História The Mafia - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~sahreissr

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Tags Blood+, Contrato, Trafico
Exibições 100
Palavras 3.058
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


PORRA CARALHO, se alguém lembra dessa capa tava comigo em 2015. Bom eu escrevia The Mafia em um outro perfil, que foi apagado, e de um outro jeito, mas eu parei e pensei "mano que porra é essa?" e exclui. Então me juntei com a goxtosa da Bixcoito (Sarah) e começamos a desenvolver uma nova versão que eu realmente espero que gostem <3.

* Plágio é crime e blá, blá, blá.
* Infelizmente os personagens não nos pertencem, mas suas personalidades sim.
* Não temos um calendário de postagem, pois a Bixcoito que tem as ideias e eu as desenvolvo.
* Essa fanfic é de nossa total autoria.
* Não pensamos em continuação.

Em fim, espero que gostem.

Capítulo 1 - A Big Traitor


Fanfic / Fanfiction The Mafia - Capítulo 1 - A Big Traitor

Tradução do Capítulo: Um Grande Traidor.

1998

Atlanta, Geórgia.

 

- O que iremos comemorar hoje? – Patricia perguntou ao marido que não fazia questão de esconder o enorme sorriso assim como seu amigo, Carlo.

- Primeiro, Xavier traga um Vin de Constance, e para Amélia um suco, apenas. – Carlo ordenou ao seu mordomo.

- Querido, por favor, não enrole. Meus pés estão enormes feito jacas e mais cansados do que o normal, então diga a nós logo o que tanto lhes alegra. – Amélia, esposa de Carlo, pediu cariciando sua enorme barriga de nove meses. Seu bebê sairia a qualquer instante.

Jeremy riu da afobação de Amélia e logo lhes disse:

- Conseguimos, a B&G deu certo! – Jeremy comemorou junto ao amigo, mas as duas mulheres ficaram apreensivas e seus sorrisos murcharam.

Bieber & Gomez se tornou em poucos meses a mais badalada empresa dos Estados Unidos, era sensação em todos os estados. As pessoas comentavam sobre o rápido crescimento e sobre a tabela lucrativa tão alta.

Seria ótimo, esplendoroso e magnifico e se parasse por aí. Mas o que o público não fazia ideia era que a famosa B&G era uma farsa, uma completa mentira, a grande empresa era somente uma máscara.

A empresa foi uma ideia de Carlo. Ele e seu amigo precisavam de uma saída rápida e eficaz de sair do radar dos federais. O dinheiro lucrado pelo segundo negócio precisava entrar no país sem deixar suspeita.

Então Carlo logo pensou “A base da economia estadunidense são as multinacionais, então, por que não? ” B&G era uma máscara criada para lavar dinheiro. Dinheiro esse do tráfico de drogas, de armas, e de pessoas. E isso deixaria as duas esposas de cabelo em pé.

- Parabéns. – Amélia foi quem quebrou o gelo, forçando um sorriso, que mais pareceu uma careta.

- Tia Lia. – o pequeno Justin cutucou a mais velha com um tom de quem estava achando graça.

- Diga meu pequeno. – sorriu para o mais novo.

- Vuxê tá fazeno xixi. – deu uma gargalhada gostosa apontando para as pernas da moça onde se escoria seu líquido amniótico. Sua bolsa havia rompido e ela ao menos percebeu, mas depois da especulação do garoto lhe vieram as dolorosas contrações.

- Ai meu Deus. – foi tudo o que ela sussurrou antes de entrar em choque, seu bebê iria nascer, sua princesinha estava pronta para encantar a todos aqui fora.

- Céus, Carlo a bolsa dela estourou. Pegue a rápido, vamos ao hospital. – Patricia foi quem conseguiu manter as rédeas.

Carlo ao menos respirava, ele estava nervoso. Todas as aflições e inseguranças o invadiu como uma bala. Ele seria um bom pai? Teria que ter cuidado ao expor seu bebê? Seus inimigos iriam atrás de sua pequenina? Céus, o homem se matava aos poucos em sua mente.

