História The Marriage Contract - Capítulo 6


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Contrato, Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Exibições 671
Palavras 1.685
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - O jantar


Fanfic / Fanfiction The Marriage Contract - Capítulo 6 - O jantar

Hoje seria o jantar para conhecer meu noivo, não posso negar que estou nervosa. Justin Bieber era um dos solteiros mais cobiçados do estado. Ninguém podia negar que ele é um gato e agora eu teria que me casar com ele. Tudo isso parecia um filme que vai ter um final feliz, assim espero.   

Me olhei no espelho focando em meu vestido tubinho branco, que ia até dois dedos depois do joelho. Calçava um scarpin preto, tinha feito a unha e ela estava com um esmalte cinza metálico. Meu cabelo estava solto todo no babyliss. Meu olho estava todo esfumado com a sombra preta, um cílio postiço com um batom nude para equilibrar o olho pesado.   

Saí do quarto com minha carteira-bolsa preta e encontrei minha mãe na sala junto com meu pai. Minha mãe estava com um vestido branco soltinho da mesma altura que o meu, ele tinha mangas e um cinto na cintura, na parte do busto possuía renda branca. Nos pés, um scarpin branco que amarrava no tornozelo. Seu cabelo estava solto com uma escova que eu mesma tinha feito.  

Meu pai estava com roupas sociais, blusa branca, calça preta e um sapato preto. Saímos de casa, um táxi já nos aguardava do lado de fora. Meu pai trancou a casa e eu fui entrar no carro junto com minha mãe.   

Point of View — Justin Bieber  

Toquei a campainha e esperei alguém abrir, respirei fundo tentando controlar o nervosismo que sentia. Uma moça desconhecida por mim abriu a porta e me deu passagem, entrei na casa cumprimentando ela que me levou até a sala. Dei uma rápida olhada no local procurando minha futura esposa.  

— Oi! — cumprimentei meus pais.   

— Olá, filho! — meu pai se levantou e me abraçou, abracei minha mãe em seguida e me sentei na poltrona.  

— Ela ainda não chegou? — perguntei para confirmar minhas suspeitas.

— Não, estão a caminho. Nervoso? — minha mãe perguntou e puxou meu blazer fechando alguns botões dele.

— Não, mãe. Ela é uma mulher, não um bicho de sete cabeças. — eles riram e minha mãe bateu em meu braço   

— Olhe como fala, garoto! — dona Patrícia disse rude, o que a deixava mais fofa.

— Achei que estava atrasado, ainda bem que não estou. Tem algo para beber? — perguntei andando para a cozinha.

— Vinho, na cozinha. — meu pai falou e eu assenti continuando meu caminho.

— Deseja algo? — a mesma moça que abriu a porta perguntou com um sorriso simpático.

— Uma taça de vinho, por favor. — ela assentiu. Senti meu celular vibrar e me virei para pegá-lo, enquanto uma das empregadas colocava o vinho em uma taça. Atendi mesmo vendo o nome Nicole na tela.  

— Amor? — ela falou assim que eu atendi.  

— Oi, Nicole. — respondi me apoiando no balcão.

— Estou com saudade! Quer vir me ver? — disse com uma voz fina, revirei os olhos   

— Não dá. Estou em um jantar com meus pais.   

— Ah! Deixa eles aí... — disse manhosa. — Estou louquinha pelo seu corpo. — umedeci meus lábios imaginando seu corpo nu. Segundos depois balancei minha cabeça, espantando tais pensamentos.  

— Sério… Não dá! Fica para outro dia. — disse e desliguei sem esperar sua resposta. Do jeito que ela estava, iria conseguir me convencer a largar esse jantar e ir fuder ela. As imagens da outra noite vieram em minha mente. Peguei o copo de vinho e virei de uma vez, fazendo a moça na minha frente se assustar, ri e pedi para ela encher novamente.   

A campainha tocou e eu peguei a taça e fui para a sala. As vozes invadiram o local e apenas eu estava ali. Não demorou para Sofia e seu marido entraram acompanhados de meu pai, atrás vinha uma morena em um vestido branco justo, observei atentamente seu corpo, mesmo o vestido não sendo decotado tinha ficado super sexy nela. Umedeci meus lábios e voltei a olhar seu rosto.   

— Justin, essa é a Chloe. Chloe, esse é o Justin! — minha mãe falou e eu sorri sem mostrar os dentes, assim como ela. Estendi a mão e ela apertou sem desviar seu olhar do meu. Seus olhos castanhos escuros me prenderam de um jeito que precisei de uma sacudida no ombro para olhar a pessoa ao meu lado.

— Vocês têm muito a conversar! Deixaremos vocês a sós. — minha mãe falou se retirando com os mais velhos da sala.   

Chloe fitava o chão, aparentemente envergonhada. Sorri com isso e me sentei em uma poltrona.  

— Pode se sentar. — ela me olhou e olhou pela a sala se sentando no enorme sofá branco. Ficamos em silêncio por um longo tempo.

— Quer beber algo? — perguntei quebrando o silêncio.  

— Claro! — ela sorriu.   

— Já volto. — disse e me levantei indo até a cozinha.  

Point of View — Chloe Miller   

Ele era mais bonito pessoalmente. Já tinha visto ele outras vezes mas ainda éramos muito novos e na festa com Felicia eu estava um pouco bêbada. Seus olhos eram cor de mel e muito intensos. Sua pele estava fria, o que me fez arrepiar, porém ele não percebeu.   

— Aqui está. — olhei para cima, vendo ele me entregar uma taça com vinho.  

— Obrigada! — disse pegando a taça da sua mão, ele se sentou do meu lado e eu voltei a fitar o chão.   

