História The Marauder's Map - Capítulo 3


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Categorias Harry Potter
Personagens Alice Longbottom, Alvo Dumbledore, Arthur Weasley, Avery (Marauder-era), Emmeline Vance, Franco Longbottom, Lílian Evans, Lord Voldemort, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Pedro Pettigrew, Poppy Pomfrey (Madame Pomfrey), Regulus Black, Remo Lupin, Severo Snape, Sirius Black, Tiago Potter
Tags Amizade, Hogwarts, Lilían Evans, Magia, Mapa Do Maroto, Marotos, Romance, Tiago Potter
Exibições 49
Palavras 1.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Misticismo, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Juro Solenemente que Não Pretendo Fazer Nada de Bom.

Oi meu povo querido! Como vão vocês?
Fiz esse capítulo com muito carinho para vocês, viu?
Espero que gostem! <3

Malfeito Feito.

Capítulo 3 - Capítulo Três


Fanfic / Fanfiction The Marauder's Map - Capítulo 3 - Capítulo Três

– CAPÍTULO TRÊS –

 

*Tiago.

Muita coisa havia acontecido nas férias de verão de Tiago Potter, mas com certeza a que mais significou foi uma que aconteceu poucas semanas depois do começo das férias, ele estava sentado em seu quarto, lendo e estudando habitualmente, já que já havia terminado todos os seus deveres. Era um livro sobre Poções que ele estava lendo, Deus, como ele odiava Poções! Mas tinha que estudar... Afinal de contas queria tirar boas notas no último ano para conseguir o sonho de se tornar um Auror, e infelizmente, Poções constava na lista de matérias em que tinha que tirar boas notas para se tornar Auror.

Tiago morava em uma grande mansão, afinal a família dele tinha muito dinheiro, mas não era algo que ele gostava de se gabar, ele não achava que o dinheiro que ele não havia conseguido com o próprio trabalho não era algo que ele precisava ficar falando, e realmente não era, fora isso, ele costumava se gabar por muitas outras coisas. Mas naquele ano ele se sentia particularmente mais calmo, como se algo tivesse mudado dentro dele. Deitado sobre a cama lendo seu livro, Tiago tomou um enorme susto ao ouvir um estrondo que parecia vir do lado de trás da sua casa, rapidamente correu e desceu as escadas, a caminho da porta dos fundos, onde viu a princípio uma grande motocicleta com bagagens, malas e uns sacos, só depois de olhar atentamente a moto, viu que havia um grande cão negro, em cima da moto.

- Está maluco, Sirius? – Perguntou Tiago, ele só chamava Sirius pelo nome quando estava meio estressado – Se transforme de volta, meus pais daqui a pouco vão vim ver o que ta acontecendo, e por falar nisso, o que você está fazendo aqui? – O cachorro pulou da moto e em um piscar de olhos surgiu um garoto, não tão alto quanto Tiago, mas também não muito baixo, que tirou o capacete revelando o rosto.

- Desculpa o barulho.... Passei grande parte do tempo construindo a moto, não tive muito para testa-la.... Não sei estacionar muito bem. – Respondeu Sirius, colocando o capacete sobre a moto.

- Voltando a pergunta, o que diabos cê ta fazendo aqui? – Tiago ajeitou os óculos, estava meio sonolento.

- Fiz uma coisa que eu devia ter feito a muito tempo... – Tiago fez cara de preocupado.

- Quem você matou? – Sirius riu, Tiago não, apesar de ter feito a piada continuou apenas com a cara de sono.

- Ninguém ainda. Só que... – Ele fez uma pausa – Eu fugi de casa...

- Você o que??!!?

- O que é que está acontecendo...? – Perguntou Fleamont Potter, após chegar com a esposa do lado de fora da casa – Sirius? O que está fazendo aqui?

- Ele fugiu de casa! – Disse Tiago aos pais.

- O que? Ficou maluco? – Perguntou Euphemia Potter, a mãe de Tiago.

- Eu não aguentava mais! – Disse Sirius, rouco – Vocês também não aguentariam. Eles se alegrando com a morte de trouxas, dizendo que você -sabe-quem está certo...

- Vamos entrar por favor, nós vamos conversar sobre esse assunto lá dentro. – Disse a senhora Potter – Agora Sirius, você vai me contar direitinho o que aconteceu.

