História The love always returns when least expect - Capítulo 28


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Tags Amor, Lana Parrilla, Once Upon A Time, Sean Maguire, Seana
Exibições 149
Palavras 2.438
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Poesias, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olaaaaaá, quase um mês né? Faltando apenas dois dias.
Mais cá estou eu novamente, espero que gostem desse capítulo!
Leiam as notas finais, AVISO IMPORTANTE!

Capítulo 28 - Manhosa igual a mãe


Fanfic / Fanfiction The love always returns when least expect - Capítulo 28 - Manhosa igual a mãe

 

 

Capítulo 28 ― Manhosa igual a mãe

 

 

 

 

 

 

Autor

 

 

― Mãe... ― Disse assim que viu Dolores adentrar o quarto, com o maior sorriso de todos.

― Como você está meu amor ? ― Sentou-se ao lado de Lana, na beirada da cama, após beija-la na testa.

― Eu... ― Sua frase foi cortada pelas diversas lágrimas que ameaçavam descer novamente.

― Eu sei meu bem. Sei muito bem como se sente... ― Os braços de sua mãe a envolveram enquanto uma das mãos arrumava-lhe o cabelo, que colava na testa ainda suada.

O pacotinho rosa logo começou com um choro estridente, o que fez Lana soltar-se de sua mãe para ver Madison trazendo Nina até ela depois de tê-la limpado.

Nina foi colocada nos braços de sua mãe e o choro forte foi aliviando-se aos poucos.

― Tudo bem meu amor... Está tudo bem. ― Nina acalmava-se ao escutar a voz suave de sua mãe novamente. ― Olhe só quem está aqui... ― Lana chegou mais perto de sua mãe e afastou um pouco mais a manta, para Dolores poder vê-la. ― Dê ”oi“ para a vovó, Valentina. ― Dolores sorriu ao descobrir o nome da neta.

― Ei amor da vovó. ― Levou sua mão até a de Nina, que agarrou o dedo indicador de sua vó com força, balançando. Nina ia levar o dedo de Dolores até a boquinha mais a avó tratou logo de tirar, negando com a cabeça e sorrindo. ― Parece que você está com muita fome, não é... ― Dolores gargalhou ao vê-la fazer aquele biquinho igual de Lana, ameaçando chorar.

 

 

 

 

Sean

 

 

Entrei em nosso quarto a tempo de ver a cena que fez meu coração pulsar mais forte.
Lana acariciava  o rosto de Nina com a ponta dos dedos, acarinhando a pele macia de nossa menina. Nina murmurou e se agitou, fazendo Lana deita-la confortavelmente em seus braços. Observei Lana afastar o lençol que cobria seu busto, revelando um dos seios.

― Coloque-a em contato com sua pele. ― Dolores a ensinava. ― É importante que ela lhe sinta nesse primeiro contato.

Lana tirou a manta que cobria Nina, deixando-a apenas de fraldinha e colocou-a em contato com sua pela, assim como sua mãe ensinou. Logo direcionou o seio até a boca ansiosa de Nina. Dolores a cobriu com a manta novamente, apenas jogando por cima enquanto ela sugava com gosto, fazendo barulhos de satisfação o tempo todo. Lana sorriu e deixou um cheirinho naquele monte de cabelos pretos e sedosos, iguais aos seus.
Assim que Nina ficou satisfeita Lana a ergueu e apoiou uma das mãos no bumbum e outra nas costinhas, enquanto dava leves batidinhas, fazendo-a arrotar. Nina ficou quieta e seu rostinho encostou-se na lateral do de Lana.
Não pude evitar que um suspiro escapasse de minha garganta quando um sorriso brotou em meus lábios. Lana desviou sua atenção de Nina pela primeira vez e me viu assim que ergueu os olhos.

― Ei. ― Seus olhos quase fecharam-se pela intensidade de seu sorriso.

― Não queria atrapalhar. ― Aproximei-me delas, sentando na beirada da cama e Dolores saiu, nos deixando sozinhos. ― Como está se sentindo?

― Cansada. ― Riu novamente.

Fiz um carinho em seu rosto e beijei seus lábios docemente. Fomos separados pelos resmungos de Nina, que não tardou muito a arrotar.
 

Lana balançou-a em seus braços e virou-se de frente para mim.

― Vamos com o papai um pouquinho. ― Sua voz doce se espalhou por todo o quarto.