Jeremy vendo que o amigo não reagia tratou de pegar Amélia em seus braços e a levar em direção ao seu carro e a colocar deitada no banco de trás. Ele pediu a esposa que acordasse o amigo e o levasse ao hospital.

Não esperaria mais, pois Amélia que antes estava entorpecida pela dor agora histérica e gritante. Jeremy dirigiu feito um louco pelas ruas vazias e escuras, era noite poucos se atreveriam a sair perambulando por aí.

Já no hospital Jeremy entregou a mulher ao obstetra que a tratava. Ela estava pronta a dilatação estava em dez, e a dor suportável. Uma enfermeira que daria apoio ao parto rasgou seu vestido com uma tesoura e pediu calma.

Amélia queria lhe socar a cara, pois ela estava calma, mas doía e os gritos a aliviava um pouco a dor.

- Estamos prontos, está pronta Amélia? – o doutor perguntou a ela que apenas assentiu. – Força. – pediu e Amélia respirou fundo e forçou a saída de sua pequena. – A cabecinha dela está saindo Amélia, faça força, faça muita força. Você consegue.

A mulher puxou o ar com força e o soltou com mais ainda, era horrível. Seus vasos sanguíneos estavam saltados, sua respiração descompassada e seu corpo doía a ponto de cogitar que foi atropelada por um caminhão.

Mas ela logo sorriu e ignorou qualquer dor ao escutar o choro de seu bebê. Seu parto foi normal, por isso está ciente. Chorou quando uma das enfermeiras trouxe a pequena Shadia enrolada em sua manta lilás.

Seu sorriso era gigante e a felicidade não cabia no peito.

 

 

SOME MONTHS LATER

 

- Sim, irei demorar hoje para chegar. Shay está chorosa. – Carlo falava com Jeremy por uma ligação em seu celular e mentia descaradamente, mas por que? Eram tão amigos!

- Tudo bem, de um beijo na pequena. – Jeremy instruiu o amigo, também sendo falso.

- Certo, preciso desligar. – Carlo informou quando uma Mercedes Benz 95 novinha estacionou ao lado de sua Ferrari F335. Não esperou resposta e logo desligou.

 

- Carlo. – o homem disse curto e grosso.

- Mark. – Carlo fez o mesmo.

- Pensou na proposta? – o tal Mark sorriu gélido.

- Sim, mas não irei trair meu amigo. – o sorriso de Mark se desfez, mas voltou a aparecer em segundos.

- Carlo, você fez uma péssima escolha, mas ainda podemos voltar atrás. Agora lhe dou cinco bilhões em libras. Vale a pena, Patricia não fara falta. – Mark sorri convencido ao ver que mexeu com Carlo.

- Não. – respondeu sem hesitar, o que fez Mark explodir, mentalmente, os miolos de Carlo.

- Oito bilhões, e proteção para sua família em qualquer lugar da sua escolha. – Mark disse relutante, era uma pequena parte de seu império que estava em jogo.

Era muito dinheiro, era dinheiro demais. Carlo viu aquilo como sua válvula de escape. Amélia sempre pediu a ele para que deixasse a máfia, mas não lhe havia oportunidade. E ele viu tudo isso como uma fuga.

“Daria para viver bem em alguma cidadezinha na Italia” – pensou. Carlo suava frio e sentia seu coração ser esmagado pela sua caixa torácica. Poderia dar uma vida sossegada a sua amada esposa e a sua princesinha.

A pequena não merece viver nesse meio e, ou, pagar algum dia pelos erros do pai. E foi exatamente com esses pensamentos que Carlo lhe disse:

- Eu aceito. – disse convicto. Carlo faria tudo por sua esposa e filha.

- Muito bem, Carl...

- Mas, eu quero o dinheiro adiantado, todo o dinheiro. – Carlo exigiu, mas, Mark não relutou. Estava desesperado.

Mark faria de tudo para ter uma pequena vantagem sobre Jeremy, e também já imaginava que se Carlo aceitasse iria querer o dinheiro antes de matá-la. Mark fez um rápido caminho até seu carro onde pegou duas malas de rodinha e outra de passar.

- Aqui. – Mark entregou as três malas para Carlo que as pegou e as colocou em seu carro. – Espero que faça sua parte Carlo, não gosto de quem me passa a perna.

