História The Lost Queen - Capítulo 20


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexander Ludwig, Deuses, Drama, Freyr, Odin, Rainhas, Reis, Romance, Sexo, Vikings
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Palavras 2.940
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


oi amigos
como estão?
eu espero que bem
então vamos á mais UM CAP

E ME AJUDEM COM UMA COISINHA DECISIVA DA FIC
TEAM ALEXANDER OU TEAM HELYN? DEIXEM NOS COMENTÁRIOS
OBG

Capítulo 20 - Untouchable


Fanfic / Fanfiction The Lost Queen - Capítulo 20 - Untouchable

Capítulo 20 - Untouchable

Frankia, Paris

Alexander

Permaneci tentando manter contato com Phoebe, mas ela estava apenas deitada na cama com as cortinas fechadas e não queria que ninguém a incomodasse. Não falou muita coisa, apenas que tinha ficado sem comer por dias e bebeu água da chuva. Ficamos dois dias sem nos comunicarmos direito, tive que arranjar um lugar para dormir, pois ela não permitia que eu dividisse a mesma cama e nem a tocasse.

- Kinne venha cá - a chamei assim que há vi com James, ela veio até a mim - Phoebe falou algo para você?

- Não Majestade, creio que ela esteja um pouco traumatizada... acho que o senhor deve tentar conversar, ela aparenta estar bastante fragilizada - a dama falou.

Levantei disposto á saber o que de fato tinha acontecido naquele quarto, e o porque desse isolamento todo que a mulher estava querendo. Abri as cortinas e a vi dormindo, com algumas lágrimas caindo de seus olhos. Me sentei ao seu lado e acariciei seu rosto, ela estava suando um pouco. Afastei seus cabelos e me deparei com terríveis marcas em seu pescoço, e outras abaixo de sua camisola, quase nos seios. Phoebe acordou assustada e se afastou de mim, ajeitando sua roupa e ficando de costas para mim, ainda muito aterrorizada, como eu nunca havia visto.

- Chega de esconder as coisas de mim, quem fez isso em você? - perguntei irritado, ela não respondeu - Phoebe! Olhe para mim!

Ouvi seu choro e logo depois seus dolorosos soluços. 

- Majestade, sua mãe chegou de Yilen - ouvi Kinne dizer do outro lado das cortinas - E deseja falar com você.

- Se acalme e quando eu voltar, quero que me conte o que houve - falei para a mulher.

Eadlyn provavelmente tinha passado pela passagem na sala de jantar, a mesma que Phoebe usou. Olaf não estava com ela, mas minha mãe parecia trazer boas notícias, pelo seu rosto sorridente. 

- Meu filho - ela me abraçou atenciosa - O que aconteceu?

- Preciso que me ajude, algo muito sério aconteceu com Phoebe e agora ela não quer nem olhar para mim.

Depois de contar cada detalhe para Eadlyn, a mulher foi tentar fazer algum contato com minha esposa. Ficou lá por muito tempo, fiquei andando impaciente de um lado para o outro, ouvindo Sonka cantar para Flora. Quando Eadlyn saiu, estava enxugando algumas lágrimas e sua alegria parecia ter desaparecido.

- Então? Ela falou algo? - perguntei impaciente.

- Alexander, isso cabe á sua esposa te contar, não a mim - segurou minha mão e apertou fraco - Cuide bem dela, irei tomar as medidas que devem ser tomadas, enquanto isso, você fique ao lado dela, mesmo que ela não queira sua companhia. Seja um bom marido, eu volto logo.

Fiquei algum tempo me acalmando e me preparando mentalmente para ficar próximo de Phoebe, eu estava ansioso demais para ser gentil e tive que me desacelerar. Fechei as cortinas vermelhas depois de entrar e me sentei no mesmo lugar que estava antes, ela estava de costas ainda, com a camisola aberta atrás, mostrando um pouco de suas costas. 

- Eu fui estuprada - sussurrou 

- O que você disse? - a questionei, a puxei para mais perto de mim, Phoebe estava chorando novamente - Repete o que você disse.

Ela chorou mais e eu a abracei forte, me sentia um idiota por não tê-la protegido como deveria. Agora eu estava entendendo sua exclusão, Phoebe estava ferida não só fisicamente, mas mentalmente. A mulher tinha sido violentada e ainda deixada para morrer de fome, controlei minha raiva e continuei com ela em meus braços, não queria solta-la nunca mais.

- Quem fez isso á você? - murmurei em seu ouvido - Me fale quando estiver pronta, tudo bem? Eu esperarei.

