História The lover bought - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Amante, Chanbaek, Exo
Exibições 133
Palavras 6.082
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Não era para eu estar postando hoje porém terminei o capítulo então não queria ficar segurando ele.
Bom sem enrolação

Boa leitura e desculpem os erros!

Capítulo 3 - CAPÍTULO TRÊS


Fanfic / Fanfiction The lover bought - Capítulo 3 - CAPÍTULO TRÊS

Em poucos minutos, o telefone de BaekHyun tocou.

- Baek... - ChanYeol murmurou suavemente, com um tom de vitória e prazer na palavra pronunciada.

- Meu nome é BaekHyun. Baek era o nome que a agência insistia que usasse e nunca gostei dele - ele disse com a voz de indiferença, enquanto o coração pulava como um malabarista enlouquecido, quase saindo pela boca. - Preciso que você reponha o dinheiro o mais rápido possível para que a fundação retire as acusações, antes que seja tarde. Pode fazer isso?

- Sem problemas. Por acaso, a polícia está por trás dessa sua mudança de opinião?

- Por acaso, isso importa?

- Não. Ter conseguido o que queria já me basta - ele concordou sem hesitação. - Mas não podemos fechar o acordo sem antes tratar dos detalhes.

Piscando para espantar as lágrimas de humilhação, agarrou com força o telefone, como se estivesse prestes a cair do alto de um precipício.

- Não foi o que você disse hoje, mais cedo?

- Você devia ter sido mais receptivo. Os arranjos finais podem ser feitos amanhã. Você vai ter que vir a Londres.

- Que arranjos? Agora resolveu impor todo o tipo de condições? - queixou-se BaekHyun, com as mãos trêmulas de raiva e de nervosismo. Que diabos ele queria dizer com arranjos finais?

- É isso mesmo.

- Mas não precisa. Você pode confiar em mim. - Ele contraiu o maxilar, temeroso de que, a mãe acabaria sendo encontrada e presa.

Do outro lado da linha, um sorriso irônico se estampou no rosto de ChanYeol. Ele era uma peça rara. O ômega que o enganou debaixo de seu próprio teto, fingindo com outro alfa, dizia que ele podia confiar nele. Esse também era o ômega que estava sendo acusado de ter desaparecido com duzentos e cinqüenta mil libras de uma instituição para crianças carentes. O mais curioso - e a primeira coisa que reparou nele - foi o ar doce e inocente de ômega do interior que na época o cativou. Era um verdadeiro ator. Se fosse um sujeito romântico e tolo, teria ficado apaixonado ao ouvi-lo dizendo - enquanto os dois passeavam descalços pela grama de sua mansão - sentir falta da tranquilidade do campo, quando estava na cidade. BaekHyun era de fato imprevisível, pensou ele, achando graça.

- Vou providenciar para que venha a Londres amanhã de manhã. Não precisa encher muito a mala. Vou comprar umas roupas novas para você. Não esqueça de trancar as portas e se despedir dos vizinhos - aconselhou Chanyeol, sem mudar o tom da voz. - Se chegarmos a um acordo, você passará algum tempo longe de casa.

Os olhos azuis brilhantes se arregalaram. BaekHyun balançou a cabeça.

- Seja lá o que concordarmos, tenho que voltar para casa. Essa casa é alugada. Vou precisar conversar com o dono e fazer a mudança.

- Um dos meus empregados vai cuidar dessas burocracias chatas para você.

- Mas tenho parentes aqui... preciso me despedir deles antes de partir.

- Te dou uma semana, a partir de amanhã, e nada mais.

BaekHyun ficou mudo por alguns segundos. Toda aquela conversa parecia ter vindo de um sonho sem nexo. Se dissesse a ele o quanto o odiava, naturalmente iria querer saber porquê. Afinal, para todos os efeitos, havia sido ele quem fugiu com outro alfa. Na cabeça de ChanYeol, não havia motivos para ele odia-lo. Ele, por sua vez, tinha as justificativas para despreza-lo.

- Não posso acreditar que você esteja fazendo isso... que é realmente isso o que quer. Você deveria me odiar - disse BaekHyun com franqueza.

- O que sinto ou deixo de sentir é problema meu.

A entonação fria e indiferente fez BaekHyun sentir como se tivesse engolido uma pedra de gelo. Tremeu- se todo por debaixo da roupa molhada. Ele desejava se vingar. O que mais poderia querer? Quando foi embora da majestosa casa de veraneio dele, com Kim Jaejoong, BaekHyun tinha como principal objetivo fazer com que ChanYeol se sentisse um idiota. E agora, pelo visto, havia chegado o momento de pagar o preço da humilhação pela qual ele o havia feito passar.

