História The Minamis Siblings - Capítulo 4


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Carla Tsukinami, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Personagens Originais, Romance, Subaru, Subaru Sakamaki, The Minamis Siblings
Exibições 56
Palavras 1.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oeeeeeeeeeee paçoquinhas! :3
Gomeeeeen, eu demorei muito ;-; Mas é que eu tive um pequeno... Grande bloqueio de criatividade :'D

Aproveitem! ^-^

Capítulo 4 - He Still Remembers


Fanfic / Fanfiction The Minamis Siblings - Capítulo 4 - He Still Remembers

 

{{ Cider }}

Depois do jantar, eu não vi mais meu irmão, nem imagino aonde ele deve ter ido. Reiji havia me avisado que já tinha separado meu uniforme e o de Zephry para a escola amanhã à noite, tivemos que fazer uma transferência para esse mesmo colégio. Ele não nos deu muitos detalhes, mas acho que ele preferiu deixar pra depois.

Por mais que eu estivesse entediada, eu não estava com a mínima vontade de ficar parada, comecei a andar pela mansão novamente, esperando, talvez, que o sono viesse e eu voltasse para o meu quarto, mas não foi isso o que aconteceu, o que me fez ficar andando sem rumo pelos corredores por mais tempo do que eu imaginava.

Ouvi passos vindo da direção oposta que eu, mas quando eu vi, era só a Yui. Ela parecia exausta, e estava com a mão de um lado do pescoço.

– Boa noite, Yui – dei um sorriso pra ela, que parecia ter se assustado.

– C-Cider-san, boa noite... – ela me respondeu sem graça.

– Você tá acabada... – Yui virou o rosto pro lado, e eu pude ver duas marcas de presas no pescoço dela. – Ah, não... Quem foi?

– A-Ayato-kun... – ela respondeu quase num sussurro.

Suspirei. Tinha que ser um deles. Não é à toa que os Sakamaki's não ficam com uma noiva de sacrifício por muito tempo, nem sei como a Yui ainda está viva. Eles não sabem ter controle, tomam muito sangue de uma vez, vão acabar destruindo a Yui se continuarem assim.

– Yui, é melhor ir descansar pra repôr sua energia. Vai acabar desmaiando – me aproximei dela. – Quer que eu te acompanhe até seu quarto?

– N-Não precisa, Cider-san. Obrigada mesmo assim – Yui sorriu timidamente e passou por mim.

– Yui – a chamei quando ela estava mais longe. Me virei pra ela, e fiz uma expressão séria. – Não deixe que eles acabem com você assim. Resista o quanto puder. E se precisar de algo... Me chama, ok? 

Ela se calou por um momento e depois me encarou, com um sorriso um pouco mais à vontade.

– Certo... Obrigada de novo, Cider-san. Boa noite – ela se virou em direção às escadas, andando arrastado.

Resolvi ir para o meu quarto também, não tinha mais sentido ficar andando sem rumo por agora. Logo quando cheguei no corredor onde ficava meu quarto, vi a luz acesa, mas a porta estava fechada. É hoje que eu mato alguém... Andei em passos rápidos até a entrada e a abri a porta com certa brutalidade, pensei que seria meu irmão... Seria melhor se fosse.

– Are, Cider-san, você nem falou comigo desde que chegou – Laito estava sentado na minha cama. – Está me evitando?

– O máximo possível – bufei e o olhei brava. – Laito, sai do meu quarto!

– Eh~? – ele deu um sorriso malicioso e se levantou, ficando de frente pra mim. – Nfu~, você sempre foi tão séria, Cider-san... Será que você é assim perto do... – ele se aproximou mais de mim. – Subaru-kun?

Não consegui conter o rubor em meu rosto. Droga, droga, droga! Por que ele tinha que perguntar uma coisa dessas?! O encarei, e ele parecia estar se divertindo com a minha situação. Desgraçado...

– Não fique tão envergonhada, Cider-san~ – o ruivo cochichou perto do meu ouvido. – Eu tinha certeza que vocês dois não iriam mudar mesmo... 

Me afastei dele, que deu outra risada nasal, logo depois, saiu do quarto. Fechei a porta com certa força, desliguei a luz e me segurei pra não esmurrar alguma coisa. Eu não acredito que me deixei levar pelas emoções! Eu sou muito idiota! Só não sei o que ele quis dizer... Que nós dois não iríamos mudar. Quer dizer que... O Subaru ainda se lembra daquelas memórias? Senti um frio na barriga de repente. Suspirei e fui trocar de roupa, coloquei um pijama curto e leve, tanto a parte de cima quanto a parte de baixo eram lilás. Desmanchei o rabo de cavalo que ainda estava feito e me joguei na cama, me cobrindo até a cintura com o fino lençol. A lua estava bem grande no céu, o que deixava sua luminosidade entrar pela janela do quarto. Olhei mais uma última vez para o jardim de rosas brancas na frente da mansão e fechei os olhos, adormeci sem nem notar o leve sorriso que se formou em meus lábios.

