História The Mafia Nanny - Capítulo 47


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Agatha, Babá, Comedia, Criminal, Gêmeos, Justin Bieber, Máfia, Max, Morte, Romance, Safira Stiles, Tragedia
Visualizações 1.175
Palavras 5.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oláááááaa, tudo bom?
Nem demorei dessa vez huh?
Cara eu adoro esse capitulo, vou admitir. Acho que vcs vão gostar também <3
Tem leitoras revoltadas com o Bieber por ele supostamente não amar a Safira e o que tenho para dizer é que, deus fez o mundo em sete dias e eu faço a história no meu tempo e no tempo dos personagens,eu acho que seria extremamente injusto e fora do meu contesto de amor se eu colocasse o Bieber amando a Safira assim logo de cara. Ele está se redescobrindo como homem e pode sim vir amar ela de maneira tão intensa e apaixonada. Nada de comparar o relacionamento dele com a Amberly, por favor. Ela e a Safira são pessoas totalmente diferentes e foram/podem ser amadas de maneiras diferentes do jeitinho de cada uma. Então sem neura ou drama. Paz e amor minha gente e paciência, vale ressaltar que eu sei o que estou fazendo.

Enfim, esse no gif é o Valentin. Sim, ele é um gato mas é um diabo. Adorohhhh!

Ah e eu revisei o capitulo uma vez, mas erros podem ter passado despercebidos. Desculpem ai meus amores, juro que reviso depois. Alias, eu vou revisar a história inteira e irei mudar uma coisinha ali, outra ali. Nada demais, eu fui ler ela esses dias e quase tive um troço. Booom, é isso, espero que gostem e aproveitem, beijossss<3

Capítulo 47 - Privacy


Fanfic / Fanfiction The Mafia Nanny - Capítulo 47 - Privacy

Valentin fez o sinal da cruz como um cristão benevolente e sorriu entrando na enorme igreja. Estava espirituoso e sentia que devia vir conversar com o padre. Brandon entrou logo atrás de seu chefe e se posicionou na última fileira de bancos, rolando os olhos para toda essa baboseira.

- Que ele não demore muito dessa vez. – respirou fundo e cruzou os braços. – Que deus ajude o padre.

Na sacristia, Valentin já estava de joelhos esperando o padre entrar no confessionário. O senhor que utilizava uma batina preta fitou Valentin com minunciosidade e engoliu em seco. Sabia o que estava por vir e sentia seu sangue gelar. Nem deus salvaria a alma deste homem.

- Padre?

- Sì, mio figlio?

-Ho peccato ... – respirou fundo encenando um homem arrependido. – Ho bisogno di confessare. Mi senti?

-Tenho certeza de que deus irá escuta-lo. – obrigou-se a dizer. – O que te aflige meu filho?

-Cometi alguns pecados  – Fitou os olhos do padre por entre as frestas.- e creio que deus não possa me perdoar por eles. – molhou os lábios. – Eu amei minha irmã como um irmão não deve.

O padre já havia ouvido essa história diversas vezes. Mas sabia que não podia contesta-lo. Sempre era obrigado assimilar o que a alma de Valentin citava. Era doente. Sentia repulsa. Mas não podia negar.

-Às vezes os seres humanos sentem coisas podemos explicar, - o padre disse tentando manter a voz calma. – não se culpe por isso.

-Mas eu devo me culpar padre. – Valentin insistiu. – Eu a amei tanto que a matei. – respirou aliviado. – Me lembro como se fosse hoje, o momento em que a vi morrer.

 

“Valentin observava a irmã minunciosamente. Tombou a cabeça para o lado e sorriu doente enquanto a via se contorcer presa pelas amarras. Amberly gritava cheia de fúria, tentando alcança-lo. Mas o esforço era em vão. Ela estava totalmente dominada  por Valentin.

Como ele sempre quis.

-Hoje não é o dia mais feliz da sua vida? – ele disse abaixando o rosto bem perto do dela. – Porque o meu está esplendido!

-Você é doente! – gritou enraivecida. – Vou matá-lo!

Ele gargalhou com isso. Nem mesmo assim ela deixava de ter a língua afiada.

-Ora irmãzinha, não fique assim. – segurou o rosto de Amberly com força. – Quer ver seus filhinhos?

Amberly se remexeu ainda mais nervosa na cadeira e por pouco não acertou em cheio o rosto de Valentin, que pegou o controle da televisão e ligou. Ele havia mandando estala-la apenas para seu grande show.

Na tela, exibiam imagens das filmagens de um outro galpão em um ponto não localizado da cidade. As duas crianças estavam adormecidas por algum tipo de soro, caídas no meio do chão frio e duro.

-Por que está fazendo isso? – choramingou ela vendo os filhos. – Por quê?

