História The Lost Queen - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexander Ludwig, Deuses, Drama, Freyr, Odin, Rainhas, Reis, Romance, Sexo, Vikings
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá criaturinhas!
Como estão? Eu espero que bem!
Então vamos lá!
EU QUERIA MEGAMENTE AGRADECER Á TODOS QUE COMENTARAM CAP PASSADO E EU ACHEI MT LEGAL DA PARTE DE VOCÊS! ENTÃO VAMOS CONTINUAR A COLABORAR OK?

muitinho obrigada! me digam o que acharam ok?
PODEM DAR SUGESTÕES DE NOMES QUE VOCÊS ACHEM LEGAIS! PODE APARECER NA HISTORIA!
BJS

Capítulo 2 - Welcome To Yilen


Fanfic / Fanfiction The Lost Queen - Capítulo 2 - Welcome To Yilen

Capítulo 2 - Welcome to Yilen

Yilen, Países Nórdicos

Phoebe

Quando coloquei os meus pés naquele imenso galpão com cheio de gado, meu estômago se embrulhou exatamente como no barco durante a viagem, me contive e evitei respirar muito fundo. Eu estava basicamente no covil das criaturas, o lugar era repleto de mesas de madeira e no centro alguns tronos, exatamente três. A multidão abria espaço enquanto eu era arrastada em direção aos tronos, não era como os tronos de minha casa, eram cobertos por pele de animal. Fui empurrada em direção ao chão, caí de joelhos, encarando o chão enquanto os selvagens gritavam de alegria. 

Eadlyn e Olaf passaram por mim e se sentaram nos assentos em minha frente, ambos com sorrisos expostos, estavam literalmente cantando vitória em minha frente. Segundos depois, um homem passou por eles dois e se sentou no trono á esquerda de Olaf. Seu rosto branco estava totalmente coberto de respingos de sangue, o cabelo louro reluzente estava cortado curtinho, era exatamente como  Olaf, tinha traços brutos mas ao mesmo tempo tinha uma beleza diferente. O tal homem parecia um guarda-roupas, ele me encarou e eu desviei os olhos para Eadlyn.

- Conseguimos vários tesouros em Frankia, além é claro deste aqui em minha frente - a voz grossa de Olaf preencheu meus ouvidos e a multidão ao redor vibrou, ele apontou para mim com mão bruta e continuou a falar. - O Rei irá vir atrás da mocinha e quando ele chegar, estaremos preparados para derrota-ló.

- Devo dizer ao senhor, que meu pai não irá corresponder as suas expectativas - eu disse, não sabia de onde tinha tirado tal coragem para me pronunciar, mas escapou. - Quero dizer, ele não irá arriscar seu trono por mim.

O silêncio foi feito, dava para escutar a respiração pesada de Olaf e ele parecia insatisfeito com minha fala e ao mesmo tempo surpreso. Seu filho lançou-me um sorriso debochado e logo depois cochichou algo no ouvido do homem á seu lado, um criado qualquer, ambos riram, quebrando o duro silêncio. Olaf se levantou irritado e ficou em minha frente, abaixou-se á minha altura e me analisou calmamente, o silêncio tinha voltado.

- Você não é a princesa? Já ouvi muitas histórias sobre você. - sua voz fez arrepios surgirem em meu corpo.

Não sabia se ele estava realmente com a pessoa que desejava, eu não era a filha que meu pai mais gostava, passava bem longe disso. Por ser filha de uma criada qualquer, meu nome não tinha muito valor para o Rei. Suspirei e decidi esperar Olaf terminar de analisar meu rosto e minha postura.

- Se quisesse que o Rei viesse até você, deveria ter raptado Ayla - resmunguei e me levantei, estava cansada de agir como uma fraca, eu iria morrer de qualquer jeito, antes em pé de cabeça erguida do que ajoelhada aos pés daqueles selvagens. 

- Quem é você então?- o filho de Olaf se levantou de seu assentou e veio até seu pai, próximo á mim, ele parecia furioso.

- Sou a princesa, Phoebe, filha mais velha do Rei Charles - fingi uma reverência, estava debochando dos dois, a reação deles era cômica.

