História The Lost Queen - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexander Ludwig, Deuses, Drama, Freyr, Odin, Rainhas, Reis, Romance, Sexo, Vikings
Exibições 41
Palavras 3.037
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


oi
tchau
amo a sabrina dnv


PHOEBE NO CAP
COMO SMP
PQ AMO OS VESTIDINHOS

Capítulo 17 - Hurts Like Hell


Fanfic / Fanfiction The Lost Queen - Capítulo 17 - Hurts Like Hell

Capítulo 17 - Hurts Like Hell

Frankia, Paris

Phoebe

Uns dias depois, Juan e sua família estavam no salão dos tronos, esperando por mim. Tive que me apressar, tinha acordado extremamente estressada, fazia tanto tempo que eu não dormia. Não queria ajuda de ninguém, eu sou totalmente capaz de cuidar de meu filho sozinha, mas já estava enlouquecendo de sono e cansaço.

- Seja bem vindo á corte franca - falei tendo que conter um bocejo - Quero dizer, sejam todos bem vindos.

A esposa de Juan sorriu atenciosa e fez carinho na cabeça de seu filho menor.

- Preparamos uma comemoração durante á noite, para sua chegada - Alexander tomou frente da situação, agradeci mentalmente e me ajeitei no trono - Mas creio, que está ansioso pelo motivo da sua convocação.

- Devo dizer, já estou ciente do motivo, não se preocupe - Rei Juan deu um meio sorriso - Tratamos disso depois.

- Como quiser, os guardas o levarão para os seus aposentos - ele falou calmo.

Quando a família espanhola sumiu de vista, deixei que meu corpo escorregasse pelo trono, estava exausta e precisava me compor para a festa de noite. Olhei de canto de olho para Alexander, nosso olhar se encontrou e eu sussurrei que precisava dormir. Pedi que os guardas mandassem as criadas prepararem meu banho enquanto eu ia rastejando até o quarto, com Alexander ao meu lado, em silêncio. Atualmente nossa vida á dois, estava ruim, não tínhamos tantos momentos sozinhos e sempre que podíamos eu passava meu tempo cuidando de James.

- Kinne disse que precisou dormir no quarto da Flora ontem - ele quebrou o silêncio - Ela estava chorando por você.

- Eu sinto medo de confiar em alguém que cuide do James, você sabe disso - falei sem olhar em seus olhos - Eu a amo muito Alex, mas atualmente eu estou perdida.

Ele parou e se aproximou de mim, colocou a mão em meu rosto e deu um beijinho em minha testa.

- Você confia em mim? - encarei seus olhos imensamente azuis e confirmei com a cabeça, hipnotizada - Passe o restante do dia com Flora, irei cuidar do James.

- Faria isso por mim? - o abracei, estava com saudade de seu cheiro de cerveja, sempre o mesmo cheiro.

- Eu faria qualquer coisa por você, vá arrumar Flora para a festa, faça qualquer coisa, desde de que seja com ela - incentivou-me.

- Irei fazer isto, nos vemos na festa então, de noite tenho uma coisa para você - apertei seu órgão e ele deu uma gemidinha. - Se comporta nessa festa, se eu ver você olhando para alguma mulher, corto esse seu brinquedinho.

Pisquei para ele antes de prosseguir meu caminho até o quarto, como de costume, as criadas estavam reunidas olhando para dentro de meu armário de vestidos. Elas sempre tinham essa mania, de ficar olhando meus vestidos e contemplando-os como se fossem coisas de outro mundo e que só eu tivesse. Dei uma risadinha e comecei a me despir, elas tomaram um susto e vieram me ajudar.

- Qual de vocês não é casada? - perguntei enquanto entrava na bacia cheia de água quente.

- Eu, Vossa Majestade - apenas uma respondeu, uma morena de olhos castanhos, era bonita.

- Escolha um dos vestidos, será seu, vista-o esta noite e consiga um espanhol para você - falei de olhos fechados, ouvi seus gritos de felicidade. - Só não pegue nenhum branco ou o da coroação, como você se chama?

- Fleurie, agradeço muito, Majestade - ela falou empolgada.

Fiquei um tempo no banho, apenas aproveitando a sensação confortável. Vi de relance Tankia junto as outras criadas, não tinha percebido antes, ela estava diferente, seu cabelo estava solto e sem nenhuma das famosas trancinhas. Suspirei, sabendo que ela também estava solteira, eu podia ter dado um vestido para ela e uma boa chance também, mas como eu disse antes, sua vida agora era unicamente seu filho e sem nenhum marido.

- Se apresente como minha dama de companhia, dê em cima daqueles lordes ricos, aproveita menina! É sua chance de ouro - coloquei mais animação nela - Tankia, pode pegar aquele vestido azul marinho com umas pedras? Acho que usarei esse.