***********

{{ Narrador }}

Cider acordou com o sol batendo em seu rosto, seus cabelos estavam todos espalhados pelo travesseiro e o lençol permaneceu no mesmo lugar. A garota esfregou os olhos com as costas das mãos e levantou, indo em direção ao banheiro, ainda meio sonolenta. Fez todas suas higienes matinais, e deu uma boa espreguiçada, logo escovando seus longos cabelos, deixando estes soltos. Depois de ter trocado de roupa (um moletom cinza claro e uma calça preta), a garota saiu do quarto e desceu até a cozinha, vendo apenas Ruki preparando algo.

– Bom dia – Cider se aproximou do mais velho. – Precisa de ajuda?

– Não, obrigado – respondeu sem tirar os olhos do que estava fazendo. – Mas pra ser sincero, senti falta de você perguntando isso. Sempre que ia nos visitar, você perguntava a mesma coisa...

– Ahá, então sentiu minha falta? – a platinada deu um sorriso confiante, recebendo uma risada nasal do outro.

– Só você pra me fazer rir... – Ruki deu um sorriso sem graça.

– Se precisar de qualquer coisa, é só me falar – Cider deu um bocejo e pegou uma maçã que estava em cima de uma fruteira.

A vampira andou pela mansão, sem nenhum tipo de preocupação, comendo a maçã enquanto andava. Até chegar em um certo ponto onde encontrou certo albino sentado na borda da janela, olhando para fora do edifício. Ele parecia tenso, mas não ousou virar o rosto para a garota.

– Bom... Dia – Cider disse meio sem jeito e se encostou em uma das paredes do cômodo. Ela não obteve resposta. – Então... Até quando você vai fingir que eu não existo... Subaru?

Subaru a olhou com o mesmo olhar irritado de sempre, recebendo a mesma expressão da platinada. Ele resmungou baixo e suspirou.

– Ainda não tô acreditando que justo você veio parar aqui – ele se levantou do parapeito da janela e a encarou de cima para baixo, com os braços cruzados. – Isso é realmente uma droga.

– Não pense que engana alguém, Subaru – ela encostou a cabeça na parede e fechou os olhos. – Nem eu esperava isso... Mas... Se o passado te deixa realmente mal, nada contra. Só... Fiquei aliviada... Depois que soube que não se esqueceu dele.

O albino virou a cara, com o rosto levemente corado. Ele ouviu um risinho vindo da mais nova.

Treinamento, é? Boa hora pra testar isso..., ela pensou.

– Você sempre fica assim... Não muda mesmo – Cider o olhou nos olhos e fez uma expressão divertida. 

Como esperado, Subaru avançou pra cima da garota, tentando-lhe acertar um soco (ou ao menos a parede atrás dela), mas Cider foi mais rápida e segurou o pulso do maior, que não conteve uma expressão de surpresa. A menina apenas sorriu, desafiadora.

– Você continua péssimo... – ela comentou em tom de deboche.

– Tch – Subaru se soltou da garota, e deu meia volta, sem dizer nada. Até que ele para, e se vira para a garota novamente, dando um sorriso debochado. – Você continua baixinha.

O albino se retirou da sala, deixando uma Cider extremamente furiosa... E corada.

{{ Cider }}

Eu não acredito, EU NÃO ACREDITO! Aquele idiota... Quem ele pensa que é pra me chamar disso?! Além disso... Eu cresci mais, e tô quase do tamanho dele! Não é justo só porque ele era mais alto antes... 

– Heh, fala que eu sou infantil, mas olha quem é que está fazendo biquinho agora... – Zephry estava sorrindo, sentado em um dos sofás da sala. Corei com o comentário dele.

– Você... Viu tudo? – perguntei, num tom ameaçador.

– Talvez... – ele fez voz com ar de inocente. 

– Sei... 

– Mas aquilo tudo é verdade – ele se levantou e ficou de frente a mim, ou seja, eu tive que olhar pra cima, porque Zephry é bem maior que eu. Ele sabe como eu odeio quando ele faz isso. – Nem você, nem Subaru mudaram tanto desde que eram crianças.

– Para, é constrangedor... – eu virei a cara pro lado. E ao mesmo tempo percebi que Zephry estava com os punhos cerrados, numa espécie de ansiedade. – Zephry... Você tá bem?

Ele saiu do "transe" e me encarou, dando um sorriso brincalhão.

– Se eu tô bem? Eu que pergunto! Você deve estar doente pra perguntar uma coisa desse tipo pra mim... – ele colocou a mão sobre minha testa, como se fosse ver se eu estava com febre. – Quer que eu cuide de você, onee-chan?

– Sai – dei um tapa na mão dele e fui em direção ao outro corredor. – Vê se não faz burrada, ouviu?

– Hai, hai! 

***********

{{ Zephry }}

Depois da Cider sair do cômodo, eu me encostei na parede e suspirei fundo, dando um sorriso.

– Preciso ter cuidado com você... – falei, olhando pra cima, logo depois, fechei os olhos e alarguei meu sorriso. – Estava tão na cara que eu ia fazer algo... Onee-sama?


Notas Finais


Todas as imagens da Fic pertencem aos seus respectivos autores, eu apenas editei!

See you soon! <3


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