Valentin se abaixou lentamente e sorriu para a irmã que se encontrava em estado de choque. Seu peito subia e descia, tentando controlar o desespero que se apossava de cada célula existente. Tentava calular maneiras de fugir, de conseguir  fazer isso parar. Mas não haviam formas.

-Porque eu te amo. – sussurrou em seu ouvido.- Justin não a ama. Por  isso ele vai ter que escolher entre você – apontou para a tela. – e seu filhinhos.

-Não...

-Ah, sim. Definitivamente sim. – sorriu feliz. – Ele tem quarenta minutos antes que as bombas que eu mesmo programei explodam e matem os três. Seria trágico, não acha?

-Não faça isso por favor...- segurou as lágrimas. – me mate, faça qualquer coisa comigo. Mas não toque nos meus filhos.

-Perderia toda a graça e você sabe que eu adoro uma boa diversão. –deu de ombros. – A bomba acabou de ser ativada. Não há volta.

Balançou a cabeça para o lado e sorriu realmente achando aquela situação engraçada. Amberly – Valentin pensou com desgosto - nunca teve que implorar nada para ninguém. Nem mesmo quando o pai de ambos – Augustos Willians, um militar sádico – deu uma surra na mesma que a deixou de cama por semanas quando eram mais novos. Ela não soltou uma lágrima enquanto levava as chicotadas. Não implorou por misericórdia.

Mas agora ela estava ali, implorando para que seu irmão poupasse os filhos de um destino trágico. Realmente lamentável aos olhos de Valentin. Bem, ela teria que implorar mais para que ele tivesse um pingo de piedade.

-Vou te dar uma luz – disse ele ao tirar uma arma de dentro do casaco preto. – aqui está. Uma arma com uma única bala. Você pode usá-la como bem entender. – respirou pesadamente. – Mas deixo claro que se atirar em mim, ai sim seus filhos estarão perdidos.

Ela avaliou a arma e depois o fitou.

-Como espera que eu a use? – seu tom de voz era pior que um trovão. – Estou impotente. Amarrada a esta droga de cadeira. Você é uma cobra, Valentin. Um ser peçonhento e eu vou mandá-lo para o inferno.

- Oh, querida irmãzinha. Realmente me parte o coração ouvir tais palavras vindas de você. – se fez de magoado. – No entanto, posso superar.

Fez sinal para que Brandon desatasse os nós das mãos de Amberly. Ela tentou revidar quando finalmente estava livre, mas uma de suas pernas estava machucada e logo estava no chão. Ela apoiou as mãos no cimento sujo, encarando o chão cinza mofado com ódio.

-Espero que tenha uma decisão sábia. – ele suspirou colocando o chapéu. – Bom, acho que é a minha deixa. Tenha uma boa noite, irmãnzinha.

Ele jogou a arma no chão e caminhou em passos lentos até a saída do galpão. Mas de repente, Valentin parou e esperou. Estava curioso. Virou-se  para sua irmã e a viu segurando a arma. Ela apontava para a própria cabeça.

- Eu não vou fazê-lo escolher. – ela disse com a voz trêmula. – Se eu já estiver morta, Justin não precisará me procurar.

- Não seja estúpida querida. Eu te amo,adoraria passar anos da minha vida ao seu lado. Mas para que isso aconteça, seu querido Bieber deve morrer. Você pode escolher. Podemos esquecer tudo isso.

Ela soltou uma gargalhada sarcástica.

-Ora, por favor. – limpou o canto da boca onde escorria sangue. – Você não sabe o que é amor, Valentin. Nunca o sentiu. E sabe o por quê? – sorriu com ironia. – Você é um psicopata de merda! E eu nunca ficaria com você!

- Isso não é nada gentíl. – rangeu os dentes. – Nenhum pouco.

- Foda-se. – Amberly respirou fundo. – Eu amo o Justin e sempre vou amá-lo. Não importa o que aconteça, ele sempre vai ter algo que você não é capaz de possuir.

Reprimiu os lábios.

-Amor.

- Você realmente acha isso?

Ela limpou os olhos brilhantes pelas lágrimas.

-Nos vemos no inferno.

E então o barulho de um tiro interrompeu os pensamentos de Valentin.

Amberly estava morta.

 

[...]

 

- Ahhhhh! – Caitlin tirou o vestido azul escuro e o atirou  no sofá da loja. –ficou horrível.

Como uma pessoa sensata, apenas sorri sem mostrar os dentes e continuei passando os olhos pela revista que eu havia comprado na banca dentro do shopping. Caitlin abriu as cortinas vermelhas da provador  novamente e saiu com um vestido laranja não muito legal.

- Estou parecendo uma laranja. – reclamou puxando o tecido. – Nada dá certo! É o cúmulo!

