História The Lover - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Justin Bieber
Exibições 334
Palavras 2.342
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá babygirls.




CAPÍTULO NÃO REVISADO.

Capítulo 14 - I never slept with him


Fanfic / Fanfiction The Lover - Capítulo 14 - I never slept with him

Justin Bieber's Point of View. 
Meu coração estava apertado e eu sentia que estava fazendo o errado, quer dizer, eu tinha a obrigação de ir até lá e checar Charlotte, mas parecia que Claire bem naquele momento precisava mais de mim do que qualquer pessoa no mundo, e eu a deixei sozinha. O que ela tinha me dito me deixou abalado, admito, mas a sensação logo passou quando Charlotte me abraçou e me tratou com carinho, ela não fazia ideia, tenho certeza que só foi impressão de Claire. Minha noiva me disse que não estava se sentindo muito bem, dor de cabeça e enjoou eram os sintomas, até pensei que talvez, possivelmente seja cor conta de uma criaturinha crescendo dentro dela, mas isso seria impossível. 
Não vi Claire o restante da festa, mas eu também não a procurei, minha mulher deitou em meu ombro com uma das mãos descansando em minha coxa esquerda e ficou assim a noite inteira. No sábado e domingo resolvemos coisas do casamento, estava perto e nós resolveríamos onde cada um sentaria, eu pensava que a parte cansativa já havia passado até saber disso, ah qual é, pelo amor de Deus, isso é tudo besteira, cada um deveria sentar onde quisesse sem frescura, mas de acordo com Charlotte cada mesa deveria ser batizada com uma categoria, desde colegas do trabalho até parentes mais próximos. 
Eu não sabia a exata mesa onde Claire e seu pai sentariam mas assim que vi seu nome ali comecei a soar frio, não teria problema minha amante ir ao meu casamento, teria? Olhei disfarçadamente para Char e vi seu semblante concentrado, ela não se abalou nem um pouco com o nome de Claire ali. 
– Porque está me olhando tanto? — ela sorriu. Senti seus braços de envolverem meu pescoço e logo seu corpinho estava sob o meu. 
– Não posso apreciar a bela mulher que vai se casar comigo? Vai me proibir disso também? — senti seus dentes prenderem a pele do meu pescoço. Enfiei minhas mãos por debaixo de sua blusa para sentir sua pele quente e macia. — Hum amor, você é tão linda. — gemi, puxei sua saia até a cintura e adentrei a renda fina, eu adorava suas lingeries principalmente as pequenas, mal cobria ela.
Ela levantou quando eu abri minha braguilha e abaixei minha calça e cueca, ela voltou para o meu colo com rapidez me surpreendendo, ela estava faminta por mim. Senti suas unhas me arranharem e minha camisa passou pela minha cabeça num segundo, eu estava lá para ela e por ela, ela me tinha por inteiro, literalmente. Levei meus dedos até sua boceta e coloquei o tecido de lado, Char estava gotejando por mim, entrei nela de uma vez e senti cada polegada dela se alargar para acomodar meu pau, jogou sua cabeça para trás e gritou pelo meu nome quando eu a toquei bem lá no fundo. Era perfeito quando era com ela, eu a amava e isso deixava tudo melhor. O que supera fazer amor com a mulher da sua vida? Sua boca cobriu a minha enquanto ela cavalgava devagar, alguns dos seus fios loiros colavam na testa enquanto ela passava a língua por seus lábios cheios. 
– Está bom assim querida? — minha mão foi para o seu pescoço lhe puxando para baixo. — Eu sei que gosta desse jeito amor, sempre gostou. — ela gemeu e eu lhe beijei os lábios, enfiei minha língua dentro dela e ela puxou meus fios loiros. — Hum, eu adoro te comer assim. — ela riu e rebolou de novo, sentia seu interior quentinho se apertar ao meu redor a cada entocada, e ia fundo e rápido e era melhor ainda quando ela ajudava rebolando. Suspirei assim que que gozei e ela jogou seu corpo por cima do meu, fiz carinho em seu cabelo e senti o cheirinho gostoso que dele. 
– Eu te amo. — ela suspirou e meu coração acelerou. 
– Eu também te amo. 

