História The Lost Queen - Capítulo 3


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Alexander Ludwig, Deuses, Drama, Freyr, Odin, Rainhas, Reis, Romance, Sexo, Vikings
Exibições 84
Palavras 1.327
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá!
então gente de 14 comentários, para 4 :( ( FOTO DO CAP É O ALEXANDER KKKKKKKKKK )
não façam isso, não se tornem ghost!
PARA ISSO NÃO ACONTECER, TIVE UMA IDEIAZINHA!
MANDEM SUAS FICS POR COMENTÁRIO, APENAS O NOME, SEM LINK PARA NÃO DAR BAN!
IREI DIVULGAR!
OKAY?!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Capítulo 3 - My God


Fanfic / Fanfiction The Lost Queen - Capítulo 3 - My God

Capítulo 3 - My God

Yilen, Países Nórdicos 

Alexander

Saí a procura da garota por toda a vila, ela não se encontrava em nenhum lugar, comecei a achar que ela provavelmente tinha fugido. Seria uma desgraça á mim, se eu não a achasse, meu pai provavelmente iria me esquartejar em praça pública. Estava indo em direção ao bar, quando escutei algumas risadas vindo da direção á praia, era cedo para ter crianças brincando por lá. Saí correndo em busca dos autores dos risos, finalmente eu a achei, junto ao fazendeiro. Ambos dentro do lago, rindo um do outro e brincando de guerra de água. 

Puxei a espada da bainha, pronto para qualquer ação dos dois, mas parecia que nem tinham percebido minha presença. Pigarrei algumas vezes, até os dois me olharem, assustados. O homem saiu apressado da água, apenas de roupa de baixo, deixando seu abdômen á mostra, com diversas cicatrizes, marcas de guerra. A garota me olhou com desdém e imergiu nas águas escuras, percebi que ela estava nadando para longe da areia, cada vez mais. 

- Volte aqui! - gritei, ela emergiu e ergueu a o queixo. - Volta aqui agora! É uma ordem!

- É quem é você para me dar ordens? - sua voz estava me desafiando, o fazendeiro apenas observava tudo enquanto colocava sua roupa. 

- Sou Alexander, filho do Rei Olaf, você me deve obediência! E estou mandando você voltar aqui agora! - gritei novamente, mas parecia não estar funcionando.

- Sou Phoebe, princesa e filha do Rei Charles de Frankia! - ela gritou de volta, fez uma cara de deboche e prosseguiu - Se quer tanto que eu volte, porquê não vem me buscar?

Seu sorrisinho desafiador me instigou, comecei a tirar a roupa, ficando apenas de calça e botas. Phoebe soltou uma risada, começou a nadar cada vez mais rápido, me joguei na água gelada e a segui. Eu podia nadar bem, mas ela era bem mais veloz e tinha maior habilidade. Consegui me aproximar mais e segurei seu pé, fazendo a menina afundar um pouco e percebi que a tinha pego desprevenida, podia afoga-lá ali e agora, mas meu pai ainda precisava dela. Agarrei sua cintura com força, ela estava se debatendo cada vez mais, comecei a voltar para as margens do praia, prendi seus braços forte e consegui  chegar á areia. A taquei, ela tossiu e se levantou furiosa.

- Como você ousa? Quem pensa que é... - larguei um forte tapa em seu rosto, a fazendo ficar calada.

Helyn tomou minhas espada em mão e apontou para mim, estava totalmente contra meu ato. Apesar dele ser maior que eu, minhas habilidades em luta ganhavam, a espada estava encostando em minha garganta, soltei uma gargalhada e ele a largou, fracassou. Provavelmente ele saberia que as consequências seria bem severas se me matasse bem ali, a princesa vestiu seu vestido e colocou sua enorme capa, seu rosto estava totalmente vermelho e ela parecia estar segurando o choro.

- Olaf deseja vê-lá - eu a avisei, sabendo que não obteria resposta. 

Coloquei minha roupa, assim que terminei, peguei minha espada aos pés de Helyn e saí andando. Me vingaria depois dele, ele teria o que merece, por me desafiar daquele jeito. Enquanto Phoebe vivesse ali, teria de que me obedecer e se não obedecesse, teria que lidar com o que lidou hoje, é nosso jeito de resolver aqui. Não fui ensinada á isso, mas seu ato de rebeldia, tinha me tirado do sério. 

