História The Meeting - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Piper Chapman
Tags Alex Vause, Orange Is The New Black, Piper Chapman, Vauseman
Visualizações 339
Palavras 2.002
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A foto do capítulo é a casa de praia.
E tem um recadinho nas notas finais. Boa leitura, amores!

Capítulo 17 - Juntas somos melhores


Fanfic / Fanfiction The Meeting - Capítulo 17 - Juntas somos melhores

POV ALEX

Quando acordei na manhã seguinte e me inclinei para o lado percebi que Piper não estava mais na cama, imaginei que estivesse no segundo ou terceiro banho já que na noite anterior exploramos cada parte do quarto inclusive o banheiro, mas sentia meu corpo com tanta exaustão que não era capaz de levantar para verificar. A exaustão fez-me recordar de tudo o que havia acontecido à noite passada, então fechei meus olhos revivendo cada momento e sorri com as cenas que podia visualizar.

- Alguém parece ter acordado feliz – Piper adentrou o quarto sorrindo com uma bandeja em mãos que julguei ser nosso café da manhã.

- E é possível que não se acorde quando tenho uma visão como essa? – ela vestia apenas calcinha e camisa que cobria metade de suas coxas o cabelo estava preso em um coque desajeitado. Casual e absurdamente linda da melhor forma que só ela poderia ser.

- Trouxe nosso café da manhã, acredito que esteja com fome – sorriu sapeca.

- Ah sim estou, uma bela loira consumiu toda minha energia ontem – lhe dei um breve beijo quando se sentou a minha frente depositando a bandeja entre nós – Bom dia linda.

- Bom dia Cariño.

- Desde quando fala espanhol? – perguntei a uma Piper risonha.

- Na verdade não falo, mas uma vez ouvi esse termo e o acho tão bonito que vou aplica-lo a você.

- Então já que estamos nos apropriando de apelidos carinhosos em espanhol também tenho um para você.

- Tem? Qual?

- A partir de agora serás mi nena.

- Você fala espanhol? – perguntou-me surpresa – O que significa o que disse?

- Diane fala espanhol aprendi um pouco de curiosa, mas faz tempo que não pratico. E eu disse que a partir de agora “você vai ser meu bebê”, o termo nena é traduzido como bebê, mas informalmente é muito usado para dirigir-se alguém como “querida” – Piper me olhava admirada, deixei mais um beijo em sua boca – Então mi nena, que tal saciarmos nossa fome?

- Sim Cariño.

Conversando amenidades entre muitas risadas e caricias tomamos nosso café. Quando terminados, Piper colocou a bandeja no chão enquanto me recostei na cama e ela deitou sobre meu peito o que já era praticamente um habito nosso.

- O que faremos hoje?

- Desde que não desgrude mim, não me importo com o que queira fazer – lhe respondi acariciando aqueles macios fios loiros.

- Por mim passaríamos o dia assim mesmo, mas hiperativa como sou logo me ocuparia de fazer algo que não fosse ficar deitada.

- Ou eu poderia lhe entreter na cama – era possível ver cada pelo de seu corpo se arrepiar e amava ver esse efeito que tinha sobre ela.

- Me parece uma ótima proposta Srta. Vause que tal começarmos com um banho? – disse enquanto se afastava.

- Acredito que seja a melhor opção Srta. Chapman.

Trajava uma camisa que coloquei para comer, mas logo que Piper se levantou a caminho do banheiro me desfiz dela antes de chegar à porta. Ao adentrar ela também já não vestia mais nada, estava de costas curvada ligando o registro da banheira só aquela visão de seu bumbum empinado fazia meu corpo vibrar em excitação não aguentando a agarrei por trás antes que ela pudesse se levantar.

- Você é muito gostosa, sabia? – sussurrei em seu ouvido sabendo o efeito que aquilo lhe causaria.

- Noite passada acredito ter ouvido algo assim – sorriu levando sua mão até minha nuca e fazendo carinho por ali.

- Ainda bem que estou aqui para lembra-la – levando a mão até um de seus seios o apertei e ela arfou.

Enquanto a banheira enchia segurei Piper pela cintura a mantendo na mesma posição, a mão antes em seu seio desci até seu sexo onde constatei o quão preparada ela já estava.

- Está tão molhada e ainda nem fiz nada.