- Não duvide de mim, Mark. – Carlo disse segundos antes de entrar em seu carro e sumir.

 

~°~

 

Carlo estava com um sobretudo preto e um chapéu que lhe tampava o rosto. Esperava ansiosamente o desembarque do voo de Patricia, que havia ido visitar a mãe no Canadá.

Mas até o momento o que ele ainda não havia percebido é que Jeremy o observava de um ângulo privilegiado. Não entrava na cabeça de Jeremy que seu amigo, parceiro, irmão, o trairia assim.

Carlo estava se remoendo por dentro, Patricia também era sua amiga de anos e ele a mataria assim, sem mais nem menos? Sua mente gritava para ele desistir, mas era um homem de palavra.

Mas após lembrar de seu passado conturbado e que Patricia e Jeremy o tiraram do inferno o qual viveu. Não havia libras que o fizesse matar Patricia. Ele pegaria o dinheiro e sumiria com a esposa e sua filha.

Minutos depois de já ter começado a dirigir percebeu que estava sendo seguido, não era por qualquer pessoa. Era por Jeremy. “Ele havia descoberto? ” – pensou atônito. Pensou várias vezes em parar o carro e esclarecer tudo a Jeremy, mas conhecia muito bem o amigo para saber que Jeremy é o tipo de pessoa que atira primeiro e pergunta depois.

Carlo então o despistaria, pisou no acelerador e engatou a quarta. Mas Jeremy não é de desistir fácil. Jeremy contava os segundos e estava finalmente alcançando Carlo, quando o mesmo muda de faixa de repente e Jeremy se vê de frente a um outro carro.

Carlo havia feito uma emboscada para Jeremy. E não se permitiu olhar para trás, sua família o esperava em casa e sua fuga era certa.

Jeremy bateu de frente, ele estava sem sinto e foi jogado para frente, fraturou algumas costelas, quebrou alguns ossos, mas nada se comparava a dor que ele sentia por ter perdido o seu único e melhor amigo.

Sua visão ficou turva e suas pálpebras pesaram, Jeremy respirava fundo, isso ajudava a manter o sangue circulando para o cérebro e foi o que o manteve vivo.

Passaram-se dias, semanas e ninguém ouvia se quer o nome de Carlo, de sua esposa ou até mesmo de sua pequena filha. Jeremy, após ter acordado dias seguintes na UTI, jurou a si mesmo que cassaria Carlo e o mataria.

 

 

SOME YEARS LATER

 

 

Os anos passaram e Jeremy nutria seu ódio pelo ex amigo, mas não esperava que descobriria um tumor raro no cérebro, a doença era degradante e o fazia murchar. E em seus últimos momentos de vida as palavras compartilhadas por ele eram de total ódio e rancor, que foram passadas para Justin.

Justin vendo seu pai em leito o prometeu vingança. Justin era pequeno e lembra vagamente de Amélia e Carlo, tinha lembranças boas e sentimentos bons, mas agora não conseguiu se quer livrar a pequena Shay de seu ódio.

Do outro lado do mundo em Verona Shay chorava trancada em seu quarto, seu pai havia ido embora. Seu herói havia a abandonado, abandonado a ela e a sua mãe que estava com câncer.

Carlo ainda teve a coragem de limpar as contas bancarias tanto de Amélia, quanto de Shay. Como ela arrumaria dinheiro para pagar o tratamento? Tinha apenas quinze anos e tudo o que sabia fazer era mexer em carros, um dom ensinado por seu pai.

Os dias se passaram e Shay ficava cada vez mais rancorosa em relação ao pai, se o mesmo aparece em sua frente o mataria com sua chave de roda.

Shay havia arrumado um emprego em uma oficina perto de casa. Recebia pouco, mas dava para pagar o tratamento em pequenas parcelas. Shay por ser uma garota e de pouca idade com tamanha experiência em carros, chamou a atenção de Duff, seu mentor.

Duff não era o homem que se mostrava ser e ele via em Shay um talento natural, o talento da morte. Seu corpo era proporcional, sua mante era ágil e aparentemente Shay tinha sede, sede de sangue.

