História The Mad Coke Addicted - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Kookmin, Taeseok, Vhope
Exibições 60
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hello, people! <3 Boa leitura (:

Capítulo 19 - Cineminha e presentinho


Fanfic / Fanfiction The Mad Coke Addicted - Capítulo 19 - Cineminha e presentinho

— O que fazem sozinhos aqui? — Appa Namjoon levantou uma sobrancelha.

Ideias. Boas ideias. Eu tentava pensar em alguma desculpa, mas nada vinha. Merda! Quem sempre tinha boas ideias era Jungkook e não eu. O que eu faço sem ele?

— Dois primos não podem sair? — Taehyung sorriu tranquilo. — Não tivemos um bom começo aquele dia na casa de vocês e nem quando nos conhecemos pela primeira vez. — Olhou para mim e sorriu, logo voltando a dirigir o olhar aos meus pais. — Resolvemos recomeçar.

Engraçado que as palavras para ludibriar meus pais funcionavam para nós também. Poderia se tratar de um recomeço, de quando eu achei que conhecia quem Taehyung era — um maluco — até descobrir seu verdadeiro eu. Um eu bem interessante, diga-se de passagem.

— E por que o Jungkook não veio? — Jin perguntou olhando em volta, caso o garoto estivesse ali sim, só que não o tivesse visto ainda.

— Ele foi trabalhar. — Dessa vez fui eu que respondi. Se eu deixasse Taehyung responder tudo por mim, uma hora eles iam começar a desconfiar.

— É verdade, amor. — Namjoon concordou comigo. — Kookie trabalha quase todos os dias da semana.

Fiz que sim com a cabeça.

— Que filme vão ver? — Perguntou Jin.

Comparamos nossos ingressos e apesar de estarmos na mesma sala, pelo menos as fileiras eram bem longe uma da outra. Quer dizer que eu ia poder ficar à vontade com Taehyung.

— A gente só vai comprar mais pipoca juntos. — Disse ele e meus pais entraram na sala.

Dessa vez fora ele que comprou a pipoca e o meu refrigerante, carregando para mim apenas a pipoca, pois o copo do que ele beberia, ele levava na outra mão.

Dava um pouco de raiva por vê-lo segurando tão tranquilamente aquelas duas coisas. Eu tinha vontade de mordê-lo por punição. Aquele pensamento me fez ter ideias maliciosas. Dei uma olhada discreta de cima a baixo em Taehyung, enquanto entrávamos na sala. E como eu adoraria deixar aquele corpo grande cheio de marcas.

Passei a mão pelo peito, suspirando, contendo aquele calor que me subia.

Fomos os dois para a última fileira do cinema, enquanto meus pais ficaram umas cinco abaixo.

— Sua pipoca. — Taehyung a colocou no meu colo assim que nos sentamos.

— Nossa pipoca. — Levantei o braço móvel que dividia as cadeiras, privilégio das últimas fileiras, e coloquei o pacote de pipoca entre nós dois.

Mas eu não precisei de um minuto pra levantar aquele saco dali e me encostar mais a Taehyung — não de um jeito abusivo —  mas agora nossas pernas se esbarravam e apoiei a pipoca em nossas coxas.

— Tudo bem? — Quis confirmar que eu não estava exagerando.

— Sim, eu gosto de ficar perto de você. — Meu coração se acelerou mais do que já estava e eu sorri em resposta.

Assistimos a primeira parte do filme comentando em alguns momentos e rindo. Aproveitamos a companhia um do outro. Eu estava gostando muito.

Eu, distraído com o filme, não vi, apenas senti quando Taehyung apoiou a cabeça em meu ombro, um frio na barriga se fez presente de imediato.

Mais alguns minutos de filme e eu já não conseguia prestar atenção em nada. A presença de Taehyung, agora apoiado em mim, embaralhava meus pensamentos. Eu só queria tê-lo cada vez mais perto.

Com a mão do braço oposto ao ombro que ele estava apoiado, fiz um leve cafuné em sua cabeça, mesmo que um pouco desajeitado.

Uma de suas mãos afagou o meu joelho e logo em seguida ele levantou o rosto, me olhando nos olhos.

— Esse dia está sendo ótimo. — Falou. No filme tocava uma música calma, um violino ao fundo podia ser escutado, o que servia de trilha sonora para nós dois.

Taehyung tem um dos olhos mais bonitos que já vi. Notei.

Os lábios rosados dele se juntavam para formar um sorriso.

— E ele pode ficar melhor ainda. — Entrelacei meus dedos nos fios de cabelo de sua nuca, o puxando mais para mim.

Ele subiu minimamente a mão que estava sobre o meu joelho, para ter apoio, se inclinando em minha direção.

Colei nossos lábios e pude sentir o gosto do refrigerante de coca-cola, que ele tinha comprado para si. A calma que eu tinha, acabou em poucos segundos, quando senti minha língua contra a sua. Eu o beijava um pouco afobado e ele não deixava de corresponder no mesmo ritmo. Nossa sincronia era deliciosa. Um desejo por ele se tornava cada mais forte em meu corpo. Eu quase não conseguia mais me controlar. O beijo se tornando cada vez mais intenso.

Minhas mãos por si só passeavam ora por seu abdômen, ora por suas costas, enquanto eu descia beijos por seu pescoço. Puxei a gola da sua blusa, levemente para o lado, para levar beijos até sua clavícula.

Suas mãos subiam e desciam em minhas coxas, as apertando com força.

