História The Meeting - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Orange Is the New Black
Personagens Alex Vause, Piper Chapman
Tags Alex Vause, Orange Is The New Black, Piper Chapman, Vauseman
Visualizações 167
Palavras 3.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Mais um capítulo para vocês, amores!

Capítulo 18 - Isso é temporário


POV PIPER

Fazia horas desde que Alex havia saído em direção à praia enquanto permaneci estática, depois que ela sumiu do meu campo de visão cai em um choro desenfreado me sentindo péssima por imaginar que havia a magoado, não foi proposital, mas quando ela me fez aquelas perguntas sobre nosso futuro me vi perdida. É claro que tinha certeza quanto aos meus sentimentos por ela, mas era só isso, sobre todas as outras coisas não fazia a menor ideia de como prosseguir. Como terminaria um relacionamento de quase oito anos? Diria a Larry que não o amo mais e viverei com uma mulher? Cancelaria a igreja e a data de meu casamento que estava a semanas de acontecer? Pararia com todos os preparativos que já estavam encaminhados? Como diria a meu pai? E Diane, como diria a ela que amo sua filha? Porque afinal eu entendi e aceitei que eu a amo. Eram tantas perguntas e tudo parecia tão louco.

Começava a anoitecer e esfriar, decidi subir para o quarto desejando que Alex estivesse bem e não demorasse a voltar nós precisaríamos conversar. Ao me deitar na cama fui tomada por seu cheiro tão vivo que parecia que tinha acabado de ser colocado nos lençóis, e uma sensação de vazio tomou-me o que me fez agarrar o travesseiro que ela usava e chorar até que meus olhos ficaram pesados e dormi.

Não sabia quanto tempo havia passado desde que adormeci, acordei sentindo a mão de Alex percorrendo meu cabelo a sensação era tão reconfortante que demorei a abrir os olhos, assim que o fiz e nossos olhares se encontraram percebi que os dela estavam avermelhados evidenciando que havia chorado e imaginei que os meus não deviam estar muito diferentes. Trouxe sua mão que antes estava em meu cabelo até meus lábios e a beijei, sentei-me na cama ainda segurando sua mão trazendo-a para juntar-se a mim.

- Al... – estávamos sentadas uma de frente para outra – Queria me desculpar pelo que aconteceu mais cedo, não queria magoa-la menos ainda faze-la chorar, mas é que isso é novo pra mim. Estou de casamento marcado para daqui a poucas semanas, tenho um relacionamento de quase oito anos e desde que você apareceu minha vida virou de cabeça para baixo, despertou sentimentos em mim que nem eu mesma sabia que existiam, quando estou ao seu lado tudo é tão diferente. A verdade é que me sinto completamente perdida.

- O que quer dizer com isso?

- Eu não sei Alex, não sei o que fazer...

- Piper – ela segurou minhas mãos e sua voz estava embargada aquilo despedaçou meu coração – Sei que não faz muito tempo desde que nos conhecemos e nos envolvemos, que no inicio nós duas éramos comprometidas e começamos tudo errado. Não sabíamos onde isso nos levaria, então não tivemos uma conversa sobre o futuro, o que de fato significa isso que temos nem mesmo dissemos com todas as palavras o que sentimentos em relação à outra, eu direi tudo o que venho guardando desde o dia em que parti do rancho e quero que preste bastante atenção, ok? – apenas assenti para que ela prosseguisse – Lembro-me da viagem para a casa do lago foi à primeira vez que tivemos um diálogo, e de como nossa aproximação aconteceu de forma natural como se já nos conhecêssemos á anos, então veio o primeiro beijo... Deus! Você tem noção de como me senti? Foi único! Senti-me maravilhada como nunca antes e isso me deixou tão confusa, mas estava disposta a entender tudo aquilo. Então vieram mais beijos e a primeira vez em que a toquei, e não sou capaz de colocar em palavras o quanto significou para mim, parecia ter sido minha primeira vez. Você disse que lhe despertei sentimentos que não conhecia e comigo não foi diferente, mas só compreendi toda minha confusão de sentimentos quando nos despedimos nos rancho. Eu estava apaixonada por você, não que eu tivesse escolhido... Quer dizer, se eu pudesse escolher teria sido você...

