História The manager and the ace. - Capítulo 15


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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Hyuga Junpei, Kagami Taiga, Kise Ryouta, Kousuke Wakamatsu, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintarou, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Shoichi Imayoshi
Tags Adolescente, Akashi Seijuro, Aomine Daiki, Basquete, Kise Ryota, Kuroko No Basket, Kuroko Tetsuya, Midorima Shintaro, Momoi Satsuki, Murasakibara Atsushi, Romance, Teiko
Exibições 34
Palavras 1.481
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee, mais um capítulo da fic. Eu gostei desse, vamos ter a presença de um personagem que fazia muito tempo que não aparecia nessa história <3 espero que gostem! bjosss

Capítulo 15 - O que vem depois do ciúme.


Fanfic / Fanfiction The manager and the ace. - Capítulo 15 - O que vem depois do ciúme.


(Momoi)
      Só me lembro que gritei, gritei e gritei. E parecia que minha voz não o alcançava. Depois que o Aomine-kun derrubou o Sakurai, ele tirou conclusões precipitadas. Via nos olhos dele toda a sua raiva, que infelizmente, me incluía. Quando ele foi embora, me deixou sozinha com o Kise, que me acompanhou no caminho de casa e tentava me acalmar de todas as maneiras.
-Momocchi, você precisa ficar calma! O Aominecchi só precisa de espaço... -ele disse, colocando as mãos nos meus ombros.
-Eu não entendo, Ki-chan. -disse, com a voz trêmula e os olhos ensopados de lágrimas.- Eu não entendo porque dessa vez, ele não acreditou em mim.-levei minhas mãos ao meu rosto, como se estivesse me escondendo da situação.
-Em defesa do Aominecchi... Quem visse a cena de longe, como nós dois vimos, pensaria que você e aquele cara estavam juntos.
-Mas como você pode dizer isso?! Está escrito na minha cara que gosto do Aomine! Eu não tenho nada com o Sakurai. NADA! -disse, cada vez mais perdendo o controle da minha própria voz.
-Olhe, essas coisas acontecem... -disse Kise, me abraçando.- vocês já estavam brigados antes dessa confusão toda, não estavam? -ele irradiava calma em suas palavras. Kise era muito brincalhão, convencido, mas nunca negava um ombro amigo.
-Sim... Mas, fizemos as pazes no jogo! Eu o beijei! Ele disse que ia me levar pra casa, então tudo estava bem não estava? Eu não entendo mais nada, Ki-chan. -disse, chorando, mas conseguindo controlar o tom da minha voz.
-Momocchi, serei sincero contigo. -Kise para de me abraçar e se afasta um pouco. -Essa confusão de hoje não ajudou nada. Você conhece o Aomine a mais tempo que eu, mas bem, quando se joga basquete, você acaba entendendo seus companheiros de equipe. Então, sim, ele está com raiva. E sim, ele não vai querer te ver hoje. -esta última frase rasga o meu coração, mas continuo ouvindo atenta o que ele tem a me dizer.- Ele é um cara que quando está puto prefere ficar sozinho. Por isso que te deixou sozinha comigo.
-Mas... Aonde ele foi, Ki-cchan? -digo, impaciente.
-Bem, aonde qualquer jogador vai quando está puto.
  