Às sete da manhã do dia seguinte, um carro foi buscá-lo e o levou até o aeroporto, que ficava a quilômetros de distância de sua cidade. Lá tomou um helicóptero que tinha estampado na fuselagem o símbolo azul e dourado do Império Park. Duas horas depois, o helicóptero pousou no último andar de um prédio todo de vidro e metal, numa das áreas mais valorizadas de Londres. Desceu do helicóptero vestindo uma jaqueta preta e cinza, uma blusa branca, combinando com a calça listrada.

- O senhor Park está numa reunião - ele foi informado por um jovem vestido num elegante terno escuro.

Quando um dia empregados entrou na sala e fez um sinal com a cabeça, ChanYeol soube que BaekHyun havia chegado. Estava muito ocupado. Ele teria que esperar. Ele só havia chegado na hora porque ele tibag providenciado tudo, pensou lembrando de como a impontualidade dele já o havia deixado furioso uma vez. Odiava que o fizessem esperar. Mesmo na primeira noite em que jantaram juntos, ele apareceu atrasado. Ao entrar no restaurante, no entanto, chamou a atenção de todos com sua beleza, aproximou- se dele com um sorriso largo e cativante, pedindo desculpas pelo atraso. Estava tão charmoso e lindo quebrei se esqueceu completamente de que estava irritado.

Enquanto ouvia alguns executivos da empresa expondo dados e estatísticas de transações comerciais que ele sempre ouvia com atenção nos mínimos detalhes, ChanYeol deu-se conta de que estava completamente ausente daquela reunião, imaginando que roupa BaekHyun estaria usando. Poucos minutos depois, pediu uma pausa na reunião e saiu da sala, em direção à sala de espera.

Os raios de sol faziam com que os belos fios de cabelo de BaekHyun brilhassem aibda mais. Ele estava de costas olhando pela janela de vidro, que ocupava uma parede inteira da sala. Ao virar-se, ChanYeol viu os lábios naturalmente rosados e as bochechas salientes que tanto o agradavam. Os olhos azuis como o céu da primavera o dominavam.

Ao vê-lo, sentiu o coração falhar e em seguida acelerar a toda velocidade. Misturada a forte inquietação, havia pura excitação correndo pelas veias de BaekHyun. Sempre que o via, coisas estranhas aconteciam dentro dele. Era uma reação tão exagerada que o assustava.

Num terno impecável que marcava os largos ombros, ChanYeol estava deslumbrante. Era um homem incrivelmente bonito, sempre bem vestido e elegante, sempre ameaçador.

Os olhos escuros brilhavam como ouro sob a luz do sol. Realmente tinha os olhos mais lindos do mundo, admitiu BaekHyun, a contragosto, enquanto a veia mais grossa dos pescoço começava a pulsar mais forte do que o normal.

O silêncio o incomodava terrivelmente. Ergueu o queixo e quebrou o gelo.

- Bem, aqui estou... como ordenou.

- Bom ter você aqui - ChanYeol respondeu gentilmente.

Esperava irrita-lo com o comentário, mas percebeu que não surtiu qualquer efeito. Ao contrário, tinha a impressão de que ele estava se divertindo como nunca com aquela situação. Ele o olhava como num falcão faminto que acabava de encontrar sua presa. O olhar vagueou por todos os pontos do corpo de BaekHyun, deixando-o desconfortável e envergonhado. Coberto por uma fina blusa de algodão, os mamilos ficaram rijos, marcando pela mesma.

- Ainda não posso acreditar que você vai seguir com essa loucura! - ele disse, quase sem ar.

O alfa apenas deu um sorriso malicioso e atrevido como resposta.

- E só pôr os olhos sobre você para saber que vou até o fim.

- Mas não faz o menor sentido.

- Para mim, faz, cara mia - ele respondeu na mesma hora. - Eu sinto tesão por você.

- Mas eu não, e não consigo fingir.

- Se eu acreditasse nisso, você não estaria aqui agora.

- Mas... tem que acreditar! - BaekHyun estava nervoso, pois o que ele dizia era parcialmente verdade. Além disso, seu corpo e comportamento o estavam denunciando.

- Como sou sua única salvação, não acha que devia estar me convencendo a fazer exatamente o que quero e preciso?

Ele tinha razão e aquela constatação o encheu de temor e raiva. ChanYeol era sua única esperança. Se ele ficasse ofendido e mudasse de ideia, o que seria de MinHee?

- BaekHyun...

- O quê...?

Ele estava tão perto, se ele esticasse um dos braços, poderia toca-lo. Tão perto que era possível reparar ainda mais quão alto e forte ele era, para o desespero de BaekHyun. Também podia sentir o aroma delicioso da colônia masculina e exótica que ele usava e o coração começou a cavalgar dentro do peito.

ChanYeol o tomou nos braços com os punhos firmes e decididos.

- É por isso que estou te salvando - ele disse com a voz rouca.

