História The Mafia Nanny - Capítulo 48


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Agatha, Babá, Comedia, Criminal, Gêmeos, Justin Bieber, Máfia, Max, Morte, Romance, Safira Stiles, Tragedia
Visualizações 2.597
Palavras 3.347
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oláaaaaaa, tudo bom?

Leiam as notas finais, por favor <3



Capitulo não revisado.

Capítulo 48 - Family


Fanfic / Fanfiction The Mafia Nanny - Capítulo 48 - Family

Minha antiga casa em Londres era um dos lugares que eu mais amava no mundo. Eu havia passado minha infância e adolescência  naquele lugar. Lembro-me de pular a janela do meu quarto toda vez que ficava de castigo e ir para a casa do Ely que era de frente para a minha.  Também costumava ficar brincando no parquinho que tio James havia montado especialmente para mim quando eu tinha oito anos.  Também teve a vez que o Jude me empurrou do telhado e eu quebrei a perna, tendo que andar de muletas por alguns meses. 

Ou quando a tia Khloé descobriu que o Jude estava fumando maconha e saiu correndo atrás dele com um rolo de macarrão pela rua. Eu poderia ficar horas contando sobre as coisas que já aconteceram naquela casa. Poderia mesmo. Mas agora eu só penso no que vai acontecer agora.

Estou em Londres, no meu antigo bairro. É um lugar agradável e muito bom para ser morar com a família, mas nada parece ter mudado. Como se eu tempo não passasse ali.  Acho que foi um dos motivos pelos quais eu e Ely tenhamos nos mudado.  Tudo sempre é muito pacato e relativamente chato.

- Eu não sei se consigo entrar. – murmuro respirando fundo. – Tudo parece tão diferente e igual ao mesmo tempo.

Bieber havia deixado tudo preparado para a nossa chegada. Assim como todos seguranças, até mesmo a casa que vamos ficar – ele não gosta de hotéis – por alguns dias. Duas semanas no máximo. Mas qualquer coisa poderia acontecer até lá, mudando nossos planos.

- Você está muito nervosa, amore.  – Bieber abraçou meus ombros. – Não é como se você estivesse visitando uma leoa.

O olho de sobrancelhas erguidas.

- Está bem claro que você não conheceu a minha tia. – devolvo arregalando os olhos. – Acho que devemos voltar amanhã. É, isso mesmo.

Agarrei a mão dele de volta e tentei o puxar para o carro novamente. Bieber não moveu um músculo. Respiro fundo quando ele rola os olhos e me puxa para o outro lado da rua. Céus, eu estou parecendo uma criança com medo de levar bronca.

Seguimos pela estradinha de pedra que levava até a varanda cheia de flores da tia Khloé. Nossa casa é bem típica da Inglaterra, geralmente elas são mais velhas do que pensamos. Não é atoa que os ingleses sempre vivem com a história na ponta da língua. Tudo que é velho sempre é muito valorizado.

Aperto a campanhia dourada e fito Bieber.

- Não está nenhum pouco ansioso? – pergunto baixo.

Ele nega com a cabeça.

- Receoso talvez?

Novamente ele nega.

- Safira, eu já enfrentei muita gente nessa vida. Não vai ser a sua tia que vai me intimidar. – diz meio risonho e acende um cigarro. – O que foi?

Dou de ombros.

- É melhor apagar isso ou ela vai te fazer engolir. – ele me olha com desdém. – É sério.

Meu tio fumou cigarro uma única vez dentro de casa. E ele aprendeu muito bem a lição ficando internado no hospital por causa da titia. Ela é contra essas coisas e eu acabei pegando essa aversão também. Nunca vi muita graça nesse troço além de feder.

O barulho de passos no corredor interrompeu meus pensamentos e a porta abriu, revelando meu primo – filho de uma mãe – Jude. Ele franziu a testa confuso, como se não estivesse acreditando que eu estava ali mesmo.

- Fedelha?

Rolo os olhos.

- Sua estupidez me comove toda vez que eu o vejo,  Jude. – Sorrimos e ele me puxa para um abraço. – Meu deus, você ficou forte. Não está tomando bomba, está?

Ele me solta, mas continua com as mãos nos meus ombros.

- Engraçadinha.

Balanço a cabeça.

- Jude, esse é o Justin...- os apresento animada. – Ele é meu...

Marido.

- Estamos juntos. – Bieber me interrompe colocando um dos braços no meu ombro e erguendo outro na direção de Jude.  – Safira me falou muito de você.