E Sirius contou, depois o senhor e a senhora Potter viram que o garoto estava certo em ter fugido, arrumaram as coisas dele no melhor quarto de hóspedes que tinham na grande casa, e disseram que ele podia ficar ali o tempo que precisasse. Os Potter sempre foram uma verdadeira família para Sirius, uma família que ele nunca teve e adoraria ter, sabendo disso os pais de Sirius proibiam ele de visitar os Potter no verão ou ter qualquer tipo de contato com eles. Uma vez chegaram a impedir que Sirius falasse com cartaz, mas Sirius e Tiago sempre teriam seus espelhos de dois sentidos, que faziam eles poderem se ver e conversar à distância.

Agora Tiago e Sirius se encontravam parados, conversando sobre assuntos totalmente aleatórios enquanto Remo e Pedro ainda não chegavam. Em meio a suas conversas, Tiago viu Lílian chegar à estação, sempre foi muito apaixonado por ela, mas ela o achava um tremendo babaca, e ele adorava a provocar por conta disso. Ele havia parado de irrita-la tanto no sexto ano, mas nada fazia a ruiva mudar de ideia sobre o caráter de Tiago, enquanto Sirius falava sobre algo que Tiago nem prestava mais atenção, ele viu Lílian correr em direção as amigas. De repente Sirius parou de falar, deve ter percebido que o amigo não estava prestando atenção.

- Lílian, é? – Perguntou Sirius, sorrindo.

- Ã? Que? Ah, sim... – Tiago se virou para encarar o amigo - Como sempre. – Sirius riu.

- Típico... você baba por ela desde o terceiro ano.

- Eu não babo... eu só... – Tiago virou sua atenção para Lílian e suas amigas. – Marlene está olhando para você de novo. – Sirius olhou para Marlene, eles se encararam por um tempo. – Quando está pensando em dar uma segunda chance a ela? – Sirius começou a encarar Emmeline e sorriu. Depois voltou a encarar Tiago.

- Nunca. – Tiago deu uma risada baixa e começou a observar Lílian, quando a ruiva notou que o garoto olhava para ela, o olhou feio e se virou. – Assim como Lílian nunca vai dar uma primeira chance a você, Pontas. – Tiago riu, meio que tristemente.

- E Emmeline? O namoro de vocês no ano passado foi o namoro mais longo que você já teve. – Sirius concordou com a cabeça, e olhou para Emmeline, que por algum motivo parecia discutir com Marlene.

- Foi. Sei lá, ela é legal. A garota mais legal com quem já fiquei. Mas não deu certo, uma hora no namoro acabou... a vontade, sabe? O fogo. E de repente nós parecíamos mais amigos que se conheciam a muito tempo do que namorados. Uma vez lembro que uma garota havia me parado para perguntar o porquê que eu e Emmeline havíamos terminado, e quando ela fez isso, ainda faltava muito tempo para eu e Emmie terminarmos o namoro. Acho que depois nem parecíamos mais amigos, ficamos adiando tanto um término que devia acontecer logo fingindo que estava tudo bem entre nós, que o clima ficou estranho. Parecíamos pessoas que mal se conheciam.

- Para você aprender a não namorar ex-namoradas de amigos seus.

- Oi. – Disse outra voz, Sirius e Tiago se viraram, era Remo. Remo e Pedro estavam parados, ao lado de Sirius e Tiago. – Eu e Rabicho estávamos conversando, esperando vocês, achávamos que ainda não tinham chegado.

- É verdade que você fugiu de casa? – Disse Pedro, sem rodeios. De tanta curiosidade.

- Sim, Rabicho, as cartas que enviei eram verdadeiras... – Sirius começou a explicar para Remo e Pedro a história certinha, e como Tiago já sabia de cor, levou sua atenção as outras pessoas ali na estação. Quando seus olhos voltaram a olhar Lílian. Ela, Dorcas e Maria haviam se afastado da discussão de Marlene e Emmie, enquanto Alice fora beijar Franco.

Encarando Lílian novamente, tudo o que Tiago podia concluir era que nunca conseguiria ganhar o coração dela, pois ela o detestava, mas mesmo assim ele insistia, ele sempre insistia e pretendia continuar insistindo, quando um pensamento maluco surgiu na cabeça do garoto: “E se ele não insistisse? ” E se Tiago parasse de tentar de todas as formas possíveis fazer com que Lílian olhasse para ele, e se ele não falasse mais com ela no começo do ano, sem cantadas idiotas, sem convites para sair, sem planos bobos para deixá-los sozinhos... será que ela notaria a diferença? Quer dizer, no ano passado, ela parecia ter notado o fato dele ter falado menos com ela do que dos outros anos, dele ter parado de insistir um pouco, mais ainda insistia, às vezes.