Alguns meses depois Duff chamou Shay em seu escritório e lhe contou uma história, Duff era um assassino. Essa foi a grande revelação, mas a garota não se assustou e se mostrou interessada em saber mais. Isso encantou Duff e a partir daí o mais velho a viu como sua pupila, sua filha que nunca teve, a mulher que continuaria o seu legado.

Semanas depois Shay havia iniciado seu treinamento, Duff queria que sua garota fosse a melhor no ramo. Contratou torturadores, professores de luta, de química, atiradores de elite, hackers e outras meia dúzia de profissionais para ensinar tudo a sua pupila.

A garota parecia extasiada, Duff realmente a adotara e Shay sentia como se tivesse realmente um pai. Duff pagou todo o tratamento de Amélia e Shay os apresentou. Sua mãe era ainda jovem e atraente e Duff era um quarentão charmoso, os dois adoraram se conhecer.

A pequena Shay seguia o treinamento deixando Duff super orgulhoso dela. Tudo estava ótimo Shay tinha uma mãe saudável e um pai presente, até acontecer o acidente.

Anos mais tarde após o casamento de Duff e Amélia, Shay recebeu a notícia que o jatinho em que seus pais estavam havia caído dez minutos antes do pouso marcado em Londres.

A garota não suspeitou de ninguém e nem deveria, pois é extremamente comum aviões caírem pelo menos oito minutos antes do pouso, e a morte dos dois foi apenas mais um triste fator na vida de Shay.

Shay que antes era Gomez e agora McKagan herdou tudo de Duff, casas, apartamentos, carros, fazendas, rebanhos, terras, milhões de dólares e libras e o lugar o qual ela mais gostava no mundo: a oficina.

Shay por meses não queria sair de seu quarto, perdeu quem mais amava na vida. Ela se mantinha no vicio pela cocaína, mas as palavras de Duff lhe vieram à mente:

“Quando eu morrer, ou quando sua mãe morrer quero que finja que nada aconteceu, fizemos parte de quem você é hoje, mas não faremos de quem você será amanhã. Tivemos bons momentos e eu te amo como minha filha, mas quando partirmos não será um adeus só estaremos te vigiando mais de longe e saiba que eu tenho poderes telepáticos e posso te dar um tiro se você ficar na foça. ”

Ela riu sozinha ao lembrar as palavras do pai e decidiu que tomaria um banho e continuaria sua vida. Agora nada havia acontecido, para Shay seus pais estavam tomando chá e esperando por ela em algum lugar.

 

 

NOW

 

Milão, Itália.

 

Justin distribuía tantos sorrisos falsos, mas eram tão convincentes que os investidores ao seu redor nem se quer o percebiam. Ele ama a empresa, mas também ama o tráfico. Ele se sente com um poder incalculável que o satisfaz muito bem.

- Justin, tem uma mulher na festa que subiu com o embaixador britânico e voltou sem ele. – Ryan murmurou no ouvido do amigo. – Ele pode ter passado informações para ela. – Justin só conseguia pensar o quão burro era Ritchie.

- Com licença, tenho de resolver alguns assuntos relacionados ao buffet. – inventou uma desculpa para o grupo de investidores italianos e se retirou sendo seguido por Ryan.

Chaz estaria na sala de controle com Chris os esperando, o pequeno caminho até lá foi cheio de falsidade, sorrisos e elogios. Ele odiava essa parte, ele odiava ter de fingir ser bom enquanto era um demônio.

- Cadê a desgraçada? – perguntou ríspido assim que passara pela porta do cubículo.

- Ela está saindo da sala de reunião cinco. – Chris apontou para o canto da tela de seu computador. Oh, ele era tão grudado no aparato que as vezes Justin tinha vontade de lhe socar a cara.

- Porra, ela é gostosona. – Chaz comentou enquanto virava sua taça de Chandon. E mesmo Justin imaginando mil e uma formas de como matá-la, não pode discordar. Suas curvas chamavam atenção, seu corpo era como um tesouro precioso de tão belo.

- Ryan, mande que a levem para a sala do subsolo. – pediu ao amigo, mesmo sendo o superior tratava os amigos de igual, pois eles sempre estiveram com ele. São leais, pelo menos é o que Justin espera.

