História The Love of Mitw - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Tags Mitw, Tazercraft
Visualizações 92
Palavras 1.882
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Self Inserction, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


HOLAAA

A (nova *le tocando barulho de tambores*) LOIRA CHEGOU NOVAMENTE\!/
É... eu fiquei loira sim.... MASSS POR UM MOTIVO

Desafio....
;w;

MAS AGORA ESTAMOS COM O NEW CAP OF DAY, SIM??
<333

Amo 'cês! <3333333

Ah, e nos vemos nas Notas Finais <3

#Akaneoff

Capítulo 8 - Vivendo pela segunda vez.


Pov Mike

A luz forte de um jardim de flores exuberantes me traçava alegria na alma, me traçava a misericórdia de que um dia estarei nas mãos de uma pessoa que me idolatra o amor...

E aquela pessoa era um lindo anjo de olhos azuis, com cabelos tão negros e brilhantes quanto uma noite estrelada. Sua vestimenta branca era suscetivelmente sexy para meus olhos esverdeados, e apenas seu rosto sereno me cobrindo de pura luxúria fortalecia meus laços de vida. Sua boca, de lábios levemente avermelhados e aquele sorriso alinhado. Aah... como foi ter sua atenção apenas direcionada à mim era puramente gostoso.

Mas quando pensei que estávamos no céu, em uma cama de pura fofura confortando nossos corpos nus prestes à serem fundidos de forma gloriosamente excitante, uma forte luz se encarrega de me acordar do puro prazer denso que havia naquele lugar perfeitamente luxuoso.

Maldita luz...

Mas espere... aquilo não era uma luz... pois as luzes não se balançavam freneticamente.....

Ava.

- Ei jovem, acordaste? 

Uma voz feminina entrou em meus tímpanos como se fosse a única coisa interessante para se fazer quando está em estado de óbito. Meus olhos se abrem levemente enquanto a forte luz do local incomodava minha visão como um graveto fútil cutucando uma onça. E minha garganta, aah doce garganta dos Infernos.

Quando minha visão tomou pelo menos nitidez do que havia naquele cômodo, olho de soslaio para o lado e vejo uma enfermeira arrumando a gaveta do criado-mudo que tinha ao lado do que parecia ser uma maca, e eu como sou um corpo (suponho) estou deitado nesta maca.

E então olho para todos os perímetros daquele lugar, e como esperado vejo que era uma sala de hospital. Sério mesmo que eu não havia morrido? Porra, eu sou completamente azarado.

E então lembranças do ocorrido invadiram minha mente...

Pk... maldito filho de uma puta mal-comida....

- Onde eu estou?.... - minha voz saiu rouca, fraca. Era igual à do Matheus, mas na verdade era de um doente. Claro que jamais atingiria o tom demoníaco daquele hospitalar de hospício bipolar.

Mesmo minha voz quase sendo inaudível, a enfermeira havia escutado, e logo sorriu feliz. Minha visão ainda estava turva, e uma dor incrivelmente forte na minha barriga. Arfo doloroso, logo tentando mexer o braço para tocar na minha barriga, mas havia algo preso no meu pulso:

Um fio.

Um fio que encaminhava sangue direto aos meus vasos sanguíneos.

QUE LEGAL.

- Você está na enfermaria, garoto. Por incrível que pareça, alguém quase te matou com uma adaga. Não sei como permitiram a entrada deste maníaco para o internato, mas pelo menos ele não conseguiu uma vítima em óbito na lista de mortos dele. - justificou a enfermeira, logo fechando a gaveta em que arrumava e direcionando a atenção para mim - E percebendo que você está tentando arrancar este fio do seu pulso, não adiantará de nada. Nem tente, pois isso daí mantivera o equilíbrio exato de quantidade de sangue neste teu corpo.

Após a aula grátis, a enfermeira me olhou sorrindo e logo voltou-se para o trabalho, indo até a bolsa de sangue e certificando se eu não havia feito nada por causa da minha tentativa sem sucesso de tirar o fio de mim. Olhou-a com bastante cuidado, ajeitando logo a bolsa e mantendo-a certa em sua posição. 

Incrível: ajeitou algo que nem precisava ajeitar, pois estava quase na mesma posição de antes.

