História The Lost Queen - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexander Ludwig, Deuses, Drama, Freyr, Odin, Rainhas, Reis, Romance, Sexo, Vikings
Exibições 48
Palavras 2.901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


e ai
vcs n comentam
por isso
to perdendo interesse
igualzinho perdi em blown away

foto do cap::::::::::: AYLAAAAAAAA
BJS

Capítulo 18 - Prague


Fanfic / Fanfiction The Lost Queen - Capítulo 18 - Prague

Capítulo 18 - Prague 

Frankia, Paris

Phoebe

Os guardas não permitiram que eu tocasse em minha filha, ela parecia doente, me senti desesperada ao vê-lá andando presa á um cavalo junto á um guarda. Abracei Alexander e cobri meus olhos, queria evitar aquela imagem para sempre, era tudo culpa minha. Flora tinha fugido porque eu não cuidei bem, e agora estava com alguma doença desconhecida, tossia e seu nariz estava muito vermelho, ela parecia assustada.

Quando chegamos no castelo, implorei que a deixassem confortável, fiquei ao seu lado na cama, enquanto as criadas a limpavam. Pedi que todas usassem panos para evitar contato com a criança, para a proteção delas mesmo. Passei o dia inteiro ao lado da menina, que parecia piorar com tempo.

- Quer me contar o que aconteceu? - falei enxugando minhas lágrimas, não conseguia parar de chorar desde de que a vi. 

- Uma moça, disse que me levaria para brincar e acabamos indo para o meio das árvores, e eu a perdi de vista - falou fraca - Encontrei um homem dormindo, tentei acorda-ló, mas ele mandou que eu me afastasse.

- É você se afastou? Ele parecia doente, meu amor? - mordi o lábio para conter a vontade de abraça-lá.

- Tinha sangue em seu corpo, quase todo, eu não sei - Flora se sentou na cama e tossiu um pouco de sangue - Eu vou morrer mamãe?

Neguei com a cabeça, sentindo as lágrimas vindo novamente, me sufocando. 

- Não chora, vai ficar tudo bem, papai vai cuidar de você - ela falou tossindo.

- Majestade, trouxemos o melhor curandeiro da região - Kinne entrou no quarto, trazendo um homem idoso. - Ele pode ajudar.

- Posso toca-lá? - o curandeiro perguntou se referindo á minha filha, assenti e o vi colocar vários panos cobrindo sua pele, até nenhum pedacinho de seu corpo ficar a mostra. 

Optei por esperar um pouco lá fora, não queria que Flora me visse desmoronar ainda mais. Alexander estava no corredor, andando de um lado para o outro, nervoso. Assim que fechei a porta, escorreguei na parede e a crise de choro voltou mais forte, soluços vieram e eu parecia que estava engasgando.

Alexander veio até mim e se ajoelhou, beijou minha testa e ficou acariciando meu cabelo. 

- Vai ficar tudo bem - sussurrou em meu ouvido.

- Flora disse que uma mulher a levou até a floresta para brincar - contei entre os soluços - E que ela se perdeu desta mulher, mas logo achou um homem doente, deve ser por isso que ela está doente também.

- Vamos descobrir quem é essa mulher, e eu te garanto que a cabeça desta desgraçada vai ficar pendurada no salão - Alexander falou com raiva. 

- Isso tudo é culpa minha, Alex, eu não fui capaz de cuidar da nossa filha e agora ela pode morrer por minha culpa - alterei a voz, irritada e cansada de sentir a culpa nos ombros - Por favor, fica com ela, eu preciso de um tempo sozinha.

- Não pode se ausentar de novo, ela precisa de nós agora e eu não vou deixar você se isolar, vamos ficar com nossa filha e cuidar dela, me entendeu? - ele olhou em meus olhos e eu assenti - Peça para Kinne ou Eadlyn ficarem com James enquanto ficamos aqui.

- Mas... eu preciso amamenta-ló - comecei a dizer, mas ele me interrompeu.

- Phoebe, não! Não! Vamos ficar com nossa filha e ponto final. - Alexander gritou e eu me encolhi em seus braços.

Foi uma longa noite, pedimos que Sonka ficasse conosco, para caso Flora piorasse durante á noite. O curandeiro disse que poderia ser praga, ou um gripe muito terrível e contagiosa, por isso teríamos que manter total distância da menina e assim fizemos. Sonka trouxe alguns chocalhos para quando Flora estivesse se sentindo muito fraca para falar, balançasse o chocalho em sinal de que precisava de alguma coisa. Ela não balançou nenhuma vez e sim caiu em um sono, assim que o sol começou a dar sinais.