Tombei a cabeça para o lado e estreitei os olhos, sorrindo nenhum pouco muito firme. Abri a boca várias vezes e quando minha voz saiu, me arrependi de ter falado qualquer coisa.

- Não ficou tão...ruim.- Pisco várias vezes. – Digo, daria uma ótima fantasia de carnaval.

- Como eu posso ir em encontro assim, Safira?

Me obriguei a respirar fundo. Depois de quase seis vestidos provados e jogados em cima de mim, acabei me acostumando com suas crises cada vez os tirava. Caitlin me convenceu vir ao shopping  fazer algumas comprinhas. Pois segundo ela, seu closet estava vazio. Sem nenhuma peça de roupa decente para sair essa noite. Eu achava um exagero, mas não queria ficar sozinha em casa. Por isso aceitei.

- Tenho certeza de que você fica linda com qualquer coisa.

- Obrigada, mas não está ajudando. – Respirou fundo. – Isso é culpa dessas vendedoras que não encontram uma roupa decente.

- Caitlin, tenho certeza que as pobres mulheres não...

- Eu posso culpar quem eu quiser – ela resmungou abaixando o vestido sem se importar com quem estava vendo.- Chega. Eu vou ir pelada.

Arregalei os olhos e neguei com a cabeça.

- Não acho que seja muito prudente. – opinei rapidamente. – O que há de tão importante nesse encontro que você está nervosa?

Me levantei, passando os olhos pelas araras de roupas. Caitlin continuava emburrada parada no mesmo lugar, apenas de lingerie. Admirei sua audácia, talvez eu adote a mesma forma de agir.

-Humm, nada. –Caitlin respondeu. –Digo eu vou sair e quero estar apresentável.

- O Ryan não deve se importar muito com o que você veste, Caitlin. – comentei tirando um conjunto de saia e blusinha preta com um forro transparente de dentro das araras. – O que foi?

Noto seu olhar estranho e ela sorri disfarçando.

-Não vou sair com Ryan exatamente. – respondeu olhando o que eu havia pegado. – É um jantar de negócios, na verdade.

Arqueei as sobrancelhas.

-Com quem?

Caitlin não me responde e entra dentro do provador rapidamente como se quisesse fugir da pergunta. Agora eu fiquei confusa. Nego com a cabeça e checo meu celular, notando que havia algumas ligações perdidas e mensagens da minha tia Khloé. Respiro fundo e fecho elas. Sinto dores de cabeça só de imaginar que ainda teria que lidar com a fera das feras.

-Gostei desse. – Beadles para de frente para o espelho. – E respondendo sua pergunta, o jantar vai reunir alguns fornecedores e eu vou ter que ir acompanhada de  Matarazzo.

Abro a boca chocada.

-Logo ele?

- O cara tem se mostrado eficiente nos negócios com a máfia e ele é mais velho e experiente que eu. Por isso Justin quer que ele vá comigo. – Depois de um tempo pensativa, ela se inclinou na minha direção como se fosse segredo. – Ele é um idiota realmente e não estou me arrumando para ele se quer saber.

Soltei uma risada confusa.

-Sequer pensei nisso...-estalei a língua. – mas, por que está tão preocupada em estar bonita e apresentável?

Minha amiga barra segurança pessoal franziu a testa.

-Provocar o Butler. – respondeu simples. – O maldito acha que pode mandar no jeito que eu me visto apenas por estarmos ficando. É ridículo.

- Ah, entendi. Você quer fazer ciúmes.

- Acho que é uma palavra forte demais, mas sim. – deu de ombros tranquila. – Eu quero. Posso suportar Matarazzo se isso for dar uma lição em Ryan.

- Que seria?

- Ele não é meu dono, então não pode ficar exigindo que eu me porte do jeito que ele quer e muito menos não use o que ele não quer.  – respirou fundo e arrumou os cabelos. – Caitlin é somente da Caitlin. Sem donos.

Parei para refletir um momento e cheguei a conclusão de que os seres humanos são espécies complicadas demais para o meu desenvolvimento psicológico.

-É admirável da sua parte.

- Nem me diga. – Se virou para mim. – Acho que devemos comprar alguma coisa para você.

- Não tenho tanta paciência para fazer compras, Caitlin. – resmungo baixo.Mas eu posso afirmar com todas as letras que eu adoro gastar. – Acho que só essas coisas estão boas.

Ela fez uma careta como se estivesse se sentindo ofendida.

-Como posso te falar isso sem parecer grossa? – avaliou e eu ergui as sobrancelhas. – Você se casou com uma homem podre de rico, meu amor. Está vendo esse cartão? – pegou minha bolsa preta, exibindo algumas coisinhas que Justin havia me dado. Tipo cartões de créditos. – é preto. Significa sem limites. Qualquer mulher estaria gastando horrores.