- Está tudo bem – Alex parecia ter se perdido no meio daquela declaração e eu queria mostrar á ela que não fugiria do que estava ouvindo, levei minha mão até seu rosto e o acariciei ela sorriu soltando o ar que estava prendendo.

- Então – respirou fundo mais uma vez antes de retomar o que dizia – Quando enfim entendi tudo pareceu ainda mais difícil, procurei minha mãe e contei tudo a ela – não esperava por aquilo, mas antes que pudesse dizer algo ela se adiantou – Me deixe terminar, sim? Estava sem rumo e precisava conversar com alguém, claro que ela ficou surpresa me repreendeu por sermos comprometidas, mas compreendeu meus sentimentos me aconselhou e quando retornei para casa abri o jogo com a Sylvie e nos separamos. Ela foi uma boa mulher comigo, mas não era certo o que tinha feito e precisava ser sincera, pois não estava arrependida de ter ficado com você assim como não estou de estar aqui. Porque a verdade Piper é que não sou só apaixonada por você... Eu te amo e não me importo se ache que é “cedo” para dizer isso, acredito que quando se trata de sentimentos verdadeiros não há tempo certo ou errado. Pensei que conhecia o amor, mas você descontruiu tudo aquilo que imaginei saber. Então, preciso lhe pedir algo – e assim como eu ela não conseguia mais conter as lágrimas – Não se case Piper, por favor, não aguentaria ver você se entregando a outra pessoa que não seja a mim – Alex chorava mais ainda tanto que sua voz tornou-se falha – Estou disposta a lutar por nós a enfrentar o que for, mas preciso de você comigo, por favor, só me diga que sim eu preciso de você Piper, que se decida.

- Al... – a puxei para perto de mim, deitando sua cabeça em meu peito a abraçando o mais apertado que podia acariciando seus cabelos enquanto dizia – Não sei o que o futuro nos reserva, mas não o imagino sem você. Eu lhe digo sim, pois também me apaixonei e mesmo que a ideia ainda me cause medo por toda a situação que implica sei que terei você ao meu lado. Irei me resolver com Larry só preciso de um tempo, até por conta de todos os preparativos que terei de cancelar, tudo bem? – seu choro já havia cessado e a senti se apertar mais ainda em minha cintura – Al, olhe para mim – ela o fez então sequei seu rosto e beijei seus olhos – Não acho que seja cedo para dizer que me ama, porque eu também amo você mais do que poderia imaginar.

- Você me ama? – me deu aquele sorriso lindo que só ela tem.

- Com todas as letrinhas, Cariño.

Alex aproximou e deixou um selinho em meus lábios repetindo o gesto a cada vez que pronunciava a frase com três palavras que havia se tornado a minha favorita, passei a fazer o mesmo com ela e ficamos assim até que iniciamos um beijo que traduzia muito bem aquele nosso momento.

Vagarosamente deitando-se sobre mim sem que parássemos de nos beijar, Alex passou a me despir enquanto dizia palavras gentis e depois de nuas, com a mesma calma passou a me tocar. Suas mãos já conheciam cada mínimo detalhe de meu corpo, ela sabia todos os pontos que me excitavam como percorrê-los, quando tinha que ser carinhosa e quando precisava ser mais bruta sem que fosse necessário lhe dizer uma só palavra.

Em todo nosso ato de amor, só cabiam espaço para os gemidos, nossa conversa era entre os olhares, sorrisos e beijos. Não poderia descrever o quão incrível era a sensação de sentir Alex dentro de mim, seu corpo sobre o meu, o toque de suas mãos e de sua boca sobre minha pele como se fosse possível transcender cada camada, eram tão íntimos, cheios de paixão ela foi a única pessoa capaz de fazer sentir-se assim durante uma transa, o que me fazia ter a absoluta certeza que não existia outra pessoa no mundo para mim senão ela.

