História The Marauder's Map - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Avery (Marauder-era), Emmeline Vance, Franco Longbottom, Lílian Evans, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Pedro Pettigrew, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Regulus Black, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Amizade, Hogwarts, Lilían Evans, Magia, Mapa Do Maroto, Marotos, Romance, Tiago Potter
Exibições 48
Palavras 3.449
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Juro Solenemente que Não Pretendo Fazer Nada de Bom!

Oi pessoal, aqui vai o segundo capítulo da fic! Espero que gostem, de verdade.
Obrigadinha, amo vocês!

Malfeito Feito.

Capítulo 2 - Capítulo Dois


Fanfic / Fanfiction The Marauder's Map - Capítulo 2 - Capítulo Dois

– CAPÍTULO DOIS –

 

*Lílian.

Em um pacato bairro onde nada de muito interessante parece acontecer, pessoas andam pelas vilas despreocupadas com a vida que levavam, indo trabalhar de carro, passeando por parques... Coisas normais que pessoas normais fazem todos os dias, mas em uma pequena rua, em uma casa em especial, que também parecia muito normal, tinha algo de diferente no ar.

Nessa mesma casa, no andar de cima, havia uma garota ruiva-acaju de olhos muito verdes sentada em sua cama escrevendo em um papel, a garota usa roupas normais, e é uma garota muito bonita também, ela escreve despreocupada por um tempo, quando lê algo escrito no papel e franze o cenho. A garota pega a caneta com que estava escrevendo e coloca em sua orelha, enquanto olha para todos os lados de seu quarto com uma expressão de dúvida, tentando lembrar de algo. E é nesse momento em que se percebe que a garota não estava escrevendo com uma caneta, mas sim com uma pena, e que o papel em que ela estava escrevendo, na realidade era um pedaço de pergaminho, a garota, com a pena ainda na orelha, coloca o pergaminho e o livro em que ele estava apoiado de um lado na cama e anda pelo quarto em direção a uma mala de um tamanho incrivelmente grande, a garota procura algo dentro do malão até encontrar um livro, de capa azulada, incrivelmente grosso e grande, ela senta no chão, folheia o livro até chegar em uma certa página que ela lê rapidamente, depois com uma expressão de vitória em seus olhos larga o livro no chão e corre de volta a cama para voltar a escrever no pergaminho.

Quando finalmente termina, guarda organizadamente tudo o que usou no malão, e o fecha, fazendo certo barulho. A porta do quarto da garota não estava totalmente fechada, e pela pequena parte aberta da porta, entrou no quarto da garota ruiva um gato preto que saiu andando cansado em direção a cama da dona, aonde pulou e descansou um pouco. A garota rapidamente se sentou na cama ao lado do gato e fez carinho em sua barriga dizendo;

- Está com soninho, hein, Dusty? Queria saber onde é que você vai à noite que eu te coloco na sua caminha, eu acordo e você não está em nenhum lugar da casa, ai de dia fica assim, com sono.

- Falando sozinha? – A garota ruiva se assusta, parada na porta no quarto, que está totalmente aberta, está uma garota alta, magra e meio ossuda, com um longo pescoço e uma cara de cavalo, seus cabelos castanhos muito claros, assim como os olhos, são cacheados nas pontas e vão até os ombros finos da garota, ela era com certeza muito diferente da garota ruiva. – Eu avisei a mamãe que devíamos ter te mandado a um hospício desde que descobrimos essa aberração que você é. Coisa de maluca.

- Ah, bom dia Túnia! – Respondeu a ruiva, tentando ser agradável, parecia estar acostumada com esse tipo de comportamento da outra garota. – Eu estava mesmo terminando meus deveres... tudo bem?

- É Petúnia para você Lílian, PE-túnia!  E tem mais, eu não quero saber desses seus deveres e nem dessa sua escolinha de bichos estranhos, só estou aqui para avisar que a mamãe te mandou descer e ir almoçar. E que é para você deixar essa sua bola de pelos – apontou para o gato – bem longe de mim e das minhas coisas!

- Dusty? – Perguntou Lílian, voltando a acariciar o gatinho – Porque tanta raiva dele? Ele nem é mágico, é um gato normal, só que ele vai para Hogwarts comigo.

- Por isso mesmo! A essa altura já deve estar infectado!