- Phoebe? A arqueira? - Eadlyn também se levantou de seu trono e veio até mim, os três estavam me rodeando, nesse momento eu já não estava mais tão tensa.

Era surpreendente eles lembrarem de mim, fazia tantos anos desde de que me consagrei a melhor arqueira que já se podia ouvir falar, eu era praticamente a líder do exército do meu pai, ganhava todas as batalhas por ele. E mesmo ganhando todas, ele havia surtado de raiva e me proibido de ter contato com seu reino, seu desejo era eu me tornar igual á Ayla, uma perfeita princesa que não sujava suas mãos em nenhum caso. Apesar de minha irmã mais nova, ter apenas seus quinze anos, já estava com sua mão prometida ao Rei da Inglaterra. Ele tentou me vender para um conde qualquer, mas desistiu logo depois de eu ter recusado o homem em praça pública, e então meus dias eram completamente tediosos dentro daquele palácio. 

- A mesma, faz tanto tempo desde da última batalha que tivemos, não acham? - finalmente eu estava me sentindo como antes, corajosa e capaz. - Creio que derrotamos vocês há alguns anos atrás, eu lembro, tinha apenas doze anos.

- Não nos derrotou mocinha, seu pai se rendeu e nos ofereceu ouro para irmos embora, e eu lembro que a vi fugir para a floresta, estava assutada? - Olaf abriu um sorriso irônico e berrou para seu povo - Todos fora! E vão se preparando para irem á Frankia novamente.

Suas ordens foram obedecidas e sobraram apenas nos quatro no recinto. Eadlyn se sentou em seu trono e repreendeu o filho, Alexander, por ter puxado uma mecha de cabelo meu. Olaf começou a andar de um lado para o outro, estava visivelmente irritado e sem saber o que fazer. Parou e olhou em meus olhos, senti medo, ele conseguia ter esse efeito sobre mim, como se fosse meu próprio pai.

- Você nos ajudará a invadir novamente o palácio e acho bom nos levar até essa sua irmãzinha preciosa. - ele disse, tirando seu machado do cinto, apontou para pescoço, quase encostando e disse - Se não ajudar, essa sua cabecinha vai rolar.

Assenti, não era nenhum sacrifício fazer aquilo, eu não queria morrer daquele jeito e precisava pensar em uma solução para proteger á mim e meu reino. Sabia que eles não iriam conseguir adentrar o castelo com a facilidade que conseguiram hoje, o exército de meu pai estava em uma outra batalha, havia poucos homens em Frankia e eles se aproveitaram desse deslize.

- Alexander irá leva-lá para seus aposentos, pedi para uma criada e um dos nossos homens ficarem de prontidão, caso deseje algo princesa. - a voz doce de Eadlyn  preencheu meus ouvidos, apesar de saber que aquilo poderia ser facilmente um deboche, eu acreditei em sua bondade.

Segui Alexander por uma porta atrás dos tronos, passamos por alguns corredores fedorentos, até chegarmos em um enorme salão quase igual ao anterior, mas com várias camas improvisadas e com diversos cobertores de pele de animais, fiquei aterrorizada por dentro. Era tudo muito rústico, apesar de parecer aconchegante, não era apenas uma pessoa que parecia dormir ali e sim várias. O homem apontou para uma cama próximo a uma pequena janelinha, me encaminhei até lá e me sentei no pelo macio de ovelha, igual ao do barco. Pelo menos ficaria quentinha durante á noite, minha barriga roncou e chamou a atenção de Alexander.

- Pode me trazer alguma coisa para comer? - tive que pedir, antes que ele ficasse olhando esquisito para mim pelo resto da noite.

- Está achando que sou seu empregado? - ele retrucou com sua voz parecida com a do pai e sumiu de meu campo de visão.

Analisei a cama inteirinha, não era algo muito limpo, mas tentei o máximo encarar aquilo como uma nova experiência. Fiquei deitada, encarando o teto de palha, estava imaginando onde o Rei daquele lugar morava, se era daquele jeito mesmo, mas provavelmente não. Estava me sentindo cansada e ao mesmo tempo motivada, queria fazer alguma coisa, para evitar um novo banho de sangue para meu povo. Meus pensamentos foram interrompidos, quando uma pessoa familiar se aproximou de minha cama, com uma vasilha em mãos e um copo, era Helyn. 

