História The Marriage Contract - Capítulo 6


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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez
Tags Contrato, Jelena, Justin Bieber, Selena Gomez
Exibições 283
Palavras 1.718
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - O jantar


Fanfic / Fanfiction The Marriage Contract - Capítulo 6 - O jantar

Hoje seria o jantar para conhecer meu noivo, não posso negar que estou nervosa. Justin Bieber era um dos solteiros mais cobiçados do estado. Ninguém podia negar que ele é um gato e agora eu teria que me casar com ele. Tudo isso parecia um filme que vai ter um final feliz, assim espero.   

Me olhei no espelho focando em meu vestido tubinho branco, que ia ate dois dedos depois do joelho. Calcava um scarpin preto, tinha feito a unha e ela estava com um esmalte cinza metalico. Meu estava estava solto todo no babyliss. Meu olho estava todo esfumado com a sombra preta, um cílio postiço com um batom nude para equilibrar o olho pesado.   

Sai do quarto com minha carteira bolsa preta e encontrei minha mãe na sala junto com meu pai. Minha mãe estava com um vestido branco soltinho da mesma altura que o meu, ele tinha mangas e um cinto na cintura, na parte do busto possuía renda branca. Nos pés um scarpin branco que amarrava no tornozelo. Seu cabelo estava solto com uma escova que eu mesma tinha feito.  

 Meu pai estava com roupas sociais, blusa branca, calça preta e um sapato preto. Saimos de casa, um taxi já nos aguardava do lado de fora. Meu pai trancou a casa e eu fui entrar no carro junto com minha mãe.   

Point of View — Justin Bieber  

Toquei a campainha e esperei alguém abrir, respirei fundo tentando controlar o nervosismo que sentia. Uma moça desconhecida por mim abriu a porta e me deu passagem, entrei na casa cumprimentando ela que me levou ate a sala. Dei uma rápida olhada no local procurando minha futura esposa.  

-Oi – cumprimentei meus pais   

-Ola, filho – meu pai se levantou me abraçando, abraçei minha mãe em seguida e me sentei na poltrona  

-Ela ainda não chegou? - perguntei para confirmar minha suspeita 

-Não, estão a caminho. Nervoso?- minha mãe perguntou e puxou meu blazer fechando alguns botões do mesmo 

-Não, mãe. Ela é uma mulher, não um bicho de sete cabeças  - eles riram e minha mãe bate em meu braço   

-Olhe como fala.  - dona Patricia disse rude, o que a deixava mais fofa. 

-Achei que estava atrasado, ainda bem que não estou. Tem algo para beber?  - perguntei andando para a cozinha 

-Vinho, na cozinha – meu pai falou e eu assenti continuando meu caminho. 

-Deseja algo? - a mesma moça que abriu a porta perguntou com um sorriso simpático 

-Uma taça de vinho, por favor – ela assentiu, senti meu celular vibrar e me virei pegando o mesmo, enquanto uma das empregadas colocava o vinho em uma taça. Atendi mesmo vendo o nome Nicole na tela.  

-Amor? - ela falou assim que atendi  

-Oi Nicole – respondi me apoiando no balcão vendo a empregada colocar o vinho na taça  

-Estou com saudade, quer vim me ver? - disse com uma voz fina, revirei os olhos   

-Não da, estou em um jantar com meus pais   

-Ah, deixa eles ai – disse manhosa – estou louquinha pelo seu corpo – umedeci meus lábios imaginando seu corpo nu, segundos depois balancei minha cabeça espantando tais pensamentos   

-Serio, não da. Fica para outro dia – disse desligando sem esperar sua resposta. Do jeito que ela estava ira conseguir me convencer a largar esse jantar e ir fuder ela. As imagens da outra noite vieram em minha mente, peguei o copo de vinho e virei de uma vez fazendo a moça na minha frente se assustar, ri e pedi para ela encher novamente.   

A campainha tocou e eu peguei a taça indo para a sala, as vozes invadiram o local e apenas eu estava ali. Não demorou para Sofia e seu marido entraram acompanhados de meu pai, atrás vinha uma morena em um vestido branco justo, observei atentamente seu corpo, mesmo o vestido não sendo decotado tinha ficado super sexy nela. Umedeci meus lábios e voltei a olhar seu rosto.   

-Justin, essa é a Chloe. Chloe esse é o Justin – minha mãe falou e eu sorri sem mostrar os dentes assim como ela. Estendi a mão e ela apertou a mesma sem desviar seu olhar no meu. Seus olhos castanhos escuros me prenderam de um jeito que precisei de uma sacodida no ombro para olhar a pessoa do meu lado - vocês tem muito a conversar, deixaremos vocês a sós. - minha mãe falou se retirando com os mais velhos da sala.   

Chloe fitava o chão aparentemente envergonhada, sorri com isso e me sentei em uma poltrona  

-Pode se sentar – ela me olhou e logo olhou pela a sala se sentando no enorme sofá branco. Ficamos em silencio por um longo tempo – quer beber algo? - perguntei quebrando o silencio   

-Claro – ela sorriu   

-Já volto – disse me levantando indo ate a cozinha  

Point of View — Chloe Miller   

Ele era mais bonito pessoalmente, já tinha visto ele outras vezes mais ainda éramos muito novos e na festa com Felicia eu estava um pouco bêbada. Seus olhos eram mel e muito intensos. Sua pele estava fria o que me fez arrepiar, porem ele não percebeu.   