- Acho que vocês deviam descansar - Sonka quebrou o silêncio - Vocês apesar de pais dela, são rei e rainha, devem se preocupar com o reino também, eu ficarei aqui e cuidarei da pequena Flora.

- Devemos ter a reunião com Juan - Alexander disse á mim - E precisamos achar a mulher que a levou para a floresta.

- Sonka não tenha contato físico com ela por favor e nos chame qualquer coisa - avisei ao homem - Voltaremos rápido.

Quando saímos do quarto, o clima estava horrível, os guardas pareciam inquietos e eu entendi o porque assim que vi Ayla conversando com Juan no final do corredor. Ambos estavam trocando olhares esquisitos, pareciam estar escondendo alguma coisa, talvez a transa na noite anterior.

- O que aconteceu? Dizem que Flora está doente depois que fugiu ontem á noite, é verdade? - Ayla veio correndo até a mim, sendo seguida do amante.

- Sim, ela está doente - Alexander respondeu curto e grosso.

- Rei Juan não deveria estar com sua esposa? - perguntei curiosa, vendo a cara envergonhada do homem.

- Ela não está mais no castelo, partiu hoje cedo - explicou-se

- Devo perguntar, qual o motivo da partida? Não fomos hospitaleiros o bastante? - olhei para Ayla e ela ficou vermelha.

- Judith precisa de tratar assuntos em casa, foi o que me disse antes de sair - Juan parecia estar falando a verdade - Mas eu irei ficar.

A partida de Judith estava me deixando curiosa, seria possível que ela tinha descobrisse do caso de Juan com Ayla, mas creio que a mulher teria feito um escândalo, mas saiu na calada da madrugada. Inventei uma desculpa para me livrar dos dois e puxei Alexander para nosso quarto no mesmo andar. Quando abri a porta, Eadlyn estava deitada na cama com James deitado ao seu lado, ambos dormindo.

- Deixe-a dormir, vamos para o salão - falei para Alexander e assim fizemos, quando chegamos, mandei que todos os criados e guardas saíssem. - Não acha estranho que Judith tenha saído assim? Sem nem mesmo se despedir de nós?

- Talvez tenha ouvido os boatos do caso de Ayla com Juan - ele respondeu seco - O que está pensando?

- Chame todos os criados e guardas que estavam no castelo anti-ontem - disse eu logo depois de sentar em meu trono.

Esperei que o salão ficasse cheio, de pessoas que pareciam mais curiosas do que assustadas com meu futuro comunicado. Todos estavam formando colunas em nossa frente, olhei para cada rosto e senti o desconforto que eu estava sentindo. 

- Como alguns devem saber, minha filha fugiu ontem á noite, porém conseguimos acha-lá ontem - limpei minha garganta para continuar - Ela voltou doente, uma possível praga.

Todos começaram a cochichar e eu pude sentir o desespero que estavam sentindo ao saber que tinha alguém com praga no castelo.

- Não se preocupem, estamos evitando contato direto com a criança - Alexander cessou os cochichos e eu pude retomar a minha fala.

- Preciso que me digam se viram alguém levando minha filha para fora do salão - falei em alto e bom som, mas ninguém se pronunciou - Ou talvez tenham notado a falta de alguém, além de minha filha.

- Se ninguém confessar que sabe alguma coisa, irei torturar cada um de vocês, até surgir alguma informação - Alexander ameaçou.

Uma criada, magrinha e corcunda saiu do meio da multidão e se aproximou de nós.

- Aconteceu algo estranho... Antes da princesa sumir, a rainha Judith estava convidando todos os guardas para a festa e dizendo que a senhora estava fazendo questão de que todos se divertissem - a pobre mulher disse.

- Claro! Com a maioria dos guardas no salão, não teria ninguém nos corredores e ela poderia facilmente arrumar uma forma de sair sem ser vista pelos guardas nas muralhas - pensei alto e Alexander parecia mais furioso do que nunca.

- Quem foram estes guardas que obedeceram? Vocês são tolos o bastante para acatar ordens de uma mulher que nem é rainha de vocês? - gritou o rei com seus guardas - Vocês terão uma punição, esperem apenas, saiam todos.

Quando o salão ficou vazio, senti o peso aumentar em meus ombros, apertei minha perna e despertei de meus pensamentos.

- Eu irei até o inferno para achar esta mulher, o objetivo dela era fazer que Flora se perdesse - eu gritei - Alexander peça aos deuses que nossa filha fique bem.