- Às vezes sinto que sou capaz de gozar só a ouvindo falar – soltei um riso abafado – E não me venha dizer que estou exagerando faremos um teste para provar o que digo, mas não agora porque estou louca de tesão e preciso de você.

- Dizendo assim nem parece que poucas horas atrás fazíamos o mesmo – com a mão ainda em seu sexo passei o acariciar de cima a baixo enquanto Piper se apertava ainda mais em meu corpo e vagarosamente se remexia causando um atrito de sua bunda em meu sexo – Apoie-se aqui baby – pedi que levasse uma perna até a borda da banheira.

Depois que havia se acomodado a posição me dava um acesso maior, com corpos colados a preenchi com um dedo o levante o fundo Piper deitou sua cabeça em seu ombro soltando baixos gemidos enquanto puxava levemente os fios de meu cabelo com a mão que permaneceu em minha nuca. Acrescentando mais um dedo ao mesmo tempo em que me ocupei de dar uma atenção ao seu clitóris, ela já gemia sem pudor de olhos fechados enquanto me deliciava com aquela cena. Quando percebi que faltava pouco para a banheira transbordar e de forma alguma iria parar o que estava fazendo, antes de pedir que Piper o fizesse a preenchi com mais um dedo e ela gritou.

- Mi nena – um sorriso nasceu em seus lábios em meio a sua respiração irregular enquanto ainda mantinha os olhos fechados – A menos que tenha intenção de alagar o banheiro sugiro que feche o registro – disse em sussurro no seu ouvido.

- Deixe-o alagar... Por favor... Só não pare – dizia descompassadamente.

- Irei a acompanhar e manterei minha mão onde está meu amor, só feche-o ou depois teremos trabalho dobrado para secar tudo – deixei um beijo em sua testa.

Depois de ter descido a perna de cima da banheira, enquanto se inclina para frente para alcançar o registro, permaneci a segurando pela cintura e me curvei junto a ela o movimento fez meus dedos irem mais fundo o que a fez gemer e excitar-me mais ainda aquela posição.

- Não levante baby, continue segurando aí – beijei seu pescoço – Afaste um pouco mais as pernas – ela o fez – Isso amor.

Voltei a estoca-la com força penetrando três dedos dentro dela, enquanto percorria toda a extensão de suas costas com beijos, lambidas e mordidas. Quando me levantei, Piper rebolava sua bunda sem pudor em meu sexo estava com as mãos apoiadas sobre a outra borda da banheira, com a cabeça inclinada para o lado me olhando por sobre o ombro, fios de seu cabelo estavam grudados em seu rosto suado e olhava-me prendendo o lábio entre os dentes e vez ou outra o soltava para soltar um gemido. Se fosse possível morrer de tanto tesão eu teria falecido ali mesmo com aquela visão, quando senti a parede de sua vagina se contrair em meus dedos, todo seu corpo parecia estar convulsionando a segurei com firmeza aumentando o ritmo das estocadas e não demorou para que me presenteasse com o seu delicioso e forte orgasmo. Trouxe-a novamente para junto de mim a abraçando enquanto esperei sua respiração se normalizar.

- Tudo bem? – disse lhe distribuindo beijos no rosto.

- Sim – virou-se enlaçando meu pescoço me dando um longo beijo – Isso foi incrível Al – sorriu – Mas preciso descansar minhas pernas um pouco, vem.

Entrou na banheira segurando minha mão se acomodando de forma que pudesse sentar entre suas pernas, para não molhar o cabelo ergui meus braços para amarrá-lo em um coque quando Piper interrompeu meus movimentos.

- Deixe-me fazer isso.

Levou suas mãos em meu cabelo e começou a massagear, a sutileza daquele toque fez-me fechar os olhos aproveitando aquela sensação gostosa vagarosamente foi usando os dedos como pente erguendo mechas dos meus fios pretos de forma que pudesse segurar todos em sua mão, então os enrolou em um coque prendendo com um elástico que estava em seu pulso quando terminou deu-me um beijo na nuca puxando meu corpo de volta para recostar-se nela.

- Obrigada linda.

- Não por isso – trocamos um breve beijo.