Isso é uma grande mentira. Eu nunca fui muito de compartilhar sobre a minha vida com outras pessoas, nem mesmo Bieber mudou isso. Então, não é como se ele realmente tivesse ouvido falar sobre Jude sem suas pesquisas malucas.

Jude Stiles se mostrava bem espantado.

- Agora eu realmente estou surpreso.

Bufo e rolo os olhos.

- Jude quem está na porta?

Ouço uma voz feminina e logo tia Khloé aparece na porta.

- Safira?

Abro os braços.

- Surpresa?

 

[...]

 

Tia Khlóe coloca uma xícara de chá na minha frente e depois entrega uma para Justin também, que lhe lança um sorriso largo mostrando suas lindas covinhas. Minha tia cora e logo se senta em sua poltrona azul.

Jesus, esse idiota conseguiu conquistar até mesmo minha tia.

- Querida, por que não avisou que viria?

Bebo um pouco do chá e encolho os ombros.

- Bem, eu pensei em fazer uma surpresa.  -  murmurei  a fitando. – Justin estava vindo à trabalho e achou uma boa ideia passarmos aqui.

Eu não sabia exatamente o que faria. Só...quero trata-la da melhor maneira possível antes de abordar o assunto da doença. Titia sempre foi muito histérica com essas coisas e bem, apesar dela estar disfarçando o penteado, é possível ver uma falha de cabelo transparecendo nas laterais. Me senti despedaçada com isso.

- Ora, você realmente achou um rapaz de ouro. – ela disse sorrindo para o Bieber. – Eu adorei a surpresa. Estava com saudades, querida.

- Eu também, titia. – suspiro deixando minha xícara de lado. – Onde está James?

- Oh, James teve uma emergência no hospital. – respondeu tranquila.  – Ele vai morrer quando souber que está aqui. Sabe o quanto ele te ama.

Sorrio para ela. Não consigo imaginar essa mulher doente. Digo, ela tem quarenta anos e aparenta ter dez anos à menos. Sempre falante e animada, um pouco maluca talvez. Mas, simplesmente não consigo imagina-la definhandio em uma cama de hospital.

- Titia, podemos conversar à sós ? – pergunto lançando um olhar para Justin e meu primo. – É importante.

Seu olhar muda e ela parece ficar tensa. Mas não deixa de sorrir.

- Claro, venha. Vamos ir até o jardim.

Assinto e me levanto, sendo seguida pelos olhares atentos de Bieber. Credo, muito protetor.

O Jardim estava florido apesar do mal tempo. Em Londres está quase sempre chovendo e se tornava um pouco enjoativo o clima deprimente. Mas eu gostava. Me sentia muito bem.

- São jacintos – falo observando as flores. – não estavam ai quando eu parti.

Ela para os observa também.

- São novos. Plantei eles tem algumas semanas.

Cruzo os braços.

- Amarelos?  - arqueio as sobrancelhas. – Não tem um significado muito bonito.

Jacintos amarelos significam medo, cautela. Tínhamos costume de plantar flores novas de acordo com nossos sentimentos. Era uma tradição de família.

- Você parece preocupada, querida. – Khlóe coloca a mão em cima do meu ombro. – O que está havendo?

Espero ela se sentar no banquinho junto à mim.

Coço a nuca sem saber exatamente o que fazer ou falar.

- Tia...- começo respirando fundo. – Tem alguma coisa que queira me contar?

Ela franze a testa e brinca com suas unhas perfeitas.

- Eu...- respirou fundo e ficou em silêncio por um tempo.  – Muitas coisas aconteceram, Safira. Muitas mesmo. – engoliu em seco. – Só que, eu não queria encher sua cabeça com os meus problemas.  Não são importantes.

Meus olhos começam a arder.

- Não são importantes, titia? – questiono com a voz embargada. – A senhora sabe que é a pessoa mais importante no mundo para mim.

- Ah, meu amor. – ela me abraça emocionada.  – Sinto muito.

Mordo os lábios e tento sorrir, o que acaba saindo como uma careta.

- Está perdendo cabelo. –  minha voz sai em um sussurro baixo. – Eu te daria um diagnóstico, mas prefiro ouvir da sua boca.

Ela sorri e toca meu rosto delicadamente.

Khloé é minha mãe. Tia. Tudo.

- Eu tenho um tumor na cabeça.

Um tumor cerebral pode ser agressivo e não agressivo. Sendo o não, com mais chances de cura. Mas o agressivo, bem, ele corre risco de voltar até mesmo depois da cirurgia. É complicado e tem que ter um tratamento intensivo. O  da titia - segundo as informações que foram direcionadas para Justin - é tratado como câncer por ser maligno.