Passei por Tankia, a menina estava alimentando as galinhas, vestia um vestido verde musgo velho e tinha os cabelos soltos ao redor da cintura. Nunca tinha sentindo muita atração em relação á ela, mas me servia como brinquedinho, fiz biquinho quando passei pela mulher e ela sorriu, como sempre fazia, era praticamente um convite. 

- O que devo a honra de sua presença? - sua voz fina chegava a me irritar um pouco, mas ouvi-lá gemer era gratificante. 

- Estou apenas de passagem, pode continuar seu trabalho - passei a mão nos cabelos molhados e ela me olhou de maneira estranha.

- Porque está completamente molhado? Precisa de algo? - Tankia perguntou preocupada.

Neguei com a cabeça, não queria dar muitas explicações para a mulher. Continuei andando á caminho de casa, Olaf já me esperava na porta, um copo de cerveja em mãos e na outra um colar pendurado nos dedos. Me aproximei mais, o suficiente para analisar que o pingente do colar, era uma cruz, um símbolo religioso da religião da tal princesa. Era completamente oposta á nossa, era uma pura farsa e pelas poucas coisas que eu sabia, tornava as pessoas reféns á um Deus apenas. Era costume nosso, matar todos os cristãos possíveis, aquilo era um sinal de que Olaf já pretendia mata-lá em breve.

- Andou matando um dragão marinho? - já dava para sentir o puro deboche em sua voz, irônico como sempre. - Onde está nosso troféu?

- Deve estar vindo, tive que busca-lá á força, quando partiremos? - perguntei, já me encaminhando para dentro.

Me sentei no banco e peguei um copo de cerveja, Olaf entrou e já se juntou á mim. Não estava com nenhuma paciência para suas conversas agora, queria apenas beber. Um tempo depois, Phoebe surgiu e ficou em pé nos encarando, parecia impaciente. Seu rosto ainda estava vermelho, diria que em breve ficaria roxo e ela ganharia um belo hematoma. Olaf levantou sua mão para a menina, exibindo o colar preso entre seus dedos, ele olhava para aquela cruz com um nojo enorme.

- É do seu Deus? - Olaf perguntou á menina, ela estava tremendo um pouco de frio.

- É sim - sua resposta foi curta, parecia com raiva, mas não tinha nada transparecido.

- Tome cuidado com sua fé por aqui, mandei meus homens para Frankia novamente ontem á noite e eles trarão sua doce irmãzinha - ele falou com orgulho - Não preciso de você para entrar lá, já conseguimos uma outra pessoa, mas preciso de você para uma coisa.

- Podemos mata-lá já - falei ríspido.

- Quero ver do que é capaz, mandei Sonka fazer uma coisa especialmente para você - Olaf se levantou e jogou o colar em direção á garota, a mesma não abaixou nem exibiu nenhuma reação, apenas continuou com os olhos fixos em nós. - Hoje você nos mostrará quem é de verdade.

Olhei surpreso para meu pai, aquilo não tinha sequer sido discutido, ele apenas estava falando. Helyn interrompeu, entrou correndo pelo recinto e ofegante e com seu machado em mãos, ensanguentado. 

- Os homens! Os homens de Frankia! Estão invadindo pela floresta! - ele gritou e logo saiu correndo novamente, ele iria lutar por nós.

Olaf pegou seu escudo, repousado na mesa e seu machado, logo foi atrás de Helyn. Olhei para  Phoebe sem fazer o que fazer com ela, peguei minha espada e a puxei junto comigo para o lado de fora. Já que Olaf não tinha dado nenhuma ordem, me senti na livre espontânea vontade de fazer o que tinha em mente. 

A batalha lá fora estava ruim para nós, muito de nossos bons homens estavam em missão em Frankia, só tinha restado poucos no vilarejo. Vários francos estavam colocando o terror, já havia muito de nossos homens caídos mortos e feridos no chão, tinha sido um enorme ataque surpresa. 

- Parem!  Ou eu mato a princesa de vocês! - gritei, usei toda minha força para gritar. Colei o corpo de Phoebe ao meu, coloquei a espada em sua garganta, aos poucos tudo se acalmou e os francos recuaram, abismados. - Isso! Abaixem suas armas!

- O Rei apenas deseja-lá sua filha de volta, oferece muitos tesouros em troca! - um franco montado em um cavalo, também gritou em minha direção - Podemos negociar!

- O Rei terá que vir busca-lá então e assim negociaremos - eu disse, vendo Olaf olhar abismado para mim, eu estava tomando seu lugar de rei.

 


Notas Finais


E AI?


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