- Ora Tú... – A irmã olhou feio para Lílian – Petúnia, Hogwarts é um ótimo lugar! E uma ótima escola, não é um departamento para pessoas doentes para o Dusty ficar infectado!

- Pois para mim, esse troço que você tem dentro de você é doença! – Petúnia começou a se exaltar – E essa sua escola é um departamento horrível de ensino para pessoas doentes, com uma... uma comunidade de pessoas doentes! Com.… com.… com políticos doentes, professores e trabalhadores doentes, que tem inveja das pessoas saudáveis e por isso odeiam elas!

- Nossa Túnia...

- PETÚNIA! E tem mais, quero que você e aquele outro garoto doente e estranho da rua de cima sejam doentes e estranhos juntos! E que fiquem bem longe de mim. Agora se me der licença vou embora desse lugar antes que eu me infecte. – E saiu batendo a porta.

O garoto estranho de quem Petúnia falara era Severo Snape, um garoto com uma mãe bruxa e um pai trouxa, que por isso morava num bairro trouxa, já que também era um bruxo, ele que disse para Lílian que ela era uma bruxa quando os dois tinham nove anos, e foram para Hogwarts juntos, ela foi para a Grifinória e ele para a Sonserina. Sevvie começou a se envolver com pessoas suspeitas, pessoas más, e errou muito com Lílian, porém ela sempre o perdoava. Até que um dia no quinto ano deles enquanto Lílian tentava proteger o amigo dos valentões idiotas da escola, Severo a humilhou a chamando de Sangue-ruim na frente de todos e deixando Lílian muito magoada, ela nunca havia o perdoado.

Petúnia era um caso perdido quando se tratava do mundo mágico, desde que descobriu que Lílian era uma bruxa, ela a odiava com todas as forças, pois –apesar de não admitir – Túnia queria ser uma também. Além de acreditar de que os pais dela preferiam Lílian a ela, o que na realidade era uma tremenda idiotice, pois os pais das duas amavam elas igualmente.

Lílian, ficando meio triste e sem reação ao mesmo tempo, resolveu deixar Dusty dormir um pouco e se levantou da cama para ir até a cozinha, ao chegar no topo da escada, ela parou e observou os degraus com muita atenção. Lembrou-se das épocas em que brincava de pega-pega com Túnia na escada, de casinha, esconde-esconde. Na realidade elas brincavam por toda a casa, mas em todas as vezes que brincavam sempre passavam por aquela escada. E agora Petúnia nem queria saber de olhar na cara de Lílian sem falar mal dela.

 

Muitos dias haviam se passado, agora a curiosidade havia dominado Lílian, não aguentava mais por Dusty para dormir à noite e acordar de manhã e o gato não estar em lugar nenhum. Tentava não dormir, ficava observando o gato para ver onde ele iria, mas sempre acabava pegando no sono, mas aquele dia era diferente, era o último dia das férias de verão, no dia seguinte já estaria na estação King’s Cross, e como Dusty não fugia a noite quando estava em Hogwarts, aquela podia ser a última chance de Lílian. Aproveitou que aquela noite não estava com sono, fingiu dormir, e ficou observando o gato para ver onde ele iria parar.

Depois de muito tempo, Dusty se levantou de sua caminha feita para gatos e começou a andar pelo quarto de Lílian normalmente, mas então ele fez algo que ela nunca desconfiaria que Dusty seria capaz de fazer, como a janela de vidro de frente a escrivaninha da garota não estava trancada, só encostada, tudo o que o gato teve que fazer foi empurrar um pouco a janela para cima e depois, saiu da casa da ruiva.

Lílian resolveu então, para saber o que um gato adulto poderia aprontar, desceu as escadas de sua casa rapidamente e foi para o lado de fora, seguir o gato. Quando finalmente o avistou, a garota começou a andar com passos leves a certa distância, para não chamar a atenção do animal. Ele estava caminhando em direção ao parquinho que Lílian brincava quando pequena, ela achou isso muito fofo da parte do gato, e foi o seguindo lentamente para dentro do local quando percebeu que ela e Dusty não estavam sozinhos no parque.