Ouvi ela resmungar, mas senti o quanto maravilhoso era, comandar a pessoa que eu mais odiava.

- Obrigada querida - fiquei em pé em sua frente, pelada - Me seca.

Tankia obedeceu e depois ainda me ajudou a me vestir, parecia estar se morrendo de raiva, mas exibia um meio sorriso. Depois de me arrumar todinha e fazer uma linda trança lateral, fui encontrar Flora em seu quarto. A encontrei com Kinne e Aron, brincando, ambos sorriam. Flora estava ensinando Aron a pintar, fiquei grata por ter uma filha bondosa.

- Nossa, como está lindo! O que acha de me ensinar isso depois? - percebi a felicidade nos olhos da menina ao me ver, Flora me abraçou - Está sendo boazinha com o seu novo amiguinho?

- Estou, até fizemos biscoitos mais cedo - sorriu animada.

- Detesto falar isso, mas temos que aprontar vocês para a festa! Terá muitos bolos e doces para vocês - vi a decepção passar nos olhos deles - Vamos lá! Kinne cuide de Aron e eu cuido dessa porquinha aqui.

Eu já não aguentava carregar Flora por muito tempo, mas a coloquei na bacia e lhe dei um bom banho, tirando toda a tinta que estava grudada em suas mãos. Dispensei todas as criadas e disse que queria cuidar daquilo sozinha, escolhi seu vestido e fiz seu cabelo, contando que tentei fazer uma trança, mas ela não estava muito paciente. Encontrei Kinne no corredor, com Aron em seus calcanhares, ele parecia estar chorando.

- O que houve? Aron? - abaixei em sua altura e vi lágrimas em seus olhos - O que aconteceu?

- Eu quero a minha mãe - ele resmungou.

- Phoebe, não acha que devemos... chamar Tankia para vê-lo? - Kinne perguntou - Ele sente a falta dela.

- Vamos fazer um acordo? Então.. você aproveita essa festa e de noite, você dorme com sua mãe, o que acha? - fingi um sorriso e pareceu convence-ló - Então tudo bem, vá aproveitar a festa.

Kinne saiu com o menino e eu dei a mão para Flora. Quando entramos no salão dos tronos, estava tudo tão lindo que meus olhos não sabiam para onde olhar. Os espanhóis que Juan trouxe, já estavam misturados com os francos e com os nórdicos, vi Eadlyn junto á Alexander, que carregava James em seu colo. Suspirei aliviada, ao saber que ele tinha cumprido sua promessa e cuidado de nosso filho. Ignorei os diversos chamados de Eadlyn e me direcionei para a enorme mesa com o banquete.

- O que você vai querer meu amor? - perguntei á menininha.

- Eu quero aquele! O que o papai come! - apontou para o frango.

- Tudo bem, vou cortar para você - peguei o prato e os talheres, peguei a coxa e comecei a cortar, mas ela gritou comigo.

- Não! Não! Papai não come assim - pegou a coxa e começou a comer com a mão.

- Flora! - fiquei perplexa.

Procurei Alexander com os olhos e o vi conversando com a esposa de Juan, ambos sorriam e pareciam estar em um ótimo papo. Ajeitei minha coroa e puxei Flora para vir comigo, limpei a garganta assim que me aproximei e ambos olharam para mim, surpresos por eu ter interrompido. 

- Sua filha está se comportando mal - falei de imediato - Olá, não fomos devidamente apresentadas ainda, Phoebe.

- Judith, é um prazer Majestade - ela me reverenciou.

- Então temos uma inglesa aqui - falei com certo desprezo, e bem que ela me entendeu. - Aproveite a festa, se me der licença, preciso levar meu marido um pouquinho.

- Claro, estávamos conversando sobre as crianças - explicou-se

Sorri e puxei Alexander comigo, ele ficou me olhando sem entender, já tinha dado James para Eadlyn cuidar provavelmente. Apontei para Flora comendo a coxa de frango com a mão, ele ainda estava sem entender e eu apontei novamente, irritada.

- O quer que eu faça? - perguntou

- Mande-a se comportar, isto não é comportamento de princesa - gesticulei para a criança

- Flora, eu sempre soube, que você ia ser meu orgulho - beijou a testa da garota e me olhou irônico - Um dia você também fará isso, e eu terei mais desejo em você.

- Então não tem desejo em mim? - questionei irritada - Aposto que naquela Judith você tem.

- Não começa, eu tenho todo desejo do mundo em você, e aliás eu amo esse seu jeitinho certinho e comportado, quem diria que na cama é selvagem igual á mim - sussurrou em meu ouvido.