Sentei ereto e tentei inutilmente segurar Nina como aprendi segurar meus sobrinhos. Falhei.
Seu corpinho pequeno, era muito molinho ainda. Sorri e a aconcheguei em meu peito. Seus olhinhos se abriram e pela primeira vez os pude ver com nitidez. E lá estavam os meus oceanos. Nunca apreciei azul tanto quanto agora.

― Ei bolinha do papai. ― Seus olhos fecharam e abriram lentamente, tentei inutilmente conter as lágrimas. ― Vamos deixar a mamãe descansar um pouquinho né. ― Pousei meus lábios em sua testinha e levantei-me, ninando-a em meus braços. Seus olhinhos sonolentos pesaram e logo estavam fechados.

― Não lembro-me onde guardei a babá eletrônica. ― Lana confessou ao ver que Nina dormiu.

― Não se preocupe com isso. Eu trago o moisés para cá pelas primeiras noites. ― Sugeri. ― Quando acharmos a babá eletrônica levaremos ela para o quarto. ― Lana concordou.

― Já volto. ― Beijei seus cabelos.

Fui até o quarto de Nina e peguei o moisés cinza que estava ao lado do berço, ainda com ela em meus braços.
O arrastei até o nosso quarto já que tinha rodinhas e o coloquei ao lado de nossa cama, no lado oposto ao do criado, o lado de Lana. 
Balancei Nina em meus braços por poucos segundos antes de colocá-la confortavelmente no moisés e depositar um terno beijo em sua testa rosada.

― Ela é tão tranquila. ― Lana falou enquanto eu ainda a admirava.

― Que permaneça assim por muito tempo. ― Sorri.

Me sentei na cama e observei Lana. Suas feições estavam cansadas mais nada se comparava ao brilho que estava em seus olhos e o sorriso largo que se encontrava em seus lábios.

― Irei pedir para sua mãe lhe preparar uma sopa, para repor as energias e ficar bem disposta. ― Meus dedos foram para seus cabelos, tentando arruma-los da melhor maneira possível, mas sem muito sucesso.

 

 

“A gratidão é a melhor recompensa que um homem de boa fé recebe.” ― João Paulo Felinto

 

 

 

― Obrigada. ― Seu sorriso cansado me fez sorrir, de gratidão.

― Eu é que tenho que lhe agradecer, meu amor. ― Seus olhos encontraram os meus. ― Você foi extremamente forte ao trazer nossa menina ao mundo. Eu te amo tanto. ― Meus olhos lacrimejaram ao relembrar de minutos atrás. Lana fez tudo sozinha, enquanto eu apenas a tranquilizava e a idolatrava por toda a força que estava fazendo ao trazer nosso maior presente ao mundo.

― Foi você quem me deu forças. ― Confessou. ― Nunca nos deixe!

― Eu jamais pensaria nisso. ― Meus dedos foram para sua nunca, puxando-a de encontro a meus lábios, um beijo terno e molhado.

― Amo você. ― Disse sobre meus lábios. ― Mais preciso de um banho.

― Você vai ter... ― Sorri. ― Depois que se alimentar e descansar. ― A beijei novamente.

•••

 

 

 

Autor

 

 

Lana já estava acordada, mas mantinha seus olhos fechados, apreciando o comecinho de noite. Abriu os olhos e viu que o quarto estava parcialmente iluminado e só agora se deu conta de que dormiu mais que o necessário, todo o esforço que fez na hora do parto tinha sugado todas as suas energias e agora ela já estava bem descansada.
Sentou-se na cama e se espreguiçou rapidamente, olhou para o Moisés e viu Nina dormindo serenamente. Sorriu e tocou as bochechas rosadas da pequena.
Assim que entrou na cozinha sentiu o aroma tão conhecido chegar até suas narinas.

 

 

Café.

 

 

― Boa noite minha bela adormecida. ― Sorriu assim que viu Sean se aproximar com uma caneca em mãos.

― Acho que dormi só um pouquinho a mais. ― Sorriu ao gesticular com a mão. ― Boa noite. ― Levou seus lábios até os de Sean e os prensou morosamente. ― Esse cheirinho... ― Inspirou. ― Tão bom!

― Acabei de fazer o café, está quentinho. ― Arrumou uma mecha de cabelo dela que caia por sobre o rosto. ― Mas sua mãe fez um chá de camomila.

