História The Love Song - Snowing - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sr. Gold (Rumplestiltskin)
Tags David Nolan, Gosh, Mary Margaret, Once Upon A Time, Ouat, Snowing, The Love Song, Tls
Exibições 47
Palavras 3.544
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ooi pessoal.

Até que não demorei tanto dessa vez neh, espero que gostem do capitulo, e novamente me perdoem por ele não estar revisado.

Quero agradecer por todos os comentários e também pela fic ter atingido 21 favs <3 eu juro que achava que não passaria de 10, então muito obrigado mesmo, a todos.

Rhi, Mands, May, Brownie e Vinny obrigado pelo apoio e por sempre me incentivarem, amo vocês.
Mands eu prometo que no proximo não tem folhinha rsrsrs.

Boa Leitura pessoal :)

Capítulo 6 - I don't want to disappoint!


Fanfic / Fanfiction The Love Song - Snowing - Capítulo 6 - I don't want to disappoint!

 

 

FlashBack

 

12 anos atrás

 

- Mãeeee – Mary corria de Robin pelo jardim – me ajudaaaaaa – a pequena gargalhava.

- Volta aqui zangado – Robin gritava – você não me escapa, eu vou te pegar.

- Não vai não – Mary mostrou a língua pro primo e corria em círculos – eu sou mais rápida que você.

- Mas não é mesmo – Robin acelerou os passos ainda mais e pulou com tudo encima de Mary, fazendo assim com que os dois caíssem na grama.

- Eu te odeio – A pequena gargalhava e batia nos braços do primo para que ele saísse de cima dela – eu não vou te contar qual é banda atual favorita da Regis, nem adianta – Mary tentava de todo jeito sair de debaixo de Robin – sai de cima de mim seu chato!

-Nãoooo – ele colocou os braços, um de cada lado do corpo, prendendo ainda mais Mary no lugar – você não vai se livrar de mim até me contar.

- Então vamos ficar aqui por um BOOOOOM tempo – ela fazia carretas e continuava a bater em Robin.

- Porque você não me conta Zangado? – Robin fechou a cara, fingindo desapontamento – depois o chato sou eu neh.

- Você é chato Ladrão, e eu ser também não muda isso – Mary fazia cara de deboche – e eu não conto, porque eu  A M O – falou pausadamente enfatizando a palavra – te ver bravo e desesperado. – a pequena começou a gargalhar.

- AAAAAH sua pirralha, você me paga – Robin se ajoelhou ao lado de Mary e antes que ela conseguisse processar e levantar, ele começou a fazer cocegas na barriga dela – Me contaaa zangado – Robin intensificava cada vez mais as cosquinhas.

- P a r a – Mary falava cortado pela falta de ar – s e u f e i o

- Não vou parar até você me contar – Robin começou a fazer cocegas na cintura da prima

- MÃEEEEE – a menina usava o pouco folego que tinha para gritar – ME AJUDAAAA

- Tia Eva não vai me tirar daqui – Robin fazia carreta pra prima – me conta vaaaai.

- AAAAH ta bom – Mary bufava – Ela está A M A N D O Coldplay seu chato.

- Viu – O menino saiu de cima da prima – não doeu falar.

- Eu sei que não – a menina passava a mão na roupa amarrotada – mas eu já disse que amo te ver desesperado? – a pequena ria.

- Eu te odeio – Robin também começou a rir e ajudou a prima a levantar da grama.

-Mentiroso que só – Mary beijou a bochecha do primo – você me ama – a menina lançou uma piscada atrevida – e vê se fica calmo o aniversario dela é só mês que vem.

- Você sabe que eu não consigo – Mary abraçou o primo de lado – eu to apaixonado por ela.

- Você ta um bobão – os dois riram

 

- MENINOS – Eva chamava – O CAFÉ ESTA NA MESA;

- Eu vou chegar primeiro – Mary se afastou do primo e começou a correr.

- Assim não vale – Robin começou a correr atrás dela.

- Opa – Eva ria – calmem, tem comida pra todo mundo.

- E u s e i – Mary falou sentando na cadeira -  é só um costume que temos mãe.

- Essa zangado adora correr tia – Robin chegou logo atrás da prima e também se sentou.

- Vocês são ótimos – Eva não parava de rir – e agora me expliquem o porque de “Ladrão” e “zangado”. – os dois se entreolharam e começaram a rir.

