História The love not it's so easy - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Guns N' Roses
Tags Duff Mckagan, Guns N' Roses, Hentai, Romance
Exibições 31
Palavras 2.686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chegay com mais um capítulo pra vocês crianças!
Me desculpem se demorei, é que eu tive uns contratempos.
Eu gostei muito desse capítulo, e espero que vocês também gostem.
Me desculpem qualquer erro, boa leitura<3

Capítulo 3 - Algo a mais


Pov Katie

Minha cabeça doía levemente. Senti que estava deitada numa cama. Não queria abrir os olhos, não depois de lembrar porque tinha desmaiado. Tudo passou pela minha cabeça como um flashback. Senti uma mão grande e quente segurar a minha e prendi a respiração. Então, tomei coragem e abri os olhos devagar. Olhei em volta e vi que estava em um dos quartos do Hotel. Olhei para o lado e vi o Duff. Ele estava segurando minha mão. E percebi que ele estava bem perto de mim, perto demais.

- Olha só quem acordou. - ele riu debochado. Ai que ódio. Como ele pode rir dessa situação? Sem pensar, tirei minha mão da dele e o olhei com a pior cara possível.

- Posso saber qual é a graça? - eu disse me levantando bruscamente, e acabei ficando um pouco tonta.

- Tá nevorsinha por que? - que petulância!! Tá que ele é meu ídolo e eu amo ele, mas, mas.... Ele não pode ser menos otário?

- Talvez porque um maluco me levou do nada pra dentro de um armário de vassouras e me fez desmaiar, e agora está agindo como de não tivesse feito nada? - eu estava sendo extremamente sarcástica, é o que eu faço quando estou com raiva.

- Ei! Não foi minha culpa você ter desmaiado, não posso fazer nada se você não resiste a minha beleza - ele disse convencido. Eu fiquei sem fala, porque era meio que verdade. Senti meu rosto queimar.

- Err... Por que você me sequestrou hein? - eu sou muito boa em mudar de assunto.

Ele corou levemente, e eu fiquei realmente surpresa.

- Olha, sequestrar é uma palavra muito forte você não acha? - ele estava tentando disfarçar, que gracinha. - É que, eu queria falar com você.

- E pra isso precisava me levar para um armário de vassouras? Por que você não me chamou e iniciou uma conversa como um ser humano normal? - Perguntei passando a mão na cabeça e sentindo um galo pequeno no lado esquerdo.

- Porque assim não teria graça né honey. - ele deu um sorrisinho idiota e eu revirei os olhos.

- Mas oque você queria falar comigo?

- Bom, eu ia te chamar pra sair.

Eu o olhei com os olhos arregalados. Meu coração estava mais do que acelerado. Eu não conseguia falar. Comecei a suar e tentei por meus pensamentos em ordem. Ok, Duff McKagan, meu ídolo, baixista da minha banda preferida, estava me chamando pra sair. Tudo bem, nada demais. MENTIRA. Eu senti que ia desmaiar de novo. Mas me manti firme. Pelo menos tentei.

- Ei, você tá bem? - ele me perguntou rindo um pouco e me tirando do meu transe.

- Eu tô ótima. - respondi respirando fundo.

- Mas então, quer sair comigo ou não? - ele parecia inseguro quanto a minha resposta. Como assim? Ele tinha alguma dúvida da minha resposta? Mas uma coisa martelava na minha cabeça, então resolvi perguntar.

- Por que? - eu perguntei o encarando.

- Por que oque? - ele estava claramente confuso. 

- Por que está me chamando pra sair? Você é Duff McKagan, o baixista do Guns N' Roses. Você é famoso e popular, pode ter a garota que quiser na hora que quiser. E eu... Eu sou uma faxineira que trabalha no hotel que você está hospedado e que quando não trabalha, estuda, e que é uma fã louca que pode te atacar a qualquer momento. Por que?

Ele ficou me olhando sem expressão, e eu cheguei a conclusão de que ele me olhava demais dessa forma, mas é claro que isso não significava nada. Então ele sorriu, sorriu lindamente, o tipo de sorriso que derreteria a maior das geleiras.

- Eu estou te chamando pra sair porque achei você legal. Não me importa quem você é, eu achei você legal e muito bonita. É muita idiotice da sua parte achar isso uma coisa anormal.