Uma tensão deliciosa deixou todos os músculos de BaekHyun contraídos e paralisados. Quando ele o encarou, olho no olho, soube naquele instante que não fazia qualquer sentido resistir. Com os dedos, ele emoldurou o rosto de BaekHyun e deixou que os lábios vorazes se deliciassem com os dele, num beijo cheio de sensualidade e provocação.

Descendo as mãos até a cintura de BaekHyun, ele o pressionou com força contra o corpo, fazendo-o sentir o sexo duro e ereto tocando-o na altura do quadril. BaekHyun ofegou, enquanto sentia a boca sendo explorada com ânsia pela língua de ChanYeol. Uma onda de prazer se espalhou pelo corpo, deixando-o molhado e quente. De repente, deixou de sentir as pernas e a respiração tornou-se ofegante. Ele se agarrou ao alfa para manter-se de pé. ChanYeol o ergueu no colo e o deitou sobre a mesa. Acariciou os cabelos e beijou cada milímetro do pescoço dele. Depois os cílios e as bochechas com curtos e provocantes beijos, deixando mordidas em seu pescoço, provando sua pele alva e macia com lambidas e o fazendo gemer de prazer.

Com maestria, retirou a jaqueta dele e se embrenhou com as mãos por debaixo da blusa branca, ultrapassando todas as fronteiras e tocando os mamilos de BaekHyun. Ele arqueou a coluna, num movimento que parecia que havia levado um choque. O toque do polegar de ChanYeol sobre o mamilo rijos e sensíveis o fizeram soltar um grito curto de prazer.

- Pelo amor de Deus... não! - ele conseguiu exclamar, afastando-se e saindo da mesa com tanto ímpeto que acabou perdendo o equilíbrio e caindo de joelhos no carpete. Ele se agachou e o ajudou a se levantar. Ele, no entanto, recusou a ajuda, levantou-se sozinho e se afastou do alfa. Estava em estado de choque e parecia que havia sofrido um acidente, pois o corpo estava pesado e sem coordenação motora.

- Você podia ter quebrado o tornozelo. - ChanYeol o olhou com ar de preocupação e de reprovação.

BaekHyun estranhou a repentina mudança no tom da voz dele, que havia ficado afetuosa.

- Por que ficou tão arredio? Qual é a estratégia? Se acha que bancar o virgem é sexy, está muito enganado. Pode mudar de papel.

- Não seja ridículo. Isso não é um jogo

E não estou atuando! - A vergonha deixou-o ainda mais vermelho do que já estava. O desejo o possuiu como um inimigo cruel e a batalha parecia difícil de ser vencida, senão impossível. De repente, viu-se encurralado, como um animal preso numa armadilha.

O rubor se foi e ficou a palidez. Os olhos azuis-celestes enfrentaram ChanYeol

- Não posso fazer isso... Não posso!

Xingando a si mesmo por ter se precipitado, mesmo sem entender direito o que o fez ter aquela reação exagerada, ChanYeol puxou uma cadeira e o convidou a se sentar, como se ele não tivesse dito nada. Tentando se recompor e manter a civilização, ele acabou se sentando.

ChanYeol retirou um documento da gaveta e o entregou a ele.

- Esse é o contrato que gostaria que você assinasse.

Byun ergueu as sobrancelhas.

- Isso... é o que?

- Um contrato. Nunca morei com um ômega e não quero que haja nenhum mal-entendido com relação à natureza da nossa relação. O texto apenas delimita as condições do nosso acordo, que não passa de um negócio. - ChanYeol proferiu algumas palavras do contrato, calmamente. - O dinheiro que darei à instituição de caridade em seu nome, você terá que pagar em serviços prestados como meu hóspede por um ano. E ainda tem sorte, porque não estou cobrando a doação que fiz como parte da dívida.

Ainda sem conseguir digerir toda a informação que acabava de receber, ele apenas acenava com a cabeça.

- Seu... hóspede?

- Uma palavra mais adequada para um documento escrito.

Os olhos iam se arregalando à medida que aumentava o espanto que aquelas declarações produziam em BaekHyun.

- Você está me propondo um contrato de trabalho?

Ele seu um sorriso irônico.

- Ninguém que trabalha pra mim ganha tão bem assim.

BaekHyun rubourizou-se de verginha.

- Eu concordo com tudo que você exigir... não há necessidade em um contrato por escrito.

- Infelizmente, há. Nesse caso, não posso depender apenas da sua palavra.

A garganta de BaekHyun se fechou e ele lutou contra as lágrimas.

- Acho que seu único objetivo nessa história toda é me humilhar o máximo que puder.

- Esta enganado. Acho que é importante que não fique nenhuma dúvida com relação ao nosso trato - falou ele com franqueza. - Se quebrar o acordo, vai ter que devolver o dinheiro.