Ri sem mostrar os dentes e disfarcei  um pouco sem graça, notando alguns olhares na nossa direção. A porra de várias mulheres fofoqueiras ficaram curiosas quando escutaram as palavrinhas compostas por “ cartão preto.”

-Isso não significa que eu seja qualquer mulher – dou de ombros. – mas eu realmente preciso de roupas novas. As drogas das minhas calças não estão servindo como antes.

- Isso se chama gordura. E você vai ficar muito maior, acredite. – a olhei horrorizada e ela riu baixo. – O que foi? Existem certas vantagens nisso.

- Fico feliz em saber. – Ironizo rolando os olhos. – Eu realmente não quero me tornar uma vaca leiteira. Esse é meu primeiro e último filho. Nunca  mais vou me submeter a mesma dor duas vezes.

Escutei o riso esganiçado de Caitlin e fiquei surpresa com sua naturalidade.

-Céus, não deveria dizer isso.

- O quê? – bufo. –É a mais pura verdade.

Ela pôs as mãos nos meus ombros e negou com a cabeça, achando a situação extremamente engraçada. Que ao meu ponto de vista, não estava  divertida.

-Uma coisa que eu aprendi com o Justin, querida Safira...- suspirou fingindo cansaço. – É que nunca devemos dizer nunca para algo. 

Ficamos um tempo em silêncio por um tempo e em seguida eu ri. Neguei com a cabeça várias vezes.

-Adoro seu senso de humor, Catilin. – ironizo séria. – Mas nunca é nunca.

- Você é quem sabe.

Ela revirou os olhos e foi tirar a roupa. Depois das imensas compras dela – e algumas minhas...ok, muitas minhas – Stevan e Cyrus carregavam nossas bolsas enquanto nos decidíamos em que restaurante iríamos almoçar. Eu não gostava muito de ficar no shopping pois vale lembrar que já estive presa no meio de um tiroteio dentro de um lugar como este. Mas estava me obrigando à seguir o ritmo de Caitlin.

-Acho que devemos ir ao Drake One Fifty, a comida de lá é divina.

Decidimos que seria esse restaurante e fomos até ele. Quando estávamos entrando, o celular de Caitlin tocou e ela olhou a tela, bufando em seguida.

– Desculpe Safira, eu tenho que atender. Já volto em um minuto.

Revirei os olhos.

Nem sempre me lembro que ela também faz parte da equipe de Bieber.

-Stevan, Cyrus levem essas sacolas para o carro – falei ao notar que estavam pesadas demais. – Por deus, somos muito cruéis.

- Não tem problema senhorita, não nos importamos.

Ah, mas eu me importo.

-Mas eu sim, não devem carregar tanto peso. – eles continuaram imóveis. – Sei que Justin deu ordens para que nenhum dos dois saíssem de perto, mas vou ser sincera, não há perigos aqui e Caitlin está logo ali.

Os dois pareceram ponderar.

-Sem contar que tem mais dois seguranças disfarçados. – ressaltei achando aquilo tudo desnecessário. – Nenhum perigo, como eu disse.

- Certo. – Stevan disse. – Voltamos logo.

Na realidade, eu não faço ideia se tem perigos aqui. Mas eu quero me sentir um pouco normalzinha, nem que seja por um minuto . E fazer isso com dois grandalhões em cima de mim seria um pouco difícil.

Apenas suspirei aliviada e entrei no restaurante que aparentemente não tinha mais vagas. Mas eu aprendi com o tio James que isso é apenas balela, quando se tem dinheiro, sempre haviam exceções e é claro que não foi muito diferente nesse caso. Acho que eu poderia me acostumar com toda essa coisa de luxo e dinheiro a rodo.

Estava sentada em minha mesa – um tanto que afastada das demais – lendo o cardápio pois eu estava morta de fome. Agora eu comia por dois e se levarmos em conta que  normalmente eu já como pra caramba, o lance está um pouco mais sério agora.

-Safira Stiles? – escutei alguém falando com tom de surpresa. – Meus deus, é você mesmo?

Ergui a cabeça em busca da pessoa que estava pronunciando essas palavras e quando o fiz, meu queixo caiu totalmente surpreso. Puta merda.

-Trevor McGregor?

 

[...]

 

Eu ainda encarava Trevor surpresa.

Bem, digamos que é bem difícil ter alguma reação realmente coerente quando seu primeiro namorado – e o cara que tirou sua virgindade – aparece na sua frente depois de quase cinco anos sem notícias.

Confesso que nunca fui morta de amores por ele, mas digamos que eu era uma adolescente meio idiota que achava o máximo estar namorando alguém do time de Rugby. Ele tinha aqueles olhos azuis claros e um sorriso cativante que combinava com o cabelo loiro sempre em um topete.  Ele é lindo, mas suas intenções comigo não eram as melhores.  Mas de qualquer forma, ele não mudou muito com o tempo. Apenas ficou...mais sério.

