História The Marauder's Map - Capítulo 64


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Tags Harry Potter, James Potter, Lily Evans, Marotos, Sirius Black
Visualizações 69
Palavras 1.674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Magia, Romance e Novela, Saga
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Galerinha linda, perdão por ficar tanto tempo sem atualizar a fanfic, estive tendo um tempo para mim e acabei me desligando um pouco da fic.
E pra quem não sabe qual é a piada do Golfista Japonês, vou deixa-la nas notas finais do capitulo.

Capítulo 64 - Encontro de Casais


Um mês havia se passado desde o dia que fomos à balada, e pelo que eu soube Sirius e Lene tinham viajado para a praia juntos, Remo estava tendo contato com a garota trouxa e eu e meu lírio estávamos maravilhosamente lindos.

Estávamos caminhando pela rua quando ela impulsivamente correu até uma barraquinha de algodão doce e pediu um, e me olhou sorrindo.

_ A senhorita não cansa de comer doces? – perguntei ao me aproximar e paguei para o vendedor – Desse jeito pode ter um dor de barriga.

_ Eca! – ela exclamou rindo – Não vou ter não, já estou acostumada.

_ Então tá bem viu bonitinha – respondi apertando a ponta do nariz dela e ela sorriu.

_ Mais um apelido?

_ Esse é um adjetivo – respondi e ela riu

_ Ok – ela falou rindo e eu abracei, andamos um pouco até que ela olhou para mim com cara de cachorro pidão – Jay?

_ Sim?

_ Posso te pedir uma coisinha?

_ Claro.

_ É que eu queria apresentar você a minha irmã e o noivo dela, e ontem quando você foi à sua casa buscar roupas, ela apareceu lá e pediu para encontrarmos com eles no restaurante. – ela falou ficando um pouco sem graça e me olhou rindo - O que você acha?

_ Acho uma boa, realmente é uma ótima ideia – falei rindo e ela pulou em mim me abraçando – Calma, tem um, porém.

_ E qual seria?

_ Você vai ir pra minha casa, e vai passar esse mês lá? – falei – Afinal eu não posso abandonar meus pais tanto assim, o Sirius tá viajando e eles estão com saudades de você – falei e ela me encarou como se estivesse com duvidas – Lily, é serio, já falamos sobre isso. Porém dessa vez é diferente, o prazo de venda da casa está acabando, você tem que tomar uma decisão. E já que você não me deixa comprar a casa, me deixe pelo menos te levar comigo.

Assim que eu terminei, notei um sorriso se formando em seus lábios, ela me encarou por uns instantes sorrindo, até que se pronunciou:

_ Ontem eu e Petúnia chegamos ao acordo, fechamos contrato com o interessado na casa, ele chega de viagem nas próximas semanas, e eu queria te fazer uma surpresa, porém você a estragou com toda essa cobrança – ela falou rindo e eu não posso negar que me senti culpado, mas por outro lado só de pensar em ter minha ruivinha comigo o dia todo me fascinava. – Então, vamos ir encontrar com a minha irmã e o Valter hoje?

_ É hoje?

_ Sim, nós vamos?

_ Vamos, e também vamos aproveitar que estamos aqui em Londres e vamos comprar algo para estarmos bem apresentáveis hoje a noite – falei e ela me encarou.

_ Eu tenho roupas, acho que não é necessário.

_ Vamos, vai ser rapidinho – falei e ela me olhou de forma engraçada – James, acho que você já gastou de mais, sabia?

 _ Caramba Lily, você é controladora – falei rindo e ela também riu – Então vamos pra casa então, tenho que pelo menos me barbear pra encontrar minha cunhada não acha?

_ Por mim você está ótimo – ela respondeu me abraçando – Sem falar que se você se arrumar demais alguém vai querer te roubar de mim.