- É que sabe mãe – Mary ria no me meio das palavras – o Robin – a menina não se continha.

- La vem – Eva só sabia gargalhar da filha.

- É que assim – A menina respirou fundo e prosseguiu – O Robin esta apaixonado pela Regina mãe – Eva olhou com os olhos esbugalhados para Robin – E eu chamo ele de ladrão porque fico falando que ele quer me roubar ela – quando parou de falar e encarou sua mãe voltou a gargalhar.

- O Robin esta o que? – Eva sorria de canto a canto.

- Eu te odeio Mary – Robin estava tão vermelho quanto um pimentão – mas então, o zangado é porque essa pirralha – Mary ainda estava rindo da situação – sempre dá um piti quando não fazemos as coisas pra ela. – assim que Robin falou Mary mostrou língua pra ele.

- Tenho que concordar – Eva falou – mas então mocinho – a mais velha olhou pro garoto – quer dizer que você está apaixonado pela Regina?

-Eu .....

Antes que Robin pudesse falar qualquer coisa, Ruby apareceu com uma bandeja de Bolo, e Emma e Regina vinham logo atrás dela enroladas em uma toalha.

 

- Estava esperando o bolo ficar pronto pra chamar as duas – Ruby falou – mas até que não demoramos, vocês nem estão comendo ainda.

- Os meninos estavam me contando umas coisas – Eva não continha sua risada – depois eu te conto tudo.

- MÃE

-TIA

Robin e Mary falaram ao mesmo tempo repreendendo Eva.

- Ta bom, Ta bom – A mesma ainda ria.

- Agora que eu quero saber mesmo – Ruby encarou a irmã que sussurrou um “depois eu te conto”.

- Vocês dois nem para ir nadar conosco servem heim – Regina deu um tapa no ombro de Robin.

-Ai – Robin passou a mão no ombro “ferido” – desculpe.

- Foi tudo culpa desse ladrãozinho desesperado ai – Mary mostrou a língua – não me deixava em paz.

- Não quero saber – Emma falou brava fazendo birra – da próxima eu bato nos dois se não forem.

- Vou passar o apelido de zangado pra você maninha – Robin coçou a cabeça da irmã e gargalhava.

- Ah eu amo esses meninos – Eva falou baixo, mais para ela mesma.

- Eu também, e muito – Ruby falou com sua irmã – eles são o motivo de meus sorrisos. – as duas sorriam e admiravam seu filhos e Regina conversando.

- Cadê meu pai, mãe? – Mary perguntou

 

- Aqui – disse Leopold chegando na varanda, deu um beijo na testa da filha, na sobrinha e em Regina, e logo após se sentou ao lado de sua esposa e em seguida lhe deu um selinhos – Desculpem a demora.

- Sem problemas – Eva falou – Acabamos de começar a comer.

 

Eles realmente eram um família feliz....

 

Atualmente

Mary

 

 

Depois de todos os baques que levei nos últimos dias, essa foi a minha primeira noite de sono leve que tive, sonhei com a minha infância, com minha família, e por mais que eu não queira admitir, sonhei com David também.

 

Sonho este que foi meio erótico sabe, então prefiro deixar guardado em alguma parte do meu cérebro e não comentar sobre, nem com vocês nem com ninguém.

 

 

O dia amanheceu e a luz do sol atravessou minha janela entreaberta e tocou meus pés descobertos, a claridade atingiu meus olhos ainda fechados e logo depois atingiu minha retina quando enfim despertei de meu sono profundo.

 

Ainda não se passava das sete e meia da manhã, e por isso eu tinha tempo o suficiente para tomar um bom banho e ainda poder tomar um bom e reforçado café da manhã.

 

Me descobri, sentei na beirada da cama e me espreguicei, levantei e calcei meu chinelo que estava ao lado da mesinha de cabeceira. Peguei minha toalha que estava jogada em minha poltrona devido ao meu banho na noite anterior e fui em direção ao meu banheiro.

 

Tirei minha camisola de seda preta, deixei meu chinelo rente ao box, e entrei debaixo do chuveiro, liguei a água no morno, não gosto de nada muito quente e já que ainda era bem cedo banho gelado não cairia muito bem.