Fecho os olhos deixando as lágrimas caírem com força. Deito minha cabeça em seu ombro e a balanço em negativo.

- Isso não é justo. – choro inconformada. – Você é uma pessoa tão boa, não merece isso.

Khloé riu baixo.

- Às vezes coisas ruins acontecem com pessoas boas, Safira. – murmura segurando minha mão. – E não podemos fazer nada para evitar.

Nego engolindo os soluços.

- Você vai trata-lo, não vai?

- Ora, Safira Stiles! Você já me viu não lutar por algo? – gargalhou batendo no peito. – Faço isso ou não me chamo Khloé Stiles! 

Solto uma risada baixa.

- Certo, a senhora é muito forte. Vamos passar por essa juntas. – beijo sua bochecha. – Como uma grande família.

Ela assente e suspira alto, abrindo um sorriso malicioso.

- Uma família que aumentou.

Prendo o ar.

- Como assim?

- Safira, sou sua tia-mãe. Acha que eu não sei o que você andou fazendo nesse último ano?

Acho que eu poderia cair mortinha no chão.

- Como assim, titia? Não estou entendendo.

Me faço de desentendida.

Khloé se levantou negando com a cabeça.

- Safira, eu sei que você não está mais trabalhando no hospital de Nova Iorque. E que trancou a faculdade de medicina na NYU.  – seus olhos são travessos. – Não achou que poderia esconder de mim por muito tempo, achou?

Engulo em seco.

- Eu iria contar! – falo rápido. – Eu juro! Só que...como descobriu?

Titia suspira e nega com a cabeça levemente.

- Tenho certeza de que escondemos muitos segredos.

Fito seus olhos azuis reluzentes.

- Creio que podemos colocar todos eles na mesa, não acha? Nosso bairro é bem grande para uma volta.

Respiro fundo.

- A história é bem longa, titia. Vai ser mais de uma volta, acredite.

Ela dá alguns tapinhas nas minhas costas.

 - Bom, acho melhor começarmos logo.

Foi quando eu contei a história da babá da máfia para minha tia.

 

[...]

 

Justin toca meu braço delicadamente e sorri, ficando ao meu lado enquanto eu estou sentada na cama do meu antigo quarto. Ergo uma foto minha no meu aniversário de nove anos e balanço a cabeça.

- Você era uma gracinha. – murmura com a cabeça no meu ombro.  – Espera, eu me lembro disso.

Franzi a testa vendo que ele pegou uma das fotos que estava bem no fundo da caixa. São fotografias tiradas antes da minha vinda para a família Stiles. Ou seja, de quando eu ainda morava com Liam e Agnes. Eles nunca apareciam nas fotos, apenas eu em alguns momentos que não me lembro.

Peguei a foto, me vendo com aparentemente cinco anos ao lado de um garoto um pouco maior. Ele estava puxando minha trança e exibia um sorriso maligno para a câmera enquanto eu não parecia nada feliz. Sou eu e Justin. Reconheço esse sorriso em qualquer lugar.

- Parece que nos conhecemos bem antes do que pensávamos. – murmuro incrédula. – E você tem sangue ruim desde pequeno. Olha isso!

Bieber ri e revira os olhos, puxando a foto da minha mão.

- Para a sua informação, você era uma criança bem irritante.  – Alega me deixando chocada. – O que foi?

O fuzilo com o olhar.

- Eu só não vou reclamar porque sei que é verdade. – Eu era uma criança bem chata mesmo.  – Como nossos pais puderam pular da amizade para o ódio repentinamente?

Essa foto minha com o Justin há anos atrás, mostra que em algum momento eles viveram em paz. Uma harmonia que foi substituida pela raiva e o desejo de acabar um com outro. Afetando até mesmo pessoas que não tinham nada haver com aquilo. Como isso aconteceu?

- O mundo no crime é incerto, Safira. Amigos podem se tornar inimigos, assim como inimigos podem ser tornar seus maiores aliados. – respirou fundo parecendo remoer algo. – Eu sei muito bem disso. E meus pais também.

Fecho a caixa e o fito.

- Não quero isso para os nossos filhos, Justin.  – admito em voz alta pela primeira vez. – Querendo ou não, os Turner são a minha família e eu não vou afasta-los. Pelo contrário, os gêmeos não vão crescer em um ambiente de ódio. Já deixo isso bem claro desde agora.

Ele fica em silêncio por um tempo e então suspira pesadamente.