De olhos vidrados ao dela, deixando-me levar por todas as sensações que ela me proporcionava cheguei ao meu ápice dizendo seu nome repetidas vezes, como se pudesse perpetuar aquele momento e de fato ele estava.

Depois de recuperar-me, inverti nossas posições querendo transmitir a ela todo meu amor, queria poder ver o que seus olhos me diziam enquanto estivesse a amando, se podia sentir através de meus toques tudo o que eu também sentia quando ela me tocava, queria poder ouvir seus gemidos roucos que tanto me excitavam. Eu a queria com toda força do meu ser e a faria ver isso.

Assim o fiz, entreguei a ela todo meu desejo e ainda um pouco mais enquanto sentia a textura de sua pele, seu cheiro, gosto, a maneira como rebolava em meus dedos e boca segurando em meu cabelo e assim a fazendo chegar ao ápice enquanto dizia meu nome que saiu mais rouco devido sua excitação.

Depois de recuperadas, ainda não estávamos saciadas era como se nossos corpos pedissem contato um com outro a cada minuto. Não me privaria de meu desejo e menos ainda Alex que sorriu safada já deitando sobre mim novamente. Assim nos amamos por várias horas até nossos corpos alcançarem a exaustão fazendo-nos adormecer abraçadas.

Era por volta de onze horas da noite quando despertei sentindo a respiração de Alex em meu pescoço. Meu celular que estava na escrivaninha vibrou indicando que havia chegado mensagem, sem desfazer nosso abraço me estiquei o pegando e vi que a mensagem era de Larry avisando que viria embora na segunda-feira por conta do transporte da Ilha e que não precisaria abrir o escritório, pois o que precisasse resolver ele faria por telefone. Foi então que me dei conta que já deveria ter voltado com Alex, era domingo á noite eu tinha perdido completamente a noção do tempo e aquela mensagem não poderia ter vindo em melhor hora. Respondi a ele dando uma desculpa que precisei viajar para ver um serviço, mas que segunda também retornaria. 

Além da mensagem dele havia algumas outras de clientes, e-mails acumulados e novamente fui atingida pela realidade esse tempo ao lado de Alex não havia pegado o celular exceto para nos fotografar, não pensei em Larry, em casamento, trabalho, em nada que não envolvesse somente nós duas e esse fato era mais uma prova que era ela meu lar, a pessoa capaz de me fazer esquecer tudo e qualquer coisa. Devolvi o celular à escrivaninha e enquanto divagava senti beijos molhados em meu pescoço.

- Algum problema baby? – nunca me cansaria de ouvir aquela voz mais rouca que o normal toda vez que Alex acordava.

- Não meu amor – deixei um beijo em sua testa enquanto acariciava seu cabelo – Era Larry avisando que só retornaria amanhã, e lhe disse que precisei viajar a trabalho – e num pulo Alex sentou-se na cama – O que foi?

- Já é domingo! – ela dizia assustada e pelo visto não fui a única a perder a noção do tempo – Que horas são?

- Já passou de onze horas.

- Meu Deus! Amanhã eu trabalho, mas não tem como retornar agora está muito tarde. Você viu meu celular? – perguntou-me vestindo sua camisa que estava jogada no chão e se retirou da cama.

- Da ultima vez que o vi estava no sofá na sala.

- Irei busca-lo, já volto – me deu um selinho e saiu.

Pude ouvir seus passos na escada enquanto voltava para o quarto, falava com alguém ao telefone, sua voz parecia de alguém doente e fiquei tentando prestar atenção.

- Desculpe-me o horário até pensei em avisar antes, mas acreditei que estaria melhor – tossiu e desculpou-se – Oh sim, você faria isso por mim?

...

- Obrigada mesmo Carmem.

...

- Sim, qualquer coisa peça a Dona Marta que me ligue.