Alguns minutos se passaram e Justin distribuía sorrisos falsos pelo salão da festa, até que Chaz apareceu e lhe deu um sinal. Justin, ágil como sempre, inventou outra desculpa para sua escapada repentina.

Andaram até um corredor desconhecido por muitos e destravaram a porta de uma pequena sala onde havia apenas um elevador, elevador esse com senha que apenas Justin, Chaz, Chris e Ryan sabiam a senha.

Assim que adentraram o mesmo foram somente alguns segundos até que as portas se abrissem.

Enquanto isso Shadia se divertia fingindo que não tinha saída, cá entre nós ela poderia muito bem ter matado todos os seguranças e até mesmo Ryan em questão de segundos, mas quando lhe disseram que o “chefe” estava vindo isso a deixou curiosa.

Ryan estava algemando Shay e Chris estava em seu computador, como sempre. Ryan e Chris a achou muito bonita, seus olhos eram tão cativantes eram intensos e debochados.

Ela cruzou as pernas e ergueu a sobrancelha. Uma algema? Céus, ela os achava burros, com certeza uma algema não a deixa presa por mais de alguns segundos. Mas ela gostaria de ver até onde isso iria.

Shay olhou diretamente para a porta quando Justin passou pela mesma ajeitando seu terno. Shay o olhou curiosa, era ele o famoso Bieber? Ela era uma delícia e isso ela não nega, mas não pensava que o dono das empresas fosse tão novo e tão gostoso.

- O que queria com o embaixador? – ela sorriu de lado. Direto, ela gostou disso.

- Veja você mesmo. – sua voz era sexy e excitante, e Justin só pensava em fode-la agora.

- Drew, olha isso aqui. – Chris lhe estendeu seu computador onde tinha um vídeo pausado.

 

- Onde estamos gracinha? – o embaixador perguntou enquanto entrava na sala de reuniões.

- Em uma sala. – ela disse apenas. – Senta aí e relaxa. – ela o empurrou para se sentar na cadeira.

Ele riu e ela tirou uma algema de sua bolsa e o algemou, e ele parou com o riso.

- O que está fazendo? – perguntou preocupado.

- Meu trabalho. – ela respondeu enquanto tirava uma seringa da bolsa e a cravava no braço do embaixador.

- O que tem nessa seringa? – perguntou piscando os olhos.

- Clorofórmio com heroína, não deixa rastros na toxicologia quando misturados. É uma forma eficaz de matar, pena que demora. – ela disse e se sentou na enorme mesa. – O que você fez? Me pagaram muito caro para te matar.

- Me matar? Quem mandou? Quem é você? – perguntou falho, as drogas estavam desligando seu sistema.

- Eu sou a Blood. – ela sussurrou em seu ouvido antes de sair da sala.

 

- Blood? – franziu o cenho a olhando. – Você não é Blood, Blood é o Duff. – disse irritado e ela desmanchou o sorrisinho delicioso que tinha nos lábios.

- Conheceu o Duff? – murmurou séria.

- Conhece o Duff? – perguntou ainda mais sério, Duff foi seu tutor.

Ela não me respondeu. Por que ela nunca soube disso? E por que um empresário precisaria de um tutor como o Duff?

- Quem é você? – Justin perguntou cruzando os braços. Silêncio. – Chris, descobre quem é ela. Rápido.

- Certo. – foi tudo o que ele disse antes de voltar a fuçar seu computador. Alguns minutos se passaram e Justin encarava Shay. – Puta que pariu.

- O que descobriu? – Chaz perguntou entediado.

- Ela é filha do Gomez.


Notas Finais


Gente, foi mal qualquer erro. Eu não betei antes de postar. Bom, como eu já havia dito antes:

* A fic não é movida a comentários e nem a favoritos, mas eles são sempre bons motivadores! E as vezes um simples "continua" está ótimo!

E se quiserem deem uma olhada em minha outra fanfic: Sex, Drink, Love & Fights: Teenagers.

Link: https://spiritfanfics.com/historia/sex-drink-love-and-fights-teenagers-6395061


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