Havia um garoto, estava sentado encostado em uma árvore, e parecia mesmo esperar o gato, que se sentou ao lado dele na árvore e começou a lamber a si próprio. Já o garoto, envolvido pela escuridão da noite, olhava para o gato, admirando-o, depois volta a olhar as estrelas. E quando o rosto do garoto finalmente fica a luz da lua, Lílian o reconhece: Um garoto de cabelos oleosos, lisos e pretos, um nariz pontudo, a pele oleosa, e a cara de quem odiava tudo o que a vida havia lhe dado.

Lílian sem saber o fazer, resolveu acabar de vez com aquela história, seu gato não podia sair por aí acompanhado por Severo... não depois do que ele havia feito a Lílian. Mas ela não queria ser grossa, só queria torar Dusty dali com ela o mais rápido possível, porque sentia que a antiga amizade que ela tinha com Snape, que ela tinha que esquecer, não poderia ser esquecida se muitos pontos deles continuassem ligados. E ela não podia ser amiga de alguém como Severo, que trata de tal forma os trouxas e os nascidos-trouxas assim como ela.

- Então é aqui que você vem todas as noites, né? – Snape olhou para Lílian que se aproximava, com esperanças de que ela se dirigisse a ele na fala. Mas ao ver que ela pegara Dusty no colo, ficou meio decepcionado. Lílian então, com o gato em mãos se dirigiu para ir embora, mas então achou que seria muita falta de educação, já que Snape cuidara tão bem de seu amado Dusty todas as noites... – Obrigada... por.… cuidar dele. – Disse por fim, e começou a andar a caminho de casa.

- Lily, espera! – Disse Severo, Lílian se virou, ele se encontrava em pé em frente a arvore em que se encostara, e deu dois passos à frente, na direção de Lílian. – Olha eu... eu queria te pedir desculpas...

- De novo, Severo? Já cansei das suas desculpas, você vive tentando voltar a ser meu amigo desde o quinto ano, mas nunca dá certo, acha que só porque fez uma mera companhia ao meu gato vou esquecer o que você fez?

- Não precisa esquecer... Só, me perdoa. Me desculpe, ok? Eu... eu fiz companhia para o seu gato todas as noites, porque me importo com você. Eu fui muito besta, Lílian, mas.... Aqueles idiotas do Potter e dos amiguinhos dele...!

- Eles erraram, erraram sim, assim como você, e por isso, assim como com você, eu não falo com eles, pois me recuso a tentar ter qualquer tipo de amizade com pessoas assim. Adeus Severo. – Lílian se virou para o caminho novamente.

- Mas aquele Potter não que ser só seu amigo! – Lílian se virou para ele outra vez, ele tinha raiva, suplica, amargura e tristeza na cara, Lílian só tinha rancor, decepção e tédio. O que Severo fizera a ela foi horrível, ela não acreditava que ele havia descido tanto, mas sempre pondo a culpa toda em Tiago Potter e seus amigos, não que eles não tivessem culpa, mas todo assunto que eles dois tinham acabava no Potter e em seus amigos – Ele gosta de você Lily, mas é um bárbaro idiota... Ele nunca iria te respeitar se vocês começassem a namorar, não ia te amar, para ele o que importa são números, números de com quantas garotas ele fica. Ele finge que gosta de você, mas ele só quer sua atenção porque você é a única garota inteligente que não liga para ele!

- Eu não preciso que você me diga isso Severo, porque eu já sei. – Disse Lílian secamente, um brilho surgiu nos olhos de Snape. – Assim como hoje eu sei que você não é melhor ou diferente de nenhum deles, e eu infelizmente descobri isso do pior jeito. – O brilho se apagou -  na realidade acho as vezes que eles chegam a serem melhores que você.

- Mas, mais Lily... eles são, são...

- Arrogantes idiotas que pensam que podem fazer o quiserem no mundo e não vão receber as devidas consequências por conta disso? Sim, são. Mas nesse ponto não são muito diferentes de você e dos seus amigos Severo, - ele pareceu ir falar algo, mas Lílian o interrompeu, falando eu um tom mais alto ainda – porque pelo menos eles não são preconceituosos nem mexem com magia negra!

- Lílian eu nunca...

- Eu vi os feitiços que você conjura contra os outros, Snape! – Severo se assustou, ainda não se acostumara com Lílian o chamando pelo sobrenome – Vi o que era aquilo! Magia das trevas! Você e seus amiguinhos estão no caminho para se tornarem Comensais da Morte! Potter, Black e os outros estão muito longe disso!