- Majestade, temos um problema.. - ouvi a voz de Helyn e logo ele tocou em meu braço, me deixando frustrada, problemas novamente atrapalhando meu ambiente familiar. 

- Você de novo, você ainda não entendeu? Não atrapalha e não chega tão perto assim da minha mulher, é minha mulher, apenas minha - Alexander falou furioso, já estava elevando sua voz.

- Sem crise de ciúme, o que Helyn tem para falar, é conosco, seja maduro como um rei deve ser - dei uma bronca em Alex - Vamos lá para fora.

Fomos para o corredor e fechamos as enormes porta do salão, era algo muito sério, pelo semblante de preocupação de Helyn. Estava me preparando mentalmente, mas percebi que Alexander já parecia saber algo sobre o que o homem queria dizer, me senti mais preocupada ainda.

- Ayla está se envolvendo com Juan, eles estavam... transando... - Helyn ficou corado e eu entendi o quanto grave era aquilo - Se a esposa de Juan souber desse caso, pode declarar guerra á Frankia.

- Que declare, podemos ganhar facilmente de uma mulher rica que deve ter um exercito - Alexander debochou.

- Ela é inglesa,ou seja, casou-se com Juan para forçar uma possível aliança - Helyn teve que explicar para o rei - Porém se esta traição for declarada, a Inglaterra cortará a aliança com a Espanha, e Juan ficará sem esposa, o que dá a chance para sua irmã entrar em cena.

- Temos que falar isso com ela também, estamos discutindo seu futuro como se fosse um animal pronto para o abate - falei impaciente. - Alexander eu odeio pedir isso, mas faça Judith ir ao encontro de Juan, no quarto de Ayla, agora mesmo!

- Acho melhor não, precisamos de mais provas, não pode ser apenas um sexo, tem que ter envolvimento depois para caracterizar uma traição mais forte - meu conselheirou falou.

- Faça com que os criados e guardas saibam deste caso, espalhe e isto chegará aos ouvidos dela, porém ela saberá que é apenas um pequeno caso, mas temos que deixar isto maior, Juan precisa amar Ayla - me posicionei, mas sabia que podia dar tudo muito errado - Helyn fique íntimo de Judith, preciso saber se ela está ligada á Unes.

- Como quiser,  Majestade - me reverenciou e voltou para o salão.

Comecei a analisar  Alexander, ele estava extremamente bonito, com aquela blusa bordada e uma capa preta de veludo. Empurrei o homem contra a parede e comecei a beija-lo, precisava urgentemente de um momento á sós com ele. Suas mãos percorreram minhas pernas cobertas pelo tecido grosso do vestido, mas logo ele perdeu a paciência e enfiou a mão por baixo da saia do vestido. Senti o quanto suas mãos eram brutas, era totalmente erótico. 

- Majestade, com toda licença de interromper o momento - Kinne surgiu no corredor escuro, com a voz arrastada - Você viu a Flora?

- Ela estava com Eadlyn, eu acho... Kinne, ela está com Eadlyn, não está? - soltei Alexander e corri até a mulher - Onde está minha filha?

Entrei no salão com a respiração ofegante, estava me sentindo extremamente eufórica e desesperada, Eadlyn estava junto á Olaf percorrendo cada pedacinho do lugar, parecia estar procurando também. Comecei a sentir um nó na garganta, as lágrimas começaram a descer.

- Parem! - gritei para os músicos - Parem todos! Ninguém saí deste salão até eu encontrar minha filha! 

O silêncio foi sendo feito, até a última pessoa parar de conversar e prestar a atenção em mim. Eu nunca me imaginei naquela situação, eu não me considerava uma mãe ruim até saber que minha filha estava desaparecida, no meio daqueles espanhóis. Os guardas começaram a sair á procura da criança pelo castelo, mas eu só conseguia ficar sentada em meu trono, com as lágrimas caindo e caindo por meu rosto. Alexander estava ajoelhado em minha frente, tentando-me manter calma e esperançosa, mas eu não estava em meu estado normal.

- Ela deve estar brincando, é normal - Olaf comentou baixinho, apenas para sua esposa.

- Como que uma criança saí andando por aí e nenhum guarda impede? Isto é surreal! - Eadlyn rebateu o marido.

- Parem de falar! Parem! - gritei com eles, Olaf estava prestes á discutir, mas se calou vendo meu estado - Parem...

 

Alexander

Pedi para Sonka que desse algo para Phoebe dormir, enquanto as buscas continuavam, não foi nada sutil ter que faze-lá cheirar uma erva fedorenta, mas logo a mulher dormiu. A peguei no colo e a levei para o quarto, onde Kinne cuidava de James, pedi á dama que deixasse a criança no berço e depois saísse, queria poder pensar um pouco, sozinho. 