- E então?... alguém veio me ver? - inquiro tentando juntar os pontos para alguns detalhes. Queria saber quem foi aquele que não me deixou ir ao paraíso do sexo. OK, talvez eu seja um tarado, mas quem não quer passar alguns tempos fodendo uma pessoa?

- Opa, obrigado por ter me lembrado. Um jovem está lá fora esperando vê-lo, e ele me disse que era um amigo seu. - alegou sorrindo como se a pessoa que tinha obrigação de me salvar fosse uma pessoa importante para mim. Poupe-me de detalhes, eu apenas quero o maldito nesta sala para proferir algumas explicações.

- Tanto faz, apenas chame-o para mim, faça questão. - ordeno meio impaciente. Quando me encontro nervoso ou curioso, eu faço as pessoas ao meu redor me obedecerem como se fossem uma condenação. Que se foda os sentimentos ou as expressões das pessoas aqui presentes, eu apenas quero ter oque eu, devidamente, preciso para questionar de assuntos inglórios e um tanto de vezes raras.

Como por exemplo o meu estado desprezível.

A enfermeira me olha desgostosa pelo meu mal trato com si, mas logo bufa e se retira, indo em busca do maldito que não me deixou morrer. Eu apenas rira de sua obediência sensacional quando relacionado com alguém quase fodido por uma tentativa de morte. Era divertido ver alguém que, por tanto (em algumas ocasiões), se demostrava obediente, mesmo indo contra por conta da má educação de alguém.

Contudo, tem que ir minha filha, pois não tá vendo o meu estado? Ou tenho que me levantar daqui e ir até o corredor deste maldito internato para ir ver com aquele que por obrigação tem que me salvar?

Pois é, talvez eu seja mal quando eu desejo. - rio.

E assim, vejo a enfermeira adentrando de braços cruzados e alguém de roupas social indo logo atrás. Era o maldito loiro dos olhos azuis, Cellbit.

- Aí está a sua visita, majestade. - arroga emburrecida a enfermeira, que se direciona para a porta e se retira da sala com passos altos vindos de seus saltos do mesmo tamanho. Sua posição de auto-defesa contra pessoas arrogantes como eu, suponho, era hilária, porém a visita do Rafael até aqui era algo que atiçava mais meu orgulho e minha curiosidade.

- Oi, cara. - cumprimenta Rafael logo sorrindo fraco para mim, vendo meu estado deplorável em que um maldito filho da puta chamado Pk havia me causado. Olhei-o meio entediado, mas entendia suas expressões super convencionais de pena.

- Oi. - respondo rouco, olhando para o chão logo após. Havia um sentimento denominado mal jeito me provocando timidez naquele momento, não só pelo fato de estar em um estado vulnerável pra caralho como também aquilo chamava a atenção do loiro á frente.

E admito: isso é constrangedor pra porra.

- Vejo que o filho da puta voltou com o rabo levantado desta vez. - confirma baixo, olhando para minha expressão confirmada de ódio e timidez estampada no meu rosto. Sabe aquele em que chamou a atenção do bipolar para o ponto de ataque naquela época? Então, a pessoa era o Cellbit. E como todos viam um rosto de anjinho em seus atos e expressões convictas, não desconfiariam que ele seria capaz de trazer o caus para a vida do certo doente transtornado. 

Tratávamos da vingança do Pk como uma simples ironia do passado. Até achávamos que o bipolar não iria mesmo cumprir seu juramento de ferrar nossas vidas um á um, mas realmente estávamos enganados. E podíamos constatar isso pelo meu estado deprimente de estar ferido no abdômen. 

- Ava, jura? - questiono olhando-o com um tom irritado no olhar, provando à si que aquilo não se tratava apenas de uma prova concreta, mas sim de uma guerra contra sua pró-ardente vingança latejante. Pk já havia dado as caras à um tempo atrás, mas ele fez apenas nos ameaçar com algumas idéias até apavorantes e arrepiantes para mim. 

E agora estamos pagando por nossos erros do passado, talvez.

Mas que se foda, pois queremos alguém mordido de raiva para tentar matar-nos.

- Não podemos brincar de esconde-esconde desta vez, Mike. A barra pesou, o filho de uma caralha tá vindo aí para nos meter as lâminas. Estamos praticamente ferrados se não buscarmos pretextos para impedi-lo de pôr em ação seus planos. - murmurou me olhando com seriedade naquele olhar de orbes agora refrescantes de ódio. Sério que teremos que pôr às asas para voar desta vez, sem ser como era antes: ficar de baixo das asas protetoras da Policia?