Eu senti meu rosto queimar. Estou corando muito hoje. Ele estava completamente certo. Eu me senti uma idiota. Mas fiquei feliz também, ele era uma pessoa muito legal e queria a minha companhia.

- Mas, se você não quiser sair comigo, é só falar.

- Não, não, que isso. É-é c-claro que eu quero. - Merda, eu estava gaguejando.

- Que bom - ele sorriu de novo. JESUS. - Que horas acaba o seu expediente?

- Às 22h. - eu estava hipnotizada olhando pra ele. Ao falar dessa coisa de horário, eu entrei em desespero. - AI MEU DEUS, QUE HORAS SÃO?

- 15:28.

- AI MEU DEUS! - Levantei super rápido, e senti uma tontura. - Ai merda, minha cabeça.

- Ei, é melhor você descansar.

- Você não entende? Eu tenho que ir. O meu horário de almoço acaba em dois minutos!

- Ah, Ok. Mas não esquece. Hoje no final do seu espediente, eu vou estar te esperando.

- Esperando pra quê?

- Pra gente sair ora bolas! 

- Ah, claro. Desculpe. Então adeus. Quer dizer, até mais tarde. Eu já vou. Tchau. - Eu só tive tempo de ver ele sorrindo e me fazendo ficar com vergonha antes de sair correndo dali feito uma louca desvairada. Eu estava com muita vergonha hoje. Mas só hoje, porque estava com ele. E falando com ele. Porque eu não sou de sentir vergonha. Não que eu seja sem vergonha. Mas é que eu não sou tímida. Mas ele me deixava tímida. Mas temporariamente. Principalmente quando ele me chamou pra sair. Ai meu Deus ele me chamou pra sair!! Será que vai ser legal? Será que ele vai me deixar esperando? Será que está me enganando? Ah claro que não. Ele quer sair comigo porque sou legal e bonita. Mas será que é só porque sou bonita? Então ele só quer transar comigo e se mandar? Eu sou fã dele, e sei que ele é um mulherengo, e que não e um cara de compromissos. Eu estava me precipitando, acho que estou ficando paranóica.

A minha cabeça estava um verdadeiro caos. Minha dor de cabeça ia de mal a pior. Eu precisava conversar com alguém. Eu precisava conversar com a Angel.

Cheguei na sala dos funcionários e vi Algel lá. Ela parecia feliz. E estava sorrindo muito. Tipo, muito mesmo. Sério, tava sorrindo até demais pro meu gosto.

- Katie, que bom que você chegou!! - ela veio pulando e me abraçando. Eu hein. - Vamos lá limpar algum corredor qualquer que eu tenho novidades.

- Oque foi Angel? Transou com o Izzy por acaso?

- Mas é claro que não!

- Oque foi então?

- Que bom que perguntou! - Eu revirei os olhos, enquanto a gente saía da sala com produtos de limpeza e vassouras e entravamos no elevador- Foi muito legal, a gente conversou bastante, o Izzy é um amor. E você não vai acreditar! Eu conheci o Steven Adler e o Slash!!! Não é demais??

- Nossa! Isso é fantás... Aí minha cabeça!

- Katie! Você tá bem?

- E-eu tô ótima, essa tontura deve ser consequência do desmaio... - Eu estava mais tonta do que antes, e minha cabeça não parava de latejar.

- Que desmaio??? Katie é melhor você descansar, não está em condições pra trabalhar. Você está pálida, e tem um inchaço aqui. - ela apontou pro pro lado esquerdo da minha cabeça, onde doía mais. Eu passei uma mão ali e senti um leve inchaço.

- Não é nada demais - Eu saí do elevador quando ele parou e tentei começar a varrer, mas a dor aumentou.

- Katie, você tem que ir pra casa, vem. - Eu tentei contestar, mas senti minhas pernas fraquejarem pela segunda vez naquele dia, e tudo ficou escuro novamente, só que diferente da primeira vez, o Duff não estava ali para me segurar, e eu não acho que a Angel seja forte o suficiente para tal, então foi bem pior, porque senti meu corpo bater com força no chão antes de apagar.

...

Acordei sentindo dor no corpo inteiro. Eu não estava deitada como na última vez, estava sentada e ouvia um barulho irritante de carros, diferente da primeira vez que desmaiei, pois eu me lembro de estar em um total silêncio. Logo me senti solitária por não sentir a mão de Duff segurar a minha como da outra vez, e me amaldicoei por ficar comparando meus desmaios.