-Trevor, quanto tempo!– sorri franzindo a testa. – Fazem o quê? Cinco anos?

- Como é bom te ver. – me abraçou de forma desajeitada por eu estar do outro lado da mesa. - Não consegui acreditar quando a vi entrando no restaurante. – disse com um sorriso galanteador no rosto. – Você está diferente, está mais bonita.

Abri um sorriso forçado e um pouco surpreso.

-Obrigada, Trevor. – balancei a cabeça. – Bem, você quer se sentar?

Diga que não...

Não que eu guardasse rancor dele por ter me trocado pela  Jamie Edwards, a bonitona líder de torcida que tinha aqueles peitos enormes e uma bunda de invejar qualquer uma. Realmente, me senti bem mal na época mas acabei me esquecendo com o tempo. Mas isso não quer dizer que eu queira bater papo com ele.

-Claro...- se sentou e ficou me olhando embascado. – Não imaginava que estivesse em Toronto, visitei Londres há algumas semanas e me encontrei com seu primo, ele disse que você estava em Nova Iorque.

Oh, então ele andou perguntando de mim?

-Na verdade, eu estava...estou fazendo faculdade em Nova Iorque. – falei calma mas ainda sim um pouco ansiosa. – Mas vim visitar Toronto por uns tempos.

Merda, merda.

-Interessante, está fazendo medicina não é mesmo?

Assinto rápido. 

-E você, o que anda fazendo da vida?

- Entrei para a faculdade de culinária, acredita? – exclamou me assustando. – Eu, logo eu! Foi uma surpresa para todos.

- Realmente, isso é bem novo. Você nunca soube cozinhar. – lembrei de todas as vezes que sua mãe reclamava de Trevor por nunca fazer nada em casa. – Esse restaurante é?

- Meu? Oh, não. É de um amigo. – respondeu rápido. – Na verdade, estou abrindo meu próprio restaurante aqui em Toronto, mas a inauguração é amanhã  à noite. Você devia ir.

Nos fitamos e eu vejo expectativas em seus olhos. Trevor sorri da mesma maneira que fazia minhas pernas bambearem quando éramos mais novos. Mas dessa vez não me faz sentir absolutamente nada. Que porra mesmo.

-Não sei se poderei ir...- começo. – mas tentarei.

- Ótimo! – passou a mão pelos cabelos. – E você está casada?

Meus olhos correm para onde ele está olhando e vejo a aliança de diamantes. Oh, droga.

-N-na verdade não.  – respondo e me arrependo em seguida. – Isso é, bom, eu comprei sabe, de brincadeira. Eu não estou casada.

Como mentirosa, eu sou uma ótima médica.

-Brincadeira?

- É, sabe. Eu estou namorando, na verdade. – fechei os olhos frustrada. – E eu e meu namorado temos uma piada interna. Enfim, não é nada demais.

Tiro a aliança e guardo no bolso da minha calça.

Trevor assente ainda desconfiado, mas ele sempre foi meio burro então não duvido que logo esqueça isso.

-Seu namorado é um cara de muita sorte.

- É sim. – sorrio me lembrando de Justin. – Alias, temos uma relação ótima.  Ele é o cara certo pra mim.

Sentiu a indireta Trevor? Pelo visto sim.

-Realmente. – sorri sem graça. – Espero que ele saiba te tratar melhor do que eu. Confesso que fui um idiota há cinco anos em relação a você e a Jamie.

Respiro fundo e tomo um pouco de água. Eu não devia ter mentindo. Mas o que eu iria responder? Ah, Trevor. Estou casada com um mafioso bem perigoso e estou grávida dele. Isso está fora de contesto.

-Não tem problemas, eu já superei isso.

O rosto de Trevor ganha uma tonalidade avermelhada e eu acho isso incrível. É bom ele se sentir culpado mesmo.

- É um alívio saber disso.

Os olhos de Trevor fitam algo atrás de mim.

Sinto mãos em meus ombros e meu corpo fica tenso.

-Querida, espero que não tenha te deixado muito tempo esperando. – Justin se senta na cadeira ao meu lado. Ele tem um sorriso cético nos lábios. – Quem é seu amigo?

Isso é um aviso para quem pensa que as coisas não podem piorar.

Pode sim.

 

[...]

 

Se eu pudesse me esconder no deserto do Saara, acredite, eu o faria. Eu não faço a mínima ideia de como o Justin chegou tão rápido ou o porquê de diabos ele estar aqui. Eu só sei que quero virar uma gelatina e escorregar para dentro de um ralo.

-Sou Trevor McGregor e você?

Justin tomba a cabeça para o lado e avalia Trevor.

-Justin Bieber, o mar...- dou um chute na perna dele. – O que foi?