Andei de um lado para o outro, diversas vezes, sem saber qual seria meu próximo passo. Algo dentro de mim, culpava Phoebe por não cuidar da filha direito, mas eu sabia que tinha que guardar esse pensamento apenas para mim. A mulher leva o cargo de rainha seriamente, talvez seja por isso que só consegue se focar em um dos filhos, e agora temos que lidar com o desespero de ter uma criança desaparecida. 

James começou a se remexer no berço e começou a chorar. Peguei o menino no colo, admirando o quanto era parecido comigo, as feições delicadas, eu queria que ele fosse um guerreiro um dia, mas sabia que era provável que fosse apenas um rei. 

- Não chora - passei a mão por sua testa, ele estava um pouco quente - Eu entendo a preocupação que sua mãe tem com você, eu não irei mais afasta-lá, eu prometo...

A porta se abriu lentamente, e eu pude ver Tankia entrar sorrateiramente em meu quarto. Olhei sem reação para a mulher, mas ela se aproximou de mim e tocou meu ombro.

- Saia daqui - falei ríspido - Quantas vezes terei que te dizer que não sinto nada por ti? Além de nojo?

- Vim apenas dizer que sinto muito pela sua filha - sua voz era a mesma, porém menos irritante - Se precisar de ajuda com o James, entendo o quanto abalada sua esposa esteja.

- Eu dou conta do meu filho, aliás, do meu único filho homem - dei ênfase ao meu.

- Aron também é seu filho, não pode fugir disso - retrucou furiosa - O menino não tem nenhuma culpa.

- Ele tem culpa de ter nascido de uma vagabunda como você, agora, saia do meu quarto ou eu decapito você - gritei, sabendo que não acordaria Phoebe tão fácil.

Tankia saiu relutante, me senti aliviado de não ter que discutir mais. Me deitei com a criança ainda nos braços, porém mais calma desta vez. Certifiquei-me de que Phoebe estava devidamente coberta e aquecida, o inverno já tinha começado rigoroso, não podia perder alguém morto de hipotermia. Caí no sono minutos depois, contemplando meu filho, minha maior cópia. 

- Majestade? - alguém estava me chamando, despertei e encarei um guarda - A rainha saiu com o conselheiro, ás escondidas.

- O que??! É vocês permitiram isso? - gritei com o homem, esquecendo-me que James ainda estava em meu colo, dormindo - Deixe comigo, eu mesmo irei busca-la.

- Majestade, ela é uma rainha, nós devemos obedece-lá.

- Alguma notícia de minha filha? - perguntei, me levantando com cuidado e colocando a criança em seu berço, o guarda negou com a cabeça e ficou em silêncio - Vai me ver trocar de roupa também?

O guarda saiu atordoado e eu pude me vestir. Pedi que Kinne cuidasse de James assim que eu saí pelo enorme portão do castelo, exigi que me dessem o melhor cavalo de todos os estábulos, me deram um chamado Tequi, de fato, era o mais veloz que eu já tinha montado em toda vida. Os dois guardas que vieram comigo, me guiaram para dentro da floresta, seguindo uma sequência de rastros que os cavalos de Phoebe e de Helyn deixaram.

Assim que encontramos os dois, estavam parados olhando alguma coisa no céu, pareciam hipnotizados.

- Phoebe! Perdeu a cabeça? - gritei com a mulher.

Desci do cavalo e a puxei pelo braço.

- Eu vou encontrar nossa filha! - ela gritou também - Está me machucando!

- É para machucar mesmo, você nunca mais saia deste jeito, principalmente com esse homem! - eu estava furioso, temia que fizesse alguma besteira. - Me ouviu?!

- Sim - a mulher abaixou a cabeça, deixando as lágrimas escorrerem, estava péssima o bastante para me obedecer.

Me senti um monstro ao vê-lá de cabeça baixa, sem lutar por si, sem me responder mal criada. Afrouxei meu aperto em seu braço e a abracei, não conseguia ser cruel o bastante com ela. Sussurrei em seu ouvido que a amava, e ela concordou com a cabeça.

- Nunca mais bata nela deste jeito! - Helyn gritou atrás de mim - Ela não é seu objeto, é sim sua esposa, você deve respeita-lá.

- Isso não é assunto seu! - falei tentando manter minha pouca calma.

- É assunto meu sim, está maltratando minha rainha - ele rebateu.

- Sua rainha? Eu sou seu rei, você deve se submeter á mim, você é apenas um brinquedinho dela e ela te usa para saber das coisas, é descartável - cuspi as palavras nele, apertando ainda mais Phoebe em meu corpo, não queria perde-lá.

- Majestade! É a Flora! - gritou um guarda


Notas Finais


e ai?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...