O final de semana havia se passado e eu estava mais que ancioso para segunda, mas precisamente, eu estava ancioso por ela. Eu queria me desculpar por tê-la deixado a outra noite e também queria matar a saudade que eu estava de seu corpinho lindo. Eu devo admitir que me incomodou e muito o fato dela ter me ignorado a reunião inteira, eu parecia um desperado por atenção, sempre tossindo forçado, ajeitando meu terno e até mexendo em meu cabelo, qualquer coisa para pelo menos ela olhar para mim. Mas o soco no estômago foi o não que ela me disse, porra eu a queria, e ela não estava disponível? Primeira ela me trata como um qualquer me dizendo todas aquelas barbaridades sujas como se fossemos dois ratos, depois ela simplesmente diz não para o meu grande ego. 
Não parecia, mas eu provavelmente era o homem mais sentimental de toda Nova York, quando brigava com Charlotte eu era o que sempre pedia desculpas, a culpa me matava por dentro então eu sempre fazia primeiro, ela sempre me perdoava o que era ótimo e nós sempre fazíamos uma transe de reconciliação e o mal estar no peito sempre passava, mas dessa vez não, e sentia que Claire ainda estava magoada e isso era horrível, eu apenas queria enfia-lá em meu quarto e tratá-la do jeito que merece, iria beija-lá dos pés à cabeça e fode-lá até ela implorar por misericórdia. 
Eu estava sem fome alguma quando Joseph, meu amigo desde a faculdade, bateu em minha porta falando para almoçarmos juntos, me levantei em total de desânimo e abotoei meu terno, andei até o elevador sentindo o olhar do ruivo queimar sob minhas costas, eu não havia o contado sobre meu caso com Claire mas ele me conhecia mais do que o suficiente para saber que havia algo errado comigo. 
– Vamos, desembucha! 
– O que? 
– O que tá pegando com você Bieber? Tá quieto esses dias, e não venha me dizer que é por conta do casamento. — o elevador parou no terceiro andar e uma mulher entrou. 
– Nada está acontecendo Joseph, deve ser sua imaginação. — falei mais baixo mas ele não prestou atenção, parece que o traseiro da morena a nossa frente era mais interessante, ele mal piscava. 
– Não me faça de trouxa, se você não quer me contar tudo bem, mas não venha pedir conselhos para mim depois. — o clima não havia ficado tenso entre nós, até porque Joseph é um palhaço, mal fica magoado com algo.— No meu carro ou no seu? — apontei com a cabeça para o Fisker Karma prateado e logo destravei o alarme. 
O caminho foi engraçado, ele abria o vidro e assobiava para toda mulher bonita que ele via pela rua, ele era uma comédia. Chegamos em Del Posto e ele uivou em desaprovação. 
– Na volta para empresa você pega o caminho mais longo, preciso azarar mais gatinhas. — alegou me fazendo rir.
– Você acha que vai encontrar uma mulher assim? Desse seu jeito? — pedi uma mesa para a simpática atendente e ela disse um breve "Só um momento senhor, nós estamos cheios hoje." 
– Ah qual é Justin, não acredita em amor à primeira vista? — Se Joseph me perguntasse isso meses atras eu até riria da sua cara, para mim o amor era construído e formado pelos próprios companheiros, mas agora tudo que eu pensei quando ouvi sua pergunta foi em Claire, em como seu sorriso é bonito e no quanto ela era adorável com vergonha. 
– Sinto muito senhores, mas a casa está cheia. — a atendente veio até nós e eu me senti um pouco decepcionado, eu adorava a comida de lá.
– Aqueles não são Jared e Claire? — PUTA QUE ME PARIU! Qual era a porra do problema que Deus tinha comigo. A vagabunda estava sorrindo para ele e toda hora mexia no cabelo, fechei minhas mãos em punhos para não ir até lá e puxa-lá pelos cabelos até a minha cama. — Eles estão em uma mesa para quatro, isso é ótimo, não seria tão incômodo ir até lá não é? — eu mal conseguia me mover de tanta raiva, ela já havia me notado e sua cara de espanto me deixou mais pilhado ainda. Não tive tempo de impedir que o ruivo fosse até a mesa deles e logo Joseph estava me acenando, fui até eles lentamente sem tirar, nem por um segundo, os olhas de Claire. — Eles nos deixaram fazer companhia, não é legal? — ele falou se sentando do lado de Jared. 
– O máximo. — fiz questão de encostar meu braço no da loira, seu perfume era tão doce que eu quase estava perdendo meu autocontrole e lhe fodendo ali mesmo no meio de todo aquela povo. 
– Mas e então, nós esperamos que não tenhamos atrapalhado o encontro de vocês. — ouvir a voz do meu amigo nunca foi tão irritante quanto agora, principalmente por conta dessa frase, eles não estariam saindo ou algo do tipo não é? 
– Oh é claro que não. — Jared negou o incomodo por nós mas não negou a palavra "encontro", e isso me levou a uma só resposta, eles estavam tendo algo. 
– Mas e então, estou morrendo de fome, já fizeram seus pedidos. — balançaram a cabeça. — Ótimo, então faremos todos juntos. — o cardápio tremia junto com minha mão, a única coisa em que eu pensava era no fato deles dois terem interesse um no outro. 