 

Fiquei debaixo d’agua por um longo tempo apenas pensando na vida, ou até não pensando em nada, apenas divagando, viajando, á como isso é bom, mente vazia, sem problemas aparentes, só eu e a água caindo sobre meu corpo nu.

Mas o tempo e as responsabilidades se fizeram presentes em meus pensamentos, me ensaboei e me enxaguei, peguei minha toalha que estava dependurada ao lado do box e me enrolei nela, calcei meu chinelo e fui em direção á pia de mármore do banheiro.

 

Baguncei meus cabelos curtos que estavam crescendo á cada dia e então alcancei minha escova de dente no pequeno armário ao lado do espelho. Escovei meus dentes, me sequei e comecei a me maquiar.

 

Optei por uma maquiagem leve, uma sobra nude, um lápis não muito marcante e um gloss rosa, que era imperceptível. Sai do banheiro e fui para o meu closet, escolhi uma calça social um pouco justa nas coxas e uma blusa de seda branca acompanhada de um casaquinho social também preto. Calcei um salto preto, fechado na frente e atrás.

 

Peguei minha bolsa do sai anterior por preguiça de arrumar outra bolsa e dei mais uma olhadinha no espelho, sai do quarto e fui em direção ao primeiro andar, mas assim que cheguei á escada, encontrei com Regina saindo de seu quarto.

 

- Bom dia tampinha – Regina me cumprimentou e beijou minha bochecha.

- Bom dia baixinha – Retribui o beijo na bochecha e sorri.

- Bora tomar café – Regina falou guardando seu celular na bolsa e logo depois sorriu para mim.

- Bora, estou morrendo de fome – respondi minha amiga

- Eu também – e ela riu – sem novidades por sinal.

- Claramente não – ri junto com ela e então andamos até a escada – Espera e os dois, apontei para a porta do quarto de meus primos.

- Robin ainda está fazendo meia-noite, e pelo que ele me disse ontem antes de dormimos, tanto ele quanto Emma chegarão mais tardes na empresa hoje.

- Vou demiti-los – nós duas rimos, demos o braço uma pra outra e descemos as escadas.

 

Nosso café da manhã foi completamente descontraído e leve, Regina e eu conversamos sobre tudo que vinha em nossas mentes, lembranças, novidades, fofocas e tudo mais, e ainda só para terem uma noção a Granny sentou conosco, e historia era o que não faltava.

 

Terminamos de comer e papiar e seguimos para a empresa, meu carro havia ficado na Blanchard no dia anterior e então Regina me deu uma carona. Eu não uso o Marco como motorista pois eu gosto de dirigir, então pedi para que o mesmo ficasse em casa ajudando Granny, e então assim ele poderia continuar trabalhando para minha família.

 

Chagamos na empresa as nove da manhã, meia hora atrasadas, mas não estava me importando com isso, afinal eu não precisava bater ponto e Regina também não, então estava tudo certo, sem reuniões, sem videoconferências, hoje teríamos apenas que revisar documentos, só mais um dia normal, e completamente chato o trabalho.

 

- Obrigado pela carona – falei entrando no elevador do estacionamento com Regina.

- ah pelo amor Mary – Regina me encarou feio – me agradecer por uma carona  é o cumulo do absurdo.

- Okay nervosinha – ri da cara fechada de minha amiga – Só estava tentando ser gentil – fiz um gesto de reverencia com as mãos.

- Me erra – Regina começou a gargalhar e o elevador chegou ao nosso andar. – Te encontro para almoçar?

- Não, eu quero revisar toda a papelada pendente hoje mesmo, talvez eu nem almoce hoje – expliquei.

- Tudo bem, nos vemos em casa mais tarde então – Regina beijou minha bochecha.

- Até mais tarde – Retribui o beijo na bochecha e seguimos cada uma para sua sala.

 

Minha sala era a ultima do corredor, á maior do andar, na verdade a maior da empresa se não contarmos com a sala de reuniões, e ao lado da minha sala tem uma pequena salinha onde o meu secretario pessoal fica, no caso onde o senhor olhos azuis fica, quero dizer, onde David trabalha.

 

Assim que estava chegando em minha sala, David estava saindo de sua sala, ocasionando assim uma trombada entre nós dois.

 

- Opa – David falou – Me desculpe, não vi você.

- Sem problemas – sorri e me agachei para pegar minha bolsa no chão – acho que os dois estavam distraídos.