-Aqui estar – olhei para cima vendo ele me entregar uma taça com vinho  

-Obrigada – disse pegando a taça da sua mão, ele se sentou do meu lado e eu voltei a fitar o chão   

-Já nos vimos? - ele perguntou e eu o olhei   

-Sim, três vezes para ser exata – disse sem jeito e ele pareceu pensar  

-Uma delas foi uma festa ano passado na universidade Emory?  

-Sim, festa feita pelo pessoal de direito.   

-Essa mesmo, meu amigo que me chamou ele cursa direito la.   

-Minha amiga também, eles deveriam ser da mesma turma – comentei para não deixar o assunto morrer  

-Quem é ela? Pode ser que eu a conheça   

-Felicia Jones – disse e ele sorriu  

-Conheço, meu amigo é o Ryan Butler. Eles ficaram um tempo   

-Verdade, não sei como não nos encontramos antes – disse e ele riu assentindo. Paramos de ri aos poucos e ficamos nos encarando sem ter nada para falar – Fez faculdade de que? - perguntei e ele me olhou surpreso   

-Arquitetura para ajudar na empresa e você? - me segurei para não ri, parecia aquelas conversas no facebook ou tinder com um completo estranho   

-Administração – ele analisou meu corpo   

-Tem certeza de que não foi moda? - sorri em agradecimento - Você se veste muito bem 

-Obrigada – disse completamente envergonhada 

-Você tem certeza que quer fazer isso? - o olhei sem entender – o casamento   

-Ah, claro, ate agora não tenho nada a perder com isso, só a ganhar. - ele assentiu - você não quer isso, não é?   

-Não, somos novos, você sabe – assenti   

-Será apenas alguns meses, pense nisso.   

-Estou tentando, ou faço isso ou terei que procurar um emprego de verdade – ri fraco  

-Eu queria um emprego de verdade – suspirei fitando a lareira na nossa frente  

-Você não estar trabalhando? - pareceu bem curioso   

-Ainda não, mandei meu currículo para vários lugares mas nenhum me respondeu. Estou esperançosa com o ultimo que mandei   

-Posso te ajudar com isso – falou mas eu o interrompi   

-Não será preciso, tenho certeza que consigo. Mesmo assim obrigada  - ele assentiu 

-Mas se precisar é só falar.  - ele disse com um sorriso simpático e eu retribui.  

-Crianças, o jantar estar na mesa – Justin olhou pro outro lado, assim como eu, vendo a senhora Bieber parada na porta em que eu tinha entrado, a minutos atrás.  

-Mãe, serio crianças? - Justin perguntou se levantando, ri fraco e ela gargalhou 

-Vocês são crianças, sempre serão - ele estendeu a mão e eu a olhei surpresa, segurei sua mão e ele me ajudou a me levantar. Soltei sua mão para ajeitar meu vestido, que havia subindo quando me sentei e caminhei em passos pequenos ate a sala de jantar acompanhada de Justin.  

-A casa estar linda, amei a decoração - comentei e Justin olhou o corredor logo me olhando 

-Se eu disser que eu decorei, você acredita? - dei uma risada contida e neguei com a cabeça 

-Que bom que estão se dando bem – o senhor Bieber falou e eu dei um pequeno sorriso indo ocupar meu lugar na mesa.  

As empregadas vieram colocar a refeição e logo se retiraram. Toda a refeição foi tranquila, com alguns momento engraçados pela minha mãe estar trabalhando fora do horário. Após o jantar, fomos todos para a sala em que estávamos a um tempo.  

-Fico feliz que vocês se deram bem – Patricia falou e minha mãe sorriu – deixaram as coisas mais faceis.  

-Tudo pronto para o casamento? - Justin perguntou 

-Vou ligar para uma cerimonialista e ver quando ela pode nos atender – Patrícia falou 

-Cerimonialista? - Justin a olhou confuso 

-Claro, pode ser de mentira mas tem que ser perfeito, ainda somos os Biebers e temos uma reputação.   

-Pensei em algo na praia – minha mãe falou atraindo a atenção da Patricia 

-Que tal irmos para a sala da tv? - Jeremy falou com meu pai – o basquete ta passando agora  

-Vamos la – meu pai se levantou e Jeremy fez o mesmo, ambos sumiram do meu campo de visão segundos depois. Minha mãe e Patricia conversavam animadas sobre os possíveis locais para o casamento  

-Que tal irmos para o quintal? - Justin sugeriu e eu assenti, nos levantamos saindo da sala. Segui ele por toda a casa ate chegar no lado de fora, tirei meus saltos e deixei ao lado da porta. - Vinho?  

-Seria maravilhoso – ele sorriu entrando na casa, caminhei pelo quinta sentindo a grama úmida nos meus pés. Vi a poucos metros um balanço pendurado na arvore, fui ate ele me sentei no mesmo começando a me balançar  

-Aqui estar – ele me entregou uma taça e deixou a garrafa ao lado da arvore – achou meu balançador 

-Não foi muito difícil – ri de seu jeito e ele se sentou na grama. - tem uma casa na arvore também? - perguntei segurando a corda que sustentava o banco de madeira, enquanto o olhava 

-Você não viu? É uma casa – disse rindo, me ajeitei no balanço procurando a casa 

-Não tem nada – o olhei desconfiada e o mesmo gargalhou 

-Não tem, ela quebrou depois de uma chuva forte e falta de manutenção - ele falou triste e eu ainda encarava ele, tentando saber se era verdade. Dei dois goles no vinho e fitei o céu, dava para ver as estrelas.  


Notas Finais




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