- Ela ficará, nem que eu tenha que fazer um sacrifício humano, aproveito e mato esses guardas idiotas - ele falou com raiva. - Vá descansar um pouco, eu converso com Juan, irei falar do nossa aliança.

- Dá conta disso? - bocejei

- Sim, descansa e só vá ver Flora quando tiver dormindo um pouco - ele aconselhou - Me desculpa por ter gritado com você ontem, não queria ter agido assim, foi apenas um momento de raiva.

Assim que cheguei ao andar de cima, que ficava meu quarto, Kinne e Helyn vieram correndo até mim.

- Alguns criados que tiveram contato com Flora, estão adoecendo - Helyn falou preocupado.

- Isole todos na prisão, não deixem que isso se espalhe - falei séria.

- A maioria que adoeceu foi para suas casas nas vilas próximas daqui - Kinne falou também preocupada.

- Isto pode causar uma epidemia em Frankia! Como vocês permitem isso? - gritei com os dois - Isole todos que estão doentes, deixe que fiquem em suas casas e não deixe ninguém entrar no castelo, nem sair, me entenderam?

- Sim Majestade - falaram juntos.

- Proíba a entrada de criados no quarto de Flora, apenas Sonka e vocês - ordenei - Vou descansar, só me chamem se for realmente importante.

Quando abri novamente a porta do quarto, Eadlyn e James já não estavam mais lá. Me deitei na cama, tentando achar alguma posição confortável mas era impossível. Quando consegui fechar os olhos um pouco, a porta abriu com um enorme barulho e eu vi Alexander entrar.

- Não fale sobre nada, eu já sei - fechei meus olhos e senti seu corpo cair ao meu lado - Apenas durma comigo.

Senti seus braços ao meu redor, aquele famoso calor de seu corpo atingindo minha pele, seria uma sensação perfeita se não estivesse nas atuais circunstâncias. O puxei para mais perto de mim, queria ficar naquela posição para sempre. Coloquei minhas mãos por debaixo de sua roupa e fiquei sentindo seus músculos contraídos com meu toque.

- Preciso que salve nossa filha - sussurrei em seu ouvido - Por favor.

- Como eu poderia fazer isso? - questionou-me

- Não tem nenhum ritual? - rebati desesperada -  Faça o que for preciso, mas faça.

- Não se preocupe - beijou minha testa e me abraçou mais forte - Eu a salvarei.

A insônia me atacou, meus ossos estavam doloridos e faltava ar em meus pulmões. Senti a leve respiração de Alexander em meu pescoço, tentei por minutos me concentrar nisso, mas era impossível. Minha mente estava em Flora, não sei quantas horas se passaram, mas me levantei quando já estava escuro. Andei calmamente até a porta e saí sem fazer nenhum barulho, os guardas estavam sentados na porta de meu quarto, olhei e todos se levantaram. 

- Majestade! Me ajude! - gritou uma mulher no final do corredor, estava tossindo e suando o bastante para deixar sua roupa toda molhada.

- Se afaste! Não chegue perto da rainha! - os guardas ficaram em minha frente e continuaram a falar a mesma coisa para a mulher, mas ela se aproximava cada vez mais - Teremos que atirar se não recuar!

- Me ajudem... eu estou morrendo - a pobre criada caiu de joelhos no chão e tossiu sangue perto da perna de um dos guardas - Majestade, por favor.

- Levem-a para a prisão, levem todos que estiverem doentes para lá - ordenei para os guardas - Cubram-se para tocar nela.

Assim que levaram a mulher, fui até o quarto de Flora. A criança estava sentada na cama, rindo junto á Sonka, Eadlyn estava sentada em uma cadeira afastada, com James nos braços. Fui até Eadlyn e peguei meu filho, sentindo seu cheirinho, estava com saudade da criança em meus braços.

- Estou me sentindo melhor! - falou Flora, mas logo tossiu novamente.

- Que ótimo meu amor, você vai sarar rapidinho, mas precisa descansar - falei para a criança - Sonka podemos conversar lá fora? 

Esperei Sonka do lado de fora, ainda com James em meus braços, o bebê estava brincando com uma mecha de cabelo meu. 

- O que deseja, Majestade? - perguntou o nórdico.

- O que fez? O que deu para Flora? 

- Majestade, pode me condenar á morte, mas eu fiz o que deveria ser feito - respondeu de cabeça baixa, fiquei esperando que ele continuasse, mas demorou um pouco - Pedi aos deuses que escolhessem outra alma.