Phoebe sentou-se em minha frente, ela parecia uma criança com medo. Seu rosto estava pálido, com enormes olheiras e seu cabelo estava sem pentear. Me senti culpado por ter deixado que ela passasse por isso tudo sozinha, isolada em uma cama, me senti ainda pior por ter respeitado a decisão dela, de ficar sozinha.

- Eu fui procurar por Aron, e os guardas acharam que eu estava infectada, aí fizeram isso comigo - sua voz se arrastou e eu senti a dificuldade de relembrar os momentos - Depois me trancaram lá.

Ela abaixou a camisola e mostrou seu corpo, estava repleta de hematomas nos seios, na barriga e nas costas. Eram diversas marcas horríveis, fiquei chocado ao ver. Distribuí um beijo em sua testa e acariciei sua bochecha, eu estava me sentindo incapaz e a culpa só aumenta a cada segundo que eu olhava em seus olhos, cercados de dor e desespero.

- Isso tudo é culpa minha - sussurrei, nunca me senti tão a beira das lágrimas, era a primeira que eu choraria em sua frente - Por favor, me desculpa, eu fui incapaz de cuidar de você.

- Não é culpa sua.. - falou em resposta - Não é culpa de ninguém, além daquele porco nojento! 

- Eu irei até o inferno para acha-lo, eu trarei a cabeça desse infeliz para você. 

- Não o mate, eu preciso fazer isso, preciso me livrar desse peso - Phoebe estava cheia de mágoa e ódio, era evidente em sua voz - Sua mãe conversou comigo e preciso que me ajude a me vestir, o isolamento está prestes a terminar e preciso me recompor.

- Não prefere que eu ache Kinne? 

- Prefiro manter isso em segredo, eu dou conta, não se preocupe - percebi a decepção em sua voz e abri um sorriso fraco.

- Vamos tomar um banho primeiro, vou escolher um vestido que cubra.. tudo.. - fiquei sem palavras e ela mesma percebeu. - Vou mandar que abram os portões para sairmos.

- Mas já está tudo sob controle? - Phoebe perguntou duvidosa.

- Sim, a doença foi retirada de todo castelo e restaram apenas o estábulo com alguns doentes que sobraram, já podemos sair, de qualquer jeito eu iria liberar a saída de todos, hoje de noite - expliquei - Vou pedir que Kinne traga um vestido qualquer, apenas para chegarmos ao nosso quarto.

- Não quero ir para lá.. 

- Tudo bem, podemos ir para o de meus pais, vou pedir que reformem o nosso - tentei conforta-la - Eu vou ficar ao seu lado, cada segundo do dia, até você estar recuperada.

- Você é o rei, tem suas obrigações - sorriu fraca, era um sorriso de obrigação.

- Você é a rainha, e minha esposa acima de tudo, você precisa de mim, eu te amo e irei ficar ao seu lado - dei outro beijo em sua testa.

Mandei que os guardas abrissem os portões, e assim desta vez o maldito padre não impediu. Quando todos começaram a sair, pedi que Kinne me desse um vestido de Phoebe e assim ela me deu um preto simples, e saiu com Flora. Pedi que deixasse James no berço, eu queria que Phoebe retomasse a consciência logo e precisava que ela visse que o filho mais novo precisava se sua ajuda. Abri as cortinas e ela estava lá, no mesmo lugar que a deixei. 

- Vou te vestir, minha bonequinha - falei sorrindo, mas ela continuo séria. Pedi permissão via olhar para tirar sua camisola e ela assentiu, tirei com cuidado e ela se arrepiou ao sentir meu toque em sua pele - Você vai ficar bem.

Coloquei o vestido que Kinne deu em Phoebe, era de um tecido leve e não estava apertando seu corpo. Ajeitei seus cabelos, para tentar cobrir as marcas, era apenas um pequeno disfarce até chegarmos no quarto. Quando saímos da cama, Phoebe passou pelo berço e de James e o pegou nos braços, a criança chorou, mas a mãe o acalmou.

- Eu estava com tanta saudade de você meu filho - ela sussurrou - Está tudo bem agora, eu estou aqui com você.

Acariciou a cabecinha do menininho e o beijou na testa, assim como eu tinha feito a uns minutos atrás. Era um sinal de que o protegeria para sempre. Fomos andando calmamente até o terceiro andar, senti que a menina ficou tensa um pouco, mas segurei sua mão e garanti que ela soubesse que eu estava ao seu lado, á disposição. Abri o quarto de meus pais, o baú com as roupas de Phoebe, já estava no chão, sinal de que Kinne era eficiente.