Piper tinha uma mão atravessada segurando-me pela cintura e a outra estava em meu rosto onde fazia carinho por toda a extensão, minha cabeça estava deitada em seu ombro e ficamos assim por um longo tempo só aproveitando o momento. Então ela começou a descer a mão antes em meu rosto até meu seio onde o apertou com vontade me fazendo arfar, a mão apoiada em minha cintura levou-a até meu sexo e mais uma vez naquela manhã nos amamos.

Horas depois já trocadas e na cozinha optamos por fazermos o almoço juntas já que este seria o nosso último dia em nosso paraíso. Piper cozinhava cantarolando, sorrindo o tempo todo e eu que desviava a atenção do que fazia vez ou outra para observa-la, conseguia imaginar passar o resto da minha vida desta forma, dividindo a cozinha, a cama, uma casa e quem sabe teríamos um cachorro nessa formação bem clichê de família que a maioria das pessoas costuma idealizar.

- Por que sorri assim? – só então me dei conta que os devaneios me fizeram ser pega em flagrante.

- Só estou feliz – aproximei-me dela dando um breve beijo.

- Também estou e muito – sorriu largamente.

Entre muitas brincadeiras, bagunça e beijos terminamos de preparar nosso almoço e fomos arrumar a mesa para nos servir. Fazíamos tudo vagarosamente como se todo o tempo do mundo estivesse a nosso dispor e eu esperava que estivesse mesmo, pois queria aproveitar ao máximo aquele dia. Ao término de nosso almoço com a mesma calma fomos arrumar a cozinha, lavar e guardar a louça. Pegamos nossas taças e a garrafa de vinho e nos encaminhamos para a varanda que nos dava a vista da praia.

Sentadas lado a lado em uma poltrona, ficamos em silêncio ouvindo o som do mar e sentindo a brisa atingir nossos rostos. Piper encheu nossas taças antes de depositar a garrafa no chão entrelaçando nossas mãos em seguida.

- Queria poder continuar vivendo isso bem longe daqui, em um lugar onde existamos só nós duas e ninguém mais sabe? Sem ter que dar explicações, sem preocupações...

- As explicações são inevitáveis Piper, eu seria a mulher mais feliz do mundo se você decidir por continuarmos vivendo assim, mas não precisamos fugir podemos construir nossa vida aqui e agora e só me dizer que está pronta e então o faremos – dizia virada para ela olhando em seus olhos.

- Eu...

- Você não quer realmente isso não é? – soltando nossas mãos me levantei – Só não consigo entender o porquê de ter voltado, me procurado se o seu propósito era só um fim de semana. Até quando continuará escondendo o que sente Piper? Ou depois desses dias ainda restam duvidas do que uma significa para outra?

Sem nada me responder sai de perto dela o mais depressa possível, desci as escadas e fui caminhar pela praia pretendia andar o suficiente para extravasar tudo aquilo que estava sentindo. Caminhei até meus pés doerem, então me sentei na areia e chorei na tentativa de que as lágrimas que desciam carregassem com elas aquele amor que cultivava por ela e parecia não significar nada.

Inúmeras perguntas pairavam em minha cabeça e todas sem respostas. Não era possível que Piper não reconhecesse o bem que fazíamos uma à outra, como meu riso era fácil quando estava ao seu lado assim como ela demonstrava estar feliz junto a mim. Procurei entender o que a levara a tal atitude, se era medo, insegurança, não aceitação e entre tantas dúvidas eu tinha uma certeza. Não desistiria dela, nem de nós, estaria ao seu lado lhe dando a segurança que ela precisasse e segurando sua mão quando o medo lhe afligisse. A faria entender que juntas somos melhores.

Já era possível avistar o sol se pondo no horizonte, decidida a enfrentar o que viesse pela frente com a consciência que teria em dizer a Piper tudo o que sentia por ela e que estava disposta a construir uma vida ao seu lado, levantei-me e caminhei de volta para casa.


Notas Finais


Infinitas desculpas pela demora, mais uma vez!
Não desisti da fic e antes fosse um bloqueio de escrita, mas a vida está uma completa bagunça o que esteve me impedindo de sentar e escrever. Mas cá estou, o capítulo ficou curto, pois acabei dividindo em dois senão ficaria gigantesco e mal consegui revisar.
O próximo sai ainda essa semana.
E agora que a fic se aproxima do fim, tomei vergonha e fiz uma header hahah
Acho que é só... Ate bem já!


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