- Eu sei disso, seu palerma. Contudo temos que planejar algum plano surroso para meter bala naquele cretino, senão estamos fodidos pra caralho. - suponho agora no mesmo estado do loiro, que virou o rosto para o lado e bufou totalmente contraído de ira. Até mesmo o novato não havia visto esta impressão que o ''anjinho'' à frente já praticou tantas vezes quando digo algo óbvio. 

Falando nisso, não vi o novato até agora. Me lembro de que foi ele que havia me salvado, e não o Cellbit.

Claro, Mike. Você acabou de descobrir a cura do Aids.

E também é burro pra cacete, pois foi descobrir que foi o Pac que havia trago-o para a enfermaria, não o projeto de hiena chamado Cellbit.

- Mudando do maldito assunto... - murmura Cellbit que estava massageando as têmporas de tanta raiva - ...quer saber o serumaninho corajoso e forte o suficiente para lhe trazer nos braços até aqui? - indagou agora me olhando entediado, porém um pouco emburrecido.

- Já sei quem foi.

- Ótimo, assim não terei que perder meus preciosos segundos falando da óbvia pessoa que tinha de te trazer aqui com as costelas já esmagadas de tanto peso que tu o encarregou. - exclama ele levantando os braços para cima como se estivesse recebendo uma benção. 

Dramático pra porra.

- Ok, ok... agora não me estresse com suas idiotices sem noções... - ordeno-o logo pondo a mão em uma têmpora e a massageando, pois os malditos nervos estavam quase pulando pra fora da minha cabeça.

- Sabe... ele esteve aqui quando você estava adormecido aí. Eu logo ao lado dele vendo tudo oque ele fazia, e olha... nunca vi alguém tão preocupado por você na vida. E pelo fato de ele ter te conhecido faz apenas 3 dias, estou pasmo por ter tanta intimidade dentre os dois. - profere o mesmo gargalhando como uma maldita hiena em que ele busca evoluir um dia, e me deixando mais atiçado de dúvidas nesta minha cabeça pensativa. 

Ok, os malditos 3 dias deve ter sido o tempo em que fiquei adormecido, mas e o resto?

- Como assim? Oque ele fizera? - inquiro tentando buscar respostas através da minha insistência, e olhe que o Rafael à frente apenas me olhou risonho, aumentando mais suas gargalhadas hienáticas.

- Ele se mantera tão culpado que não havia limites naquelas expressões fofuchas dele. Os olhos meio inchados e a os dedos na boca, com as unhas sendo ruídas de tanto nervosismos sendo contido em seu corpo. - as únicas palavras já tidas efeito em mim foram essas. Minha boca se entreabriu, chocado com tanta preocupação ao meu respeito. O novato estivera contendo o seu orgulho e sua agressividade para.... acrescentar preocupação em seus atos.... devo tratar-me de que isso é raro.

Muito raro.

- Poupe-me de seus ataques psicopatas de fingir-se ser gay, Cellbit. A essa hora ele deve estar suando de tanta preocupação ao meu respeito.

- Pode apostar que sim. - respondeu-me ainda risonho, só que contendo-se para minha alegria. 

Eu preciso da presença de Pac. E como estou precisando. 

Quero fotografar mentalmente as suas expressões de pouca alegria contida dentro de si. Na verdade, estou apostando que ele irá resplandecer de alegria quando ver-me de olhos abertos. 

Ahh, Tarik.... pense-me de outra maneira: bem acordado.

 

 


Notas Finais


Opaaa, bom dia.

(sqñ)... *só na bad*

Eu tive um contra-tempo ontem, por isso num pude escrever-me o cap de vidas para alegria dos shipadores de mitedabliu. Mas acho que podem abaixar o fogo das mãos, porque agora mereço rosas ou até algumas cuecas rosas aqui no palco de prática de exercícios para o tema ''como melhorar os sentimentos através das suas fanfics''.

MAS ENTÃO.... este foi o cap de hj.

E LEMBRESSE: eu fiquei loira, não me julguem. ;-;

BYE. <333333333
#Akaneoff


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