- Vou pedir que tragam água quente para você se lavar - falei e ela deu de ombros, pedi que o guarda na porta arrumasse água quente e ele saiu apressado - Cuidei dele para você.

- Estou percebendo - Phoebe falou olhando para o filho - Tanto que o vestiu errado, preto com amarelo não é uma combinação boa!

- Eu fiz o meu melhor, mas Kinne que o alimentou, mas eu quem acordei durante as noites - falei orgulhoso, dois guardas entraram  carregando uma bacia enorme com água fervendo. - Podem sair.

- Vamos tomar banho com a mamãe meu amor - ela falou para James - Você pode vir também.

- Prefiro apenas ver vocês dois, e não teria lugar para mim aí dentro - comentei.

Ajudei que ela tirasse o vestido, mas ela preferiu ficar com a camisola fina. Entrou na bacia com a criança nos braços, fiquei sentado do lado de fora, apenas observando os dois brincarem com a água. 

- Ele ainda não é tão esperto assim - falei e ela fez uma cara de brava.

- Ele é tão esperto quanto você - senti sua voz relaxada e me agradeci mentalmente por faze-la se sentir bem - Ele está com sono, apenas isso.

James deitou sua cabecinha no ombro da mãe e fechou os olhinhos, ele ainda era muito pequenininho e mesmo comigo cuidando, ele sentia falta da mãe e precisava disso para crescer saudável. Lembrei de como criamos Flora, foi uma maneira diferente, uma maneira selvagem e independente, James iria ser o oposto, apegado e cercado de cuidados especiais. Suspirei e a ajudei a sair da bacia, peguei um lençol e a chequei, peguei James e o enxuguei todinho até que ficasse com o corpo quentinho. O vesti primeiro e o coloquei dormindo na cama de meus pais.

- Posso? - pedi sua permissão, ela disse um sim baixinho. Abri o baú, peguei um vestido de mangas compridas e um cachecol, a vesti com cuidado, como se fosse uma boneca de porcelana. - Está quentinha?

Phoebe assentiu e eu enrolei o cachecol em seu pescoço. Peguei a escova de cabelo, meio indeciso, nunca tinha manuseado nenhuma em toda minha vida, ela tirou de minha mão e penteou os próprios cabelos, não questionei e fiquei sentado observando.

- Podemos dormir aqui hoje? - perguntou.

- Falarei para Eadlyn ficar em nosso quarto por um tempo - concordei - Precisa de mais alguma coisa?

- Preciso que chame Helyn, quero agradecer por me salvar - Phoebe estava com a voz firme, quase senti que sua rigidez estava voltando. Saí do quarto, com os punhos cerrados, não queria ter que chamar aquele homem.

 

Phoebe

Olhei pela janela, as árvores estavam perdendo suas folhas para o outono, me senti extremamente decidida a ficar bem comigo mesma. O que aqueles guardas queriam de mim, era minha dignidade, minha honra como rainha, queriam que eu me sentisse um lixo comigo mesma, eu jamais iria permitir. Quando ouvi a porta se fechar novamente, senti que Helyn estava atrás de mim, eu tinha criado uma ligação com ele, única e forte.

- Alexander te contou? - perguntei ainda virada para a janela, ele não respondeu.

- Eadlyn pediu que eu encontrasse todos os guardas desse corredor, mas não me contou exatamente o porquê - senti saudade de ouvir sua voz controlada, como sempre estava - Não precisa me contar se não quiser.

Encarei o homem, respirei fundo e contei tudo que tinha acontecido comigo. Helyn veio até a mim, mas eu falei que preferia não falar muito sobre isso e ele apenas me deu um pequeno e rápido abraço. 

- Meus homens já encontraram um dos guardas, eu trarei todos para você, é uma promessa - ele garantiu com confiança - Você está segura agora.

- Me faça outro favor, verifique se Judith já está a caminho de Frankia, eu não esqueci o que ela fez. Preciso também que envie uma carta avisando para Juan voltar o mais rápido possível - falei decidida e vi que Helyn estava prestando atenção em tudo que eu falava - Não mate nem machuque os guardas que encontrar, apenas os prendam.

- Como quiser, Majestade.

- Obrigada por me salvar, eu serei eternamente grata á você - me aproximei dele e coloquei a mão em seu ombro - E graças á você me salvar, eu poderia ter duas coroas em minha cabeça.

- Do que está falando? - perguntou confuso.

- Em breve saberá, está com saudade de seus tempos como bárbaro? Vou devolve-lo á você, está muito tempo sem lutar em nenhuma guerra - lancei um olhar desafiador para ele e depois sorri - Estou brincando, vá fazer o que eu mandei.