...

- Obrigada mais uma vez. Terça-feira retornarei.

...

- Tudo bem. Até. Beijos.

Quando adentrou o quarto Alex trazia um sorriso sapeca no rosto.

- Quem era? – perguntei enquanto se aproximava de mim.

- Liguei para Carmem, minha assistente de classe precisei dar uma desculpa para não ir trabalhar amanhã.

- E Marta seria a diretora da escola onde trabalha, presumo eu – Alex assentiu – Costuma fazer muito isso Srta. Vause?

- Na verdade essa foi à primeira vez, e provavelmente minha terceira ou quarta falta em todos esses anos de trabalho – respondeu-me sorrindo.

- Admirável, principalmente sua atuação sobre estar doente – lhe retribui o sorriso – Mas precisamos arrumar nossas coisas, pretendo pegar a estrada cedo.

- Oh amor, não poderemos fazer isso pela manhã? Está será nossa última -e temporária- noite juntas não quero desperdiça-la arrumando mala ou coisa do tipo. Vamos aproveitar, sim? – disse já sentando em meu colo e depositando beijos em meu pescoço.

E como se soubéssemos a falta que sentiríamos de estarmos juntas todo o tempo, e para aproveitar as poucas horas que ainda tínhamos nos amamos como se fosse a primeira e ultima vez que nossos corpos estariam colados como se fosse um só.

Na manhã de segunda-feira acordei e olhei o relógio que marcava mais de nove horas, a ideia de pegar a estrada cedo havia caído por terra, mas o motivo para tal valia a pena. Então me levantei da cama sem despertar Alex e cuidei de arrumar a bolsa qual eu desci e a guardei no carro e ao retornar preparei um rápido café da manhã, enquanto liguei para Dona Dalva, uma antiga conhecida da família que pagávamos para cuidar da casa de praia, ela ia de quinze em quinze dias apenas para mantê-la organizada e limpa. Pedi que não estranhasse quando chegasse lá e encontrasse alguns mantimentos, pois me encontrava lá, porém já estava de saída. Após finalizar a ligação e o café da manhã para mim e Alex segui de volta para o quarto.

- Vamos lá, abra esses lindos olhinhos verdes para que eu possa vê-los – lhe dizia enquanto passava o nariz por seu rosto e depositando alguns beijos até ela ir despertando.

- Quero poder acordar assim pelo resto da minha vida – disse assim que abriu os olhos, me sorriu passando seus braços por meu pescoço fazendo que minha testa caísse sobre a dela – Bom dia Nena.

- Bom dia, meu amor – deixei um beijo em seus lábios e nos fitamos por um tempo sorrindo até que me afastei para pegar a bandeja – Trouxe nosso café da manhã e já está tudo arrumado para partirmos.

- Está com pressa? – perguntou-me enquanto se sentava na cama.

- Sabe que por mim viveríamos aqui para todo o sempre, certo? Mas não podemos e bem... Já conversarmos sobre isso – sentei de frente para ela depositando a bandeja entre nós – Não havia muito que arrumar também, além do mais não desejo que pegue o ônibus tão tarde preocupo-me com você.

- Sou bem grandinha, sei me cuidar – disse seca.

- Alex, Alex – a repreendi enquanto pegava minha caneca com café.

- Certo, me desculpa ok? É só que... – respirou fundo – É só que ainda não estou pronta para me despedir depois do que passamos esses dias.

- Ei, mas isso é temporário e nós ainda podemos nos ver aos fins de semana. Você poderá vir ao meu encontro ou irei a seu, isso aqui não é uma despedida... O que me diz?

- Teria que conciliar com meu trabalho, mas seria perfeito – disse-me sorrindo.

- Então estamos combinadas, vamos nos comunicando e não tenho dúvidas que conseguiremos unir nossos compromissos – dei-lhe um beijo – Agora vamos comer, pois estou faminta.

- Eu não sabia que estava com fome até ver essa comida em minha frente.

