História The Love Song - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood
Tags Evil Queen, Jennifer Morrison, Lana Parrilla, Once Upon A Time, Outlawqueen, Sean Maguire, Seana
Visualizações 60
Palavras 1.073
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Me perdoem pela demora, mas estudo em período integral então fica meio corrido, mas irei fazer o possível pra Att sair rapida. Nessa capítulo, é que realmente começa o desenrolar da história de Robin e Regina, é normal vocês ficarem sem entender muito, porque a graça é o suspense. Mas leiam, e se preciso releiam que ele será uma peça fundamental no decorrer da fanfic.

Capítulo 2 - Never Say Goodbye


Regina

 Senti um arrepio percorrer todo o meu corpo ao ouvir aquela voz. Voz essa que eu estava acostumada sempre tão distante, e agora sentia sua respiração totalmente descompassada na minha nuca, parecia que Robin tinha corrido uma maratona inteira pra chegar até onde eu estava. 

 - Ro- Robin? - Minha voz me entregou, e saiu um susurro. 

 - Você não ouviu? - Era perceptível sua perda de paciência ao ver Graham ali ainda.

 - Acompanhada? Hm, não é o que parece. Fiquei tão alheia com Robin ali tão perto que fui tirada de meus pensamentos quando percebi que estava sendo observada pelos dois homens ali presente.

 - Então Regina? - Graham me lançou um olhar tão profundo que me senti nua

 - Ahn? O que disse? 

 - Voce realmente está acompanhada por esse cara? - Ele maneou a cabeça pro lado aonde Robin estava 

 - E- eu... - Realmente não sabia o que dizer, a verdade seria que não estava acompanhada, mas ver Robin ali tão perto e nem disfarçando seu ciúmes me fez pensar se iria mesmo dizer a verdade.

 - Fale minha pequena musa. - Ele colocou a mecha que estava caindo sobre meu olho atrás da orelha e eu gelei com o contato. - Fala Regina, que você está comigo está noite, que estamos juntos. 

 Robin 

 Eu não sabia porque estava agindo daquele jeito tão insano, com tanta posse sobre Regina, mas ve-la ali tão perto e tão longe de mim me fez querer possui-la de qualquer jeito 

 - Nós... É... Eu vim acompanhada Graham, desculpa. - Foi impossível evitar o meu sorriso totalmente sacana ao olhar a cara de desapontamento daquele mauricinho. - Tudo bem Re. - Ele lhe deu um beijo na bochecha e lhe entregou o seu celular pra ela, o que fez meu sange ferver - Anota seu número, quando eu precisar de uma amiga, ou talvez quando me afogar e precisar de uma respiração boca boca. - Apertei tanto minha mão em punho que os nós dos meus dedos estavam esbranquiçados.

 Ve-la tão sem graça perante a piadinha ridícula que seu amigo fez me causou um grande impacto, impacto este que me fez mas uma vez entre esses 4 semestre que a acompanho de perto novamente, parar para admira-la, parecer um idiota vendo-a sorrir tão espontaneamente, sentir minhas mãos transpirarem só de lembra do seu cheiro, ter a sensação dos meus pelos da nuca se arrepiarem ao ve-la com as pernas de fora. Saudades provindas de algo que jamais irá voltar, mas que permanecerá pra sempre no meu coração e no sorriso de Regina 

 A grande verdade é que eu me sinto completamente atraído por essa menina, mas não quero e nem posso me envolver, não mais. Primeiro, eu já quase perdi o meu emprego 4 vezes por ter me relacionado com alunas malucas que acidentalmente se apaixonaram, obviamente não eram correspondida e processaram a faculdade aonde dou aula. Segundo, eu sinto coisas tão absurdas e intensas em relação a Regina Mills que tenho medo, sim, medo, ja não sou mais um moleque pra negar isso, eu não gosto de me envolver emocionalmente com ninguém, não depois do que aconteceu, sou totalmente traumatizado no quesito amor.

 Saí do meu transe quando a vi passar por mim, e por puro reflexo a segurei pelo braço 

 - Ei, espera 

 Regina 

 Não sei porque resolvi tudo daquela forma, odeio mentiras mas com Robin do meu lado me senti tão vulnerável que não pensei em outra coisa a não ser concordar com ele. Passei meu número a Grahan, acho que podemos ser grandes amigos, apenas isso. 

 O loiro dos olhos claros do meu lado estava totalmente imerso, e percebi que aquele Teatro dele era só pra fazer qualquer coisa do sexo masculino sair de perto de mim, aquilo eu não poderia considerar como ciúmes, mas sim puro capricho, afinal é cômodo pro Locksley saber que eu ainda continuo totalmente na dele, até porque eu nunca neguei isso.

 Decidi que já era hora de voltar pra casa, desde o começo eu sabia que a ida ao pub não era coisa certa a se fazer, mas como sempre Robin me surpreende.

 - O que foi Locksley? 

 - Aonde você está indo?

 - Não é porque eu tive meus 5 minutos de loucura e concordei com essa mentira toda que você inventou, que você pode sair me controlando. O que você quer afinal Robin? 

 - E-eu não sei, eu juro que não sei.

 - É, era o que eu esperava. Só não faz mais isso, por favor - Suspirei ja cansada.

 - Isso o que? 

 - Me der falsas esperanças.

 Sai dali o mais rápido que pude, evitando ouvir qualquer resposta que viesse dele. Eu já estava cansada disso, era sempre assim, Robin tinha algumas atitudes que me faziam acreditar que realmente poderia haver um " nós ", mas em seguida ele ja mostrava que tudo isso era pura fantasia de garota apaixonada. Não que eu esteja apaixonada por ele, talvez em sempre fui. 

 Entrei em casa exausta psicologicamente, mas eu precisava me aliviar daquela tensão toda, fui direto pra sala de música, só ela podia me afastar desse aperto no peito, a cada incômodo lembranças daquela noite vinha a minha cabeça, pequenos flashbacks que eu só desejava nunca ter vivido 

 - Por favor não! 

 - Mamãe é agora.


Never say goodbye, never say goodbye (Nunca diga adeus, nunca diga adeus) 

 You and me and my old friends

 (Você e eu, e meus velhos amigos) 

 Hoping it would never end

 (Acreditando que isso nunca chegue ao fim) 

 A cada nota proferida no piano e eu me lembrava daqueles olhos, o tom de azul que você encontra nos algodões doces, o tom de azul que ao olhar pro céu em um dia ensolarado você se sente no obrigação de agradecer a Deus por nos permitir usufruir de momentos tão perfeitos. Aquele tom de azul que me assombrava a cada instante, a lembrança mais dolorosa da minha vida, a perca mais triste e irreparável. 

 Eu ja não sabia mais se o que caia nas teclas eram lágrimas ou suor, mas eu já não tinha mais controle do que estava fazendo, minhas mãos tremiam de tanto gritar aquela música a qual ela adorava tanto. 

 - Você apenas se importou com a sua dor, eu também sofro com isso 

 - Não mais que eu. 

 - Para com isso! Eu a amava tanto quanto você Regina!.       


Notas Finais


Espero que tenham gostado, até a próxima att :*


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