Abri os olhos e me arrependi na mesma hora quando senti uma claridade desagradável quase me cegar. Vi que estava num carro, e logo reconehci que era a picape de Angel. Estava um sol fraco e bonito e parecia que havia acabado de chover. Me vi com meu casaco e meus cabelos soltos. Eu estava bem confusa. Então olhei pro lado e vi Angel dirigindo. Ela estava concentrada no volante e pareceu não notar que eu havia acordado. Eu fiquei em silêncio olhando a estrada, e todo o dia passou pela minha mente bem devagar. Então eu suspirei. E resolvi quebrar aquele silêncio que estava me incomodando.

- An... Eu já estou acordada sabia?

- Sabia. - Ela se virou para mim sorrindo e seus olhos transpareciam alívio.

- Hum... Podia me dizer oque aconteceu depois que eu desmaiei?

- Bom, eu comecei a gritar pedindo ajuda enquanto você ficava mais pálida do que antes, então uns caras vieram me ajudar, ai levaram você para um dos quartos enquanto eu ligava para um médico, ele te examinou e disse que muitas batidas fortes na cabeça em um dia não são saudáveis, e que era pra você ir pra casa descansar. Ai eu peguei suas coisas e estamos quase chegando na sua casa. Tinha começado uma chuva chata mas agora já parou.

- Ah, obrigada. - Eu sorri para ela.

- Que isso! - Ela sorriu de volta. - Você me deixou preocupada sabia? E quando você desmaiou hoje mais cedo? Por que não me contou? - Ela estava praticamente gritando na minha cara e quase matou a gente naquele carro.

- Calma presta atenção na estrada! Você quer matar a gente é?! - Ela se acalmou e estacionou o carro em frente o meu prédio. - Vem, vamos subir que eu te conto tudo.

Quando chegamos, sentamos no meu pequeno sofá e eu comecei a contar tudo.

- Bom, foi o seguinte, quando eu terminei de fazer meu lanche no café do Jacob, estava entrando normalmente no hotel quando fui puxada bruscamente para um armário de vassouras por ninguém menos do que o Duff McKagan. - Ela arregalou os olhos.

- OI? COMO ASSIM? POR QUE!?OQUE ELE QUERIA??

- Sair comigo.

- E por que caralhos ele te levou para um armário para te dizer isso? - Ela estava mais incrédula do que eu fiquei.

- Bom, eu desmaiei antes que ele pudesse me chamar par sair e antes que eu pudesse perguntar qualquer coisa. E eu acho que quando desmaiei bati a cabeça. Então acordei no quarto dele onde ele me explicou tudo e me chamou pra sair depois do expediente. Ele disse que me levou pro armário porque se não o fizesse, não teria graça.

- Amiga, eu tô passada. - Não dá pra levar a Angelina a sério. - E você aceitou não é? 

- Mas é claro que sim! - Quando eu disse isso, uma tristeza me invadiu. - Mas eu não vou poder ir porque eu desmaiei de novo e agora estou em casa e não lá. - Eu disse com uma voz chorosa.

- Para de ser dramática, terão outras oportunidades! - A Angel é um fracasso quando tenta ser positiva.

- Não vão ter não! Ele vai ficar aqui na cidade só alguns dias, qual é! Ele é um roqueiro famoso!!! Eu tenho que aceitar que a minha sina cruel. - Ok talvez eu estivesse sendo dramática mesmo.

Angelina revirou os olhos.

- Olha, eu bem que queria ficar aqui te consolando, mas eu tenho que voltar pro hotel. Você não precisa vir trabalhar ok? O próprio Sr Johnson disse.

- Que ótimo! Amanhã depois do trabalho você pode vim dormir aqui. Aí você me conta sobre seu encontro com o Izzy Stradlin. - Fiz aquela carinha.

- Você é uma palhaça mesmo! Mas pode deixar que eu venho. Até amanhã Katie, se cuida.

- Tchau, e obrigada de novo por me ajudar. - Ela sorriu e saiu, me deixando sozinha.