Nós fizemos nosso pedido e eu quase chorei quando ouvi a voz dela pedido uma tônica, era tão suave e baixa e também era a primeira vez que a ouvia desde que cheguei, olhei seus dedinhos brincarem com a borda da toalha de mesa e decidi brincar um pouco. Enquanto ouvia Joseph e Jared falarem entusiasmado sobre o Gram Prix levei minha mão até seu joelho e acariciei o local, seu corpo deu um sobresalto e ela se desculpou, puxei sua saia para cima e sentia suspirar com o lábio entre os dentes.
Coloquei sua calcinha de lado e toquei o seu botãozinho com o indicador, ela estava melada quando eu enfiei dois dedos, sentia-me escorregar com facilidade para dentro dela por conta do quão lubrificada ela estava. Sua mão agarrou minha coxa e eu senti suas unhas fincarem em minha pele, prendi um gemido quando sua mãozinha levada acariciou meu pau por cima da calça, ela abaixou a cabeça no mesmo tempo que sua boceta apertou meus dedos e jorrou seu mel. Encontrei seus olhinhos azuis mais claros e suas bochechas mais vermelhas, aquela mulher era minha perdição. 
Já havia voltado para a empresa e meu mal humor já havia voltado também, ele parou quando eu enfiei minha mão por debaixo da mesa para acaricia-lá mas ele voltou assim que eu vi Claire entrando no carro daquele imbecil, bufei assim que me lembrei do jeito que ela olhava para ele, qual é, o que aquele panaca tinha demais? A minha impaciência estava me matando, eu não conseguiria passar nem mais um segundo sem falar com ela, precisava passar esta história a limpo. 
Segui para sua sala, sempre checando se havia alguém bisbilhotando. Ela ficava linda concentrada, havia um óculos de grau na ponta de seu nariz arrebitado e seus dedos finos digitavam algo rapidamente no computador, parecia simples nos olhos de alguns mas para mim era como uma obra de arte. Olhar para ela até me deixava com menos vontade de estragula-lá, mas então todo o nojo que eu senti por ela e ele voltava à tona. 
– Você está vindo muito na minha sala ultimamente, senhor Bieber. — me encarou. — Daqui a pouco vou começar a cobrar pedágio. — ri e me aproximei de sua mesa. 
– Então quer dizer que um pau não é o suficiente para uma vadia suja? — fui maldoso sim, ela merece.
– Como é que é? — ela logo se levantou jogando o óculos na mesa, já cutucou onça com vara curta? Pois é.
– É isso mesmo que você ouviu. — cruzei os braços na frente do peito. — Não se satisfaz com um só homem, mas tudo bem, você não é a primeira. — debochei, vendo sua cara esquentar.
– Você só pode estar de brincadeira comigo. — riu falso.
– Ah não querida, eu não estou brincando, mas parece que você e Jared estão, não é? Mas me diga, ele já te comeu aqui na empresa.
– Cala a merda dessa boca! 
– Será que ele ficaria chateado se eu contasse para ele que eu te fodi no meio do encontro de vocês? Que você gozou gostoso em meus dedos e pediu internamente que fosse meu pau al... — senti meu rosto virar, ela não tinha feito isso! 
– Você não tem porra do direito de vir aqui na minha sala e achar que pode falar todas essas merdas para mim! — seu rosto estava vermelho e as lágrimas já escorriam. 
– É claro que eu tenho o direito, você sai abrindo as pernas para qualquer um. Quantos dessa empresa já foram, Claire? Oito? Dez? — senti seus punhos socando meu peitoral.
– Você não tem esse direito. — ela soluçou. — Não tem! — desviava como podia de seus golpes porque eu não queria lhe machucar. — Eu não dormi com ele Justin, nós só fomos para a merda de um almoço. — se afastou me olhando com tristeza. — Se tem uma vagabunda aqui nessa sala é você. — rugiu com seus olhinhos vermelhos — Eu não dormi com ele! Eu não dormi com ele! — olhou em meus olhos. — Eu não sou tão suja assim. — engoli a seco, seus braços a contornavam num sinal de defesa, eu só queria lhe abraçar e pedir perdão. — Eu sei que eu sou uma vadia barata por dormir com você mas é que... — ela parou me encarando. 
– Eu não sabia. — murmurei me aproximando. 
– Não! — ela gritou me assustando. — Não chegue bem perto de mim, nunca mais, está me ouvindo? 
– Claire me escut... 
– Você não vai me tocar nunca mais, entendeu? Nem um fio de cabelo meu. — arregalei meus olhos, ela não poderia estar falando sério.
– Me deixe concertar isso, eu posso concertar. 
– Não quero que você concerte algo que ao menos existe. Volte para sua mulher e nem pense em traí-lá de novo. 
– Por favor... 
– Vai. — ela apontou para a porta e eu abaixei a cabeça. 
Ela finalmente havia quebrado meu coração.
 


Notas Finais


trailer: https://youtu.be/WFuVyFVtSNc

Oie, nem demorei né, bom tá aí, espero que gostem, talvez eu poste o próximo ainda essa semana.
Depois respondo os comentários do cap anterior, tô com mt sono agora, e desculpa pelo erros.


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