BaekHyun ficou chocado com a notícia.

- Mas nunca vou ter esse dinheiro! Acha que estaria aqui se tivesse o dinheiro?

- Mesmo assim, quero garantir que vai cumprir o combinado.

Ele flolheou o grosso contrato, perplexo.

- Você não tem não fama no quesito fidelidade - ele completou olhando-o com malícia. - Só por curiosidade, me diga - continuou -, você transou com Kim Jaejoong durante todo o tempo que estávamos saindo?

O rosto pálido de BaekHyun rubourizou-se.

- Como tem coragem de me perguntar isso? Claro que não... nunca aconteceu nada.

- Nem quando era criança, acreditava em hisotiras da carochinha. - ChanYeol respondeu sério e friamente. - Enfim, tenho muito trabalho, não posso perder mais tempo.

O ômega mordeu os lábios, ao notar que ele o estava dispensando.

- Marquei para você uma reunião com um advogado. Assim, não vai poder reclamar, depois, que foi anganado e que não sabia o que estava assinando - ele continuo seu monólogo. - Se decidir assinar o contrato, faça antes das três da trade, horário que será conduzido para o aeroporto. De lá, uma jatinho o levará de volta para casa. Uma limusine o estará esperando na porta do edifício para levá-lo até o advogado. Alguma pergunta?

Ele ficou intimidado pelo tom pragmático e indiferente de ChanYeol.

- Você disse alho sobre um ano. É esse o tempo de duração do nosso contrato?

ChanYeol deu de ombros.

- Pode ser um dia, uma semana, um mês... um ano é o prazo para você, não para mim. Se ainda estive comigo até lá, o que eu duvido, vai estar livre do compromisso. A não ser que queira renegociar o contrato.

BaekHyun não podia crer no que ouvia. A horrível palavra "renegociar" o diminuiu mais ainda. Será que ele fazia um juízo tão terrível a respeito dele? Será a ele realmente acreditava que ele ficaria feliz em receber dinheiro em troca de favores sexuais? Mas ter fugido com Kim Jaejoong causará essa má impressão e a culpa era unica e exclusivamente dele. Apesar de saber disso, sua consciência dizia que nunca era tarde para contar a verdade - mesmo que estivesse preparado apenas para contar metade da história real.

- Posso só dizer uma coisa? Você vai me escutar?

Reconhecendo aquele momento como uma última tentativa de apelo, ChanYeol fechou seu coração para aquele ômega que havia mostrado ser um dissimulado. Com aquele rosto belíssimo e um corpo delicioso, ele era o sonho de qualquer alfa e beta, ele constatou com uma convicção desolada. Além disso, aquele ar de fragilidade que o fazia parecer sensível o tornava perigoso. No entanto, dessa vez, ele não cairia na lábia de BaekHyun e não seria passado para trás, como da outra vez.

Ele olhou no relógio

- Você tem um minuto.

- Só quero que você saiba que não sou a pessoa que você pensa que sou... - Agora, que havia encontrado a oportunidade de falar, tinha dificuldade de dizer as palavras certas. - Você está esperando um ômega com muito mais experiência do que eu. Duvido que possa satisfazer as suas expectativas.

- Você vai ser exatamente o que eu quiser, por que não tem outra escolha. Não me deixe constrangido com esse papo furado cara mia. - ChanYeol lançou um olhar de escárnio que o deixou mortificado. - Só falta agora você jurar que é virgem, intocado pela mão de um alfa.

BaekHyun ficou todo tenso e os olhos azuis brilhantes constrastavam com os vermeljo das bochechas.

- E se eu fosse?

ChanYeol soltou uma risada sarcástica, inclinando a cabeça para trás.

- Posso dar minha palavra que, se você for virgem, me caso com você na mesma hora!

- Não se preocupe, porque não me casaria com você nem que fosse o último alfa na face da Terra! - Ele falou com rancor, andando até a porta. Antes que ele saísse da sala, ele completou.

- Não se esqueca. Você tem até as três.

Enquanto esperava o elevador, percebeu que estava sendo observado por um grupo de executivos que conversavam no corredor. Perguntou-se se eles já não saberiam que ele era a nova aquisição de Park ChanYeol. Seu rosto ficou embrulhado pela vergonha e humilhação. Dissera palavras cheias de orgulho e agressividade, mas sem consistência alguma, por que ele o tinha feito se sentir um idiota ao rir dele. Porém, era óbvio que nunca se casaria com ele, mesmo depois de descobrir a verdade. Alfas não se casavam com ômegas que pudessem comprar, ômegas que eles menosprezavam. No entanto, quanto o conheceu e começou a sair com ele, chegou a sonhar com o impossível e, ao lembrar disso, se sentou ainda mais ridículo.