- Eu estava lendo um dos papeis que você deixou comigo – ele também se abaixou e pegou minhas chaves que também haviam caído – por isso não vi você.

- Relaxa David, não precisa se justificar, eu que estava viajando totalmente – me levantei,  ele me acompanhou e me entregou a chave – obrigada - sorri e entrei em minha sala.

- Ah Mary – David parou no batente da porta – Eu vou buscar o restante dos papeis lá no almoxarifado e trago para você o mais rápido possível.

- Certo – sentei em minha cadeira e coloquei os óculos de leitura – enquanto isso vou olhar algumas contas pendentes.

- Ok, Já volto – David sorriu e saiu.

 

A empresa não estava com muitos problemas, meu pai sempre foi  muito organizado e por isso quase nunca havia brechas soltas por ai, o meu maior problema ultimamente era sobre alguns ainda não me aceitarem como chefe, de resto estava tudo caminhando bem.

 

David não demorou muito par voltar com a papelada, e logo começamos a revisar tudo, aquilo não passava de uma simples burocracia, eu apenas precisava ler  tudo para ficar por dentro de tudo o que acontecia na empresa, e mesmo que eu já “soubesse” de “tudo”, para os acionistas  não adiantava e então antes que qualquer um deles me pegasse com uma mínima pergunta que eu não soubesse responder, resolvi me preparar.

 

Estávamos tão focados que nem vimos á hora passar, já eram três horas da tarde e nem paramos para tomar um cafezinho e quando me dei conta de que estávamos sem comer e sem descanso á muito tempo me senti a pior chefe do mundo.

 

- David me desculpe é serio, eu não vi á hora, você não almoçou – eu o encarava com pesar, estava extremamente envergonhada – olha faz uma pausa toma um café, come alguma coisa, nós terminamos isso mais tarde ou amanhã mesmo.

- Mary calma – acho que ele percebeu o quão nervosa eu estava com a situação – eu também não vi á hora passar, e não estou com fome é serio.

- Tem certeza? – mordia meu lábio – olha quer saber – levantei, tirei meus óculos e peguei minha carteira na bolsa – eu vou comprar algo para nós dois na lanchonete e já volto. – sorri e sai da ala antes mesmo que ele respondesse alguma coisa.

 

Caminhei até a lanchonete e chegando lá encomendei uma porção de pão de queijo e dois cafés expressos. Enquanto esperava o meu pedido, sentei em uma mesa e fiquei mexendo no celular, respondi algumas mensagens, entre elas uma de Regina me perguntando se havia lanchado, e também uma de Killian perguntando sobre Emma, mas assim que o respondi ele me mandou outra mensagem avisando que já tinha conseguido conversar com ela. Eu ainda acho que eles vão ser um lindo casal, mas antes disso Emma tem que parar com essa insegurança toda que ela tem.

 

Enquanto checava meu telefone eu recebi uma mensagem que realmente não esperava receber, na verdade não imaginava que o remetente da mensagem fosse querer conversar comigo tão cedo assim.

 

O tal remetente era minha Tia Belle, ela foi casada com meu Tio Gold por 10 anos, até que o pegou transando com a secretaria dele na casa deles, e esse fato ocorreu á uns 6 meses atrás. Desde então minha tia se mudou para São Francisco e cuida da empresa pela filial de lá, sim ela é mais uma da “família” que trabalha na empresa, afinal meu tio conheceu ela aqui, quando na época a secretaria era ela.

 

Depois que Tia Belle se mudou ela cortou contato conosco, no inicio ela disse que era porque precisava de um tempo, mas com o passar das semanas acabamos deixando ela seguir em frente e nunca mais ligamos, assim como ela também não.  

 

“Ei pequena, fiquei sabendo sobre seus pais, eu sinto muito.

Queria poder estar ai com você neste momento, me perdoe por não comparecer.

Irei te visitar assim que possível.

Ps: eu não esqueci nenhum de vocês e eu ainda te amo muito Mary.”

- Belle

 

A mensagem era simples, mas me emocionou de tal maneira, se havia uma pessoa que faltava em todos aqueles momentos que estava tendo com minha família essa pessoa era minha tia. Belle é apenas 10 anos mais velha que eu, e então nossa relação sempre foi mais que apenas Tia e Sobrinha, nós éramos amigas, e eu ainda odeio o fato de me tio tela magoado, e também não aguento olhar pra cara daquela secretaria nojenta.