- Qualquer coisa que precisar, mande me chamar - Helyn disse antes de sair do quarto. 

Não chamei Alexander antes de sair do quarto, pedi que Kinne ficasse olhando James por um tempo. Pedi aos guardas que reunissem todos os nobres e criados no salão, Alexander confuso saiu correndo atrás de mim, entrei no salão dos tronos e me sentei em meu trono, sendo acompanhada pelo rei. Eadlyn apareceu em meio á multidão de pessoas, subiu os degraus e ficou ao meu lado, segurando minha mão. Mas quando eu me levantei, ignorei seu apoio, precisava fazer aquilo sozinha.

- Como muitos devem saber, eu escapei do isolamento, para salvar um menininho, que por sinal ainda está desaparecido - comecei a falar calma - Eu estava nos corredores, quando guardas me prenderam em meu quarto, achando que eu estava infectada. Fui deixada para morrer, sem ao menos saberem se eu estava doente ou não. Mas isso não ficará impune, eu irei caçar as cabeças desses homens até o inferno, saibam disso. Se alguém souber alguma notícia sobre guardas fugitivos, será igualmente punido, é só isso. Quero que saibam que eles não conseguiram o que queriam, eu estou aqui viva e bem.

- Estão dispensados já - Alexander falou por fim.

Senti o ar faltar, me senti nervosa por ter falado aquelas coisas. Decidi segurar a mão de Eadlyn desta vez, precisava me acalmar, aquilo tinha me feito relembrar dos momentos aterrorizantes.

- Está tudo bem querida, você fez o correto, mostrou o quanto a rainha é uma mulher forte - a mulher me encorajou - Já ordenei que prendessem o tal Marcus vivo, ele e os outros que vigiaram a porta.

- Me faça mais um favor - pedi antes que ela fosse embora - Peça para preparam um vestido vermelho, de mangas compridas, e uma capa igualmente vermelha, por favor.

Eu já tinha novos planos em minha cabeça, era tudo pura estratégia para esquecer o que passei. Eu iria ser a nova rainha da Inglaterra, assim que Unes morresse, não iria deixar ninguém pegar minha segunda coroa. Frankia e Inglaterra eram minhas por direito e eu irei lutar pelo que é meu. Marquei um jantar esta noite, para comemorar o fim da praga e que a maioria de nossos nobres estavam vivos, sendo que perdemos grande parte dos criados, mas eu tinha que ser esperta agora, sem sentimentos e sim cérebro. 

- Trouxe notícias de Rei Juan, ele está voltando para Frankia em um dia, conseguiu a anulação de seu casamento - Helyn falou assim que entrou em meu quarto, Alexander estava tendo uma longa reunião com os lordes para conseguir fornecimento de comida para os vilarejos afetados com a praga. Me senti responsável por isso, mas preferi que ele cuidasse disso por mim. - Está deslumbrante com este vestido.

 Olhei como se estivesse sendo ameaçada e ele ficou calado.

- Fico feliz que Juan já esteja voltando, precisamos tratar de negócios sérios - evitei olhar em seus olhos, mas era impossível, mesmo com tudo que eu passei, ele ainda me atraía - Não me olhe assim.

- Só gostaria de ficar ao seu lado - Helyn afastou uma mecha de meu rosto, já estávamos muito próximos - Não precisa ficar sozinha assim, isolada.

- Eu tenho meu marido... - murmurei.

- E tem á mim, você tem á mim também - ele inclinou a cabeça e nossos lábios estavam próximos de novo. - Eu salvei você, não ele.

- Helyn! Isso não é certo, ele não sabia onde eu estava, eu o amo! O que sinto por você, é desejo, o que sinto por ele é amor! - me afastei do homem. Havia prometido á Alex, não iria quebrar novamente a promessa - Saia daqui.

Helyn saiu relutante e bateu forte a porta, fazendo James remexer inquieto no berço. 

- Não chore, não estou com muita paciência agora - falei para a criança, como se ele me entendesse. James começou a chorar manhoso e eu tive que pega-lo no colo, estava aparentemente com fome - Não consigo dizer não á você.

O amamentei por torturantes minutos, tudo que encostasse em meus hematomas era dolorido fisicamente e psicologicamente. Coloquei a criança novamente no berço e deitei-me na cama, cansada e pronta para descansar um pouco antes do jantar. Mas fui interrompida, quando um guarda abriu a porta e uma mulher entrou, uma camponesa, uma andarilha.

Minha mãe.


Notas Finais


e ai?


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