— Já nos vimos antes? — ele perguntou e eu o olhei.   

— Sim! Três vezes para ser mais exata… — disse sem jeito e ele pareceu pensar.  

— Uma delas foi uma festa ano passado na universidade Emory?  

— Sim, festa feita pelo pessoal de direito.   

— Essa mesmo, meu amigo que me chamou. Ele cursa direito lá.

— Minha amiga também, eles deveriam ser da mesma turma. — comentei para não deixar o assunto morrer.  

— Quem é ela? Pode ser que eu a conheça.  

— Felicia Jones. — disse e ele sorriu.  

— Conheço! Meu amigo é o Ryan Butler. Eles ficaram durante um tempo.   

— Verdade. Não sei como não nos encontramos antes. — disse e ele riu assentindo. Paramos de rir aos poucos e ficamos nos encarando sem ter nada para falar.

— Fez faculdade de quê? — perguntei e ele me olhou, parecia surpreso.  

— Arquitetura. — sorriu. — Para ajudar na empresa, e você? — me segurei para não rir, parecia aquelas conversas no Facebook ou Tinder com um completo estranho.   

— Administração. — ele analisou meu corpo   

— Tem certeza de que não foi moda? — sorri em agradecimento. — Você se veste muito bem!

— Obrigada. — disse completamente envergonhada.

— Você tem certeza que quer fazer isso? — o olhei sem entender. – Digo, o casamento…    

— Ah, claro! Até agora não tenho nada a perder com isso, só a ganhar. — ele assentiu. — Você não quer isso, não é?   

— Não… Somos novos, você sabe. — assenti.

— Será apenas alguns meses, pense nisso.   

— Estou tentando, ou faço isso ou terei que procurar um emprego de verdade. — rimos fraco.  

— Eu queria um emprego de verdade... — suspirei fitando a lareira à nossa frente.  

— Você não está trabalhando? — pareceu bem curioso.  

— Ainda não. Mandei meu currículo para vários lugares mas nenhum me respondeu. Estou esperançosa com o último que mandei!   

— Posso te ajudar com isso... —  falou mas eu o interrompi.  

— Não será preciso, tenho certeza que consigo. Mesmo assim, obrigada! —  ele assentiu

—  Mas se precisar é só falar. —  ele disse com um sorriso simpático e eu retribuí.  

— Crianças, o jantar está na mesa! —  Justin olhou pro outro lado, assim como eu, vendo a senhora Bieber parada na porta em que eu tinha entrado, a minutos atrás.  

— Mãe, sério? Crianças? — Justin perguntou se levantando, ri fraco e ela gargalhou.

— Vocês são crianças, sempre serão! — ele estendeu a mão e eu o olhei, surpresa. Segurei sua mão e ele me ajudou a me levantar. Soltei sua mão para ajeitar meu vestido, que havia subido quando me sentei e caminhei em passos pequenos até a sala de jantar, acompanhada de Justin.  

— A casa está linda, amei a decoração! —  comentei e Justin olhou o corredor e me olhou.

— Se eu disser que eu decorei, você acredita? — dei uma risada contida e neguei com a cabeça.

— Que bom que estão se dando bem. —  o senhor Bieber falou e eu dei um pequeno sorriso e fui ocupar meu lugar na mesa.  

As empregadas vieram colocar a refeição e logo se retiraram. Toda a refeição foi tranquila, com alguns momento engraçados pela minha mãe estar trabalhando fora do horário. Após o jantar, fomos todos para a sala em que estávamos há um tempo.  

— Fico feliz que vocês se deram bem. — Patricia falou e minha mãe sorriu. —  Deixaram as coisas mais fáceis.  

— Tudo pronto para o casamento? — Justin perguntou.

— Vou ligar para uma cerimonialista e ver quando ela pode nos atender. —  Patrícia falou.

— Cerimonialista? — Justin olhou-a, confuso.

— Claro! Pode ser de mentira mas tem que ser perfeito, ainda somos os Bieber’s e temos uma reputação.   

— Pensei em algo na praia... —  minha mãe falou atraindo a atenção da Patrícia.

— Que tal irmos para a sala da TV? — Jeremy falou com meu pai. — O basquete tá passando agora!  

— Vamos lá. — meu pai se levantou e Jeremy repetiu o ato, ambos sumiram do meu campo de visão segundos depois. Minha mãe e Patrícia conversavam animadas sobre os possíveis locais para o casamento.  

— Que tal irmos para o quintal? — Justin sugeriu e eu assenti, nos levantamos saindo da sala. Segui ele por toda a casa até chegar no lado de fora, tirei meus saltos e deixei ao lado da porta. — Vinho?  

— Seria maravilhoso! — ele sorriu entrando na casa, caminhei pelo quintal sentindo a grama úmida nos meus pés. Vi a poucos metros um balanço pendurado na árvore, fui até ele e me sentei e comecei a me balançar.  

— Aqui está. — ele me entregou uma taça e deixou a garrafa ao lado da árvore. — Achou meu balanço!

— Não foi muito difícil. — ri de seu jeito e ele se sentou na grama. — Tem uma casa na árvore também? — perguntei segurando a corda que sustentava o banco de madeira, enquanto o olhava.

— Você não viu? É uma casa! — disse rindo, me ajeitei no balanço procurando a casa.

— Não tem nada... — o olhei desconfiada e o mesmo gargalhou.

— Não tem, ela quebrou depois de uma chuva forte e falta de manutenção... — ele falou triste e eu ainda encarava ele, tentando saber se era verdade. Dei dois goles no vinho e fitei o céu, dava para ver as estrelas.


Notas Finais




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