Ele estava limpo desta vez, parecia ter se banhado, sua roupa era diferente, era quase como uma de um fazendeiro. Helyn colocou a vasilha e o copo em cima da cama, quase derramando o conteúdo em mim, e logo se dirigiu para a uma cama próxima á minha, se deitou e ficou encarando o teto, sem dizer uma palavra.

Olhei para o que tinha para comer, era uma espécie de sopa, com uma coloração amarelada e com cheiro agradável, mas novamente como no barco, não tinha nenhum talher. Virei um pouco do líquido em meus lábios, era até que comestível, bebi também um pouco do copo e era água, aparentemente normal.

- Eles vão me matar não vão? - dirigi-me para Helyn, ele parecia não estar nem um pouco afim de papo, mas virou-se em minha direção.

- Olaf é extremamente estrategista e você é útil para ele agora, mas se ver este seu colarzinho aí, você está um pouco encrencada- apontou para meu pescoço, onde tinha uma cruz. - Temos nossos deuses, bem diferentes deste seu aí.

Puxei o colar para dentro do vestido, o escondendo bem entre meus seios, eu não iria deixar ninguém tira-ló de lá. Olhei para Helyn e ele parecia quase normal, quase uma pessoa e não um selvagem. Apoiei a vasilha e o copo no chão, e logo me deitei novamente. Era melhor dormir logo do que ter que pensar onde eu estava. 

 

Raios solares aqueceram minhas pálpebras e eu pude sentir o calor deliciosa do sol da manhã sobre minha pele, olhei ao redor e eu ainda estava no lar dos bárbaros, o lugar antes vazio, tinha sido substituído por várias pessoas, homens e mulheres e até crianças dormiam em suas camas tranquilamente. Me levantei sorrateiramente e fiz o caminho que tinha feito com  Alexander ontem á noite, passei pelo salão dos tronos e abri a porta de madeira para o lado de fora, o sol invadiu o lugar e eu pude ver exatamente onde estava.

Era uma mini cidadezinha, era praticamente uma enorme fazenda, as casinhas feitas de palha e com vários animais presos, provavelmente para alimento. Andei um pouco, parecia ser muito cedo, não tinha muita gente pelos becos que passei, apenas algumas mulheres mais velhas que passavam sem nem me encarar, algumas levavam caixas com alimentos, legumes e frutas e outras carregavam machados e escudos.  

Apenas parei quando cheguei em um enorme lago, com águas escuras, não era o porto onde ficavam os barcos, mas dava para ver toda cidadezinha. Do outro lado, os barcos estavam pousados, sem ninguém e desprotegidos, pensei em simplesmente pegar um daqueles e fugir, mas eu não fazia ideia de como fazer comandar aquilo. Me sentei em uma pedra e admirei as montanhas ao longe, o sol entre elas, era uma linda paisagem.

- Por Odin! Você perdeu a cabeça? - reconheci a voz de Helyn, ele correu até mim e me pegou pelo braço, forte e bruto. - Não pode sair assim! Está sob minha responsabilidade, o que vão achar se eu te deixar fugir?

- Eu fugi? Estava apenas admirando este lindo lugar, e como eu fugiria se nem sei onde estou direito? - falei como se fosse algo óbvio, algo que com certeza ele não tinha pensado, Helyn soltou meu braço e eu quase caí.

- Nunca mais faça algo do tipo, entendeu? - sua voz saiu furiosa, mas ele se conteve um pouco. - Vamos voltar.

- Pode pelo menos me acompanhar em um banho? - a ideia surgiu em minha cabeça rapidamente e eu apontei para a água.

A ideia pareceu tenta-ló, mas ele teve que pensar algumas vezes, avaliei sua expressão inteira. Ele concordou rapidamente com a cabeça e apontou para um lado mais afastado do lago, onde a cidade não nos veria. Tensa, o acompanhei, sabendo que poderia ser uma péssima ideia, mas decidi confiar no bárbaro

 


Notas Finais


E AI?


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