- Ele é meu namorado. – falo rapidamente rindo de maneira idiota. – Trevor é um colega de escola, querido. Nos encontramos por acaso.

- Sim. – Trevor estreitou os olhos. – Na verdade, eu era namorado dela.

Epa. Mas o que diabos está acontecendo aqui?

-Ainda bem que você ressaltou o ERA. – Bieber disse entre dentes. – Enfim, creio que minha mulher esteja cansada. Devemos ir embora agora mesmo. Se despeçam.

Passo a língua nos lábios e fito Justin de modo sério.Mas ainda sim, tenho uma pitada de diversão em mim. Ele está com ciúmes é isso?

Eu não deveria estar achando isso tão engraçado.

-Mas Safira ainda não comeu nada.

Querido McGregor, acho melhor ficar quieto pois Bieber está quase te esganando e é capaz de eu ficar apenas observando. Não que eu seja do tipo cruel, é claro.

-Acho que ela não esteja com tanta fome assim. Não é mesmo?

Senti os dois olhando para mim.

Decido que não irei provocar Justin dessa vez.

-Realmente, não tenho tanto apetite. – Fito Trevor. – Foi um prazer revê-lo, Trevor.

Me levanto sendo acompanhada por Justin que passa os braços ao redor da minha cintura de maneira possessiva. Credo, quanta imaturidade.

-Digo o mesmo, Safira. – ele beija minha mão e Bieber quase morre ao meu lado. – Não se esqueça da inauguração amanhã.

Sorrio gentil.

-É claro que não. – concordo e olho para Justin. – Vamos?

Ele força um sorriso e praticamente me arrasta para fora do restaurante. Uma pena pois eu realmente queria provar a comida dali. Onde diabos Caitlin foi parar?

-Pensei que estivesse trabalhando no Red.

Ele me fita de rabo de olho.

-Eu estava. – se mantém sério. – Até um dos meus seguranças ligar e avisar que minha esposa estava de papo com um desconhecido.

Arqueio as sobrancelhas.

-Trevor não é um desconhecido.

Atravessamos a rua rapidamente e vejo que a limusine estava parada do outro lado, com Caitlin parada um pouco a frente com sua Range Rover rosa choque. Ela me lança um olhar cúmplice.

- Vamos conversar em casa. – abre a porta do carro. – Entre.

- Justin...

- Não vou repetir.

Com esse tom de voz nenhum pouco carinhoso, entro no carro sem contestar. Ele também entra e fica em silêncio, sem nem mesmo me olhar.

Ouch.

Bipolaridade está estampado na testa desse homem.

 

[...]

 

Fomos para casa e eu acho que acabei cochilando no caminho, pois quando eu abri os olhos. Justin estava me carregando escadas acima, indo para o quarto. Continuei a atuação e ele me colocou na cama, com Alfred parado na porta. Espiei disfarçadamente como uma criança.

-Prepare um lanche para a senhora Bieber. – fecho os olhos quando ele olha na minha direção.- Ela deve acordar com fome.

- Perfeitamente, senhor. – Alfred assente. – Ah, e senhor Bieber. Fiz o que me pediu. Matriculei os gêmeos na melhor escola para crianças dotadas de Toronto, eles podem começar na semana que vem.

- Obrigada, Alfred.  – Justin disse. Hum, ele conhece as palavrinhas mágicas. – Minha mãe já está em casa?

- Sim, senhor. Taylor disse que ela se encontra sedada no momento. Precisa de mais alguma coisa?

- Não, é só isso.

A porta fecha e ficamos sozinhos no quarto. Bieber fica parado ao lado da cama por um tempo, antes de ir até o banheiro. Continuo de olhos fechados, mas os abro quando noto que o chuveiro foi ligado. Me sento na cama e um sorriso brota nos meus lábios.

Céus.

Ele fez o que eu pedi.

As crianças vão a escola. Isso é incrível.

Me levanto furtivamente da cama e espio Bieber pela fresta da porta. Ele está bravo por Trevor é óbvio. Eu deveria ficar puta com isso, mas está sendo estranhamente animador.

Não exatamente o que estou pensando, mas nem mesmo noto quando tiro minhas próprias roupas e entro no banheiro, o vendo de costas para mim. Com a água caindo por todos aqueles músculos maravilhosos. Puta merda, estou virando uma louca maníaca por sexo. Deve ser o líbido de grávida. As mulheres ficam com um apetite sexual fora do comum nessa fase.

-Pensei que estivesse dormindo.

Justin permanece de costas para mim. Ainda está irritado.

-Preciso de um banho.

Sua respiração é lenta e ritmada.

-Temos diversos banheiros nessa casa.

Entro no box colando meu corpo no dele. Meus seios ficam rígidos imediatamente e minha pele queima com tão pouco contato.