Eu queria o ter cada vez mais colado a mim. Voltei com a boca até poder beijá-lo novamente.

De repente os créditos do filme começaram a rolar e as luzes acenderam. Nos separamos respirando ofegantes. Olhei para frente automaticamente, procurando meus pais, mas notei que eles ainda estavam sentados, olhando para a tela.

Olhei para Taehyung ao meu lado e o sorriso quadrado deslumbrante do mesmo me fez sentir culpado.

Era a primeira vez que saíamos e eu já tinha ido tão longe. Eu deveria ter ido com calma. Merda!

Descemos até meus pais.

— Querem uma carona pra casa? — Perguntou appa Namjoon.

— Não precisa, ainda vamos num restaurante. — Respondi. Eu precisava de mais tempo para conversar com Taehyung. Além de que já estavam nos meus planos levá-lo para jantar.

— Vamos? — Ele perguntou surpreso.

— Se quiser, é claro. — Completei. Eu estava um pouco nervoso depois do que acabara de acontecer.

— Tão atencioso… — Omma Jin comentou desconfiado.

— É só porque ele está na frente de vocês. — Taehyung disse rindo. Arregalei os olhos e dei um tapa em si automaticamente, pelo jeito tão verdadeiro que ele havia falado aquilo.

— Agora faz sentido. — Omma Jin concordou.

— Vamos no restaurante com vocês. — Appa disse decidido e sorrindo.

Eu não podia nem impedir, não sem que eles ficassem mais desconfiados. E ainda estava muito cedo para eles saberem sobre nós dois.

— Vocês formam um belo casal. — Taehyung disse aos meus pais, pouco antes de sairmos do cinema.

Ambos sorriram bobos e trocaram olhares.

Logo estávamos no restaurante, eu e Taehyung havíamos sentado lado a lado, de frente para os meus pais. Já havíamos pedido o que comer e beber, só faltava chegar.

— Taehyung, como vai o seu pai? — Namjoon perguntou, curioso sobre o irmão.

— Bem... Trabalhando muito. — Disse enquanto aceitava o suco de laranja que o garçom o trazia. — Ele sempre pergunta sobre seu sobrinho — olhou para mim — já que sabe que estudamos juntos.

— Sim, Sim. Por sinal, você se empenha nos estudos? — Omma Jin perguntou.

— Sempre. Preciso, né? — Taehyung soltou um riso cansado.

— Muito bom, porque esse aqui — apontou para mim — só pensava no Jungkook na época do colégio. Só sabiam tagarelar e ambos tiravam só notas vermelhas.

— Ah… Jungkook. — Foi tudo o que ele respondeu.

— Omma! — O repreendi.

— Aqueles dois só conseguiam pensar no que era agradável para eles, porque o resto de todas as coisas que não remetiam diretamente ao bem estar deles, eles não se importavam.

— Omma!

— Não que eu esteja culpando o Kookie. — Omma Jin me ignorou mais uma vez. — Eu amo ele, é um ótimo garoto. Mas os dois juntos… — Riu deixando a frase no ar.

Jin parecia estar falando de um casalzinho, e ainda na frente de Taehyung. Eu o lancei um olhar mortal e ele deu de ombros.

A refeição chegou, portanto comemos enquanto conversamos, sobre coisas além de Jungkook. Mas não pude perguntar nada a Taehyung do que eu realmente queria.

Quando saímos de lá e fomos caminhando para o carro, eu e Taehyung ficamos um pouco mais atrás, e eu aproveitei para lhe falar baixinho:

— Desculpa por hoje no cinema. Não queria que fosse assim no nosso primeiro encontro. Ainda mais com alguém romântico como você. — Eu olhava no fundo dos seus olhos, para mostrar a sinceridade em minhas palavras.

— Eu não posso dizer que foi ruim. — Taehyung passou a mão pelos cabelos, pensando. — Nossa relação já começou meio errada por nosso beijo ter acontecido antes de hoje, um erro a mais não fará mal. — Ele sorriu divertido. — Além de que eu não posso dizer que eu não gostei.

— Então deixa eu fazer algo pelo seu eu romântico?

— O que está aprontando? — Riu enquanto me observava tirar um papel do bolso.

O entreguei o papel e fui correndo na frente, o deixando para trás, sem entender nada. No dia anterior, quando Jungkook estava em minha casa, depois dele dormir, eu na verdade não tinha me deitado logo em seguida. Em silêncio, eu havia pego em meu quarto um pedaço de papel, lápis comum e alguns para colorir. Fugi até a sala de estar, já vazia pela hora da madrugada. Eu queria poder dar alguma coisa a Taehyung, nem que fosse algo simples, e arrisquei o desenhar, com uma pequena garrafinha de coca-cola na mão.

Já ao lado dos meus pais, olhei para trás e vi o outro ainda parado, havia acabado de desdobrar o papel, revelando o desenho para si. Novamente ele deu aquele sorriso que fez meu coração se aquecer. Ao voltar a andar, nossos olhares se encontraram e o brilho do seu olhar balançou comigo. Ele vinha andando, apressando o passo para perto de nós, mas parecia demorar uma eternidade. Eu não sabia a falta que ele já podia me causar. Toda vez que ele se afastava, parecia demorar demais a voltar e é por isso que eu nunca mais o deixaria sair de perto de mim.


Notas Finais


Appa Namjoon e Omma Jin foram enganados pelo pequeno Taehyung
Hoseok por mais que tenha atacado o outro no cinema, ainda conseguiu ser fofinho asjhjaksaks


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