Eu estava no maior tédio, então peguei um pacote de biscoito de chocolate, fiz pipoca, peguei um cobertor, e coloquei uma roupa quentinha e confortável. Fui para a sala, deitei no sofá e liguei a televisão. Estava passando um filme bem legal, então comecei a assistir. Passaram-se uns cinco minutos, e já estava ficando tedioso novamente. Até que a campainha tocou.

Eu Ignorei, porque não estava afim de receber ninguém. Eram umas 19h, Angel estava no hotel, então provavelmente era o síndico ou alguém assim, e eu não estava afim de papo. Mas passaram uns cinco minutos e a campainha não parava de tocar. Que insistência. Aff.

- JÁ VAI - Gritei super alto e mal humorada, eu estava morrendo de preguiça de atender, mas não poderia ignorar a pessoa a vida toda.

- Demorou pra atender hein - Eu gelei. Um Duff um tanto frustrado estava na minha porta. OQUE ELE ESTAVA FAZENDO AQUI? Eu posso encontar com ele um milhão de vezez, mas sempre vou ficar histérica e suar.

- M-me desculpe. Como descobriu onde eu morava? - Eu perguntei nervosa.

- Bom, eu vi quando você foi embora com a sua amiga, então fiquei preocupado. Então resolvi seguir o carro dela. Quando ela saiu eu resolvi esperar um puco pra depois vim até aqui.

- Ah. - ele é uma gracinha. A gente ficou um tempo se olhando. Até que ele começou a rir.

- Oque foi? - Eu corei. E não sei porque corei.

- Eu tô um tempão aqui e você ainda não me convidou pra entrar. 

- Ai mil desculpas, entra, por favor. - Eu corei muito, muito, muito mesmo. E ele sorriu.

- Bela casa. - Ele disse se sentando, e me encarando.

- Obrigada. - Eu sentei ao seu lado e olhei para baixo. Respirei fundo, e comecei. - Olha, se veio aqui por causa do nosso... Err...

- Encontro?

- É, por causa do nosso encontro, eu sinto dizer que o médico disse pra eu ficar em casa e eu não quero arriscar desmaiar outra vez. - Na verdade eu tava com preguiça de sair da casa, e estava nervosa por causa dele.

- Ah beleza. Podemos ficar aqui mesmo. Se você quiser é claro. - Como ele pode ser tão perfeito?

- Claro, quer biscoito? - Sim, eu estava oferecendo biscoito pra ele e ele aceitou.

- Valeu. Sabe, é a primeira vez que uma garota me oferece um biscoito. - Ele riu e eu ri junto. Acho que estava começando a me sentir mais a vontade e com menos vergonha perto dele, então converamos sobre tudo. Falamos sobre nossa infância, família, ele falou sobre a banda e eu falei sobre a faculdade. Eram lá pras nove horas da noite e ainda estávamos lá. Rindo e conversando. Duff era um cara muito legal.

- Então, você tem algum namorado ou algo assim? - Eu parei de sorrir e fiquei meio tensa. Esses assuntos sempre me deixavam tensa.

- An, não. - Eu disse sem expressão alguma. - Na verdade eu não tenho muita experiência com relacionamentos sabe, eu já beijei uma pessoa uma vez, mas já faz tempo. Eu achava que era amor mas.... Era ilusão de adolescente. - Eu ri sem graça.

- Nossa, eu pensei que tivesse um namorado. - Ele disse me olhando profundamente.

- E o que te fez pensar isso?

- Dois motivos: primeiro: hoje você fugiu de mim de uma forma que parecia que tinha medo de alguém ver. - Ele riu um pouco e eu corei. - Segundo: com todo o respeito, mas você é muito gata, e inteligente e legal, cara, como você não tem um namorado?

- Sei lá. - eu ri sem graça e super vermelha.

- Uma garota assim, como você... - Ele aproximou seu rosto do meu - precisa de um cara maneiro que possa te proteger.

Ele estava com a boca a milímetros da minha, podia sentir sua respiração. Sentia um perfume amadeirado no ar, e seus olhos brilhavam como eu nunca vi antes.

Meu coração estava quase saindo pela boca, ele ia me beijar? Era o que parecia. Eu não sabia muito bem oque fazer, então só fechei meus olhos e esperei aquele momento chegar.





Notas Finais


Aí está o capítulo amores!
Eu espero sinceramente que vocês tenham gostado.
Não sei quando o próximo capítulo sai, mas será em breve. Beijão!! <3


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