_ Como acha que qualquer pessoa pode te tirar de mim? – perguntei – Principalmente a magrela da sua irmã... – eu sinceramente não filtrei minhas palavras e neste momento ela me encarava com os olhos arregalados – Lily me desculpa – eu a encarei por um momento e logo em seguida ela caiu na gargalhada.

_ Apenas se controle durante o jantar – ela falou entre a risada – De verdade, o resto é uma brincadeira. Mas o jantar é muito importante – claro que era, eu conseguia ver a intensidade em seu olhar, e eu também sabia que ela via esse jantar como uma esperança de fazer as pazes com a sua irmã, e obviamente eu não iria decepciona-la.

_ Tudo bem Lils, juro que não vou te decepcionar – respondi e ela me deu um beijo – Serei o cara mais sério que você já viu na vida, isso é uma promessa.

Voltamos para casa, e a tarde passou rápido, e eu nunca tinha ficado tão nervoso assim, nem eu estava me reconhecendo com toda aquela tremedeira e suor frio. Lily subiu pra se arrumar e eu estava pensando em como eu poderia ser sério o suficiente para poder dialogar com um cara como Valter. Eu era comunicativo, sim, porém eu conseguia lidar com isso do meu jeito idiota de ser. Mas com eles seria diferente, e se eles me achassem estranho demais, ou falador demais. Ouvi  Lily me chamar para eu ir me arrumar. Subi e logo me arrumei.

Fomos ao restaurante escolhido por eles, e assim que entramos Lily se mostrou apreensiva. O garçom se aproximou e Lily disse para ele nossas comandas e ele nos levou até uma mesa mais afastada da entrada, e assim que em aproximei vi o quão Lily e Petúnia eram diferentes. Petúnia poderia ser comparada ao Ranhoso em relação ao nariz, e Valter parecia um barril ambulante. Aproximamo-nos e eles nos encararam, Lily os cumprimentou sorrindo e eu me apresentei tentando ser o mais educado e “normal” possível.

Nossa conversa seguia normal, até Valter começar a se vangloriar demais por ser um executivo júnior. Isso mostrava o tempo todo que ele era muito materialista e sua noção de futuro perfeito apenas envolvia dinheiro.

_ Lily disse que você é engraçado certo? – disse Petúnia para mim depois de uns minutos.

_ Agora ela me acha engraçado, no começo ela dizia que eu era irritante – respondi sorrindo e Lily também sorriu.

_ Relacionamento conturbado? – perguntou Valter

_ No inicio eu não gostava dele, mais com um tempo eu fui descobrindo melhor meus sentimentos – ela respondeu e ele apenas movimentou a cabeça.

_ Já que o Sr. Potter gosta de piadas, vocês me permitiriam contar a do Golfista Japonês? – todos concordamos e logo ele contou, a piada era muito longa e eu a achei pouco engraçada, afinal não entedia muito a respeito disso e pelo visto Lily não havia achado graça nenhuma e só riu porque parecia o certo, e eu a acompanhei – Você conseguiu entender rapaz?

_ Sim, eu entendi – falei e ele continuava a rir – Vocês trouxas são incríveis.

_ Trouxas? Como ousa? – disse Valter parecendo alterado e ficando completamente vermelho.

_ É assim que chamamos aqueles que não são como nós - disse Lily imediatamente – Não é algo desrespeitoso, acredite.

_ Sabe o que é mais engraçado que sua piada? – perguntei e ele me encarou – Você ficando vermelho como uma salamandra e suas narinas abrindo e fechando como as de um porco – falei rindo e ele ficou completamente serio. – Se acrescentasse suas feições enquanto conta às piadas, elas se tornariam mais interessantes e menos cansativas.

_ Mudando de assunto, qual tipo de veiculo você dirige? – perguntou ele interessado, enquanto a irmã de Lily me encarava friamente.

_ Bem, eu piloto uma Nimbus 1700, é o modelo mais caro e também é uma vassoura profissional, elas são bastante flexíveis e de manejo fácil – falei e ele me olhava com descrença – Não é todo mundo que tem uma.