 

E foi apenas por lembrar daquela pessoa insuportável que ela apareceu bem em minha frente, balançando seus volumosos cachos ruivos e querendo me provocar desde sempre, eu realmente odeio ela.

- Oi querida, não vai cumprimentar sua tia não? – Zelena me perguntou debochando.

- Se alguma tia minha estivesse aqui certamente eu cumprimentaria ela – respondi com o mesmo tom de deboche que ela havia usado.

 

 Antes que Zelena falasse mais alguma coisa meu pedido chegou, deixei o dinheiro encima da mesa e me retirei da lanchonete, caminhei pelo corredor e entrei no elevador, e infelizmente Zelena também entrou no mesmo elevador.

 

- Você vai ter que me aceitar um dia Margaret – Zelena começou, e meu nível de irritação com a presença ela avançou cem níveis.

- Não Zelena, eu não vou – Me virei e a encarei.

- Eu sou a nova parceira do seu tio querida, você terá que me aceitar sim – ela cruzou os braços e também me encarou.

- Sinceramente eu nem sei se eu e meu tio somos uma família ainda, ele demonstra afeto e depois quer me ver se dando mal – o elevador se abriu e antes de sair me virei para ela novamente – então não Zelena, eu não tenho que aceitar você, e eu realmente não quero isso.

- Ele vai conseguir tomar tudo de você, e ai você voltara com o rabinho entre as pernas nos pedindo ajuda – a bruxa me seguiu e guspia suas palavras nojetas em minhas costas.

- Ele pode até tentar, mas não vai conseguir – me virei e a encarei peito a peito – E você pode até tentar, mas nunca será a Belle – Zelena gargalhou alto.

- Eu não quero ser aquela recatada idiota - ela zombava – afinal Gold a trocou por mim.

- AH mas é claro que trocou – fiz meu melhor sorriso sarcástico e me aproximei dela – Ele sempre gostou de putas para satisfazer seus desejos – sussurrei perto de seu ouvido e me retirei.

- FELIZES SÃO SEUS PAIS QUE NÃO ESTÃO AQUI PARA VER VOCÊ DESTRUIR ESTE IMPERIO – Zelena gritou exalando seu veneno.

 

Eu parei, travei no lugar, lembrei de meus pais, lembrei de quando meu pai me contou o quanto ele se orgulhava de mim, deixei uma lagrima escorrer sobre meu rosto, tirei meu pés do chão e corri em direção a minha sala, eu não conseguia conter minhas lagrimas, mas as secava da melhor maneira que conseguia.

 

Entrei na sala, ignorei David, peguei minha bolsa e minhas chaves, deixei o lanche encima de minha mesa e fui em direção a porta, mas senti uma mão segurar meus braços, suspirei, respirei fundo e encarei os olhos azuis a minha frente.

 

- Ei o que aconteceu? – David me perguntou preocupado.

- Não é nada que precise se preocupar, eu estou bem – Limpei uma lagrima teimosa – Olha come o que eu trouxe, feche a sala e amanhã nós terminamos tudo aqui. – Sorri fraco.

- Mary .... – o interrompi

- Nos vemos amanhã David.

 

Sai sem olhar para trás, peguei meu carro e fui em direção a minha casa, mergulhei em lembranças de minha família, principalmente de meus pais, fiquei me perguntando se Zelena teria razão, se eu realmente acabaria com tudo que meus pais construíram em anos de suor, lagrimas se faziam presentes, eu não queria demonstrar fraqueza, mas era isso que transparecia agora.

 

Abri os portões, atravessei o caminho de pedras e deixei o carro rente a escada de entrada, não conseguia ir até a garagem, meus primos ainda não estavam em casa, corri em direção ao meu quarto, ignorei os vários chamados de Granny e me joguei na cama.

Eu só queria sumir.....

 

 

 

 


Notas Finais


Então galera teria beijo neste capitulo, mas eu acabei tendo que acrescentar umas coisas na historia e então adiei o beijo para o proximo. Então me perdoem e não desistam de mim tah <3

Espero que tenham gostado e até a proxima.
Qualquer coisa é só me procurarem no Twitter @parrillademons


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