- Eu já imaginava isso. – sussurrou no meu ouvido. – Será bom e ruim.

Bieber segurou minhas mãos e ficamos nos fitando intensamente.

- Será bom, pois eles poderão ter uma família grande. E ruim porquê vou ter aturar o mala do seu pai.  

Acho que ele não pretendia soar suave ou extraordinário.  Mas foi como música para os meus ouvidos. Deposito um beijo em sua bochecha, mas não contente, ele segura meu queixo e puxa minha boca contra a dele. Seu beijo é terno e doce. DOCE. É maravilhoso.

Bieber se afasta e sorri para mim.

- Como foi a conversa com a sua tia?

Suspiro e fito a janela, vendo a rua calma.

- Libertadora. – admito voltando meus olhos para ele. – Eu precisava disso, não aguentava mais mentir.

Contei tudo para Khloé e eu nunca me senti tão leve. É claro que eu fiquei receosa dela talvez não aceitar todas as decisões que eu tomei. Mas parece que titia sempre vai estar um passo à minha frente. Isso é verídico.  E hoje pela primeira vez  eu senti medo de perder alguém tão especial. Essa mulher me deu carinho, atenção, me ensinou as coisas da vida quando eu fui deixada para trás pelos meus verdadeiros pais. Não que eu guarde mágoa de Liam e Agnes. Eu já entendi que eles fizeram aquilo para o meu bem. Mas Khloé, James e Jude são e sempre serão a minha família. Não importa o que aconteça.

Bieber me puxa para si e beija minha testa.

- Aquela mulher definitivamente não é como as pessoas que eu conheci. – admite soltando um riso fraco. – Ela vai ficar bem. Vamos garantir isso.

Concordo lentamente. Eu realmente quero pensar o melhor.

Faria de tudo por ela.

Apoio minha cabeça em seu peito e respiro fundo. Isso está me deixando deprimida demais.

- Sabe o que eu queria agora? 

- Chocolate pra variar. – Resmunga.

Acabo rindo de seu tom.

- Não, não é. – devolvo divertida. – Mas é comida sim. Estou com fome. Esses bebês me dão fome, Justin.

- Sabe que não pode ficar comendo qualquer coisa, querida.

- Por favor, imagine se os Bieberzinhos nascem com cara de comida? – ameaço séria. – Isso vai ser culpa sua.

- Bieberzinhos? – ri incrédulo. – É sério?

Dou de ombros.

- Ainda não escolhemos os nomes.

Bieber se ajeita melhor, parecendo pensar.

- Precisamos resolver isso.  – decreta realmente levando à sério. -  Já pensou em algum?

Na verdade, de vez enquanto eu me pegava passando as mãos na barriga e ficava conversando com os bebês.  Mas sendo sincera? Eu sou péssima em escolher nomes. Não é atoa que meu primeiro cachorro se chamava OZ e sim, foi em homenagem ao mágico de OZ. Não é atoa que ele desapareceu em um passe de mágica. Mas não estamos falando de cachorrinhos e gatinhos. E sim dos meus filhos.

Nunca quis ter filhos para ter nomes em mente.

Complicado.

- Por que não escolhe? – sugiro a ele. – Afinal, eu já os carrego. Você tem que fazer alguma coisa também.

Ele fica em silêncio por um longo tempo.

- Que tal...- Murmurou pensativo.  – Hayden e Oliver?

Me viro para ele.

- São lindos. – sorrio realmente contente. – Hayden e Oliver Bieber.

- Agatha e Max vão adorar.

Concordo com ele.

- Claro que vão.

E é nesse momento que tudo se torna realmente real.

Construímos uma família.

 

[...]

 

- Gostosa.

Me viro para Bieber que está arrumando sua gravata.

Arqueio as sobrancelhas.

- Não está um pouco...estranho?

Estou usando um vestido verde colado ao corpo, com alguns detalhes imitando folhas que descem ao redor da minha cintura. Meu cabelo curto está perfeitamente feito, com alguns cachos soltos e minha maquiagem é clara, mas ao mesmo tempo marcante.

Estamos na mansão que Justin alugou em Londres, em um bairro nobre da cidade. Bieber tem um evento importante para ir hoje à noite, se não me engano é de alguns sócios importantes da empresa dele. Seria meu primeiro evento oficial como a senhora Bieber.

Eu estava nervosa é claro.

Mas não sei, tem alguma coisa me incomodando nisso tudo.

Como se alguma coisa fosse acontecer.

