História The Maid - Reescrevendo - Capítulo 26


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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Barbara Palvin, Justin Bieber, Personagens Originais
Exibições 416
Palavras 818
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Não desista.


Justin me sentou no balcão da cozinha enquanto apertava minha cintura com suas mãos, as mesmas subiram por dentro da minha blusa de pijama e ele voltou a me beijar enquanto levantava a fina estampa da roupa que me cobria. Minhas mãos percorreram rapidamente o caminho até sua calça e retirei seu cinto o jogando no chão, achei o zíper e o abri. 

— Abre logo essa porta! — ouvimos batidas na porta e uma gritaria do lado de fora como se não estivesse só uma pessoa. — Não, não abra! Vai abrir sim! — era um homem e uma mulher, respectivamente. 

Eu e Justin nos olhamos brevemente antes dele se afastar para pegar o cinto do chão e eu descer do balcão e arrumar a minha blusa. Subi os degraus da escada correndo e escondi-me no corredor do segundo andar, sentei-me no chão e olhei pelo pequeno espaço entre a grade para o andar de baixo. Justin abriu a porta da sala e logo seu pai e uma mulher entraram na sala, Jeremy batia o pé com força no chão de madeira e largou a sua pasta sobre o sofá. 

— Quem você pensa que é? Desde quando você nasceu para bater em mulheres? — Jeremy indagou enquanto Justin ouvia em silêncio ainda perto da porta. — Você deve mesmo estar afim de perder tudo que tem e ainda por cima acabar com minha reputação. Você não é mais um adolescente, sabe muito bem o que faz.

— Eu não bati nela, nunca fiz isso. Tudo bem que ela era bem chata, mas eu nunca faria uma coisa dessas. — ele respondeu calmamente. — Ela só faz isso por uma coisa. 

— E o que é? — indagou o pai não acreditando muito nas palavras do filho. 

Justin se calou, ele não queria revelar oficialmente para Jeremy que estava comigo. Para ele ainda éramos amigos e sei que o senhor Bieber não gostou muito de mim. 

— Eu não fiz isso, pai. — repetiu. — O quão difícil é para acreditar em mim pelo menos uma vez na vida? 

Certamente havia muitas coisas que eu não sabia sobre o Justin, mas parecia que ele e seu pai não eram lá os melhores pai e filho que existem. Algo na forma como eles conversam parece ter um certo ódio, mas não sei direito como descrever. 

Um silêncio se instalou no local.

— Não me importa se você bateu nela ou não, acabou Justin. Arrume outro jeito de conseguir dinheiro, a empresa não está mais sob seus cuidados.

Então Jeremy saiu deixando Justin sozinho na sala, olhando para o chão.

— Justin! — exclamei e desci correndo o abraçando. — Me perdoa. 

— Perdoar por causa de que? — indagou virando-se para mim. — Você não fez nada de errado. 

— Eu, a culpa foi toda minha! Não deveríamos estar assim, não deveríamos chegar a esse ponto. Fui eu que fiz vocês se divorciarem, me desculpa. Se quiser eu te...

— Para Hal. — colocou suas mãos em meu rosto forçando-me a olhá-lo nos olhos. — Eu disse que aprenderia a viver com você mesmo que ficássemos pobres, eu gosto de você e isso não vai nos abalar.  Só preciso pensar um pouco.

Então se afastou, observei ele subir a escada devagar como se estivesse desanimado e cansado de andar. Logo ouvi o barulho da porta do quarto e sentei-me no sofá bufando.

Aquela mulher, nunca pensei que ela seria tão cretina a esse ponto. Qual o problema dela? Por que ela não pode ver outras pessoas felizes? O que ela tem contra mim?

Mas isso não vai ficar assim.

— Jeremy! Senhor Bieber! — gritei quando saí na porta de casa, por sorte ele ainda estava saindo com o carro. — Senhor Bieber! Não vá!

Parei em frente ao seu carro, ele teria que me atropelar.

— O que você quer? — indagou ele. 

— Preciso conversar com o senhor.

— Não tenho tempo, agora saia da minha frente.

— Senhor Bieber, a culpa é toda minha. — abaixei meu olhar. — Eu causei isso tudo, Justin nunca bateu na Selena, mas ela está com raiva por estarmos juntos. Sei que ele também não lhe contou que estamos juntos nesse sentido, mas eu assumo que sim e se preferir eu saio de uma vez por todas da vida de vocês da família Bieber. Mas a empresa do Justin não pode ser tirada dele, o que ele sabe fazer de melhor é mandar naquilo, foi ele que melhorou as coisas para o senhor.

— Senhorita. — ele saiu do carro e se aproximou. — Está me dizendo o que devo ou não fazer? Quem é você para me dar ordens? 

— Por favor senhor, eu sei que não gostou de mim, então eu saio da vida de vocês.

— Você ama meu filho? 

Aquela pergunta me pegou de surpresa. Eu amava Justin?

— Sim. — respondi baixo, eu o amava. 

— Então por que vai sair da vida dele?

— Porque eu o amo, por esse motivo. Eu não quero vê-lo triste por causa de mim, ele está levando a culpa toda. 

— Então desapareça.



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