Na limusine, BaekHyun começou a ler o contrato. Algumas partes ele conseguiu entender, mas a maior parte do conteúdo parecia indecifrável. Ele queria garantir que ele ficaria totalmente dependente dele, desde a casa onde iria morar até as roupas que vestiria e a comida. Estremeceu de desgosto. Ele seria propriedade dele. Seria a meretriz de Park ChanYeol. Esse era o preço que teria que pagar por ter se vingado dele, depois que ele partiu seu coração.

- Esse contrato e uma obra de arte - comentou o advogado, com ar de impressionado. O alfa de idade avançada e olhos perspicazes folheava o texto com uma expressão pervertida. - Tem, inclusive, uma cláusula de confidencialidade que o proíbe de falar do contrato ou da sua relação com o senhor Park fora deste escritório.

BaekHyun engoliu em seco.

- O que o senhor acha?

- Caso não esteja precisando do dinheiro, fuja - ele aconselhou com franqueza. - Não há nada nesse contrato que seja vantajoso para você. Vai ter que seguir um estrito código de conduta, enquanto o senhor Park está autorizado a dispensar seus serviços quando bem entender, sem ter que lhe dar qualquer explicação. Além disso, não estão especificadas suas horas de trabalho nem quais são suas exatas funções. Se assinar esse documento, terá que concordar em fazer qualquer coisa que ele exigir.

BaekHyun ficou imóvel e mudo.

- Se descumprir o contrato, a quantidade de duzentos e cinquenta mil libras cai se tornar uma dívida que você terá que pagar imediatamente. A ameaça vai, sem dúvida, fazer com que você pense duas vezes antes de se recusar a realizar algum desejo dele, por mais esdrúxulo que possa ser.

- Eu sei - ele murmurou.

- No entanto, o senhor Park está disposto a ser extremamente generoso em alguns aspectos. Diz aqui que ele se compromete a que nada falte a você enquanto estiver na casa dele - o advogado deu uma risada frouxa. - Ele até estar oferecendo um tipo de escravidão moderna, mas não deixa de ser escravidão, mesmo os grilhões sendo de ouro.

Depois de assinar tudo, seguiu até o aeroporto. Algira estava mais preocupado com o que teria que inventar a KyungSoo, pois não podia atormentar o primo com a sórdida verdade.

Dois dias depois, um caminhão de mudanças estacionou em frente à casa de baekhyun para apanhar seus pertences. No dia seguinte, a polícia a procurou para informar que as acusações contra ela e a mãe haviam sido retiradas. Uma onda de alívio refrescou todo o corpo de BaekHyun. Desejou que pudesse encontrar a mãe para avisa-la que não tinha mais o que temer. MinHee havia achado melhor que o filho não soubesse onde ela estava e havia prometido que entraria em contato depois que a poeira tivesse baixado. BaekHyun mandou uma mensagem de texto ao primo, a fim de contar a boa notícia, e KyungSoo passou pela casa de BaekHyun assim que saiu da escola onde trabalhava.

- O que o caminhão de mudança está fazendo aqui em frente? - KyungSoo perguntou, com as sobrancelhas arqueadas, ao ver um homem embrulhando a louça da cozinha n

- Vamos lá para cima - Pediu BaekHyun

- Você está se mudando? - perguntou, preocupado.

- Lembra que comentei com você que tinha terminado com um cara antes de ir embora de Londres, no ano passado?

- Bem, você não contou muita coisa. Só que o cantor de rock tinha sido uma jogada publicitária que deu errado. - Kyung o encarou com um olhar de reprovação. - Você nunca me contou quem era o outro misterioso.

- Park ChanYeol... você não deve saber quem é.

- Nos moramos no mesmo planeta, BaekHyun, e leio as mesmas revistas que você. Você chegou a sair mesmo com aquele milionário com fama de mulherengo? Não me estranha o fato de você ter queimado seu filme.

BaekHyun cruzou os dedos, pois estava prestes a mentir para o primo.

- Quando ele leu o jornal sobre o dinheiro que tinha sumido, veio me ver. Quis ajudar. Ele pagou a quantia que faltava para a instituição, as acusações foram retiradas e agora estamos juntos novamente.

KyungSoo o olhava boquiaberto.

- Então é por isso que quer voltar para Londres.

- Vou morar com ele. Não diga nada. Sei que você é contra.

- Claro que sou. O que quer que eu pense? Ele desembolsa duzentos e cinquenta mil libras e, em cinco minutos, você decide ir morar com ele?

Não tinha razão para preocupar e desapontar o primo, pensou, mas não seria fácil contar imã mentira convincente. Com medo de que o primo desconfiasse, correu para a escrivaninha e apanhou uma caixa onde guardava fotos e lembranças da adolescência. Remexeu por alguns instantes o conteúdo do recipiente até encontrar o que procurava.