- Safira, você já trocou de roupa quatro vezes.  – ele resmungou parando na frente do espelho. – Está bom assim.

Concordei e me virei, o vendo atrapalhado com o nó da gravata. Vou até ele e o ajudo com aquilo. Termino de fazê-lo, levantando meus olhos e notando que Bieber me fitava de um jeito estranho.

- O que foi?

Ele abre um sorriso malicioso.

- Estou pensando seriamente em não ir nesse jantar porcaria nenhuma. – Agarrou minha cintura. – Você está tão deliciosa, esposa.

Seus lábios encontram o meu pescoço e eu rio me afastando.

- Não me arrumei atoa, querido. – Calço meus sapatos de salto alto com a sola vermelha. – E esse jantar é importante, você mesmo ressaltou isso várias vezes.

- Mas é uma tentação. – continuou, me mandando uma piscadela. – Está pronta?

Justin está de smoking todo preto, como um anjo da noite. Não sei o que deu nele, mas seu cabelo está tampado por um chapéu da mesma cor. No pulso relógio Rolex e no pescoço cordões de ouro. Se ele não quer ostentar, eu realmente não sei o que quer.

- Estou. – dou uma voltinha. – Vamos?

Ele concorda e descemos para o primeiro andar. Peguei meu sobretudo e Justin trocou algumas palavras com o chefe de segurança antes de partimos para o tal jantar na casa dos Jones. O caminho foi tranquilo, conversamos algumas bobagens, nada muito importante. O clima entre nós estava bem tranquilo. E quando chegamos lá  fomos muito bem recebidos pelos anfitriões, Lily e Gustav Jones.

Acabei sendo puxada para o grupo de amigas de Lily – que ao contrário delas é maravilhosa –negócios ficavam contando vantagem sobre o trabalho dos maridos. Me senti bem melhor quando Caitlin chegou acompanhada de...bom, eu tenho certeza de que aquele não é o Ryan.

Pelo contrário.

Aquele é Luke Matarazzo.

- O que foi? – murmurou se aproximando de mim.

- Nada, eu só estou suspresa. – arqueio as sobrancelhas. – Luke, é sério?

Ela olhou para trás o vendo conversando com Justin e outros homens.

- Oh, isso. – deu de ombros. – Nos encontramos na entrada e resolvemos vir juntos.

Solto riso fraco.

- Isso é muito estranho, Catilin.

Ela pega o champanhe que o garçom ofereceu.

- Luke Matarazzo é uma cobra, Safira. Por mais que eu esteja brigada com Ryan, nunca me envolveria  com alguém da espécime dele.

Balancei a cabeça negando.

- Tudo bem, não está mais aqui quem falou.

Ela rola os olhos e ri.

O “ jantar” de Lily não é o que podemos chamar de reunião privada. Era quase que uma balada chique com muitas pessoas da elite. Formamos um grupo composto apenas por membros que podiam se manter próximos de Bieber, todos aliados dele. Estava sendo divertido e eu escutava atentamente o que Mufasa – um fornecedor de drogas turco – que já estava bêbado, contava sobre suas aventuras na Jamaica.

Bieber não se importava de trocar carícias comigo na frente dos outros. Estava tudo realmente dando certo, quando o clima ficou tenso de uma hora para outra. Vi Justin ficar tenso de uma hora para outra e segui o olhar de todas até o meio da pista de dança.

- Não. Acredito.  – Caitlin murmurou do meu lado. – Porra.

Um homem que usava um smoking preto com colete branco, cabelo loiro penteado para trás e a barba por fazer, nos encarava de uma maneira perversa, exibindo um sorriso nos lábios. A reação de todos me deixou abismada e quando fitei Bieber, ele parecia mais branco que o normal.

Meu coração parou quando ouvi Justin falar.  - Valentin. 


Notas Finais


VALETIN DEU AS CARAS BRASIL!

ESTOU MORTA.
Hayden e Oliver já são meus nenens <3

E gente, o cachorro da Safira, o Oz, então...ELE EXISTE! E é meu cachorro HHAHAHAAHA eu sei, tinha demência quando dei esse nome pra ele, mas é a vida.

Enfim, eu fiz algumas continhas e cheguei a conclusão que vou demorar certo tempo para terminar TMN, acabei tendo alguns imprevistos que foderam meu conograma. Bom, é isso. Me perdoem pelos errinhos ok? Eu vou corrigir, mas estou sem tempo no momento.Espero que tenham gostado desse capitulo, as coisas não vão ser um mar de rosas por muito tempo, é isso muahahaha

Xoxo, Gabbie<3


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