― Hm... Acho que irei ficar com o chá hoje.

Se encaminhou até o balcão de mármore da cozinha e pegou uma xícara também. Porém antes de colocar o líquido na mesma, escutou o choro estridente vindo do segundo andar.

― Isso tudo é fome? ― Sean perguntou estranhando e já saindo da cozinha sendo seguidor por Lana.

― Não... Nina não é de chorar assim, ainda mais quando se trata de fome.

Ao chegar no quarto a agonia dos dois só fez aumentar. Nina se contorcia toda enquanto o choro saia com toda força de sua garganta, deixando-a vermelhinha pelo esforço que fazia.

― O que foi meu amor? Hm... ― Lana acomodou Nina em seu colo e logo o choro foi diminuindo. A pequena ainda se contorcia mais o choro agora era mais leve.
A mão de Lana percorria toda a costinha de sua filha, tentando conforta-la enquanto a outra segurava-a da melhor maneira possível. Sean estava perto, apenas observando, preparado para qualquer ajuda que Lana pedisse.  
Lana sentou-se na cama e aconchegou Nina em seus braços da melhor maneira para amamenta-la.
Sean sentou-se ao seu lado e passou o braço esquerdo por trás de Lana para dar apoio enquanto a mesma abria o sutiã de amamentação. 
 

Nina resmungava impaciente se agitando novamente.

― Calma esfomeada. ― Sean riu da impaciência da filha. ― Esse chororô todo por que em? ― A mão de Sean foi do cabelinho até a bochecha, acariciando com o polegar.

― Acho que ela deve ter assustado com alguma coisa.

Nina logo pegou o seio e se acalmou. Lana sorriu e deslizou sua mão pelos cabelos pretinhos fazendo Nina fechar os olhinhos, e se encolher toda.

― Manhosa igual a mãe... ― Sean sussurrou ao pé do ouvido de Lana, fazendo estremecer e rir. ― Do mesmo jeitinho.

Sean levou sua mão direita até a de Lana que apoiava o corpinho de Nina, fazendo um leve carinho enquanto depositava um beijo na lateral de sua testa.

― Amo você... Amo nossa pequena família. ― Confessou assim que olhou-a nos olhos. ― Nunca nos deixe. ― Falou a mesma coisa que sua noiva tinha dito horas atrás.

― Eu jamais pensaria nisso. ― Brincou após puxa-lo para um beijo mais profundo.

 

Sean as observou por mais alguns instantes e desceu até a cozinha para pegar o chá de Lana, colocou também em um pires alguns biscoitinhos que sua sogra tinha feito. Levou tudo para o quarto e colocou sobre o criado à espera de Lana que agora trocava a fralda de Nina. Lana ninou a pequena por alguns minutos e logo ela pegou no sono, sendo colocada no moisés novamente.

Lana se alimentou e logo os dois estavam agarradinhos na cama, prontos para mais uma noite de sono. O cansaço prevaleceu e logo Lana adormeceu, Sean ainda ficou acordado por pouco tempo, apenas observando sua mulher descansar e escutando sua leve respiração.

Amanhã seria um novo dia, cheio de alegria, e descobertas.

•••

 

 

 

“Não há amor mais disponível, entregue, cuidadoso e dedicado que o amor de mãe.”

 

 

Já era de tardezinha, todos já tinham almoçado e estavam apenas descansando. Nina dormia calmamente em seu moisés, a pequena já estava dormindo há quase três horas e já estava na hora de mamar novamente, Lana estava com uma pena de ter que acorda-la do soninho tão gostoso que ela estava.
Ela deixou a taça que comia sua salada de frutas em cima do criado e foi até seu banheiro para lavar as mãos.

― Ei... ― Lana encontrou Sean no quarto quando voltou.

― Parece que alguém está com fome novamente mamãe. ― Lana riu e foi até ele. ― Boa tarde linda. ― Seus lábios se encontraram em um beijo carinhoso.

― Boa tarde... ― Falou fazendo manha e se afastou dele para ver Nina. ― Você já acordou filhinha ? ― Sorriu ao ver Nina com os olhinhos bem abertos, toda espertinha.

Lana pegou-a do moisés com cuidado, trazendo-a para seus braços.

― Vamos conhecer seu quartinho.

Sean sorriu para ela e acenou com a cabeça, dizendo que ficaria ali.