- É quem eles levaram? - gritei com o homem, mas logo me acalmei - Desculpe-me, eu deveria ser grata pela sua atitude.

- Eu não sei quem eles levaram, mas sua filha está á salvo - garantiu-me, logo depois entrou novamente no quarto. 

Fiquei algum tempo, parada no meio corredor, com meu filho nos braços, chocada ainda. Mas algo me assustou, gritos vindo do quarto da frente de mim, o quarto de Ayla. Juan saiu pela porta, chorando e gritando, com minha irmã nos braços. Eadlyn saiu assustada e pegou James de meus braços, corri para junto deles e vi o corpo desfalecido de minha irmã. Era a troca que Sonka falou minutos atrás, as lágrimas começaram a cair e eu queria gritar, mas nada saia.

- Eu não fiz nada, ela morreu em meus braços! - Juan falou chorando, soluçando, caiu de joelhos com o corpo de minha irmã em seus braços.

- Ayla! Ayla por favor, fique conosco - gritei desesperada.

Seus olhos estavam abertos, como se estivesse acabado de tomar um susto, havia muito sangue saindo de sua boca, chegou a pingar em meu vestido. Alguém me abraçou e eu pude ver que era Alexander, mas eu queria me soltar de seus braços, queria ficar ao lado de Ayla. Me sentia tão culpada, ela tinha morrido para salvar minha filha, que estava doente por minha causa.

- Ela começou a tossir e a engasgar, cuspindo sangue - Juan retomou a explicar.

- Eu te amo, você sempre será minha irmãzinha - sussurrei em seu ouvido, sabendo que ela não me ouviria nunca mais.

Olhei novamente seu corpo, sua boca um pouco suja, uma poça enorme de sangue estava ao seu redor. O sangue parou de escorrer de seus lábios, seu cabelo loiro estava todo ensopado. Segurei sua mão gelada, eu tinha falhado em protege-lá, ela era só uma menininha igual á minha filha. 

 

Foi difícil preparar o funeral de Ayla, não quis tal responsabilidade, apenas implorei que Kinne o fizesse por mim. Exatamente como o funeral de meu pai, todos os nobres estavam presentes, prestando suas homenagens á pequena Ayla. Juan estava inconsolável, ficou preso em seu quarto por dois dias, sem comer, ele parecia realmente amar minha irmã. 

Escolhi um vestidinho rosa claro para vestirem o corpo, queria lembrar dela em paz, sem aquele sangue todo. Evitei olhar para Sonka o tempo todo, tinha entendido seu desesperado ato, mas minha irmã tinha morrido pelo seu sacrifício. Fiquei ao lado de Alexander durante todo o velório, e logo que o corpo foi enterrado no jardim cheio de rosas do castelo, saí correndo para o castelo. Não tive forças e caí sobre o chão frio de mármore do salão dos tronos. 

- Você deveria ser a rainha, seria uma ótima rainha, melhor do que eu - falei para o silêncio, Ayla teria de fato sido uma rainha melhor que eu.

- Ninguém seria melhor que você, este trono te pertence - Helyn surgiu ao meu lado, se ajoelhando ao meu lado e olhando para o nada - Sonka fez tudo para salvar sua filha, não o odeie.

- Eu não o odeio - sussurrei - Só não quero pensar nisso agora.

Helyn puxou meu rosto para olha-ló, seus olhos pretos estavam fixos nos meus, fiquei hipnotizada. Quando me dei conta, estava beijando seus lábios macios, era um beijo diferente do de Alexander, era calmo. Me afastei rapidamente quando lembrei de meu marido, não queria sequer pensar que eu mesma beijei Helyn, por vontade própria.

- O que você fez? - gritei com ele - Eu sou casada!

- Não foi minha culpa, apenas agi por impulso - ele rebateu.

- Não comente isso com ninguém! - falei mais calmamente - Isto me destruiria.

- Não destruiria se ninguém souber, eu sei que quis me beijar Phoebe, você mesma se aproximou - Helyn estava com um pequeno sorriso.

- Eu amo meu marido! Como ousa dizer isso? 

- Não há nenhum mal em desejar alguém - ele sorriu novamente e se levantou - Fique bem, se não ficar, posso cuidar disso!

- Saia daqui! - gritei e ele saiu apressado.

Toquei meus lábios, ainda sentia o gosto dele, um gosto de chá de camomila. Um pequeno sorriso se formou em meu rosto, mas logo lembrei de Ayla novamente, toda a pequena alegria sumiu.


Notas Finais


E AI?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...