_ O mundo de você é complexadamente caótico, praticamente precário também e carente – ele falou em voz alta e eu senti Lily ao meu lado ficar tremula – Vocês devem viver de seguro-desemprego, ou por alguma bolsa do governo, se é que você tem.

_ Na verdade, nossa realidade é quase a mesma que a de vocês, os bruxos trabalham e depositam suas finanças em Gringotes, que é um banco assim como os que existem por aqui. E lá cada pessoa ou família tem seu cofre no qual você poder guardar qualquer coisa de valor que se tem – expliquei e ele me olhava com um sorriso debochado no rosto – E por sinal, Gringotes é muito mais seguro que qualquer outro banco no mundo.

_ Então vocês guardam qualquer coisa? – ele perguntou rindo

_ Sim, desde que tenha valor – falei e Lily me olhou dando um meio sorriso – Por exemplo, meu pai criou uma formula na qual rendeu muito ouro para família, então ele e minha mãe tinham uma frota que lucrou bastante, e mesmo quando eles venderam a frota e receita, ouve ainda mais lucros. E por isso, no cofre da minha família, se tem toda a fortuna que eu herdei, em ouro solido. As pilhas vão do chão até o teto, mas tem gente que guarda objetos mais interessantes.

_ Ouro sólido? – ele perguntou ficando vermelho e bufando novamente – O que você quer dizer com isso?

_ Que minha fortuna está em ouro sólido – falei sorrindo tentando não me mostrar nervoso, ele cochichou algo com Petúnia e ela parecia furiosa. Segundos depois os dois estavam se levantando e pedindo a conta.

_ Aonde vocês vão? – perguntou Lily com voz chorosa.

_ Embora, aonde mais iriamos? – gritou Petúnia – Vocês são uma aberração.

_ Túnia, deve ter acontecido um mal entendido. – ela falava como se fosse uma suplica – Ele não disse por mal.

_ Ele está apenas contando historias pra boi dormir – ela continuou gritando

_ Não serei humilhado por este moleque, que finge ser um mago – grunhiu Valter.

_ Perdão, mais eu ainda não entendi o que aconteceu? – perguntei

_ Esse encontro aconteceu, e eu sabia desde o começo que seria um erro – rebateu Petúnia.

_ Vamos embora, querida – chamou Valter – E se puderem finja que nunca me conheceu, seu moleque metido.

Eles saíram pisando duro, e Lily se sentou novamente ao meu lado em prantos. Eu não sabia o que eu havia feito, eu apenas tinha dito a verdade o tempo todo. Eu me sentia culpado e envergonhado, Lily poderia me bater que eu aceitaria sem reclamar, porém ela não podia me reprimir por ter dito apenas a verdade.

_ Amor? – eu a chamei

_ Esquece James, não foi culpa sua – ela respondeu entre o choro.

_ Não importa o que aconteceu, mais eu te prometo que eu vou consertar tudo.


Notas Finais


É um executivo que está no Japão para abrir o mercado para seus produtos. De noite, sem ter nada para fazer, ele chama uma call-girl.

Ela chega no seu quarto, começam as brincadeiras e rapidamente passam às coisas sérias.

Durante a sessão, a japonesa não para de berrar machigau ana, machigau ana. Nosso executivo fala quase nada de japonês, mas este não é o momento de pegar o dicionário. Como ela grita muito alto, ele imagina que ela está o elogiando pela performance.

Alguns dias depois ele volta para casa. Passa um tempo e a empresa com quem ele negociou no Japão manda um executivo para continuar os acordos comerciais. No fim-de-semana ele fica sabendo que o japonês gosta de golfe, e ele o leva para jogar. O japonês é muito bom,e quando chegam no 9° buraco, nosso executivo resolve elogiá-lo no seu próprio idioma:

- Machigau ana.

O japonês responde:

- Como assim, buraco errado?


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