- Quem é esse? - Perguntou KyungSoo.

Ele entregou a foto ao primo.

- Recortei de uma revista quando tinha quatorze anos.

KyungSoo olhava abobalhado para BaekHyun

- Esse é Park ChanYeol? Você gosta dele desde essa época?

- É, ele é o amor da minha vida e, para ser franco, o que ele está me oferecendo ja esta muito bom para mim.

O primo devolveu a foto e BaekHyun voltou a guardar o papel na caixinha de lembranças.

- Quero muito ficar com ele. Não me recriminar. Preciso do seu apoio.

KyungSoo apenas o olhou com expressão de infelicidade, mordeu os lábios e não disse mais nada. Mudaram de assunto e discutiram temas práticos. Kyung se ofereceu para pegar as correspondências de BaekHyun semanalmente.

Um dos empregados de ChanYeol ligou para BaekHyun para avisar do horário da partida e ele se perguntou se era um costume do magnata ter sempre uma terceira pessoa pafa repassar suas ordens, e que essa seria sua rotina dali em diante. Como seria sua vida, tendo que morar com ChanYeol? Sentiu calafrios só de imaginar.

Assim que chegou em Londres, o motorista da limusine o deixou num salão de beleza. Lá, descobriu que haviam marcado hora para ele em todos os serviço e de tratamento existentes no estabelecimento. Achou humilhante o fato de que ChanYeol não quisesse vê-lo antes que ele estivesse completamente transformado numa boneca artificial. Passou o resto do dia indo de uma sala para outra Uma hora de spa, outra de massagem corporal, outra de facial, manicure e pedicure. Os cabelos foram hidratados e modelados.

ChanYeol apenas telefonou quando ele já estava de volta à limusine.

- Gostou de ter sido mimado outra vez? - A voz grossa e sensual, como de costume, arrepiou a espinha de BaekHyun de ponta a ponta. A voz de ChanYeol o fez pensar, imediatamente, em sexo e, de repente, lembrou que teria que dividir a mesma cama com ele naquela noite.

- Gostei... gostei, sim - mentiu, percebendo que não valia a pena compartilhar com ele seus verdadeiros sentimentos.

- Não vou poder jantar com você. Sinta-se a vontade e coma o que quiser - disse antes de interromper a conversa para falar com alguém e concluiu: - Depois, me encontro com você numa discoteca.

O imóvel parecia ainda maior do que dá última vez em que teve a oportunidade de visita-lo. Um mordomo o recebeu e mostrou os cômodos da casa, num processo demorado. Os quartos eram modernamente decorados, com obras de arte de tirar o fôlego. Por fim, ele lhe mostrou o quarto onde ele ficaria e, para a surpresa de BaekHyun, não tinha qualquer sinal de que o alfa dormiria ali. BaekHyun respirou aliviado e foi até um deslumbrante conjunto de roupas com detalhe prateado que havia sido pendurado, à sua espera. Ao ver a etiqueta, descobriu que era criação de um dos estilistas mais quentes da moda e brilhava com o reflexo da luz. Mas ficaria um tanto apertado nele, concluiu desanimado, pois suas coxas eram grossas.

Infelizmente, não poderia protestar. Afinal, tinha assinado o contrato, concordando em ser tratado como objeto, e não como pessoa. Seu corpo era a única fonte de interesse por parye de ChanYeol e deveria se apresentar e se manter como ele bem quisesse. Algo inacreditável degradente.

A sensação de que havia perdido as rédeas de sua vida intensificou-se ao ver chegar um maquiador e uma estilista para dar os retoques finais na sua aparência. Acabou não tendo tempo de comer nada.

Ao sair do edifício, um homem robusto e de terno escuro que se encontrava em frente à limusine apresentou-se como segurança particular de BaekHyun. Kris era seu nome.

Ao chegar à pomposa e elitista discoteca, kris abriu a porta para ele e o escoltou até o interior da boate. Furou a longa fila e só se afastou de BaekHyun depois que ele estava sã e salvo dentro da sala vip. Na soleira da porta, ele identificou um rosto familiar e indesejável.

- Isso é que é dar a volta por cima. Um retorno triunfal - comentou em tom irônico o banqueiro Oh SeHun. Ele o olhou de um jeito que fez com que BaekHyun se sentisse nu. - Você está muito bem. Não posso culpar ChanYeol por ter sucumbido a um revial.

Ele não respondeu, apenas ficou ruborozado. Nunca gostou de SeHun, mas ele era um amigo de infância de ChanYeol. ChanYeol estava ao telefone e rodeado de amigos com laptops e expressões nervosas. O rosto arrogante se ergueu ao avistar BaekHyun. De terno escuro, camisa listrada e gravata azul de seda, ele estava lindo. Os olhos dos dois se encontraram. Ao mesmo tempo, o ar lhe faltou por um instante e BaekHyun respirou mais forte para ganhar fôlego.