(Aomine)
            Não me lembro de nada da rua. Se havia carros ou não, se estava movimentada ou não. Não me lembro do horário, e nem de como estava a minha cara quando olhava para as pessoas. Mas cheguei no lugar mais rápido do que eu pensava. A velha e boa quadra de basquete. Como sempre, ando com uma bola para ''casos especiais'' como o de hoje. Tirei meu casaco e comecei a jogar. De leve, pelo menos, o começo estava leve. Fiz uns cross-overs e encestei, depois corri até o outro lado da quadra e enterrei com toda a força que tinha. Pulava alto pra fazer as cestas. Não que fosse necessário, eu nunca precisei me esforçar muito pra alcançar a cesta, mas precisava pular. Bem alto, pra esquecer das merdas que tinham acontecido. Corria rápido pro outro lado da quadra, driblava mais um pouco e encestava. Mandei umas de três pontos também. Joguei até as minhas pernas cansarem. Doerem, na verdade. Já estava cansado por causa do jogo contra o Kise, mas ainda tinha um pouco de resistência. Pulei mais uma vez para enterrar. E ouvi uma voz bem familiar.
-Olá, Aomine. -ouvi a voz, mas não enxerguei de onde ela vinha. Olhei para outro lado e lá estava ele, com ar de calmo, como sempre.
-E aí, Tetsu.
-Eu assisti o seu jogo de hoje. -ele disse, pegando a bola do chão e me devolvendo.
-Sério, é? Foi um bom jogo. -disse, recebendo o passe que ele me deu.
-Eu não quero ser intrometido, mas também vi o que aconteceu depois do jogo. -ele disse, um pouco desconfortável. Como aquele cara estava lá? Eu tinha certeza de que estávamos sozinhos.
-Ah Tetsu, não precisa ficar bolado. -disse, enquanto enterrava mais uma vez.- Não tem problema que você tenha visto o que aconteceu.
-Você foi embora e deixou a Momoi sozinha. -ele disse, se aproximando. -Não mandou mensagem pra saber se ela chegou bem em casa?-viro um lado do meu rosto para observá-lo.
-Não preciso me preocupar. O Kise é um cara bem responsável. Sei que deixou ela em segurança.
-Escute Aomine, eu nunca a vi tão triste. Ela chorava muito quando você saiu -aquilo doeu de verdade. Realmente fui um merda, deixei a minha garota sozinha. Mas depois daquilo que aconteceu, eu não conseguia ficar lá.
-Tetsu, você está começando a me irritar. Você viu o que aconteceu não viu? Viu ela dando moral pra aquele idiota do Sakurai. -solto um riso curto e irônico.- Quem diria ein? O mais medroso, inútil e fraco do time resolve dar em cima da Satsuki. Esperava isso do Wakamatsu, mas não dele. Sempre pareceu ter medo até de respirar. -digo, enquanto faço um cross-over.
-Eu não vi ela gostando do que estava acontecendo, e sim te defendendo.
-Me defendendo? -paro de jogar por um instante.- Como assim?
-Ouvi quando o Sakurai disse que você era namoradeiro. Ele quis convencer a Momoi de que você não iria ficar só com ela. Foi quando ela te defendeu. Disse que te amava, e que não acreditava no que ele estava dizendo.
-Hum... -digo, pensativo.- E depois disso ele resolveu partir pra cima dela?
-Bem, foi. -responde Tetsu.
-Kuroko, não é o que aconteceu lá. É o que poderia ter acontecido se eu não tivesse chegado a tempo. Ela iria mesmo o afastar?
-Pela forma que ela o tratou, com certeza. -ele diz, se sentando em um banco.-Olha, você não tem razões pra ficar com esse drama. -Tetsu e suas respostas cortantes...
-Drama é? -solto uma gargalhada- sempre é bom conversar com você Tetsu.
-Lhe digo porque sou seu amigo. Pare com isso, e vá resolver as coisas com a Momoi. Vocês passam muito tempo brigados. -ele diz, brincando com a bola.
-Escuta, cara, preciso realmente ter uma conversa com a Satsuki. Resolver coisas ainda da nossa última briga. Só que não hoje. Estou cansado. Amanhã é sábado, posso ir na casa dela.
-Fico feliz então! -ele solta um sorriso, esse cara é realmente meu amigo. -Então, vamos um mano a mano?
-Com você? É o mesmo que jogar sozinho. Vamos pra casa.

(Momoi)
                 Fiquei esperando uma mensagem, uma ligação, qualquer coisa. Mas ainda não tinha chegado nada. Quando o Kise me deixou em casa, pedi que ele entrasse e ficasse mais um pouco, era o mínimo que podia fazer depois de ele me ajudar tanto. Ele preferiu ir embora e disse que depois falaria comigo para saber como as coisas estavam. Subi para o quarto, tomei um banho demorado e aproveitei para lavar o cabelo. Assim que sai do banheiro, o meu celular tocou. Corri de toalha e tudo pra atender. Sabia que era ele.
-Dai-chan? -atendi com a voz afoita.
-Oe Satsuki, sei que está tarde, mas quero saber se posso passar na sua casa amanhã.
-Pode sim! É claro! -respondo sem conseguir esconder a felicidade na minha voz.
-Ok.. -ele responde como se ainda tivesse algo pra me dizer.- eu queria que você me desculpasse pela forma que te deixei. Não deveria ter feito isso. -senti a voz dele estremecer.
-Eu desculpo, Dai. Amanhã a gente fala sobre isso.
-Certo, boa noite.
-Boa noite. -desligo o celular realizada. Ele se preocupava comigo! Fiquei tão feliz que permiti o sono chegar, e logo dormi.
               Quando acordei, logo escolhi a roupa que iria usar no dia e fiquei pronta. Não definimos o horário que o Dai iria vir, mas eu sabia que provavelmente seria logo que ele acordasse. Assim como previ, a campainha tocou bem cedo. Corri depressa para atender. Ele estava lindo como sempre. Meu coração deu pulinhos.
-Oi, Dai, entra.
-Licença, Satsuki. -diz ele, sentando-se no sofá.
-O que você queria me dizer?
-Olha, queria pedir desculpas de verdade. E esclarecer umas coisas antes que outro babaca venha lhe dizer qualquer merda. Eu era sim muito, digamos, ''popular'', com as meninas... Você sabe, estava lá e sempre brigava comigo por eu ser desse jeito. Mas, agora, eu estou namorando contigo. Não vou ficar com outra. Esse papelão prometo que não vou fazer contigo. -ele falava bem sério.
-Dai, eu não sei como você descobriu o que o Sakurai me disse, mas em nenhum momento eu acreditei nele. Na verdade, eu não dei nenhuma chance pra ele.
-Eu sei, eu sei... -ele coça a cabeça com um dos braços, parece impaciente.
-Então, só quero que a gente fique bem. Esqueça tudo o que aconteceu ontem. Eu te amo, Dai. -ele olha pra mim com amor.
-Eu também te amo, Satsuki.
-O que você quer fazer agora? Tá com fome? Posso cozinhar! -ele faz uma careta.
-Não precisa, não estou com fome, por mais que ame sua comida. -ele debocha.
-Seu chato.
-Linda.
 



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