Entre conversas e planejamentos tomamos nosso café da manhã, quando o encerramos desci para cuidar da louça e da cozinha enquanto Alex ficou responsável por arrumar o quarto. Com tudo organizado, e as roupas que havia deixado separada para nós fomos tomar banho para darmos inicio a nossa viagem de volta para casa.

O banho acabou se estendendo por algumas horas, “mãos bobas”, beijos, carícias e tudo mais que tínhamos direito. Quando saímos era perto da hora do almoço, mas decidimos por comer algo quando chegássemos à cidade. Sendo assim nos trocamos deixamos a casa.

Apesar de ser uma segunda-feira não pegamos um trânsito infernal como costumava estar à estrada. Nossa viagem havia sido tranquila com muita música, beijos e brincadeiras, cerca de um pouco mais de quarenta minutos já estávamos na cidade à procura de um bom lugar para almoçarmos que não demoramos a encontrar.

Optamos por massa acompanhada de vinho, nos delongamos o máximo que podíamos lá dentro tanto eu quanto Alex não estávamos preparadas para nos separarmos mais uma vez. Estávamos no estabelecimento á duas horas quando decidimos que era hora deu leva-la até a rodoviária, já que ela se recusava a pegar um avião para a cidade que era tão próxima.

Não pensei que um dia iria agradecer por pegar trânsito, mas o caminho até a rodoviária demorou muito mais que o esperado e mentalmente agradeci por poder desfrutar de mais tempo ao lado de Alex. Estacionei o carro e de mãos dadas seguimos até o guichê onde ela compraria sua passagem.

Eram cinco horas da tarde e o próximo ônibus sairia ás cinco e meia, Alex não queria que eu a visse embarcar dizendo que seria ainda mais difícil para nós duas. Então voltamos para o portão da rodoviária onde meu carro estava estacionado e ficamos encostadas ali namorando. Cinco e vinte já estavam anunciando a chegada do ônibus e que já era possível os passageiros irem se acomodar. Estava encostada na porta do carro, com os braços entrelaçados na cintura de Alex.

 - Você me enviará uma mensagem assim que chegar em casa, certo? – a beijei – E antes de dormir também – outro beijo – E quando acordar na manhã seguinte – mais um – E me ligará quando possível – outro.

- Sim, meu amor eu a ligarei sempre que der, mas lhe mandarei mensagens todos os dias – nos beijos por um longo tempo até anunciarem a última chamada – Não quero deixa-la.

- Também gostaria que ficasse Cariño, ou que pudesse partir com você, mas temos nossos compromissos e até o próximo fim de semana passará bem rápido – nos abraçávamos com toda força.

- Contarei cada minuto – foi afastando e sorrindo.

- Também estarei aqui pedindo que o tempo passe logo para estar em seus braços novamente, meu amor!

- Agora preciso realmente ir – se distanciou, mas mantínhamos nossas mãos entrelaçadas.

- É tão dificil despedir-me de você – colei nossos corpos mais uma vez, deixando um beijo em seu lábio depois me afastei soltando sua mão aos poucos enquanto dizia – Se cuide ok? Não esqueça que eu te amo!

- E eu amo você Nena. Sentirei saudades – sorria daquele jeito caloroso que só cabia á ela.

- Também sentirei suas, muito mesmo.

Com um ultimo tchau e um beijo jogado ao ar, Alex adentrou a rodoviária de volta a seu destino e dei a volta para abrir o carro. Durante esses últimos minutos estava com a sensação de estar sendo observada, mas não me virei para verificar até ver Alex sair do meu campo de visão e quando o fiz só haviam carros passando um até era parecido com o de Larry e não dava para enxergar a placa, mas não havia motivos para ele estar na rua já que me dissera estar cansado para abrir o escritório, então apenas ignorei e entrei em meu carro de volta para casa.


Notas Finais


Não sei se já disse isso, mas não costumo revisar os capítulos então sorry se encontrarem algumas incoerências.
Até já já.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...