ChanYeol se demorou com os olhos sobre ele. Pensou que todos os amigos iriam babar ao ver BaekHyun, pois ele estava irresistível. Os cabelos louros estavam ondulados o que realçava o rosto alvo e belo. O tecido da calça, macio e brilhante, marcava as curvas sutis e deixava as coxas torneadas mais grossas. O desejo o tomou de imediato, enquanto notava o quão revelador era aquela roupa. Foi então que reparou que ele não era o único a apreciar aquela vista divina de ombros e costas a amostra e coxas que não acabavam nunca.

Arrependeu-se de ter escolhido aquela roupa ao ver que o amigo SeHun também o secava com cobiça. Que falta de respeito era aquela com o ômega de outro alfa?

Lançou u olhar agressivo e de censura para o amigo que o fez empalidecer.

Levantou-se e foi até BaekHyun, abraçando-o e tornando-o do recinto. Os seguranças o seguiram. Ele poderia ficar sentado ao lado da pista de dança e tomar um champanhe. Aquilo o manteria ocupado e lomge dos olhos dos lobos famintos, pois a mesa que tinha reservado ficava em local bastante discreto. Ele deixou que os dedos percorressem a espinha dorsal de BaekHyun. A pele era mais macia que a seda.

- Você está sublime...

O toque dos dedos dele sobre suas costas causou um espasmo pelo corpo de BaekHyun, os mamilos ficaram dormentes e endureceram. Nas palavras arrastadas de ChanYeol, prevalecia a luxúria, deixando BaekHyun com as pernas bambas.

- Se não estivesse no meio de uma transação de negócios, o levaria para casa, agora mesmo, bombola poca.

Pelo visto nada havia mudado, pensou ele podre de rico, como ele era, ainda assim ChanYeol dedicava quase todo seu tempo e atenção para ficar mais rico. Ainda estav para nascer o ômega capaz de distrai-lo dos negócios. O alfa era viciado em trabalho.

- Do que você me chamou? - Ele pediu a tradução das palavras em italiano, enquanto ele o sentava no local reservado.

- Bonequinha...

Ele sentiu ao lado dele e passou a mão por uma das coxas de BaekHyun. Ele deu um pulo e estremeceu.

- Você está muito sexy nessa roupa. Mas agora veio que não é o mais apropriado para você usar em público.

- Foi você quem escolheu - lembrou BaekHyun, contendo a irritação.

O garçom se aproximou e serviu uma taça de champanhe. ChanYeol voltou a se levantar.

- Aonde você vai? - ele perguntou sem pensar

- Não posso fazer ligações daqui... - ele ergueu os ombros, como que pedindo desculpas e apontou para a caixa de som que estava próxima. - Divirta-se. Não vou demorar.

- Não se preocupe... logo encontro uma companhia! - BaekHyun surpreendeu-se com a própria declaração.

O rosto moreno e másculo empalideceu.

- Foi uma piada? - ele a interrogou com a voz elevada, o que surpreendeu kris, que estava a poucos metros de distância.

- Quis dizer, dançar... conversar.

- Não. De jeito nenhum. - ChanYeol proibiu. - Nada de dançar, conversar ou flertar se cometer ah um deslize, você estará em apuros. Não tem uma segunda chance. Para o seu bem, e melhor que eu não veja você olhando para outro alfa!

Perplexo pela dura ameaça e pelo olhar bravo de reprovação, BaekHyun soltou um suspiro e tentou controlar a raiva. Respirou fundo, mais uma vez, para não explodir, mas deixou escapar.

- É bom pedir para kris não tirar os olhos de mim.

ChanYeol voltou a se sentar ao lado dele, os olhos incrivelmente brilhavam como nunca. Elegantemente, correu os dedos por alguns fios louros de BaekHyun.

- Sabe o que realmente quero fazer nesse exato momento? - murmurou, com a voz rouca de desejo. - Quero levá-lo para casa, joga-lo na cama e ensina-lo a se comportar.

Boquiaberto, ele ficou olhando para ele, paralisado. Não sabia se ficava ofendido ou com medo. Mas a verdade era que ele não estava em condições de reclamar ou contrariar ChanYeol

Lentamente, ele voltou a se levantar. Ele não acompanhou a partida dele. Por causa do fiasco com Kim Jaejoong, ChanYeol não confiava nele. Na verdade, ele o considerava um ômega fatal. Devia achar graça daquilo.