-Acho que prefiro ficar aqui mesmo. – passo as mãos por seus ombros. – Não está bravo por Trevor, está?

Seu corpo fica tenso e de repente fui prensada contra a parede com força.

-Namorado, Safira? – murmura baixo e ameaçadoramente. – Sou seu namorado porra nenhuma. Existe um motivo para que essa aliança esteja no seu dedo.

Ao invés de ficar com medo, eu apenas sorrio divertida.

-Veja quem está com ciúmes agora. – sussurro em seu ouvido. – Fica tranquilo querido, não fiz por mal.

- Não estou com ciúmes. – responde com a boca perto do meu pescoço. – Apenas cuido do que é meu e aquele cara tem claramente segundas intenções.

Aperto seu corpo contra o meu e beijo sua pele tatuada.

-Mas veja só com quem eu estou agora. – sorrio maliciosa. –Ora, Justin não seja infantil. Não há motivos para ficar bravo. – fito seus olhos. – Você tem uma esposa necessitada para cuidar.

Minhas carícias parecem funcionar, pois Bieber atreve sua língua na minha. Entrelacei minhas mãos no seu cabelo e decidi ser um pouco mais ousada, descendo minha mão para o seu pau que já estava duro.Suspirei ao sentir o membro do homem com quem eu me casei. Sério, isso não podia ficar melhor.

-Safira...- meu corpo estremeceu ao escutar meu nome saindo de seus lábios. Minha mão continuou com os movimentos de vai e vem lentamente, achando tudo isso muito prazeroso, tanto para ele, quanto para mim.

Suas mãos estão na minha cintura, apertando minha pele com força. Ele joga a cabeça para trás na medida em que meus movimentos se intensificam me dando uma visão privilegiada dos seus lábios entre abertos de uma maneira muito sexy. Bieber estremece e goza na minha mão enquanto a água escorre por nossos corpos. – Caralho.

-Olha a boca, amor. – jogo uma piscadela. – Acho que devo sair, você não está com humor para...

Ele me puxa para si, beijando minha boca forte e duro. Sorrio com isso e minhas pernas entrelaçam seu quadril enquanto meu corpo é jogado contra o mármore chique do banheiro. Bieber morde meu ombro e em seguida segura meu rosto, fitando meus olhos de maneira intensa.

-Ainda está com fome?

Passo as mãos pelo seu rosto e sorrio.

-Não faz ideia.

Ele sorri maliciosamente também.

-Vamos, esposa. Vou te alimentar.

O box se tornou um dos meus lugares favoritos daquela casa.

 

[...]

 

-Pegaram tudo? – perguntei aos gêmeos e eles assentiram. – Mesmo? Não estão esquecendo de nada?

Bieber que estava do meu lado bufou impaciente.

-Safira, é a terceira vez que você pergunta isso desde que saímos de casa. – avisou negando com a cabeça. – Está atrasando eles.

Hoje é o primeiro dia de aula dos gêmeos e eu estava muito animada. Talvez um pouco mais que eles. Mas não importa. A escola é para crianças muito inteligentes e eu tenho certeza que minhas crianças iriam suprir todas as expectativas colocadas em cima deles. Eu amo esses dois.

-Não seja chato, Bieber. – me levanto notando que realmente, eles precisavam entrar. – Qualquer coisa, liguem para o meu celular.

- Vamos ficar bem, Safira. – Max disse um pouco envergonhado. – Sabemos o que fazer.

- Você fez a gente ler o manual de instruções sobre a escola umas quatro vezes. – Agatha completou. – Estamos tranquilos.

Bieber me olhou de sobrancelhas arqueadas.

-Viu?

Reviro os olhos e sorrio para eles.

-Tudo bem, estou sendo dramática. – suspiro ainda nervosa. – Acho que devem ir agora. Meu beijo...

Cada um deposita um beijinho nas minhas bochechas. Bieber ainda um pouco duro, bagunça os cabelos deles  e eu lhe lanço um olhar feio.

-Boa aula. – ele diz sorrindo. – Lembrem do que eu falei, se implicarem com vocês...

- É só dar um soco.

Completaram contentes.

-Ok, podem ir.

Eles entraram para a escola acompanhados da inspetora .

Fitei Justin.

-Um soco, é sério?

Ele dá de ombros colocando os óculos escuros.

-Quando eu tinha a idade deles, não costumava ser muito popular na escola. – ele segue para o carro e eu faço o mesmo curiosa. –E geralmente apanhava dos caras mais velhos, era terrível. Até que meu pai me mandou dar um soco neles.

Franzo a testa e continuo curiosa.

-E?

Ele deu de ombros. – Fiz o que ele mandou.

