum animal e colocou ao meu redor. Também colocou um pão e um copo de madeira com algum líquido dentro, colocou direto no tapete de ovelha, sem nenhum prato ou talher. Suspirei e agradeci com a cabeça, aquilo tudo era totalmente diferente para mim, um diferente ruim. Foram longas horas olhando para o céu azul, tentando evitar as diversas gracinhas dos homens ao meu redor, estava lembrando das viagens que eu fazia com meu pai á terras vizinhas. Helyn passou a viagem inteira remando e as vezes me enviava olhares repugnantes, minha opinião já tinha mudado sobre ele, não era mais delicado quanto parecia, era um deles. 

- Chegamos! - gritou alguém.

- Seja bem-vinda princesa, á sua nova casa - sussurrou um homem ao meu lado, não consegui identifica-ló, mas sua voz arrepiou meu ser.


Notas Finais


e ai?


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