Em vez disso, entortou o champanhe num único gole e voltou a encher a taça. O medo do desconhecido o incomodou e ele tentou não pensar nisso. Na cama dele? Será que ele se daria conta de que ele era totalmente inexperiente? Talvez não, pensou. Primeiro, porque ele riu quando ele tenrou contar a verdade. Além disso, havia lido em algum lugar que poucos alfa percebiam a diferença entre um virgem e um ômega experiente. Pensou que o melhor a fazer era, afinal, bancar o ômega fatal, pois não queria que um alfa como ChanYeol se gabasse de ter tirado sua virgindade. Queria que ele achasse que ele não estava nem ai para o que ele fizesse na cama. A indiferença seria sua armadura, disse a si mesmo.

Quarenta minutos depois, ChanYeol quebrou um hábito da vida toda e deixou seu celular com num executivo da equipe. Voltou para onde estava BaekHyun e se sentou ao lado dele. Ele o envolveu com um dos braços, apertando-o contra o corpo. Celebridades e conhecidos passaram pela mesa para comprimenta-lo. Ele sempre era o centro das atenções. Incrivelmente nervoso e tenso, ele evitava qualquer contato visual. ChanYeol falou com todos, mas em nenhum momento apresentou BaekHyun aos conhecidos.

- Por que está atuando como se eu não estuvesse aqui?

- Você está comigo e é isso o que importa - ele respondeu secamente, apesar de ter notado que ele estava tenso.

- Odeio que fiquem olhando para mim - ele balbuciou, perguntando a si mesmo se as pessoas não a reconheciam como ex-modelo que apareceu nos tablóides por ter roubado dinheiro de crianças carentes. Achou a idéia improvável, pois nem se comparava em fama e reconhecimento com as pessoas que estavam ali. Mesmo assim, estremeceu como um animal acuado, sendo exposto numa jaula.

- Pode ir se acostumando. Você é lindo o suficiente para parar o trânsito e está comigo A discrição não é algo comum aqui.

- Acha mesmo que sou bonito assim? - ele perguntou com certa ingenuidade.

- Por que outra razão estaria aqui?

O prazer momentâneo se esvaiu com a resposta cáustica de ChanYeol e ele se remexeu no assento, de forma desconfortável.

- A gente podia dançar um pouco.

- Eu não danço.

Um dos empregados fez um sinal para ele da porta da sala vip e ChanYeol se retirou em seguida.

Nervoso por ter sido deixado sozinho, BaekHyun tomou outra taça de champanhe. Ele havia comprado sua liberdade para torna-lo prisioneiro. Que irônico, pensou. Ele era um bibelô para ele, um capricho para satisfazer suas fantasias egocêntricas. A irritação aumentou, estimulado pelo álcool. Não podia dançar, falar com ninguém. Mas ele não tinha dito nada com relação a ele dançar sozinho. Por que deveria se esconder? Ergueu os ombros e se levantou. Sentiu a cabeça girar um pouco e apoiou as mãos na mesa para ganhar equilíbrio. Quantas taças de champanhe havia bebido? Respirou fundo e foi andando para a pista de dança.

Dez minutos depois, ChanYeol apareceu. Os olhos escuros e brilhantes estavam incrédulos. BaekHyun estava dançando sozinho e havia um feixe de luz sobre ele. Envolta pela música, dançava de olhos fechados, o corpo incrível se remexia e rebolava nas roupas justas com toques prateados. Era uma beldade em movimento. Todos os alfas da discoteca o admiravam, enquanto salivavam, e ele não gostou nada daquilo. Queria arrasta-lo dali e leva-lo para casa, mas naquele instinto de homem das cavernas o assustou.

Quando BaekHyun abriu os olhos e o viu, sua reação foi totalmente diferente da que esperava. De alguma forma, os sentimentos confusos que tinha por ChanYeol se manifestaram, produzindo uma onda perigosa de excitação. Ele havia sido apaixonado por ele uma vez. Não seria mais inteligente tirar o melhor proveito possível daquela situação bizarra? Deixou a música levá-lo, enquanto o corpo queimava em chamas.

Sem pensar duas vezes, ChanYeol se embrenhou pela pista de dança e foi ate ele, envolvendo-o, como se quisesse esconde-lo em seus braços. Os corpos se tocaram sutilmente e BaekHyun apenas desejou que ele o beijasse ali mesmo. Nunca havia desejado algo com tanto fervor como aquele beijo. Ele deu um sorriso provocante e o soltou antes de iniciar uma dança meio desajeitada, para o espanto de BaekHyun. Ficou um pouco desapontado e se esforçou para acompanhar os passos de ChanYeol, que começavam a ficar turbos em si vista. Foi um alívio quando ele o pegou pela não é o tirou da pista de dança.

- Hora de ir embora, cara mia - ele murmurou e BaekHyun sentiu um frio na barriga que se espelhou por todo o corpo, pela antecipação do que estava por vir.



Continua...



Notas Finais


Até semana que vem!

Chu :3


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