- Mas Lily...

- Boa noite, Severo. Espero que tenha um ótimo último ano em Hogwarts, porque eu não quero falar com você o resto dele. – Cortou-o Lílian, e com Dusty nos braços voltou andando para sua casa, os olhos ainda lacrimejando, odiava ter que fazer isso, mas era o necessário. A partir de agora trancaria a janela e a porta de seu quarto todas as noites antes de dormir.

No dia seguinte, de manhã, foi acordada pelo seu despertador, logo correu para o banheiro, tomou um longo banho, se arrumou e foi tomar café.

- Uau! Finalmente acordou, hein, dorminhoca? Teve uma boa noite de sono? – Perguntou a senhora Evans, uma mulher com um tom de cabelo loiro-quase-ruivo e olhos castanhos claros. Lílian enjoou-se um pouco, lembrando da noite anterior. Lembrar do que Sevvie havia se tornado deixava a garota incrivelmente triste.

- Ótima! – Mentiu Lílian, indo dar um beijo na bochecha da mãe, - Bom dia papai! – Agora se dirigiu ao senhor Evans, um homem de cabelos castanho-claros, que pareciam terem sido loiros em alguma fase da vida do homem, assim como os da filha, seus olhos eram verdes-vivos.

- Como vai, minha princesa? – Perguntou o pai, abraçando a filha, depois a soltando, ela se sentou ao lado da irmã, que a olhava feio – Animada para Hogwarts?

- Muito! – Respondeu a ruiva, enquanto passava manteiga em uma torrada – Nossa... meu último ano... vou sentir tantas saudades...

- Porque? Não vai morar lá no seu mundo de pessoas estranhas? – Perguntou Petúnia, o que você fez o senhor e a senhora Evans a olharem com censura. A garota meio contrariada, abaixou a cabeça.

- Sinceramente... eu não sei Túnia. – Respondeu a irmã, pensativa – Não conheço muitos bruxos que seguiram carreiras de trouxas, só abortos, mas... sei lá, não vejo um emprego no mundo bruxo que me atraia muito...

- Você ainda tem muito tempo para pensar meu amor, - disse a senhora Evans - e enquanto não se decide, pode morar aqui com a gente! – Petúnia bufou.

- Se ela ficar, eu vou embora. – Disse a garota baixinho, os pais não escutaram, mas Lílian sim, e ficou profundamente magoada. A senhora Evans olhou para o relógio, então disse:

- Melhor irmos logo, ou vamos perder o horário.... Todos prontos? – Lílian e o pai concordaram com a cabeça, Petúnia apenas se virou, caminhando em direção a sala, Lílian saiu em disparada ao quarto, para arrumar as suas coisas. Quando voltou com elas, sua família a esperava no carro, ela deixou seu pai arrumar tudo e foi buscar Dusty, que durante a viajem tinha que ficar em uma gaiola para gatos em que ele odiava ficar, por isso estava meio triste.

- Desculpe-me Dusty, mas não posso levar você solto, mas fica calmo, ok? Você estará livre assim que chegarmos aos dormitórios de Hogwarts!

- Lílian, entre! Vamos nos atrasar. – Disse o senhor Evans, e Lílian entrou no carro.

Quando chegaram na estação King’s Cross, Lílian já carregava o seu carrinho, com todas as suas coisas, enquanto alguns trouxas olhavam para ela e para sua família, os estranhando, Petúnia tentava cobrir seu rosto com o cabelo, morria de vergonha de andar com Lílian desse jeito e as pessoas descobrissem que ela era irmã de uma bruxa...

Quando chegaram a plataforma 9 ¾ a família de Lílian se despediu dela antes dela entrar pela parede, eles não costumavam entrar com ela, pois a última vez que eles foram a acompanhar no terceiro ano, muitos bruxos os olharam feio ou com curiosidade, ou riram deles pelas costas, o que fez Petúnia ficar reclamando o resto do ano. Depois das despedidas, a garota finalmente correu e entrou dentro da plataforma, onde haviam muitos bruxos e bruxas se despedindo de seus filhos que iriam começar, regressar ou terminar Hogwarts. Lílian começou a esticar o pescoço procurando suas amigas, e depois de muito tempo, ás achou e foi correndo até elas.