Lana saiu de seu quarto e entrou no quarto ao lado. Abriu as cortinas brancas e a janela para que o ambiente ficasse arejado, com boa circulação de vento.

― A última vez que estive aqui, foi pouquinho antes de você chegar... ― Confidenciou à sua filha que ainda tinha os olhinhos pesados, tentando livrar-se do sono. ― Ontem, bem cedinho. ― Seus lábios pousaram na testinha rosada de sua Nina.

Lana pegou a almofada para amamentação e sentou-se na poltrona cinza que tinha no quarto de Nina, justamente para amamenta-la.
Enquanto um braço segurava a pequena, o outro arrumava a almofada sobre sua perna, para dá melhor sustentação à Nina.
Logo a pequena se deliciava em seu leitinho e Lana naquele momento precioso, apenas delas.

Lana despertou de seu transe assim que ouviu duas batidas na porta, que estava aberta.

― Temos visitas. ― Sean disse e logo ela viu seus três meninos passarem pelo vão da porta.

― Ei meus amores. ― Falou docemente.

Matt e Patt ficaram um pouco acanhados, observando-a de longe, com sorrisos tímidos.

― Oi mãe. ― Jack se aproximou e beijou-a na cabeça. ― Como você está ? ― Perguntou e logo seus olhos caíram para a pequena Valentina, soltando um breve sorriso.

― Estou bem querido.

Jack sorriu e levou seu dedo indicador até a mãozinha de Nina, que estava agarrada à blusa de Lana.

― Ela é linda. ― Observou a pequena com admiração.

― É sim, e muito comilona também. ― Sean falou fazendo Lana rir.

Lana arrumou Nina e a colocou em seu ombro, fazendo-a arrotar.

― Venham aqui. ― Chamou os dois meninos que ainda observavam de longe após Nina arrotar e já estar arrumadinha em seu colo. ― Olhe quem veio ver você Valentina, seus irmãos. ― Lana falou com uma voz doce. A pequena mexia os bracinhos, abria e fechava os olhinhos azuis lentamente, em uma manha gostosa.

― Valentina... ― Matt repetiu e passou seu dedo pela mãozinha, quando a pequena sentiu logo agarrou o dedo dele, segurando com força . ― Ainda irei precisar do meu dedo. ― Matt falou fazendo careta pela força que a pequena colocava no movimento, o que fez os outros gargalharem.

Patt observou-a atentamente e sorriu ao perceber o biquinho que se formava nos lábios de Nina.

― Igual ao seu mãe... ― Sorriu. ― O biquinho olha... ― Os outros riram ainda mais ao perceber a manha que Nina fazia.

― Manhosa igual a mãe. ― Sean falou sorrindo e aproximou-se beijando a testa de sua noiva. ― Se Nina fizer esse bico toda vez que quiser alguma coisa eu juro que estou ferrado. ― Lana riu sendo acompanhada pelos três rapazes e negava com a cabeça, acariciando o bracinho de sua filha.

 

Para Lana, esse ainda era o começo do que a palavra ”família“ significava, seu coração e sua alma ainda iam transbordar muito mais amor. Mais do que ela própria achava que seria capaz de sentir e dar.  

•••

 


Notas Finais


1 PRIMEIRAMENTE: Essa família me encanta.
2 SEGUNDAMENTE: Muito obrigada pelos 90 favs, vocês são demais!
3 TERCEIAMENTE: Confesso que estou muito triste e desanimada com a quantidade de comentários que chegam até mim sobre a fic. Gente somos 91 pessoas e apenas 5 ou 6 me dão o prazer de ler um comentário dizendo o quanto o capítulo foi bom ou quanto está gostando, e isso me desanima para caramba e é justamente por isso que agora demoro a atualizar pois não sei se estão gostando, não sei se estão achando uma merda ou se querem que eu exclua, de verdade, é difícil, por que eu amo escrever e faço isso com o maior amor e carinho, ainda mais se tratando de Sean e Lana, que eu amo do fundo do meu coração e com todas as minhas força. E de verdade, só não deleto a fanfic por que sei que ainda tem pessoas que gostam e outras que ficariam putas comigo por eu ter deletado. Mais é sério gente, comentem qualquer coisa, falem suas opiniões, falem o que está e o que não está bom, ou se não quiser pelo menos diga um "tá uma merda mesmo".
Obrigada! E não vai ter beijos de luz dessa vez por que tô chateada mesmo!


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