O motorista segue caminho para a clínicas da doutora Peterson. Hoje temos consulta para saber o sexo do bebê. Mas eu já imaginava. O exame que fizemos pode ser realizado aos dois meses de gravidez, é caro, mas dinheiro é o que não falta. Confesso que estou um pouco ansiosa.

-Adiantou alguma coisa?

- Eu apanhei. – deu de ombros. – Mas serviu para me tornar mais forte. Depois de um tempo, eu que comandava aquela porra de colégio. Fazia algumas coisas ilegais, como vender bebida para menores de idade, conseguir uma coisa ou outra.

- Criminoso desde o berço. – nego com a cabeça. – Sabe, você me disse que o primogênito da família sempre se torna o líder principal da máfia. E a Agatha é sua filha mais velha.

Mesmo que por alguns minutos.

-Agatha e Max vão dividir o poder. – respondeu com simplicidade. – Eles pelo menos vão ter com quem dividir o trabalho duro. Sempre fui sozinho em tudo, meus irmãos não tinham idade o suficiente para me ajudar nos negócios. 

- Você nunca fala deles.

Ele dá de ombros.

-Não tem muito o que falar. Eles moram com a mãe em Los Angeles, a Jazzy já tem dezessete anos e o Jaxon quinze. Vejo eles às vezes e temos  uma relação estranhamente boa. – Dá de ombros. – Prefiro mantê-los longe disso tudo.

Assinto rapidamente.

Minha relação com Bieber melhorou muito desde nosso momento íntimo no banheiro. Criamos uma rotina onde ele vai trabalhar exatamente às oito em ponto e eu vou para o jardim da mansão que precisava de cuidados. Passava um tempo com as crianças e falava com Damien e Ely por algumas horas. Também conversei com Agnes e ela está feliz por mim. Mas Liam não conseguia engolir isso de jeito nenhum. No momento eles estão em Greenwitch com Charlotte. A garotinha ainda não gosta de mim e está rancorosa pois Agnes finalmente contou que está grávida.

Ela não reagiu muito bem, sabe.

Não a culpo. Acho que ela puxou todo esse drama de mim.

Também consegui falar com o vô Herny e eu posso dizer que amo esse senhorzinho . Queria que todos se dessem bem para que tivéssemos uma reunião familiar sem que ocorram tiros. Mas ainda é sonhar demais.

Na realidade, sinto que isso aconteceria em breve. Pretendo ir visitar tia Khloé dentro de algumas semanas e...acho que devemos colocar as cartas na mesa de uma vez. Mas eu só espero que não exploda nenhuma bomba.

-Precisamos contar as crianças sobre o bebê.

Falo de repente.

Ele me fita curioso.

-Acho que é um pouco tarde, amor.

Franzo a testa confusa.

-Como assim tarde?

Ele me olha divertido.

-Eles já sabem.

 

[...]

 

Eu acho essa mistura de gelatinosa estranha.

E é mais estranha ainda quando Edythe a passa na minha barriga. Eu estava entrando nos terceiro mês. Ela não está muito grande, mas já é possível notar uma protuberância naquela região.

Justin está parado do outro lado do consultório, evitando olhar para a tela do ultrassom. Até mesmo eu focava mais nas minhas unhas do que na tela. Edythe tagarelava feito uma matraca, mas eu não prestava muita atenção.

-O que acha que vai ser, Safira? – ela perguntou com curiosidade.

-Prefiro guardar isso para mim mesma.  – respondo com um sorrisinho nervoso no rosto. – E você, Justin?

Ele estava com os braços cruzados e uma expressão que indicava o nervosismo dele. É um pouco engraçado até.

-Você não conseguiu arrancar  isso de mim em uma semana, quem dirá agora. – respondeu e eu rolei os olhos. – Só...veja logo, Edythe.

A médica sorriu e ajeitou os óculos, avaliando a tela.

-Hmm...interessante. – disse tombando a cabeça para o lado. – Realmente interessante.

Fico curiosa.

-O que foi?

-Eu já esperava por isso, mas agora foi possível confirmar. – ela se vira para nós. – Parabéns, Bieber. Sua linhagem de gêmeos vai continuar. São dois meninos.

Pisco duas vezes.

Justin Bieber definitivamente é uma cobra.


Notas Finais


Estou morta! Dois menininhos!
Espero que tenham gostado hahaha pq eu amei!

Império de Sangue:

https://spiritfanfics.com/historia/imperio-de-sangue-9735669

Imperfeitos Trailer: https://youtu.be/dP-U1UtBTn0

TMN:

Trailer 1: https://youtu.be/Xgb6WZHaTzI
Trailer2: https://youtu.be/Xgb6WZHaTzI
Trilha Sonora de TMN: https://www.youtube.com/playlist?list=PLnxmDo9ypohpg6os9qrbkdk6Hu9kzrIVF

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É isso meus amores, beijokas💖


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