Entre elas sua melhor amiga Maria MacDonald, Dorcas Meadowes e Alice Jorkins. No grupinho agora haviam também Emmeline Vance e Marlene McKinnon, que não eram muito amigas de Lílian, mas como eram amigas das amigas da ruiva, elas até se falavam as vezes.

- Oi! – Disse a ruiva feliz. – Como foram as férias?

- Legais até, - respondeu Dorcas – tirando o fato de que eu caí da minha sacada enquanto corria do meu irmãozinho, - ela pegou na franja de cabelos negros e a arrastou para o lado, revelando uma cicatriz, depois a cobriu de volta – legais. – Todas riram.

- Nossa, né? – Comentou Alice enquanto olhava para os lados, como se estivesse à procura de algo – Nosso último ano...

- Vou sentir saudades. – Comentou Marlene, enquanto balançava suavemente os cabelos loiros olhando intensamente para algo, quando se virou para ver o que Marlene olhava viu que não era algo, e sim alguém: Sirius Black, ele estava parado do outro lado da estação conversando com Tiago Potter, Lílian viu que seus pais não estavam ali se despedindo de Régulo e estranhou. Emmeline percebeu para onde Marlene olhava.

- Sério que continua caidinha por ele? – Perguntou Emmeline a amiga – Ele já ficou com você no quinto ano, lembra? Não vai querer ficar com você de novo. – Marlene olhou feio e meio envergonhada para Emmeline.

- Você só fala isso porque ele já namorou você Emmie, mas você não gostava dele verdadeiramente, nem ele de você, mas eu acho... acho que ele gosta de mim...

- Porque ele olhou para você umas duas vezes? – Perguntou Maria – Desiste Marlene, ele não está nem aí para você, devem ter umas mil garotas no pé dele. – Marlene fez uma cara triste e cruzou os braços.

- Porque vocês não me apoiam nisso? – Perguntou a loira.

- Porque estamos sendo realistas, – foi a vez de Lílian de falar, apesar de não conhecer Marlene muito bem, odiava ver qualquer garota sofrendo pelo idiota do Black – ele é um idiota Marlene, ele usa as garotas com quem ele fica, se esse daí se apaixonar, com certeza vai acontecer um tsunami, pois vai ser o maior milagre da vida!

Marlene olhou Sirius por um tempo, e pela primeira vez ele retribuiu o olhar, que durou uns dois segundos e deve ter feito o coração de Marlene saltar, mas então ele começou a olhar para Emmie, e o garoto deu um sorriso, o que fez Marlene provavelmente desabar por dentro. Então Lílian percebeu, Tiago Potter olhava para ela, ao notar isso o olhou feio e se virou, Sirius e Potter voltaram a conversar e as garotas também.

- Acha que ele ainda sente algo por você? – Perguntou Marlene, olhando acusadora para Emmeline.

- O que? Endoidou? Você mesma não disse que no nosso namoro nenhum de nós dois sentíamos nada um pelo outro? Então, isso foi um sorriso de amigo. – Respondeu Emmie.

- Não parecia! – Então Emmie e Marlene começaram a discutir, Marlene com raiva, Emmeline meio despreocupada. Então Alice, Dorcas e Maria se afastaram um pouco das duas para conversarem.

- Esse será um longo ano... – Disse Dorcas.

- E sinto que também será muito divertido. – Disse Alice, enquanto olhava sorridente para Franco Longbottom, que também sorria para ela. – Bem meninas, eu vou indo... A gente se vê no trem. – Depois saiu correndo em direção ao namorado, que a recebeu com um beijo.

- Olhando como esses dois são apaixonados dá até inveja né? – Falou Dorcas.

- Queria as vezes um cara como o Franco é pra Alice na minha vida... – Comentou Maria.

Lílian, porém, não disse nada, observava Alice e Franco cessarem o beijo e começarem a conversar, depois sentiu que alguém a observava, se virou e viu que Potter havia voltado a olhar para ela, enquanto Sirius conversava com Remo e Pedro que pareciam terem chegado naquele momento. Ela o encarou por um tempo, o que o fez sorrir, de novo a garota o olhou feio e se virou. Ela não falou muito com Tiago no sexto ano, mas sabia que muito provavelmente continuava o mesmo idiota de sempre. Por isso não daria brecha alguma para ele pensar que estavam de bem.


Notas Finais


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