       Mas então, em meio a seus devaneios, Lílian retribuiu o olhar dele por um tempo, ele ficou sem saber o que fazer por um tempo, mas então sem conseguir se controlar, sorriu, não um sorriso mal, não um sorriso malicioso, mas sim um sorriso verdadeiro, um sorriso bom, apaixonado. Mas Lílian parecia ter interpretado mal o sorriso, pois logo novamente o olhou feio e se virou para as amigas.

- Nossa... devia ser muito chato viver com a sua família... – Disse Pedro a Sirius, baixinho. Ele costumava falar devagar e baixo, pois normalmente quando falava alto e rápido pareciam guinchadas. Lupin de repente pareceu meio cabisbaixo.

- Bem, eu não sou o único com problemas, pelo menos me livrei... – Sirius olhou para Lupin – Seus pais te amam, eles só... não se acostumaram perfeitamente ainda com você, era pior antes não era?

- Bem, sim. – Respondeu Remo, sério – Mas francamente, já sou praticamente um adulto, já deu do meu pai ficar me olhando feio e da minha mãe ficar chorando escondido. Mas realmente, quando eu era pequeno era bem pior, minha mãe vivia com medo que eu do nada resolvesse atacar ela, pois por ser uma trouxa, a mordida provavelmente mataria ela, e meu pai não deixava eu chegar muito perto dele as vezes, mas sempre tentaram cuidar bem de mim... do jeito que podiam.

- Olha, se vai te fazer se sentir melhor, pelo menos sua mãe é capaz de chorar. – Brincou Sirius, o que fez Lupin gargalhar pela primeira vez naquele dia.

- Vamos embarcar? – Perguntou Pedro.

- Agora! – Respondeu Tiago e os quatro saíram caminhando até a entrada do grande trem vermelho que já, já iria começar a andar em direção a sua tão amada Hogwarts.

Eles entraram em um vagão vazio e pegaram uma das melhores cabines de direita do vagão, Tiago e Sirius rapidamente correram para a janela.

- Ah, não acredito! – Reclamou Remo, sentando-se ao lado de Sirius – Vocês sempre vão na janela!

- Rabicho não reclama. – Retrucou Tiago, o que fez Remo e Sirius olharem para ele, que se encolheu.

- Mas eu reclamo! – Respondeu Remo.

- Você reclama de tudo, quando está perto da lua cheia, Aluado. – Disse Sirius, foleando um livro.

- Não está tão perto da lua cheia assim... – Disse Remo, mas logo abaixou a cabeça para ler seu livro.

De repente Tiago olhou para o outro lado do vagão, e sentadas na mesma cabine estavam sentadas Dorcas, Emmeline, Maria e Lílian. Tiago viu que Alice havia ido se sentar com o namorado, e ele presumiu que Marlene possivelmente recusara se sentar com Emmeline, devido a discussão delas pouco tempo atrás. Tiago observou Lílian por um tempo, outra vez, mas parou e olhou para o chão, pois lembrou-se de que havia decidido não insistir naquele ano, porque sentia em algum lugar que ele seria diferente de todos os outros anos.

- Ei Aluado, - Disse Sirius, olhando seu livro -  ta dizendo aqui que os lobisomens ficam mais agressivos aos dezessete... não vai ter crise na lua cheia né? Não quero que você me morda, vai que eu viro um monitor! – Pedro e Tiago riram, Remo ficou meio contrariado, mas depois acabou rindo também.

- Aí teríamos mais um lobo-monitor na família. – Brincou Tiago, mas Sirius e Remo ficaram quietos.

- Acha que somos tipo uma família? – Perguntou Remo.

- Claro! – Respondeu Tiago, sorrindo – Irmãos, sempre.

Aquelas palavras significaram muito para Sirius e Lupin, tanto que Tiago não fazia ideia, mas na realidade aquela frase com o tempo se tornou mais como uma promessa, “Irmãos sempre, Amigos sempre. Irmãos unidos, Amigos unidos. Irmãos marotos, Amigos também”, mas apesar disso... Promessas são como cristais, podem ser valiosas, podem cuidar sempre bem por um tempo, mas nada dura para sempre, e vai chegar uma hora que vai ser quebrada.


Notas Finais


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